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Q3337492 Antropologia
Beatriz Heredia e Moacir Palmeira são dois antropólogos brasileiros dedicados a etnografias da política. São inúmeras as suas publicações sobre eventos e o tempo da política. No artigo Os comícios e a política de facções, os autores tratam os comícios como “rituais”.
"Um entendimento mais ‘completo’ de por que esse ‘jogo de força’ passa pelos comícios e não por outras formas de ajuntamento ou de comunicação política supõe uma análise tão exaustiva quanto possível desse ritual, situando-o no contexto em que ele é posto pelos que o realizam” (Palmeira e Heredia, 1995, p. 37).
Analisar os comícios como rituais implica discutir:
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Q3337491 Antropologia
No capítulo Conflitos ambientais – a atualidade do objeto, Henri Acselrad afirma o seguinte:
"O método requererá o esforço de não enfrentar em separado, por exemplo, a análise da questão da água da discussão das questões fundiárias, de articular a caracterização das dimensões físico-materiais com a explicitação das dimensões simbólicas associadas aos modos de representar o ‘meio’, ambos elementos indissociáveis na explicação das estratégias dos diferentes atores envolvidos nos processos conflitivos em causa” (Acselrad, 2004, p. 10-11).
Como outros autores dedicados à antropologia do meio ambiente, Acselrad propõe que:
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Q3337490 Antropologia
Há quase um século, os antropólogos estudam outras formas de vida, como Bronislaw Malinowski e os jardins, Edward Evans-Pritchard e o gado, Gregory Bateson e os golfinhos. Contudo, nas últimas décadas, os praticantes da antropologia têm ampliado as perspectivas que embasam suas etnografias, decentrando análises sobre agência e poder e advogando por uma antropologia mais-que-humana. Uma das viradas teóricas responsáveis por esse decentramento é a virada ontológica. Uma das contribuições feitas pela virada ontológica é:
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Q3337489 Antropologia
Em seu artigo Antropologia e política, Karina Kuschnir afirma:
“Questionar conceitos como 'clientelismo’ é deixar de tomar esse modelo como ponto de partida; é não considerar universais termos como, por exemplo, ‘individualismo’, ‘representação’ e ‘domínio público’; é, finalmente, perceber que o universalismo é um valor inspirado no paradigma da modernização, na crença de que a imparcialidade e a objetividade devem prevalecer sobre as emoções e a subjetividade” (Kuschnir, 2007, p. 165-166).

A contribuição da antropologia para a compreensão da política é:
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Q3337488 Antropologia
Para Gilberto Velho, a antropologia urbana é uma antropologia das sociedades complexas. Em seu artigo Estilo de vida urbano e modernidade, o antropólogo escreve o seguinte: “A metrópole moderna oferece a possibilidade de transitar entre vários mundos e esferas diferenciadas. A fragmentação do trabalho tem, como outro lado da moeda, o desenvolvimento de áreas e domínios especializados de sociabilidade, lazer, crença religiosa, atividade política etc.” (Velho, 1995, p. 229). A antropologia urbana de Gilberto Velho tem um dos seus fundamentos teóricos na produção de:
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Q3337487 Antropologia
Em seu texto Esboço de uma teoria da prática, Pierre Bourdieu escreve o seguinte: "O caráter primordial da experiência do dom é, sem dúvida, sua ambiguidade: de um lado, essa experiência é (ou pretende ser) vivida como rejeição do interesse, do cálculo egoísta, como exaltação da generosidade, do dom gratuito e sem retribuição; de outro, nunca exclui completamente a consciência da lógica da troca, nem mesmo a confissão de pulsões recalcadas ou, por éclairs, a denúncia de uma outra verdade, denegada, da troca generosa, seu caráter impositivo e custoso (‘o presente é uma infelicidade’)” (Bourdieu, 1996, p. 7). A ambiguidade da experiência que Bourdieu descreve está embasada em:
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Q3337486 Sociologia
Stuart Hall dedicou grande parte de sua obra à análise da cultura e da identidade em sociedades multiculturais. No livro Pensando a diáspora, Hall examina as identidades caribenhas diaspóricas em condições contemporâneas de globalização. O autor argumenta a favor da "impureza" cultural, considerando a forma como o “velho” é transformado no “novo” e a forma como o “exterior” se torna parte constitutiva da “cultura nacional”. Para analisar as interações entre culturas e a impureza cultural, Hall propõe o conceito de:
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Q3337485 Antropologia
A partir da década de 1970, o conceito de patrimônio cultural passou por significativas transformações. Seu escopo foi alargado para além da valorização de bens materiais de caráter monumental. Essa mudança de perspectiva refletiu-se na inclusão de novas categorias de patrimônio, como o patrimônio imaterial. No Brasil, um marco desse alargamento de sentido foi o tombamento do terreiro de candomblé Casa Branca, na Bahia, em 1984. No Brasil, o patrimônio imaterial permite: 
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Q3337484 Antropologia
No artigo Atualização e contraefetuação do virtual: o processo do parentesco, o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro propõe o conceito de "afinidade potencial" para explicar as complexas relações entre grupos e entidades nos sistemas de parentesco ameríndios. O autor afirma que: "A afinidade potencial, valor genérico, não é um componente do parentesco (como o é a afinidade matrimonial, efetiva), mas sua condição exterior. Ela é a dimensão de virtualidade de que o parentesco é o processo de atualização” (Viveiros de Castro, 2000, p. 412). Em diversas sociedades amazônicas, a afinidade potencial:
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Q3337483 Antropologia
Em seu estudo de grupos étnicos, Fredrik Barth critica definições que se baseiam apenas em características culturais compartilhadas, como língua, religião ou ancestralidade comum. Para o autor, elencar tais traços culturais, ainda que seja relevante, não explica a persistência e a dinâmica dos grupos étnicos em contextos de mudança e interação social. O problema desse tipo de definição, argumenta Barth, está justamente no seu caráter concreto e substantivo. Para o autor, é importante elaborar uma definição conceitual da etnicidade com base em certos critérios analíticos. Para Barth, a compreensão da etnicidade exige:
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Q3337482 Antropologia
Os laudos antropológicos, em especial aqueles relacionados à efetivação de direitos territoriais, impõem desafios particulares aos praticantes da antropologia. Como apontado por Ilka Boaventura Leite, na introdução do livro Laudos periciais antropológicos em debate: “Os laudos são, portanto, documentos produzidos com finalidades previamente estabelecidas, dirigidos a uma audiência restrita, dotados de regras determinadas pelas instâncias onde irão tramitar e podem ser submetidos a análises e avaliações bastante específicas” (Leite, 2005, p. 25). A elaboração de um laudo antropológico:
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Q3337481 Antropologia
Em Genealogias da religião (1993), Talal Asad critica concepções essencialistas das religiões. Asad argumenta que a categoria "religião", tal como compreendida no Ocidente moderno, não pode ser aplicada indiscriminadamente a outras culturas e contextos históricos. Para esse autor, a religião não possui uma essência universal a-histórica. Ela deve ser, em vez disso, entendida como um conceito historicamente produzido. A proposta de Asad está alinhada à: 
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Q3337480 Sociologia
Em As formas elementares da vida religiosa, Émile Durkheim definiu religião da seguinte forma: ”Um sistema solidário de crenças e de práticas relativas a coisas sagradas, isto é, separadas, proibidas, crenças e práticas que reúnem numa mesma comunidade moral, chamada igreja, todos aqueles que a ela aderem” (Durkheim, 1912/2003, p. 32). É correto afirmar que, para Durkheim, a religião: 
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Q3337479 Antropologia
Em As estruturas elementares do parentesco (1949), Claude Lévi-Strauss desenvolveu uma teoria sobre a proibição do incesto e suas implicações para a estruturação das sociedades humanas. Conforme a proposta do autor, a proibição do incesto não é nem puramente de origem cultural nem puramente de origem natural, e também não é uma dosagem de elementos variados tomados de empréstimo parcialmente à natureza e parcialmente à cultura. Segundo Lévi-Strauss, a proibição do incesto:
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Q3337478 Antropologia
Entre o final do século XIX e início do século XX, o antropólogo Franz Boas deu ênfase à pesquisa de campo e ao estudo detalhado de culturas específicas. Ao contrário do método dedutivo proposto pelos antropólogos evolucionistas, Boas defendia: 
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Q3337477 Antropologia
Bruno Latour foi um importante antropólogo para a consolidação da chamada antropologia simétrica. Para Latour, entre outras características, esse tipo de antropologia busca descrever e analisar as redes de relações que conectam humanos e não humanos, sem privilegiar um polo em detrimento do outro. A perspectiva teórico-metodológica difundida por Bruno Latour para essas análises é chamada de: 
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Q3337476 Antropologia
O antropólogo britânico Victor Turner dedicou-se ao estudo dos rituais. Em seu livro O processo ritual (1969), ele desenvolveu o conceito de “liminaridade”. Para o autor, durante a fase liminar de um rito de passagem, o indivíduo se encontra: 
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Q3337475 Antropologia
Clifford Geertz foi um expoente da antropologia estadunidense do século XX. Em seu livro de 1973, o autor define cultura como uma "teia de significados”. Para o autor, a antropologia deve ser entendida como: 
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Q3337474 Antropologia
Roy Wagner é um antropólogo estadunidense notabilizado por seus estudos sobre parentesco na Melanésia. Em seu livro A invenção da cultura (1975), Wagner apresentou o conceito de “antropologia reversa”, que deu significativas contribuições para as teorias da cultura na antropologia. Nessa obra, o autor argumenta que: 
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Q3337430 Jornalismo

As metodologias de avaliação e medição de resultados em ações de assessorias de imprensa são assuntos relevantes. Tanto instituições públicas quanto privadas precisam prestar contas sobre as atividades desempenhadas e o resultado alcançado a partir dos investimentos realizados.

Contudo, aferir o desempenho de uma assessoria de imprensa com base unicamente em indicadores de performance quantitativos pode ser insuficiente, pois:

Alternativas
Respostas
6061: E
6062: D
6063: D
6064: E
6065: B
6066: B
6067: B
6068: E
6069: A
6070: B
6071: D
6072: E
6073: E
6074: E
6075: B
6076: E
6077: E
6078: B
6079: E
6080: B