Questões de Concurso Para engenheiro

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Q2034421 Engenharia Elétrica
Um motor com 12 terminais de bobinas apresenta as seguintes tensões de placa: 220/380/440/760 V.
Para acioná-lo em 380 V, a ligação dessas bobinas será em: 
Alternativas
Q2034420 Eletricidade
Analise o diagrama multifilar de um quadro de distribuição principal a seguir.
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Após análise, é correto afirmar:
Alternativas
Q2034419 Engenharia Elétrica
Analise o circuito a seguir.
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A potência dissipada no resistor R6 é igual a:
Alternativas
Q2034418 Engenharia Elétrica
Analise o isométrico a seguir, considerando os diâmetros nominais em milímetros e a utilização de PVC, linha roscável.
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Após análise desse isométrico é correto afirmar:
Alternativas
Q2034417 Eletricidade
Analise o circuito a seguir.
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A respeito desse circuito, é correto afirmar:
Alternativas
Q2034416 Engenharia Elétrica
Analise o circuito a seguir:

Imagem associada para resolução da questão
Com relação a esse circuito, é correto afirmar:
Alternativas
Q2034415 Engenharia Elétrica
Analise a representação de uma peça nas seguintes figuras.
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Após análise dessa representação, é correto afirmar que se empregou:
Alternativas
Q2034414 Engenharia Elétrica
Analise as seguintes afirmativas relativas à corrente de curto-circuito, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Os valores das correntes de curto-circuito monopolares são empregados nos ajustes dos valores mínimos dos dispositivos de proteção contra sobrecorrentes. ( ) A solicitação eletrodinâmica nos barramentos, isoladores, suportes e na estrutura dos quadros é calculada a partir da corrente de curto-circuito bifásica. ( ) Em regime permanente, a corrente de curtocircuito apresenta dois componentes: um alternado assimétrico e outro contínuo crescente. ( ) As impedâncias dos transformadores são expressas pelo mesmo valor quando se utiliza o sistema por unidade, pu.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2034411 Direito Constitucional

Considere as seguintes afirmativas sobre as garantias fundamentais.
I. Qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular. II. Será concedido habeas data para garantir o acesso a informações de interesse pessoal do requerente ou de interesse coletivo ou geral. III. São gratuitas as ações de habeas data e de habeas corpus.
Considerando a disciplina constitucional, está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): 
Alternativas
Q2034409 Direito Administrativo
Segundo a disciplina legal aplicável, a alienação de bens por empresas públicas e por sociedades de economia mista depende, em regra, de avaliação formal do bem e da realização de licitação, ressalvada esta última na hipótese de:
Alternativas
Q2034402 Noções de Informática
Analise a afirmativa a seguir.
__________são programas especialmente projetados para procurar palavras-chave e ajudar as pessoas a encontrar informações em sites da rede mundial (www).
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da afirmativa anterior.
Alternativas
Q2034397 Matemática
Observe os cálculos a seguir, em que cada figura representa um mesmo número.
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Identificando os valores das figuras, pode-se afirmar que o resultado da operação Imagem associada para resolução da questão

é igual a: 
Alternativas
Q2034387 Português
A sociedade do medo

O filósofo Vladimir Safatle afirma que o medo se transformou em um elemento de coesão de uma sociedade refém de um discurso de crise permanente

[...]
No seu Quando as Ruas Queimam: Manifesto pela Emergência, você diz que nossa época vai passar para a história como o momento em que a crise virou uma forma de governo. Você está falando do medo que é gerado pela crise?

Sim, como efeito. É importante entender como o discurso da crise se transformou num modo de gestão social. As crises vêm para não passar. Por exemplo, nós vivemos numa crise global há oito anos. Isso do lado socioeconômico. No que diz respeito aos problemas de segurança, vivemos uma situação de emergência há quinze anos, desde 2001. Ou seja, são situações nas quais vários direitos vão sendo flexibilizados, em que os governos vão tendo a possibilidade de intervir na vida privada dos seus cidadãos em nome de sua própria segurança. É muito mais fácil você gerir uma sociedade em crise. Então, a sociedade em crise é uma sociedade, primeiro, amedrontada; segundo, é uma sociedade aberta a toda forma de intervenção do poder soberano, mesmo aqueles que quebram as regras, quebram as normas constitucionais. Como estamos em uma situação excepcional, essas quebras começam a virar coisa normal. Esses discursos a respeito da luta contra a crise são muito claros no sentido de impedir a sociedade de reagir. Não se reage porque “a situação é de crise”.

E aí entra o medo.

Exatamente. Aí entra um pouco essa maneira de transformar o medo num elemento fundamental da gestão social. Ou seja, o medo produzido, em larga medida, potencializado, administrado, gerenciado. É o gerenciamento do medo como única forma de construir coesão hoje em dia. Nós podemos construir coesão a partir da partilha de ideias; só que, quando a sociedade chega no ponto em que ela desconfia dos ideais que lhe foram apresentados como consensuais, quando desconfia das gramáticas sociais que são responsáveis pela mediação dos conflitos, não resta outra coisa a não ser um tipo de coesão negativa. Não coesão por algo que todos afirmam, mas uma coesão através de algo que todos negam.

Quando você fala da gestão da crise, quem são os agentes? O poder constituído do Estado, os agentes financeiros, o corpo social?

De fato, o discurso da maneira como eu estava colocando pode dar um pouco a impressão de que há uma espécie de grande sujeito por trás. Eu diria que o que acontece é: nós partilhamos de um modo de existência que, por não conseguir realizar as suas próprias promessas, e também por impedir uma abertura em direção a outros modos de existência, começa a funcionar numa chave de conservação. É importante falar de modos de existência porque isso tira um pouco a figura do sujeito que delibera. Então temos, sei lá, o poder do Estado, a burocracia que controla o poder do Estado, o capital financeiro. É inegável que haja de fato projetos de grupos nos modos de gestão social, mas para além disso há uma coisa muito mais brutal: uma forma de racionalidade que se transformou para nós em um elemento quase natural, que faz com que todos comecem a pensar dessa maneira. Essa forma de racionalidade, que acaba operando esses processos de dominação, deixa uma situação mais complexa. Não se trata simplesmente de subverter o poder, mas de pensar de outra maneira, o que é muito mais complicado do que pode parecer.

Quais são os instrumentos de que dispomos pra romper com essa racionalidade, com esse circuito baseado no medo? O que fazer?

Tenho duas colocações a fazer. A primeira é: muitos acreditam que a melhor maneira de se contrapor a circuitos de afetos vinculados ao medo seja constituir outros circuitos vinculados aos afetos que seriam o oposto ao medo – por exemplo, a esperança. Só que aí há uma reflexão muito interessante, de toda uma tradição filosófica, de insistir que o medo e a esperança não são afetos contraditórios – são complementares. O que é o medo a não ser a expectativa de um mal que pode ocorrer? O que é a esperança a não ser a expectativa de um bem que pode ocorrer? Quem tem a expectativa de que um mal ocorra, também espera que esse mal não ocorra. Da mesma maneira, quem tem a expectativa de que um bem ocorra, teme que esse bem não ocorra. Então, a reversão contínua de um polo a outro, da esperança ao medo, é uma constante, porque são dois tipos de afetos ligados a um mesmo modo de experiência temporal. São afetos ligados à projeção de um horizonte de expectativas. Nesse sentido, toda forma de pensar o tempo de maneira simétrica vai produzir resultados simétricos. Então, um outro afeto seria necessariamente um afeto que teria uma outra relação com a ideia de acontecimento.
[...]

Freitas, Almir. Disponível em: .
Acesso em: 27 set. 2017 [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.
Alternativas
Q2033606 Matemática
Observe a tabela que mostra o resultado de uma pesquisa de mercado feita por um sacolão para identificar a preferência de seus fregueses na compra de legumes, verduras e frutas.
80 pessoas gostam de legumes 78 pessoas gostam de verduras 85 pessoas gostam de frutas 42 pessoas gostam de legumes e verduras 36 pessoas gostam de verduras e frutas 39 pessoas gostam de legumes e frutas 25 pessoas gostam de verduras, legumes e frutas
O número de entrevistados foi:
Alternativas
Q1288573 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é um instrumento de política agrícola e gestão de riscos na agropecuária. Esse instrumento visa indicar datas de plantio por município, correlacionado ao ciclo da cultura e ao tipo de solo, de modo a minimizar a chance de que adversidades climáticas coincidam com a fase mais sensível das culturas. Nesse sentido, a cultura do algodão herbáceo (Gossypum hirsutun L.) em Roraima foi incluída no ZARC pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a qual listou os municípios aptos através da Portaria nº 235, de 26 de dezembro de 2016 / Mapa. Por sua vez, os agricultores devem seguir as recomendações do zoneamento para que façam jus ao:
Alternativas
Q1288572 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Diagnosticada no Paraná, na safra 2000/01, a ferrugem asiática da soja destaca-se como uma das doenças mais severas que incide na cultura. Seu aparecimento alterou o manejo da soja brasileira em estados como Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, fazendo-se necessário um conjunto de medidas que envolvem número elevado de aplicações de fungicidas, variedades resistentes e vazio sanitário, dentre outras. O nome cientifico do fungo causador da ferrugem corresponde a:
Alternativas
Q1288571 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A simples detecção de presença de estruturas de um parasita (exemplo: fungo, bactéria) em exames de microscopia ótica, a partir de tecidos de uma planta com sintomas morfológicos de um determinado distúrbio, não garante que seja ele o agente causal. Para a fitopatologia a associação de qualquer agente a uma doença somente será aceita, de forma cabal, se forem cumpridas as seguintes etapas: 1) Associação constante sintoma e sinal; 2) Isolamento do organismo observado em cultura pura; 3) Inoculação de cultura pura do organismo observado em hospedeiro suscetível e sadio; e 4) Reisolamento do organismo inoculado em cultura pura. Essas regras de patogenicidade são também denominadas de Postulados de:
Alternativas
Q1288570 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A utilização da adubação verde, com o objetivo de suprir nitrogênio ao solo sem o emprego de adubos minerais, é procedimento que exige cuidados que compreendem, dentre outros, a escolha da espécie vegetal e do microrganismo compatível para a infecção radicular. Para se assegurar que haverá nodulação e eficaz fixação biológica de N, em solo ácido e de baixa fertilidade, é necessário que sejam feitas:
Alternativas
Q1288569 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A nitrificação é um processo muito importante nos solos tropicais, por envolver a disponibilidade do nitrogênio. Os fatores do solo que influenciam diretamente nesse processo são:
Alternativas
Q1288568 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O conceito de ciclo hidrológico é o nome dado ao fenômeno global de circulação contínua e distribuição da água sobre a superfície terrestre, subsolo, atmosfera e oceanos. Existem cinco processos básicos no ciclo hidrológico: condensação, precipitação, infiltração, escoamento superficial e evapotranspiração. Esses processos são governados basicamente por radiação solar e:
Alternativas
Respostas
8761: A
8762: D
8763: A
8764: A
8765: B
8766: B
8767: D
8768: C
8769: B
8770: B
8771: A
8772: C
8773: C
8774: B
8775: B
8776: B
8777: A
8778: A
8779: B
8780: C