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No processo de brasagem, por meio do qual se produz a coalescência de peças metálicas com a utilização de um metal de adição, o metal de base não é levado à fusão.
Na proteção catódica galvânica de uma estrutura metálica, cátodos de um “metal de sacrifício” mais corrosivo são fixados em diversos pontos, de maneira a concentrarem a corrosão que iria ocorrer em toda a superfície da estrutura.
O emprego de proteção catódica é importante para proteger da corrosão dutos de aço submersos que escoam derivados de petróleo, mas a utilização de potenciais de eletrodo muito baixos pode diminuir drasticamente a resistência mecânica do aço da tubulação, por meio do mecanismo da fragilização por hidrogênio.

A partir da figura precedente, que apresenta um diagrama de Pourbaix simplificado para o sistema Fe – H2O, julgue o item a seguir.
Um diagrama de Pourbaix representa graficamente as possíveis fases termodinamicamente estáveis de um sistema eletroquímico aquoso, permitindo verificar a tendência de um metal sofrer corrosão nesse meio. Para o diagrama em questão, as letras A, B, C e D representam respectivamente regiões de imunidade, corrosão, passividade e transpassividade.
Em uma pilha de corrosão eletroquímica composta pelo eletrólito e por anodo e catodo feitos de metais diferentes, além da ligação elétrica entre eles, a taxa de corrosão é calculada com base na comparação dos potenciais eletroquímicos dos metais constituintes do anodo e do catodo.
O fenômeno da polarização ôhmica modifica o potencial de um eletrodo, o que causa uma taxa de corrosão menor do que seria esperada apenas analisando os valores dos potenciais eletroquímicos dos metais constituintes dos eletrodos; esse fenômeno é causado pela rarefação de íons H+ no entorno da área anódica.
Corrosão em altas temperaturas são todas as formas de reações químicas entre o material e uma atmosfera em alta temperatura, sem a necessidade da presença de um eletrólito. A corrosão em altas temperaturas é classificada em vários tipos como oxidação, carbonetação, nitretação e sulfetação, que podem ocorrer de forma combinada. Em particular, a oxidação pode ser formada por uma camada externa protetora, que é composta por óxidos e que pode diminuir o progresso da corrosão.
Para que a nitretação interna ocorra na corrosão em altas temperaturas de uma liga metálica, é necessária a difusão do nitrogênio para o interior da liga; para que isso aconteça, o nitrogênio deve estar em sua forma molecular diatômica.
Na corrosão por frestas (crevice corrosion) em um meio líquido, a diferença de potencial que leva ao progresso do processo corrosivo é gerada pela diferença de concentração iônica no eletrólito.
A corrosão por placas está relacionada com o recorrente processo de formação e rompimento da camada passiva, ocorrendo de maneira uniforme em toda a superfície metálica exposta ao ambiente corrosivo.
Considera-se que um dos principais fatores que dificultam lidar com o problema da corrosão puntiforme é o fato de esse tipo de corrosão ser auto catalítico, pois, uma vez que o pite é nucleado e começa a crescer, as condições locais são alteradas tal que um aumento do crescimento do pite é promovido.
A corrosão é grande causadora de deterioração dos equipamentos das indústrias de petróleo e petroquímica; dentre os processos de corrosão, está a corrosão eletroquímica, na qual pilhas de ação local podem ser formadas em um mesmo metal, por conta de heterogeneidades relacionadas, por exemplo, à composição química, tensões internas ou acabamento superficial.
Na corrosão química de um metal, a transferência de elétrons ocorre diretamente entre a superfície metálica e o agente corrosivo, sem a necessidade da atuação de um eletrólito.
Em aços inoxidáveis, a fase sigma é rica em elementos estabilizadores de ferrita, como o cromo e o molibdênio; a presença desses estabilizadores ajuda a aumentar a resistência à corrosão do aço inoxidável.
Se o aço carbono de um equipamento de craqueamento catalítico fluido é submetido a longo tempo de operação em temperaturas da ordem de 500 ºC, a fase metaestável carbeto de ferro pode se decompor e criar nódulos de grafita, causando a perda de resistência mecânica do aço.
Uma liga de aço que é fragilizada ao revenido sofre perda de tenacidade e pode ser suscetível à fratura frágil, principalmente em altas temperaturas.
Fratura por fadiga é o fenômeno de ruptura progressiva de uma peça metálica submetida por longos períodos a uma tensão ou carga constante abaixo do limite de escoamento.
O melhor acabamento superficial de um eixo engrenagem maciço feito de aço, pela realização de adoçamentos e polimento, pode melhorar a sua resistência à fadiga.

Na treliça em tela, a força normal na barra indicada por 2 é superior a 8,5 kN.

Considere que as barras da treliça são fabricadas de aço CA-60 e, ainda, que o carregamento P foi aumentando gradativamente até que uma das barras sob tensão de tração sofresse uma fratura dúctil. Nesse caso, ao se analisar a superfície fraturada, deve-se encontrar uma fratura do tipo taça-cone.