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Q2876747 Noções de Informática

Observe as seguintes informações que constam de uma planilha do MS Excel.



A

B

1

Mês

Vendas (R$)

2

Janeiro

500

3

Fevereiro

455

4

Março

485

5

Total

1440

6

Média

480

Qual a fórmula que calcula a média aritmética mensal mostrada na célula B6?

Alternativas
Ano: 2013 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-SP
Q1208613 Português
Mãe (Crônico dedicado 00 Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico) Rubem Braga O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol. Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte. Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: — Cadê Joãozinho? O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior. — Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: — O menino tem OITO anos, Maria! — OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. — Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada. Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia. Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: — E o Joãozinho? Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calm — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. — Joãozinho! O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. — Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu. A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". — Acho que entrou... ou então foi-se embora. De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!". Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado! O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: — Mãe é chaaata... Maio, 1953 (http://www. releituros. com/rubembrago_moe. asp)
A expressão "hein?", presente no fragmento "como é que você não viu, você não estava com ele? hein?", está exercendo qual função da linguagem?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-SP
Q1208607 Português
Mãe
(Crônico dedicado 00 Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico) Rubem Braga 
O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol.  Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.  Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente:  — Cadê Joãozinho? O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.  — Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta!  O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso:  — O menino tem OITO anos, Maria! — OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse!  E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho.  — Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada. Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.  Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente:  — E o Joãozinho? Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calm — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe.  — Joãozinho! O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele.  — Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu.  A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?".  — Acho que entrou... ou então foi-se embora. De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e  outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".  Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!  O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais:  — Mãe é chaaata...
Maio, 1953 (http://www. releituros. com/rubembrago_moe. asp)
Levando-se em conta a leitura de toda a crônica de Rubem Braga, é possível dizer que o trecho "E o mundo era inocente, na manhã de sol" transmite a ideia de que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-SP
Q1208508 Português
Mãe (Crônico dedicado 00 Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico) Rubem Braga O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol. Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte. Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: — Cadê Joãozinho? O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior. — Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: — O menino tem OITO anos, Maria! — OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. — Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada. Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia. Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: — E o Joãozinho? Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calm — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. — Joãozinho! O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. — Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu. A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". — Acho que entrou... ou então foi-se embora. De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!". Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado! O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: — Mãe é chaaata... Maio, 1953 (http://www. releituros. com/rubembrago_moe. asp)
Em "... ou então foi-se embora", o pronome "se", em  destaque, está funcionando como:
Alternativas
Q477198 Contabilidade Geral
Um entidade reconhece, no dia 01/01/2010, uma venda a prazo de uma mercadoria no valor de R$ 53.600,00, com data de recebimento prevista para 24 meses, isto é, 31/12/2012. Sabe-se que, se vendida à vista, esta mercadoria seria R$ 29.600,00. Considerando uma aplicação de juros simples, assinale a opção que indica o valor presente do direito no dia 31/12/2011.
Alternativas
Q477197 Contabilidade Geral
Não é uma informação financeira:
Alternativas
Q477196 Auditoria
Dadas as afirmações que seguem,

I. O auditor independente não pode ser pessoa jurídica.

II. A opinião do auditor tem o propósito de aumentar o grau de confiança dos usuários das demonstrações contábeis objeto da auditoria.

III. A auditoria externa tem menor independência do que a interna para realização de seus trabalhos.

Não está correto o que se afirma em
Alternativas
Q477195 Contabilidade Geral
Considerando a seguinte situação hipotética,

A Maceioense Ltda. apurou um lucro líquido de R$ 40.000,00 no exercício de 2011. Este valor, somado a outros elementos do Patrimônio Líquido, resultou em R$ 160.000,00. No mesmo período, o Ativo Total registrado pela empresa foi de R$ 400.000,00”.

qual a opção correta?
Alternativas
Q477194 Auditoria
Segundo as normas de auditoria, que trata dos objetivos gerais do auditor independente,
Alternativas
Q477193 Contabilidade Geral
A Companhia de Gás, antes de elaborar o Balanço Patrimonial, levantou o seguinte balancete de verificação, apresentando, entre outros, os seguintes saldos:  

Imagem associada para resolução da questão


No Balanço Patrimonial, elaborado exclusivamente com os dados informados no balancete de verificação, o total das contas evidenciadas no Ativo imobilizado desse balanço da companhia de gás, em reais, é
Alternativas
Q477192 Contabilidade Geral
Para uma combinação de negócio, apresentam-se os seguintes dados:

- A Cia ALFA comprou 100% do capital social da Cia DELTA pelo valor de R$ 10.000,00.

- O balanço patrimonial da Cia Delta, na data da transação, apresentava a seguinte composição patrimonial: ativo circulante, R$ 14.000,00; Ativo Não Circulante-imobilizado, R$ 6.000,00; Passivo Circulante, R$ 13.000,00; e Patrimônio Líquido, R$ 7.000,00.

- O valor justo do imobilizado da Cia Delta era de R$ 8.000,00.

Com base nos valores informados, o valor do investimento contabilizado pela Cia ALFA será de
Alternativas
Q477191 Contabilidade Geral
Numa operação de compra de mercadorias para estoque, realizada por meio de uma entidade, os dados apresentados são os seguintes: 

                                      Itens                                 Valores em R$ e Prazos
                      Valor total da Nota Fiscal                              500.000 
                      ICMS destacado na Nota Fiscal                      90.000
                      IPI destacado na Nota Fiscal                          40.000
                      Prazo de pagamento ao fornecedor               45 dias 
                      Pagamento do frete e seguro              Feito pela empresa à vista 
                      Fatura da transportadora                                 2.000 
                      Seguro transporte                                            3.000



Com relação aos impostos apresentados na nota fiscal de compra, a contabilidade da entidade deverá adotar o seguinte procedimento:
Alternativas
Q477190 Contabilidade Geral
Numa operação de compra de mercadorias para estoque, realizada por meio de uma entidade, os dados apresentados são os seguintes: 

                                      Itens                                 Valores em R$ e Prazos
                      Valor total da Nota Fiscal                              500.000
                      ICMS destacado na Nota Fiscal                      90.000
                      IPI destacado na Nota Fiscal                          40.000
                      Prazo de pagamento ao fornecedor               45 dias 
                      Pagamento do frete e seguro              Feito pela empresa à vista
                      Fatura da transportadora                                 2.000
                      Seguro transporte                                            3.000

Qual o valor a ser contabilizado na conta de fornecedor pela entidade?
Alternativas
Q477189 Contabilidade Geral
O balancete contábil de verificação da TECHAL S. A. demonstrava as seguintes contas e os respectivos saldos: (Valores em Reais)  

Imagem associada para resolução da questão

Considerando um ciclo operacional de 550 dias, na elaboração do Balanço Patrimonial, os montantes do Ativo Não Circulante e do Patrimônio Líquido eram, respectivamente, iguais a
Alternativas
Q477188 Contabilidade Geral
No final do exercício social, o razão de uma entidade apresentava, entre outras, as seguintes contas com os respectivos saldos (valores em reais R$):

Capital Social Realizado ....... 10.000
Reservas de Capital ..............    2.800
Prejuízos Acumulados ............  1.600
Dividendos a Distribuir .......... .   700
Reserva Legal .......................         800
Capital Social a Integralizar ....2.400
Ações de Coligadas ................. 1.000

Com esses dados, no balanço patrimonial elaborado, o patrimônio líquido apresentava o valor total de
Alternativas
Q477187 Direito Tributário
A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE – não incide sobre
Alternativas
Q477186 Contabilidade Geral
Dadas as afirmativas abaixo, com relação à Resolução CFC nº 1.307/10, mas especificamente sobre as normas de conduta em relação aos colegas,

I. O Profissional da Contabilidade deve abster-se de fazer referências prejudiciais ou de qualquer modo desabonadoras.

II. O Profissional da Contabilidade deve evitar desentendimentos com o colega a que vier a substituir no exercício profissional.

III. O Profissional da Contabilidade deve prestar seu concurso moral, intelectual e material, salvo circunstâncias especiais que justifiquem a sua recusa.

IV. O Profissional da Contabilidade deve zelar pelo prestígio da classe, pela dignidade profissional e pelo aperfeiçoamento de suas instituições.

V. O Profissional da Contabilidade jamais deverá utilizar-se da posição ocupada na direção de entidades de classe em benefício próprio ou para proveito pessoal.

pode-se afirmar que
Alternativas
Q477185 Contabilidade Geral
Com base na Lei nº. 6.404/76 (e atualizações) sobre o Balanço Patrimonial, assinale abaixo a opção que contém a afirmativa incorreta.
Alternativas
Q477184 Contabilidade Geral
Com base na Resolução CFC nº 1.330/11, julgue os itens que se seguem e marque V para os verdadeiros e F, para os falsos.

( ) O registro contábil deve conter o número de identificação do lançamento em ordem sequencial relacionado ao respectivo documento de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

( ) Retificação de lançamento é o processo técnico de correção de registro realizado com erro na escrituração contábil da entidade e pode ser feito por meio de estorno, transferência e compensação.

( ) Os livros contábeis obrigatórios, entre eles o Livro Diário e o Livro Razão, em forma não digital, devem revestir-se de formalidades extrínsecas.

( ) Lançamento de transferência é aquele que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada, por meio da transposição do registro para a conta adequada.

( ) Os documentos em papel podem ser digitalizados e armazenados em meio magnético, não sendo obrigatória a assinatura do responsável pela entidade, desde que o profissional da contabilidade regularmente habilitado tenha assinado, devendo ser submetidos ao registro público competente.

Indique abaixo a sequência correta considerando as afirmativas analisadas do item (I) ao item (V).
Alternativas
Respostas
3181: C
3182: C
3183: D
3184: B
3185: A
3186: B
3187: E
3188: C
3189: B
3190: E
3191: E
3192: D
3193: E
3194: D
3195: B
3196: A
3197: C
3198: C
3199: B
3200: C