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O modelo biomédico de saúde é o sustentáculo teórico da psicologia da saúde, visto que entende o adoecimento e a cura como um processo mediado por variáveis físicas, psicológicas e sociais.
A medicina psicossomática entende o adoecimento como um processo multifatorial, em que o aspecto cultural, o afetivo e o biológico desempenham papel essencial.
A medicina psicossomática tem fundamentação teórica de base psicanalítica e surgiu na medicina, exercida por médicos, na busca de um entendimento do processo de adoecimento e cura mais satisfatório do que se tinha até aquele momento.
A psicologia médica, gerada no contexto da medicina psicossomática, é uma subárea da psicologia da saúde onde apenas profissionais médicos atuam.
O aumento crescente no número de sobreviventes portadores de doenças crônicas é um dos fatores que justificam a prática psicológica no contexto médico-hospitalar.
A presença de fonte de infecção é condição suficiente para que ocorra a transmissão de infecções em ambiente hospitalar.
Manter abertas as portas e as janelas dos quartos de pacientes portadores de doenças transmitidas pelo ar, para favorecer a ventilação do ambiente, é uma das precauções a serem tomadas a fim de evitar infecções.
A integralidade da assistência, que compreende as ações e os serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, é exigida somente no nível básico de assistência.
O SUS deve executar ações de vigilância epidemiológica, de vigilância sanitária, de saúde do trabalhador e de assistência terapêutica integral, incluindo a farmacêutica.
Pesquisas mais recentes têm indicado que a resiliência é um mecanismo de resistência ao estresse que consiste na invulnerabilidade do indivíduo ao estresse.
No contexto do trabalho em equipe, a tomada de decisão é considerada um processo complexo, consequente à diversidade de informação a ser processada para identificar e decidir que ações devem ser tomadas em uma situação específica. Nesse contexto, as decisões são tomadas apenas no nível coletivo, sem necessidade de decisões individuais.
Os pacientes incluídos nas decisões sobre seus programas de tratamento tendem a mostrar melhores resultados de saúde em termosfisiológico e funcional do que aqueles que não têm essa oportunidade.
Na avaliação da eficácia/efetividade de intervenções psicológicas, a natureza do problema, os planos de ação, a possibilidade de execução desses planos, além da responsabilidade e do consentimento das partes envolvidas constituem focos de discussão da equipe para o processo de decisão terapêutica.
A intervenção clínica realizada pela psicologia da saúde junto a pacientes em programas de cuidados paliativos pressupõe assistência ao paciente com relação às suas necessidades emocionais face à iminência da morte, sendo o acompanhamento familiar objeto de intervenção somente após a morte do paciente.
Os instrumentos de mensuração da qualidade de vida relacionada à saúde tendem a manter o caráter multidimensional relativo à percepção geral da qualidade de vida, embora a ênfase habitualmente recaia sobre sintomas, incapacidades ou limitações ocasionados por diferentes doenças.
O WHOQOL (World Health Organization Quality of Life), instrumento de avaliação de qualidade de vida da OMS, tem por objetivo avaliar os aspectos físico, psicológico, nível de independência e relacionamento social de um indivíduo por meio de questões relativas às quatro últimas semanas que antecedem a avaliação.
Para Elizabeth Kübler-Ross, o processo de morte e morrer é caracterizado por fases vivenciadastanto pelo paciente quanto pelos seus familiares.
A noção de qualidade de vida tem influenciado a escolha terapêutica para diferentes faixas etárias, sendo a liberdade de escolha do tratamento uma variável importante quando várias opções estão disponíveis. Quando o prognóstico é desfavorável, tal escolha cabe à equipe médica. Além disso, pacientes e familiares devem ser protegidos, do ponto de vista emocional, para suportarem a evolução do quadro.
Embora o conceito de qualidade de vida seja amplamente utilizado em saúde, as disciplinas inicialmente interessadas em seu estudo estão ligadas à economia, à filosofia e à política.
As intervenções psicoeducacionais em saúde, utilizadas no formato individual ou em grupo, incluem repasse de informações e treinamento de habilidades.