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O principal objetivo da comunicação mercadológica é criar reputação positiva com todos os públicos de uma organização.
A comunicação organizacional integrada implica em esforços no sentido de trabalhar a comunicação da organização de forma planejada, de modo a privilegiar as ações fragmentadas de comunicação.
De acordo com a pesquisadora Margarida Kunsch, a comunicação organizacional estuda a comunicação de um agrupamento de pessoas da organização, reunidos em torno de uma cultura organizacional e de objetivos estritamente pessoais.
Na perspectiva da comunicação organizacional integrada, os públicos de interesse da organização têm participação restrita no processo de comunicação.
Desenvolvimento sustentável é aquele que, situado no presente, não compromete a estabilidade da organização e a satisfação dos públicos interno e externo e dos fornecedores.
Marketing social é o investimento a fundo perdido destinado a projetos sociais de benemerência que resultem, ao mesmo tempo, em maior lucratividade e dividendos promocionais para a imagem institucional.
O respeito aos princípios dos três erres (3R) — reduzir, reutilizar e reciclar — é uma atitude que pode ser inserida tanto no consumo consciente individual, quanto no engajamento de uma organização a um programa de transparência e responsabilidade socioambiental.
Consumidor consciente é aquele que vê nos seus atos de consumo uma forma de transformar a sociedade, que, ao adquirir produtos, leva em conta, além de preço e marca, implicações das suas aquisições para com o meio ambiente, a saúde humana e animal e as relações justas de trabalho
A responsabilidade social começa e evolui, passo a passo, com a responsabilidade legal, pois as ações geradoras de um balanço social fundamentam-se na sua estrita legalidade
A gestão orientada para a sustentabilidade procura conjugar da melhor forma o tripé constituído pelos recursos econômico-financeiros, sociais e ambientais.
Um ambiente de comunicação em rede requer atuação interdisciplinar e multiprofissional; convergência de mídias; prescindindo, no entanto, da interação de públicos.
A comunicação em rede no contexto organizacional requer uma articulação de sub-redes: a primeira é formada pelos meios de comunicação para os quais a organização se dirige de maneira oficial; a segunda, informal, caracterizada pelos fluxos espontâneos e extraoficiais.
A comunicação é considerada descendente quando envolve um processo de coleta de informações que vão da base ao topo, de modo a orientar estratégias e decisões.
A comunicação circular limita-se a um fluxo delimitado pelos contornos da própria organização, restrito à gestão das comunicações interna e administrativa
Comunicação transversal é aquela em que o fluxo de informações independe de níveis hierárquicos e burocráticos.
Um plano de comunicação deve formar com um plano de emergência um dos pilares básicos de uma organização quando a gestão de crise é encarada como uma questão estratégica.
Em um quadro de crise, mesmo que os empregados da organização estejam bem informados sobre os acontecimentos, é preciso evitar que eles deem declarações equivocadas, cabendo à equipe de comunicação distribuir comunicados internos, como forma preventiva desse tipo de risco.
A comunicação interna é crucial para a segurança e para a administração das informações em contextos de crises nas organizações, pois, nesse caso, tomar conhecimento de fatos negativos da organização via mídia afeta a autoestima e a motivação do público interno.
Nas situações de crise em uma organização, a função de porta-voz deve ser exercida exclusivamente por um profissional de comunicação, seja ele jornalista, profissional de relações públicas, publicitário etc., para preservar do desgaste os escalões diretivos mais elevados.
Embora as ações de comunicação entrem no composto dos movimentos estratégicos para o enfrentamento de crises, assessores da área de comunicação não devem compor o gabinete de crises