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Q1968898 Português

Crimes ditos “passionais”

       A história da humanidade registra poucos casos de mulheres que mataram por se sentirem traídas ou desprezadas. Não sabemos, ainda, se a emancipação feminina irá trazer também esse tipo de igualdade: a igualdade no crime e na violência. Provavelmente, não. O crime dado como passional costuma ser uma reação daquele que se sente “possuidor” da vítima. O sentimento de posse, por sua vez, decorre não apenas do relacionamento sexual, mas também do fator econômico: o homem é, em boa parte dos casos, o responsável maior pelo sustento da casa. Por tudo isso, quando ele se vê contrariado, repelido ou traído, acha-se no direito de matar.

      O que acontece com os homens que matam mulheres quando são levados a julgamento? São execrados ou perdoados? Como reage a sociedade e a Justiça brasileiras diante da brutalidade que se tenta justificar como resultante da paixão? Há decisões estapafúrdias, sentenças que decorrem mais em função da eloquência dos advogados e do clima emocional prevalecente entre os jurados do que das provas dos autos.

    Vejam-se, por exemplo, casos de crimes passionais cujos responsáveis acabaram sendo inocentados com o argumento de que houve uma “legítima defesa da honra”, que não existe na lei. Os motivos que levam o criminoso passional a praticar o ato delituoso têm mais a ver com os sentimentos de vingança, ódio, rancor, frustração, vaidade ferida, narcisismo maligno, prepotência, egoísmo do que com o verdadeiro sentimento de honra.

     A evolução da posição da mulher na sociedade e o desmoronamento dos padrões patriarcais tiveram grande repercussão nas decisões judiciais mais recentes, sobretudo nos crimes passionais. A sociedade brasileira vem se dando conta de que mulheres não podem ser tratadas como cidadãs de segunda categoria, submetidas ao poder de homens que, com o subterfúgio da sua “paixão”, vinham assumindo o direito de vida e morte sobre elas.


(Adaptado de: ELUF, Luiza Nagib. A paixão no banco dos réus. São Paulo: Saraiva, 2002, XI-XIV, passim) 

O leitor pode depreender, já pelo emprego da palavra ditos e pelo uso de aspas em “passionais”, no título do texto, que
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Q1968897 Português

Melancolia e criatividade


     Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

         Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas. Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

        Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso. Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.


(Humberto Couto Villares, a publicar)

As normas de concordância verbal encontram-se plenamente observadas na frase:
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Q1968896 Português

Melancolia e criatividade


     Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

         Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas. Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

        Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso. Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.


(Humberto Couto Villares, a publicar)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em: 
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Q1968895 Português

Melancolia e criatividade


     Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

         Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas. Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

        Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso. Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.


(Humberto Couto Villares, a publicar)

 No terceiro parágrafo, a personagem Carlitos é invocada para 
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Q1968894 Português

Melancolia e criatividade


     Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

         Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas. Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

        Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso. Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.


(Humberto Couto Villares, a publicar)

Afirma-se no segundo parágrafo do texto que a negatividade da melancolia
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Q1968893 Português

Melancolia e criatividade


     Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

         Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas. Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

        Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso. Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.


(Humberto Couto Villares, a publicar)

No primeiro parágrafo do texto, justifica-se a relação possível entre melancolia e criatividade quando se afirma que 
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Q920932 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Durante a anamnese, paciente com 42 anos de idade, sexo feminino, relata sentir “ansiedade e nervosismo” diante de procedimentos médicos e odontológicos. A realização da raspagem supragengival, um procedimento de menor complexidade clínica, transcorria satisfatoriamente, quando a paciente passou a relatar vertigem e dificuldades visuais. O profissional interrompeu prontamente o atendimento e observou alterações na respiração da paciente, que relatou dor abdominal, sensação de “boca seca” e sensação de “apertamento” no peito.
A prevenção da ocorrência desta condição em futuras consultas odontológicas é feita por meio da
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Q920931 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Durante a anamnese, paciente com 42 anos de idade, sexo feminino, relata sentir “ansiedade e nervosismo” diante de procedimentos médicos e odontológicos. A realização da raspagem supragengival, um procedimento de menor complexidade clínica, transcorria satisfatoriamente, quando a paciente passou a relatar vertigem e dificuldades visuais. O profissional interrompeu prontamente o atendimento e observou alterações na respiração da paciente, que relatou dor abdominal, sensação de “boca seca” e sensação de “apertamento” no peito.
Após a identificação do agravo, o protocolo de atendimento inclui:
I. colocar a paciente em posição supina, orientando-a a respirar dentro de um saco plástico, aumentando o teor de gás carbônico (CO2) inspirado. II. acomodar a paciente em posição semi-inclinada, fazendo-a respirar ar enriquecido com CO2 ao colocar as suas mãos em forma de concha, cobrindo a boca e o nariz. III. administrar Diazepam 10 mg, por via oral. IV. administrar oxigênio, em fluxo de 5 L/min. V. não administrar oxigênio, pois a oxigenação pode produzir vasoconstrição cerebral.
Está correto o que consta APENAS de
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Q920930 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Durante a anamnese, paciente com 42 anos de idade, sexo feminino, relata sentir “ansiedade e nervosismo” diante de procedimentos médicos e odontológicos. A realização da raspagem supragengival, um procedimento de menor complexidade clínica, transcorria satisfatoriamente, quando a paciente passou a relatar vertigem e dificuldades visuais. O profissional interrompeu prontamente o atendimento e observou alterações na respiração da paciente, que relatou dor abdominal, sensação de “boca seca” e sensação de “apertamento” no peito.
Este quadro clínico é compatível com o diagnóstico de
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Q920929 Odontologia
Atenção: Para responder à questão considere as informações abaixo.

    Paciente com 44 anos de idade, sexo masculino, apresenta queixa principal relacionada com o aspecto da gengiva na região do dente 36, que deixa o “osso à mostra”, sem dor ou sangramento. O exame clínico mostra recessão gengival na região vestibular do dente 36 e a sondagem periodontal revela bolsa de 10 mm na região mesial e de 9 mm na região distal desse dente. A sondagem da região inter-radicular por acesso vestibular mostra perda horizontal de tecido de suporte atingindo a largura total do dente 36. A resposta aos testes térmicos aplicados no dente 36 é positiva. O exame radiográfico mostra perda óssea horizontal na altura do terço apical e defeito inter-radicular no dente 36.
O tratamento consiste em
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Q920928 Odontologia
Atenção: Para responder à questão considere as informações abaixo.

    Paciente com 44 anos de idade, sexo masculino, apresenta queixa principal relacionada com o aspecto da gengiva na região do dente 36, que deixa o “osso à mostra”, sem dor ou sangramento. O exame clínico mostra recessão gengival na região vestibular do dente 36 e a sondagem periodontal revela bolsa de 10 mm na região mesial e de 9 mm na região distal desse dente. A sondagem da região inter-radicular por acesso vestibular mostra perda horizontal de tecido de suporte atingindo a largura total do dente 36. A resposta aos testes térmicos aplicados no dente 36 é positiva. O exame radiográfico mostra perda óssea horizontal na altura do terço apical e defeito inter-radicular no dente 36.
Este quadro clínico é compatível com o diagnóstico de
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Q920927 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Paciente com 18 anos de idade, sexo masculino, refere ter asma brônquica extrínseca e utilizar predinisolona como medicação frente a esta afecção. O paciente relata ter “alergia” a alimentos como frutas secas e vinho. O exame clínico mostra restauração Classe II MOD em resina composta e presença de cárie secundária no dente 46. O exame radiográfico revela acentuada curvatura distal da raiz mesial. Há indicação para a extração do dente 46 e reabilitação por meio de implante ósseo integrado.
A analgesia preventiva é obtida por meio da prescrição de
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Q920926 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Paciente com 18 anos de idade, sexo masculino, refere ter asma brônquica extrínseca e utilizar predinisolona como medicação frente a esta afecção. O paciente relata ter “alergia” a alimentos como frutas secas e vinho. O exame clínico mostra restauração Classe II MOD em resina composta e presença de cárie secundária no dente 46. O exame radiográfico revela acentuada curvatura distal da raiz mesial. Há indicação para a extração do dente 46 e reabilitação por meio de implante ósseo integrado.
O procedimento cirúrgico para remoção do dente 46 deve ser realizado por meio de
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Q920925 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Paciente com 18 anos de idade, sexo masculino, refere ter asma brônquica extrínseca e utilizar predinisolona como medicação frente a esta afecção. O paciente relata ter “alergia” a alimentos como frutas secas e vinho. O exame clínico mostra restauração Classe II MOD em resina composta e presença de cárie secundária no dente 46. O exame radiográfico revela acentuada curvatura distal da raiz mesial. Há indicação para a extração do dente 46 e reabilitação por meio de implante ósseo integrado.
O procedimento cirúrgico é precedido de anestesia local por meio de bloqueio regional com
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Q920924 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Paciente com 52 anos de idade, sexo masculino, refere ser portador de prótese valvar cardíaca. Relata tratamento endodôntico e protético no dente 22, realizado há cerca de dois anos. O exame clínico mostra a condição satisfatória da coroa protética do dente 22. O exame radiográfico mostra que o dente 22 foi tratado endodonticamente e apresenta uma lesão radiolúcida persistente na área periapical. O pino intrarradicular metálico mostra adaptação satisfatória.
O tratamento consiste em
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Q920923 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Paciente com 52 anos de idade, sexo masculino, refere ser portador de prótese valvar cardíaca. Relata tratamento endodôntico e protético no dente 22, realizado há cerca de dois anos. O exame clínico mostra a condição satisfatória da coroa protética do dente 22. O exame radiográfico mostra que o dente 22 foi tratado endodonticamente e apresenta uma lesão radiolúcida persistente na área periapical. O pino intrarradicular metálico mostra adaptação satisfatória.
O quadro sistêmico do paciente requer a profilaxia da endocardite infecciosa por meio de
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Q920922 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Durante a realização de abertura coronária para biopulpectomia do dente 25, o cirurgião-dentista (CD) executava o trabalho com apoio direto do auxiliar de saúde bucal (ASB) junto à cadeira odontológica, quando o telefone tocou e o ASB foi atender à ligação, anotando o recado destinado ao CD. Uma segunda interrupção ocorreu no momento do isolamento absoluto do campo operatório, quando um paciente chegou ao consultório e o ASB foi recepcioná-lo.
Na gestão do trabalho odontológico, a superação de situações cotidianas que afetam o conforto dos pacientes e a produtividade do CD é possibilitada pela:
I. delegação de ações diretas de menor complexidade técnica para execução pelo ASB. II. realização da função de preparador e instrumentador pelo ASB, delegando as atividades de recepção, agendamento e dispensa do paciente à secretária do consultório. III. definição das atividades de preparo da bandeja e da mesa clínica, bem como da instrumentação, pelo ASB, enquanto o CD executa as ações indiretas simultâneas. IV. antecipação de movimentos do CD pelo ASB durante a instrumentação, quando o ASB deverá realizar a retração de lábios e bochechas e transferir pontas ativas, instrumentos e materiais.
Está correto o que consta APENAS de
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Q920921 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Durante a realização de abertura coronária para biopulpectomia do dente 25, o cirurgião-dentista (CD) executava o trabalho com apoio direto do auxiliar de saúde bucal (ASB) junto à cadeira odontológica, quando o telefone tocou e o ASB foi atender à ligação, anotando o recado destinado ao CD. Uma segunda interrupção ocorreu no momento do isolamento absoluto do campo operatório, quando um paciente chegou ao consultório e o ASB foi recepcioná-lo.
A aplicação do Maslach Burnout Inventory em cirurgiões-dentistas tem detectado respostas como exaustão emocional, descrença e baixa realização profissional, decorrentes de exposição prolongada a riscos no ambiente de trabalho. No CD, a interrupção do fluxo de trabalho odontológico
Alternativas
Q920920 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Durante a realização de abertura coronária para biopulpectomia do dente 25, o cirurgião-dentista (CD) executava o trabalho com apoio direto do auxiliar de saúde bucal (ASB) junto à cadeira odontológica, quando o telefone tocou e o ASB foi atender à ligação, anotando o recado destinado ao CD. Uma segunda interrupção ocorreu no momento do isolamento absoluto do campo operatório, quando um paciente chegou ao consultório e o ASB foi recepcioná-lo.
A assepsia dos canais radiculares do dente 25 é
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Q920919 Odontologia
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

    Na realização de perícia odontológica mediante solicitação judiciária, paciente com 31 anos de idade, sexo feminino, relata ter se submetido a um implante osseointegrado após fratura vertical no dente 21, há cerca de um ano. A queixa principal da paciente é a “movimentação do implante”, impedindo-a de mastigar ou conversar. A paciente refere sucessivas tentativas de contato com o profissional que efetuou este tratamento, sem êxito, culminando com a via judicial. Na anamnese, a paciente refere fumar “até dois maços de cigarro por semana”. O exame clínico mostra cálculo dental supragengival na área lingual inferior e biofilme bacteriano dental espesso nas faces vestibulares e linguais dos dentes presentes. Observa-se mobilidade do elemento 21 nos sentidos horizontal e vertical e supuração ao redor do implante. Na sondagem periodontal, foi empregada uma força leve, suficiente para detectar uma profundidade de 8 mm ao redor do implante. O exame radiográfico mostra perda óssea radiográfica de cerca de 4 mm.
Um desfecho judicial para a insatisfação da paciente motivada pelo insucesso do tratamento odontológico
I. é evitado com o desenvolvimento do vínculo resultante das ações do acolhimento, desenvolvendo ações centradas na paciente, considerada em sua integralidade biopsicossocial. II. é limitado em seu alcance ao considerar a culpabilização da paciente por não realizar procedimentos de higiene bucal que contribuiriam para evitar o fracasso na osseointegração do implante. III. representa uma conquista da cidadania plena e a manutenção da dignidade da pessoa humana, que se materializa mediante o direito de acesso à Justiça. IV. demonstra que a atualização científica e a aplicação da melhor técnica profissional são suficientes, ainda que se respeite a autonomia e a responsabilidade individual.
Está correto o que consta APENAS de
Alternativas
Respostas
461: C
462: A
463: E
464: D
465: B
466: C
467: A
468: D
469: C
470: B
471: C
472: B
473: E
474: D
475: A
476: B
477: E
478: D
479: B
480: E