Questões Discursivas

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Q4067617 Matemática
Analise as assertivas que seguem acerca da função g(i) = h² +2i - 3.

I. Trata-se de uma função que possui duas raízes reais e diferentes, sendo elas, -3 e 1.
II. Mesmo que não se saiba o valor do termo elevado ao quadrado, é possível estabelecer que se trata de uma função crescente.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4067616 Matemática
 Uma senha é trocada a cada segundo que passa, sendo que a forma de sua geração é que, de fato, é o segredo a ser descoberto. A senha gerada segundo a segundo obedece ao horário completo daquele segundo, considerando hora, minuto e segundo, sendo as horas em sistema de 24 horas. A senha se dá pela soma dos algarismos que formam o número que resulta da seguinte soma: os algarismos do número resultante do dobro das horas, com os algarismos do número resultante do triplo dos minutos, com os algarismos do número resultante do quíntuplo dos segundos. Sendo assim, qual das alternativas traz a senha a ser gerada às 15h25min39s? 
Alternativas
Q4067615 Matemática
Um sólido geométrico não-maciço, em formato cilíndrico, tem raio de base interno igual a 2,4 metros, e altura interna igual a 6,2 metros. Importa citar que é um sólido sem volume interno, inclusive sem base e sem topo, semelhante a um tubo em sistemas de abastecimento de água, sendo desprezível a espessa do corpo que o define. Caso esse sólido receba como base um cone maciço de volume igual a 11,52 m³, cuja base encaixa perfeitamente com a base hipotética do cilindro, qual das alternativas traz o volume interno aproximado restante do sólido cilíndrico? (Considere π = 3).
Alternativas
Q4067614 Matemática
A tabela a seguir apresenta nove dados numéricos, distribuídos em três linhas e três colunas, conforme a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão


Considerando que as linhas e as colunas são representadas pelo número que acompanha cada indicação de linha e de coluna, assinale a alternativa que apresenta a soma dos números que identificam linhas e colunas cujos dados numéricos possuem como média aritmética entre si, um número inteiro. 
Alternativas
Q4067613 Matemática Financeira
Uma aplicação financeira possui características únicas frente à maioria das demais aplicações operantes: durante os seis primeiros meses de aplicação, opera-se em juros simples, e nos dois seguintes, em juros compostos; em seguida, mais seis meses em juros simples (considerando como base para cálculo dos juros, o último montante), e mais dois em juros compostos, seguindo dessa forma. Assim, se a taxa de juros, seja simples ou compostos, é igual a 1% mensal, e o capital é igual a 100 mil reais, qual das alternativas traz os juros obtidos nessa aplicação financeira após 12 meses? (Considere duas casas decimais e critérios de arredondamento a cada aplicação mensal, quando necessário). 
Alternativas
Q4067612 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No trecho “É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras”, a palavra destacada foi empregada com o sentido de:
Alternativas
Q4067611 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Na primeira oração do texto, Apanhei de novo da tecnologia, o sujeito é classificado como: 
Alternativas
Q4067610 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Em trechos do texto, a escolha das palavras e a organização sintática contribuem para expressar a relação conflituosa do narrador com a tecnologia. Considerando essas relações morfossintáticas, avalie as assertivas:

I. Em “Apanhei de novo da tecnologia”, a expressão “da tecnologia” funciona como complemento da forma verbal “apanhei”.
II. Em “Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás”, a oração “que tinha uma providencial entrada para CD e DVD” caracteriza “computador”, acrescentando uma informação sobre esse termo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4067609 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No último parágrafo, ao afirmar que viver entre o analógico e o virtual é “mais um fardo” do que uma vantagem, o autor relativiza a ideia de adaptação geracional porque:
Alternativas
Q4067608 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Ao narrar a perda de conversas, contatos e arquivos acumulados ao longo do tempo, o autor não constrói uma crítica dirigida à tecnologia em si, mas a uma forma específica de relação com ela. Essa crítica se concentra principalmente na:
Alternativas
Q4064904 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante a vistoria em uma área anteriormente ocupada por atividades de manutenção industrial, um fiscal identifica manchas oleosas no solo, odor característico de solventes e relatos de que, no passado, o local sofreu vazamentos de combustíveis. Como há um aquífero raso utilizado por propriedades vizinhas para abastecimento, o órgão ambiental exige estudos de caracterização e posterior recuperação da área. De acordo com as diretrizes da Resolução Conama nº 420/2009 e suas atualizações, que estabelecem critérios para o gerenciamento de áreas contaminadas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4064903 Direito Ambiental
Um empreendimento de pequeno porte, com baixo potencial poluidor, localizado em área já consolidada, solicita ao órgão ambiental municipal a regularização de suas atividades. Durante a análise, o fiscal verifica que o empreendimento já está instalado e operando antes da formalização do pedido de licenciamento. À luz da Lei Geral de Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2024), assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4064902 Direito Ambiental
De acordo com a Lei nº 15.190/2025, a licença ambiental de atividades ou empreendimentos de baixo ou médio potencial poluidor e pequeno ou médio porte pode ser renovada automaticamente. Sobre esse procedimento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4064901 Meio Ambiente
Em 2024, diversos relatórios ambientais internacionais noticiaram que a emissão global de gases do efeito estufa atingiu novos recordes, pressionando países e empresas a adotar mecanismos de mitigação. Uma indústria brasileira do setor de cerâmica vermelha, situada em área licenciada, iniciou um projeto de substituição de combustíveis fósseis (óleo BPF) por biomassa renovável, com o objetivo de registrar o empreendimento no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto. Considerando os fundamentos do aquecimento global, a estrutura do MDL e os critérios de contabilização de Reduções Certificadas de Emissões (RCE), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4064900 Biologia
Durante uma vistoria técnica ambiental, o fiscal municipal precisa avaliar um empreendimento localizado em área de transição entre o Pampa e a Mata Atlântica, biomas com dinâmicas ecológicas contrastantes. Considerando as características estruturais, funcionais e ecológicas desses biomas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4064899 Engenharia Ambiental e Sanitária
No monitoramento da qualidade da água de um rio que recebe o lançamento de efluentes de uma ETE, o fiscal ambiental observa o fenômeno da autodepuração hídrica. Para avaliar o impacto desse lançamento no corpo receptor, são analisados parâmetros como Oxigênio Dissolvido (OD) e DBO. Com base na dinâmica desses parâmetros, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4064898 Engenharia Ambiental e Sanitária
Uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) municipal recebe despejos predominantemente domésticos, porém com contribuição pontual de pequenas atividades comerciais, como lava-rápidos e oficinas mecânicas. O órgão ambiental solicita que o município apresente evidências de que o efluente tratado atende aos padrões de lançamento em corpo hídrico estabelecidos pela Resolução Conama nº 430/2011, bem como avaliação técnica sobre a viabilidade de reuso do efluente para fins não potáveis, como irrigação de áreas verdes urbanas. Considerando princípios de qualidade da água, poluição hídrica e tecnologias de tratamento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4064897 Engenharia Ambiental e Sanitária
Um fiscal ambiental municipal realiza auditoria de rotina em uma indústria de médio porte enquadrada como potencialmente poluidora pelo órgão estadual. Durante a vistoria, observa que a empresa opera caldeiras a biomassa e mantém um sistema de controle de emissões composto por ciclones e filtros de mangas. De acordo com os princípios de qualidade do ar, poluição atmosférica e controle de emissões, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4064896 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante o monitoramento hidrológico realizado por uma equipe de defesa civil municipal, observou-se que a chuva registrada nas últimas 24 horas apresentou intensidade elevada em curto intervalo de tempo. Considerando os conceitos básicos de hidrologia, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4064895 Direito Ambiental
Um fiscal ambiental realiza vistoria em uma área de restauração ecológica obrigatória, estabelecida como medida compensatória em licenciamento ambiental municipal. O empreendimento pretende registrar essa área no Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), instituído pela Lei Federal nº 15.042/2024, visando à geração de Certificados de Redução ou Remoção Verificada de Emissões (CRVE). Considerando o ciclo biogeoquímico do carbono e os critérios de adicionalidade e verificabilidade, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
81: C
82: B
83: D
84: A
85: C
86: A
87: B
88: D
89: B
90: C
91: D
92: D
93: A
94: B
95: C
96: C
97: B
98: B
99: A
100: C