Questões de Concurso Para analista - análise de sistemas

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Q1970561 Noções de Informática
Quanto aos conceitos básicos sobre Internet e navegadores (Browser), analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O atual navegador da Internet padrão da Microsoft é o Edge. ( ) Bing é o nome da ferramenta de busca padrão da Microsoft. ( ) O Chrome é a ferramenta de busca mais utilizada no mundo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo 
Alternativas
Q1970560 Raciocínio Lógico
Sendo os conjuntos finitos A = {1,2,3,5,6,7} e B = {0,1,2,4,6,7}, podemos dizer que o conjunto solução da operação A – B é igual a:
Alternativas
Q1970559 Raciocínio Lógico
Foi feita uma pesquisa para se saber sobre a utilização de dois produtos A e B. Das 235 pessoas entrevistadas constatou-se que 124 utilizam o produto A, 140 utilizam o produto B e 42 utilizam ambos os produtos. Nessas circunstâncias, o total de pessoas que não utilizam quaisquer um dos 2 produtos é igual a:
Alternativas
Q1970558 Raciocínio Lógico
Se considerarmos os conectivos lógicos proposicionais, é incorreto o que se afirma em:
Alternativas
Q1970557 Português
O texto abaixo é um fragmento do conto “O
homem que sabia javanês”, do escritor
brasileiro Lima Barreto

       Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
       Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
      O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1 vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
        — Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
      — Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
      — Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
      — Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
        — Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
        — Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
        — Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
        — Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
       — Eu tinha chegado havia pouco ao Rio estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
        "Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc." Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os "cadáveres". Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
[...]
1 um romance francês do século XVIII 
Em “Eu tinha chegado havia pouco ao Rio” (12º§), destaca-se o seguinte tempo composto:
Alternativas
Q1970556 Português
O texto abaixo é um fragmento do conto “O
homem que sabia javanês”, do escritor
brasileiro Lima Barreto

       Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
       Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
      O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1 vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
        — Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
      — Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
      — Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
      — Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
        — Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
        — Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
        — Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
        — Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
       — Eu tinha chegado havia pouco ao Rio estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
        "Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc." Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os "cadáveres". Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
[...]
1 um romance francês do século XVIII 
O discurso direto, presente no texto, apresenta todas as marcas linguísticas de interlocução listadas abaixo, exceto:  
Alternativas
Q1970555 Português
O texto abaixo é um fragmento do conto “O
homem que sabia javanês”, do escritor
brasileiro Lima Barreto

       Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
       Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
      O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1 vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
        — Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
      — Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
      — Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
      — Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
        — Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
        — Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
        — Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
        — Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
       — Eu tinha chegado havia pouco ao Rio estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
        "Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc." Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os "cadáveres". Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
[...]
1 um romance francês do século XVIII 
Em “O meu amigo ouvia-me calado” (3º§), o termo em destaque exerce, sintaticamente, a função de:
Alternativas
Q1970554 Português
O texto abaixo é um fragmento do conto “O
homem que sabia javanês”, do escritor
brasileiro Lima Barreto

       Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
       Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
      O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1 vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
        — Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
      — Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
      — Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
      — Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
        — Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
        — Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
        — Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
        — Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
       — Eu tinha chegado havia pouco ao Rio estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
        "Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc." Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os "cadáveres". Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
[...]
1 um romance francês do século XVIII 
O caráter de imprecisão das locuções que expressam lugar e tempo, no início do texto, é explicitado pelas seguintes classes gramaticais que as constituem:
Alternativas
Q1970553 Português
O texto abaixo é um fragmento do conto “O
homem que sabia javanês”, do escritor
brasileiro Lima Barreto

       Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
       Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
      O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1 vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
        — Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
      — Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
      — Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
      — Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
        — Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
        — Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
        — Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
        — Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
       — Eu tinha chegado havia pouco ao Rio estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
        "Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc." Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os "cadáveres". Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
[...]
1 um romance francês do século XVIII 
A leitura atenta do primeiro parágrafo do texto e o entendimento do que nele se expressa permitem, ao leitor, antecipar a seguinte informação a respeito das formas descritas para “poder viver”:
Alternativas
Q1241075 Banco de Dados
Em bancos de dados SQL, um recurso é utilizado como um tipo especial de procedimento armazenado, que é executado sempre que há uma tentativa de modificar os dados de uma tabela que é protegida por ele, antes ou depois das operações de INSERT, UPDATE e DELETE de registros. Esse recurso é denominado:
Alternativas
Q1241074 Banco de Dados

Considere a tabela a seguir, pertencente a um banco de dados SQL.


Nome: Ana Helena
Cargo: Analista
Celular: 988735104


Nome: Luiz Corrêa
Cargo: Advogado
Celular: 999880354


Nome: Débora Souza
Cargo: Téc INF
Celular: 98870321


Nome: Silvio Luz
Cargo: Aux ADM
Celular: 999773300


Nome: Manoel UHR
Cargo: Téc SEG TRAB
Celular: 988663029


Para obter NOME e CELULAR, classificados por NOME, deve-se empregar o seguinte comando SQL:

Alternativas
Q1241073 Banco de Dados
O Modelo Entidade Relacionamento representa um esquema conceitual utilizado para descrever as entidades, que são os objetos envolvidos em um domínio de negócios, com seus atributos e como elas s e r e l a c i o n a m e n tr e s i , d e fi n i d o s c o m o relacionamentos. Nesse sentido, analise o exemplo de MER a seguir:
 Em uma aplicação de vendas existem as entidades Produto e Venda, que se relacionam na forma muitos-para-muitos, uma vez que em uma venda pode haver vários produtos e um produto pode ser vendido várias vezes (no caso, unidades diferentes do mesmo produto).
 Em determinado momento, a empresa passou a entregar brindes para os clientes que comprassem um determinado produto.
 A entidade Brinde, então, está relacionada não apenas com a Venda, nem com o Produto, mas sim com o item da venda, ou seja, com o relacionamento entre as duas entidades citadas anteriormente.
 Considerando que não se pode associar a entidade Brinde com um relacionamento, criamos então a entidade "Item da Venda", que contém os atributos identificadores das entidades Venda e Produto, além de informações como quantidade e número de série, para casos específicos.
 A partir daí, pode-se relacionar o Brinde com o Item da Venda, indicando que aquele prêmio foi dado ao cliente por comprar aquele produto especificamente.


Esse exemplo ilustra um tipo de entidade definida como:

Alternativas
Q1241072 Programação
WebAPI é um termo usado para se referir a um conjunto de compatibilidade de dispositivos e acessar APIs que permitem aos aplicativos Web e conteúdos acessarem o hardware do dispositivo. Entre elas, duas são detalhadas a seguir:
I. Uma API de comunicação fornece informações básicas sobre a conexão de rede atual, como a velocidade de conexão, enquanto que outra de gerenciamento. II. Uma API de acesso ao hardware permite aplicativos tirarem fotografias e/ou gravar vídeos.
Essas APIs são conhecidas, respectivamente, como:
Alternativas
Q1241071 Programação
PHP suporta o uso de um comando nas estruturas do, while, for e switch. Ao ser encontrado entre os comandos inseridos em um laço, provoca o término imediato da execução desse laço, seguindo normalmente o fluxo do script. Este comando é conhecido por:
Alternativas
Q1241070 Programação
A plataforma Java J2EE (Java 2 Enterprise Edition) surgiu com o objetivo de padronizar e simplificar a criação de aplicações empresariais. Entre os módulos principais de um J2EE, um destinase a processar componentes web como servlets, JSP's, HTML's e Java Beans, enquanto que outro destina-se a prover a infraestrutura necessária para a execução de componentes de negócio distribuídos. Esses módulos são conhecidos, respectivamente, como:
Alternativas
Q1241069 Programação
No contexto da programação orientada a objetos, um princípio se baseia no conceito de que classes derivadas de uma única classe base são capazes de invocar os métodos que, embora apresentem a mesma assinatura, comportam-se de maneira diferente para cada uma das classes derivadas. Os mesmos atributos e objetos podem ser utilizados em objetos distintos, porém com implementações lógicas diferentes. Esse princípio é denominado:
Alternativas
Q1241068 Algoritmos e Estrutura de Dados

O algoritmo a seguir mostra o uso de passagem de parâmetros por referência de NN para VN e de GG para VG e por valor de SS para VS.

Imagem associada para resolução da questão


Após a execução desse algoritmo, os valores finais das variáveis NN, SS e GG serão, respectivamente:

Alternativas
Q1241067 Algoritmos e Estrutura de Dados

O algoritmo a seguir ilustra o emprego de uma função recursiva.

Imagem associada para resolução da questão


Após a chamada RR(N,N-1), a função retornará um valor igual a:

Alternativas
Q1241066 Engenharia de Software
UML é uma sigla para uma linguagem que estabelece uma série de diagramas que auxiliam na tarefa de modelar e documentar os sistemas orientados a objetos. Um dos diagramas, comumente derivado da especificação de requisitos, documenta o que o sistema faz do ponto de vista do usuário, e descreve as principais funcionalidades do sistema e a interação dessas funcionalidades com os usuários do mesmo sistema. A figura a seguir exemplifica o emprego dessa ferramenta. Imagem associada para resolução da questão
Essa ferramenta é denominada diagrama de:
Alternativas
Respostas
41: D
42: B
43: D
44: A
45: C
46: A
47: B
48: C
49: C
50: D
51: C
52: A
53: D
54: B
55: D
56: A
57: C
58: D
59: B
60: C