Foram encontradas 515 questões

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Q444910 Design Gráfico
Muito utilizados em animações em Flash, este elemento técnico funciona como um marcador que determina o tipo e a duração do movimento dos elementos animados em uma composição. Estamos falando de qual elemento técnico empregado em animações em Flash?
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Q444909 Design Gráfico
O processo de edição não linear de vídeo representou grande avanço nas rotinas de produção audiovisual porque permitiu
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Q444908 Design Gráfico
O Art Deco é um estilo que emergiu nas metrópoles européias, em especial Paris, nas primeiras décadas do século XX.
                Imagem associada para resolução da questão

Analisando as figuras acima, é correto afirmar que
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Q444907 Design Gráfico
A atuação da Escola de Ulm (1953-1968) caracterizou-se, principalmente, por:

I- iniciar o movimento funcionalista em design, tendo criado o lema “a forma segue a função”.

II- realizar estudos na área de estética, tendo influenciado o aparecimento do estilo aerodinâmico (streamline) nos Estados Unidos da América.

III- desenvolver um pensamento sistemático acerca de design, tendo fundamentado uma metodologia de projeto.

Assinale a opção correta.
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Q444906 Design Gráfico

A Bauhaus é considerada a mais importante escola de arquitetura, arte e design do início do século XX. Fundada na Alemanha, em 1919, por Walter Gropius, teve como um dos principais objetivos integrar os estudos de arquitetura, artes e artesanato.


                        Imagem associada para resolução da questão



Com relação à escola Bauhaus e considerando as figuras acima, assinale a opção correta.
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Q444905 Design Gráfico
Ao observar as imagens abaixo, pode-se concluir que:

I - A cadeira 2 apresenta formas geometrizadas e racionais.

II - A cadeira 1 conjuga valores artesanais com o conceito de simplicidade.

III - As duas cadeiras pertencem ao mesmo movimento estético.

                        imagem-002.jpg
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Q444904 Design Gráfico
O Art Nouveau, movimento estético que surgiu por volta de 1900, teve grande desenvolvimento em vários países, particularmente na Bélgica. Nasceu da corrente Artes e Ofícios, porém seus expoentes estavam muito mais dispostos a aceitar a produção em massa. Embora se inspirassem no passado, compartilhavam um entusiasmo pelo futuro, fazendo com que se diferenciassem dos movimentos precedentes. (TAMBINI, Michael. 1997). A partir do texto acima, é correto afirmar que são características dos produtos do Art Nouveau formas
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Q444903 Design Gráfico
Algumas teclas servem de atalho para a ativação de determinadas ferramentas de um software. No programa Adobe Photoshop isso também acontece. As ferramentas ‘Mover/Move’, ‘Laço/Lasso’, ‘Varinha Mágica/Magic Wand’, ‘Corte Demarcado/Crop’ e ‘Conta Gotas/Eyedropper’ podem ser ativadas, respectivamente, pelas letras de atalho
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Q444902 Design Gráfico
São programas destinados à criação e a edição de imagens vetoriais:
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Q444901 Design Gráfico
O CorelDRAW é um programa de desenho vetorial bidimensional para design gráfico desenvolvido pela Corel Corporation. O efeito utilizado no CorelDRAW que tem como finalidade criar os passos da metamorfose entre dois objetos, podendo ser utilizado também para criar um efeito de gradação se o objeto inicial tem uma cor diferente do objeto final, é o
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Q444900 Design Gráfico
Atualmente as imagens são uma parte integral da web. Entretanto, as imagens estão entre as causas mais comuns para a lentidão no carregamento de uma página, sejam fotografias, ilustrações, ícones e outros elementos gráficos. Para otimizar uma imagem para web, a resolução mais apropriada para visualização na tela do computador é de
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Q444899 Design Gráfico
No programa Adobe Indesign, qual a extensão de arquivos padrão para a respectiva sequência de tipos de arquivo: Documento/Document, Livro/Book, Livraria/Library, Modelo de documento/Template Documents.
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Q444898 Design Gráfico
Existe um procedimento usado para facilitar o encaixe de cores na medida em que excede um pouco a área de cobertura da cor em relação ao seu "encaixe", de forma que uma área sobressalente é criada para não gerar os famosos filetes brancos. Este procedimento é chamado de
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Q444897 Design Gráfico
Conjunto de informações, documento, coleta de dados passados para o desenvolvimento de um trabalho. Peça fundamental para a elaboração de uma proposta de projeto. Elemento chave para o planejamento das etapas da pesquisa de acordo com as necessidades do cliente. Essas características se referem a(o)
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Q444896 Design Gráfico
A série de livros de Luis Fernando Veríssimo, lançada pela Editora Objetiva, teve o designer Ricardo Leite como autor das capas. Foi ele que desenvolveu o projeto gráfico e as ilustrações.

                                             Imagem associada para resolução da questão

Observando a figura, é CORRETO afirmar que a capa apresenta
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Q444895 Design Gráfico
Conhecer um pouco das propriedades de luz relacionadas às cores ajuda a entender melhor como o processo de impressão funciona. Considerando a mistura das cores, é correto afirmar que a soma das cores primárias subtrativas produz uma cor _____________, enquanto a soma das cores primárias aditivas produz uma cor ______________.

Qual opção completa adequadamente a afirmação acima?
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Q444894 Design Gráfico
Design gráfico é uma atividade que busca uma comunicação visual eficiente, ou seja, atua conectando um determinado produto, ou evento, a um tipo de público, ou indivíduo, transmitindo informações visuais de forma apropriada. Dessa forma, é correto afirmar que o fator principal que diferencia o design gráfico das artes visuais é
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Q443624 Raciocínio Lógico
Em um estaleiro, a construção de barcos de pequeno porte levam 12 dias, quando feitos por 10 operários em jornadas de trabalho de 8 horas. Após a rescisão do contrato de trabalho de 4 operários o estaleiro teve que modificar o tempo de elaboração de cada barco para 16 dias e alterar a alterar a jornada de trabalho para
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Q443511 Português

                                                 Cair do cavalo 


    Todo mundo um dia cai do cavalo, alguns literalmente inclusive. Cair do cavalo é perder o equilíbrio e o movimento ao mesmo tempo. É bater com toda a força no chão e em seguida ficar prostrado, incapaz de planejar o próximo movimento. Cair do cavalo dói não apenas pelo impacto em si, mas porque nos arranca do conforto da rotina. Paranoicos, hipocondríacos, precavidos, todo mundo cai do cavalo do mesmo jeito, ou seja, sem aviso prévio. E ninguém consegue evitar a perplexidade e a indignação ao verificar, na própria pele, um dos fatos mais banais da existência: coisas dão errado. 

    Se as tijoladas do destino são mais a regra do que a exceção, deveríamos estar mais preparados para lidar com doenças, separações, mortes, problemas de dinheiro, frustrações em geral – mas o fato é que nunca estamos. Somos comovedoramente ingênuos e distraídos, pelo menos até o primeiro grande tombo.

    De volta à terra firme, quando já não há dúvida de que, enfim, sobrevivemos, cada pessoa elabora o sofrimento da forma que pode e sabe. Alguns naufragam na autopiedade, outros veem suas forças exauridas pelo próprio esforço de enfrentar a tormenta. Muitos sentem a necessidade de extrair sentido do sofrimento, atribuindo algum propósito à experiência e propondo a si mesmos uma espécie de jogo do (des)contente: sofri, mas aprendi. (Foi o caso, por exemplo, de Reynaldo Gianecchini, que em todas as entrevistas depois do fim do tratamento do câncer fez questão de falar sobre o lado transcendente da doença.) Há aqueles, porém, em que o sofrimento apenas acentua traços de personalidade que já existiam: o egoísta torna-se intratável, o tímido recolhe-se ainda mais, o extrovertido abusa da grandiloquência. (Lula, na primeira grande entrevista depois do fim do tratamento, falou da doença com a mesma ênfase barroca que usa para florear todos os assuntos, da economia internacional às derrotas do Corinthians: “Se eu perdesse a voz, estaria morto” ou “Estava recebendo uma Hiroshima dentro de mim”.) 

    O ensaísta francês Michel de Montaigne (1533-1592) também caiu do cavalo – concreta e metaforicamente – e essa experiência foi determinante para tudo o que ele viria a produzir depois. A tese é apresentada na deliciosa biografia do filósofo lançada há pouco no Brasil: Como Viver Uma biografia em uma pergunta e vinte tentativas de respostas, da escritora inglesa Sarah Bakewell. O acidente quase fatal, sustenta a autora, ajudou Montaigne a desencanar das preocupações com o futuro e prestar mais atenção no presente e nele mesmo. Seus magníficos Ensaios, escritos nos 20 anos seguintes ao acidente, nada mais são do que a tentativa de ficar alerta às próprias sensações e experiências e buscar a paz de espírito – o “como viver” do título. 

    Para Montaigne, a vida é aquilo que acontece quando estamos fazendo outros planos, e nossa atenção tem que estar o tempo todo sendo reorientada para onde ela deveria estar: aqui e agora. Cair do cavalo pode ser inevitável, mas prestar atenção na paisagem é o que faz o passeio valer a pena. 


                                                                                   LAITANO, Claudia. In: Zero Hora, Porto Alegre, 

                                                                                                                              7 de abril de 2012, p. 2.

Considere as possibilidades de substituição dos segmentos em maiúscula em cada alternativa e assinale aquela em que a substituição não respeita as regras de regência e topologia pronominal.
Alternativas
Q443423 Português

                                                 Cair do cavalo 


    Todo mundo um dia cai do cavalo, alguns literalmente inclusive. Cair do cavalo é perder o equilíbrio e o movimento ao mesmo tempo. É bater com toda a força no chão e em seguida ficar prostrado, incapaz de planejar o próximo movimento. Cair do cavalo dói não apenas pelo impacto em si, mas porque nos arranca do conforto da rotina. Paranoicos, hipocondríacos, precavidos, todo mundo cai do cavalo do mesmo jeito, ou seja, sem aviso prévio. E ninguém consegue evitar a perplexidade e a indignação ao verificar, na própria pele, um dos fatos mais banais da existência: coisas dão errado. 

    Se as tijoladas do destino são mais a regra do que a exceção, deveríamos estar mais preparados para lidar com doenças, separações, mortes, problemas de dinheiro, frustrações em geral – mas o fato é que nunca estamos. Somos comovedoramente ingênuos e distraídos, pelo menos até o primeiro grande tombo.

    De volta à terra firme, quando já não há dúvida de que, enfim, sobrevivemos, cada pessoa elabora o sofrimento da forma que pode e sabe. Alguns naufragam na autopiedade, outros veem suas forças exauridas pelo próprio esforço de enfrentar a tormenta. Muitos sentem a necessidade de extrair sentido do sofrimento, atribuindo algum propósito à experiência e propondo a si mesmos uma espécie de jogo do (des)contente: sofri, mas aprendi. (Foi o caso, por exemplo, de Reynaldo Gianecchini, que em todas as entrevistas depois do fim do tratamento do câncer fez questão de falar sobre o lado transcendente da doença.) Há aqueles, porém, em que o sofrimento apenas acentua traços de personalidade que já existiam: o egoísta torna-se intratável, o tímido recolhe-se ainda mais, o extrovertido abusa da grandiloquência. (Lula, na primeira grande entrevista depois do fim do tratamento, falou da doença com a mesma ênfase barroca que usa para florear todos os assuntos, da economia internacional às derrotas do Corinthians: “Se eu perdesse a voz, estaria morto” ou “Estava recebendo uma Hiroshima dentro de mim”.) 

    O ensaísta francês Michel de Montaigne (1533-1592) também caiu do cavalo – concreta e metaforicamente – e essa experiência foi determinante para tudo o que ele viria a produzir depois. A tese é apresentada na deliciosa biografia do filósofo lançada há pouco no Brasil: Como Viver Uma biografia em uma pergunta e vinte tentativas de respostas, da escritora inglesa Sarah Bakewell. O acidente quase fatal, sustenta a autora, ajudou Montaigne a desencanar das preocupações com o futuro e prestar mais atenção no presente e nele mesmo. Seus magníficos Ensaios, escritos nos 20 anos seguintes ao acidente, nada mais são do que a tentativa de ficar alerta às próprias sensações e experiências e buscar a paz de espírito – o “como viver” do título. 

    Para Montaigne, a vida é aquilo que acontece quando estamos fazendo outros planos, e nossa atenção tem que estar o tempo todo sendo reorientada para onde ela deveria estar: aqui e agora. Cair do cavalo pode ser inevitável, mas prestar atenção na paisagem é o que faz o passeio valer a pena. 


                                                                                   LAITANO, Claudia. In: Zero Hora, Porto Alegre, 

                                                                                                                              7 de abril de 2012, p. 2.

Alguns naufragam na autopiedade, outros veem suas forças EXAURIDAS pelo próprio esforço de enfrentar a tormenta.   
    Na passagem acima, o termo em maiúscula pode ser substituído sem que qualquer outra mudança seja feita na frase e sem que haja alteração de sentido por:
Alternativas
Respostas
421: B
422: A
423: B
424: E
425: A
426: D
427: D
428: C
429: C
430: E
431: B
432: C
433: B
434: A
435: C
436: E
437: E
438: D
439: B
440: D