Questões de Concurso
Para analista - economia
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Para responder à questão, leia a tirinha

I. Texto verbal e não verbal, em conjunto, contribuem para a construção do humor.
II. Há, no texto, passagens em que a linguagem não é literal, como ocorre com a palavra "museu".
III. A palavra "laser", no contexto em que aparece, deveria ser grafada com "z".
IV. As palavras "máquina" e "museu" têm exatamente o mesmo referencial concreto: um computador Core i7 com 8 gigas de RAM.
Está correto o que se afirma em:
Homens são maioria em financiamento coletivo pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que fomentam atividades artísticas e culturais são os que despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30 anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário de uma empresa privada da área de comunicação, administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos que participam de financiamentos coletivos de projetos pela internet, os chamados crowdfundings, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital, principalmente de pessoas físicas e através da internet, com o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai de pequenos negócios e startups a demandas de regiões afetadas por desastres naturais, mas também com forte participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e o grupo com formação superior completa é o que mais tem participantes na plataforma de financiamento (39%). Os participantes de crowdfunding classificam como "freqüente" o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora maioria busca informações em sites e portais de notícias (81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na seqüência como fonte de informação (55%), antes de televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por exemplo, respondem por 14% do total de participantes do crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da população. A menor proporção dos participantes de crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso, colocou questões para a base de usuários, assinantes de newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www. estadao. com. br)
Homens são maioria em financiamento coletivo pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que fomentam atividades artísticas e culturais são os que despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30 anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário de uma empresa privada da área de comunicação, administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos que participam de financiamentos coletivos de projetos pela internet, os chamados crowdfundings, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital, principalmente de pessoas físicas e através da internet, com o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai de pequenos negócios e startups a demandas de regiões afetadas por desastres naturais, mas também com forte participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e o grupo com formação superior completa é o que mais tem participantes na plataforma de financiamento (39%). Os participantes de crowdfunding classificam como "freqüente" o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora maioria busca informações em sites e portais de notícias (81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na seqüência como fonte de informação (55%), antes de televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por exemplo, respondem por 14% do total de participantes do crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da população. A menor proporção dos participantes de crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso, colocou questões para a base de usuários, assinantes de newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www. estadao. com. br)
"Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês."
Agora, assinale a alternativa em que ele tenha sido reescrito sem alteração significativa de sentido e sem desvios em relação à norma padrão.
Homens são maioria em financiamento coletivo pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que fomentam atividades artísticas e culturais são os que despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30 anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário de uma empresa privada da área de comunicação, administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos que participam de financiamentos coletivos de projetos pela internet, os chamados crowdfundings, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital, principalmente de pessoas físicas e através da internet, com o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai de pequenos negócios e startups a demandas de regiões afetadas por desastres naturais, mas também com forte participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e o grupo com formação superior completa é o que mais tem participantes na plataforma de financiamento (39%). Os participantes de crowdfunding classificam como "freqüente" o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora maioria busca informações em sites e portais de notícias (81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na seqüência como fonte de informação (55%), antes de televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por exemplo, respondem por 14% do total de participantes do crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da população. A menor proporção dos participantes de crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso, colocou questões para a base de usuários, assinantes de newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www. estadao. com. br)
I. Morfologicamente, trata-se de um pronome demonstrativo.
II. Participa de um processo de coesão referencial endofórica anafórica.
III. Retoma ideias presentes no período antecedente.
Está correto o que se afirma em:
Homens são maioria em financiamento coletivo pela internet
Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que fomentam atividades artísticas e culturais são os que despertam mais interesse dos financiadores
Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30 anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário de uma empresa privada da área de comunicação, administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos que participam de financiamentos coletivos de projetos pela internet, os chamados crowdfundings, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
O crowdfunding é usado para obtenção de capital, principalmente de pessoas físicas e através da internet, com o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai de pequenos negócios e startups a demandas de regiões afetadas por desastres naturais, mas também com forte participação de projetos culturais.
Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e o grupo com formação superior completa é o que mais tem participantes na plataforma de financiamento (39%). Os participantes de crowdfunding classificam como "freqüente" o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora maioria busca informações em sites e portais de notícias (81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na seqüência como fonte de informação (55%), antes de televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por exemplo, respondem por 14% do total de participantes do crowdfunding.
O Sudeste, que concentra 42% da população brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da população. A menor proporção dos participantes de crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso, colocou questões para a base de usuários, assinantes de newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 1,7%.
(www. estadao. com. br)
- A Cia. Alfa adquiriu 30% das ações da Cia. Epsilon, passando a ter influência significativa na administração.
- A Cia. Beta é uma empresa comercial e adquiriu máquinas especiais para revender.
- A Cia. Gama adquiriu máquinas especiais que serão utilizadas em seu processo produtivo.
- A Cia. Delta adquiriu um lote de ações da Cia. Mega e pretende negociá-las a qualquer momento, quando houver necessidade de recursos financeiros.
Os ativos adquiridos pelas Cias. Alfa, Beta, Gama e Delta são classificados no Balanço Patrimonial das respectivas empresas no Ativo
News release issued at 3:27 pm, October 6, 2013.
The investigation into the cause of a fatal overnight construction accident on the Red Line in Washington, D.C. is ....B.... . The investigation team, led by Metro's Chief Safety Officer, has authorized the release of the following facts and preliminary findings:
The incident occurred shortly after midnight, Sunday, October 6, 2013, in a work zone on the outbound (Glenmont direction) track between Union Station and Judiciary Square.
Contractors and WMATA employees were performing rail renewal, a process that involves removing old sections of rail, installing new sections of rail and related activity such as welding and grinding.
At approximately 12:03 a.m., there was a fire and loud noise that originated near heavy track equipment used to weld rail sections together into a continuous strip.
The fire and loud noise originated approximately 70 to 80 feet from the injured workers. The root cause of the fire/noise has not yet been determined. It is not yet known if there was a fluid leak or another mechanical issue.
The fire was extinguished by workers using a handheld fire extinguisher.
The incident caused a 40-foot section of rail to move, striking three workers (two WMATA employees and a contractor). It is not yet known what caused the piece of rail to move.
The two WMATA employees - one track worker and one supervisor - suffered serious but non-life-threatening injuries from being struck by the piece of rail. They were transported to local hospitals.
The contractor, an employee of Holland Co., was fatally injured as a result of being struck by the piece of rail.
News release issued at 3:27 pm, October 6, 2013.
The investigation into the cause of a fatal overnight construction accident on the Red Line in Washington, D.C. is ....B.... . The investigation team, led by Metro's Chief Safety Officer, has authorized the release of the following facts and preliminary findings:
The incident occurred shortly after midnight, Sunday, October 6, 2013, in a work zone on the outbound (Glenmont direction) track between Union Station and Judiciary Square.
Contractors and WMATA employees were performing rail renewal, a process that involves removing old sections of rail, installing new sections of rail and related activity such as welding and grinding.
At approximately 12:03 a.m., there was a fire and loud noise that originated near heavy track equipment used to weld rail sections together into a continuous strip.
The fire and loud noise originated approximately 70 to 80 feet from the injured workers. The root cause of the fire/noise has not yet been determined. It is not yet known if there was a fluid leak or another mechanical issue.
The fire was extinguished by workers using a handheld fire extinguisher.
The incident caused a 40-foot section of rail to move, striking three workers (two WMATA employees and a contractor). It is not yet known what caused the piece of rail to move.
The two WMATA employees - one track worker and one supervisor - suffered serious but non-life-threatening injuries from being struck by the piece of rail. They were transported to local hospitals.
The contractor, an employee of Holland Co., was fatally injured as a result of being struck by the piece of rail.
September 4, 2013
By Greg Aragon
Tunneling 100 ft below a busy city with varying substructure is a delicate job, especially when the work comes .....A.... 8 ft of existing tunnels. Such is the case on San Francisco's new $1.5-billion Central Subway Project, which began major subterranean excavation last month.
"The tunnels pass through both soft ground and Franciscan formation, which is heterogeneous rock that is not predictable except in its unpredictability," says Sarah Wilson, a San Francisco Municipal Transportation Agency (SFMTA) resident engineer.
While underground conditions will be tricky, the project's twin earth-pressure-balance tunnel-boring machines will be able to adjust their blades and cut through any sand, dirt or rock, says Wilson. The TBMs, dubbed Mom Chung and Big Alma, are each 350 ft long and weigh 750 tons.
Mom Chung was first out of the 450-ft-long launch box. Over the next 10 months, she will travel north, creating a 1.7-mile-long tunnel. Big Alma will begin digging a southbound parallel tunnel later this month.
The tunnels are the main component of the Central Subway Project, which is extending the Muni Metro T Third Line through one of the most densely populated neighborhoods in the U.S. with three new underground stations and one at street level. Work on the line is scheduled to wrap up in 2019.
To prevent and control ground and adjacent structure settlement, the team will use compensation grouting, in which a horizontal array of grout pipes is installed into a shaft drilled down next to the tunnel alignment. "We are basically preconditioning the ground and making it homogeneous so that there are no surprises for the crossing," says John Funghi, SFMTA program director.
September 4, 2013
By Greg Aragon
Tunneling 100 ft below a busy city with varying substructure is a delicate job, especially when the work comes .....A.... 8 ft of existing tunnels. Such is the case on San Francisco's new $1.5-billion Central Subway Project, which began major subterranean excavation last month.
"The tunnels pass through both soft ground and Franciscan formation, which is heterogeneous rock that is not predictable except in its unpredictability," says Sarah Wilson, a San Francisco Municipal Transportation Agency (SFMTA) resident engineer.
While underground conditions will be tricky, the project's twin earth-pressure-balance tunnel-boring machines will be able to adjust their blades and cut through any sand, dirt or rock, says Wilson. The TBMs, dubbed Mom Chung and Big Alma, are each 350 ft long and weigh 750 tons.
Mom Chung was first out of the 450-ft-long launch box. Over the next 10 months, she will travel north, creating a 1.7-mile-long tunnel. Big Alma will begin digging a southbound parallel tunnel later this month.
The tunnels are the main component of the Central Subway Project, which is extending the Muni Metro T Third Line through one of the most densely populated neighborhoods in the U.S. with three new underground stations and one at street level. Work on the line is scheduled to wrap up in 2019.
To prevent and control ground and adjacent structure settlement, the team will use compensation grouting, in which a horizontal array of grout pipes is installed into a shaft drilled down next to the tunnel alignment. "We are basically preconditioning the ground and making it homogeneous so that there are no surprises for the crossing," says John Funghi, SFMTA program director.
September 4, 2013
By Greg Aragon
Tunneling 100 ft below a busy city with varying substructure is a delicate job, especially when the work comes .....A.... 8 ft of existing tunnels. Such is the case on San Francisco's new $1.5-billion Central Subway Project, which began major subterranean excavation last month.
"The tunnels pass through both soft ground and Franciscan formation, which is heterogeneous rock that is not predictable except in its unpredictability," says Sarah Wilson, a San Francisco Municipal Transportation Agency (SFMTA) resident engineer.
While underground conditions will be tricky, the project's twin earth-pressure-balance tunnel-boring machines will be able to adjust their blades and cut through any sand, dirt or rock, says Wilson. The TBMs, dubbed Mom Chung and Big Alma, are each 350 ft long and weigh 750 tons.
Mom Chung was first out of the 450-ft-long launch box. Over the next 10 months, she will travel north, creating a 1.7-mile-long tunnel. Big Alma will begin digging a southbound parallel tunnel later this month.
The tunnels are the main component of the Central Subway Project, which is extending the Muni Metro T Third Line through one of the most densely populated neighborhoods in the U.S. with three new underground stations and one at street level. Work on the line is scheduled to wrap up in 2019.
To prevent and control ground and adjacent structure settlement, the team will use compensation grouting, in which a horizontal array of grout pipes is installed into a shaft drilled down next to the tunnel alignment. "We are basically preconditioning the ground and making it homogeneous so that there are no surprises for the crossing," says John Funghi, SFMTA program director.
I. os passageiros que descem na estação Chuva, descem na terceira estação após os passageiros que descem na estação Vento.
II. os passageiros que descem na estação Brisa, descem antes do que os passageiros que descem na estação Água e também os que descem na estação Vento.
III. a estação Terra não é a estação central das cinco estações.
Dos 500 passageiros que embarcaram no trem na estação inicial, 35% desceram em Água, 12% desceram em Brisa, 32% desceram em Chuva, 10% desceram em Terra e 11% desceram em Vento. Assim, pode-se concluir corretamente que, dos 500 passageiros que embarcaram no trem na estação inicial, ainda restam no trem, após a estação Água, um número de passageiros igual a :