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Q802973 Português
Na frase “Eu considerei a glória de um pavão OSTENTANDO o esplendor de suas cores;...”, a palavra em destaque produz o sentido de:
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Q802972 Português
A palavra “arco-íris” (linha 7) é formada pelo processo de composição por justaposição, assim como:
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Q802971 Português
“Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão.” As formas verbais predominantes no trecho transcrito acima indicam que o narrador conta fatos passados no:
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Q802970 Português
A preposição sublinhada apresenta o valor semântico de instrumento em:
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Q802969 Português
O pronome relativo sublinhado na frase “O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma” refere-se à expressão:
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Q802968 Português
A frase que corresponde, semanticamente, ao plural do pronome pessoal de primeira pessoa do singular do seguinte trecho: “Eu considerei que este é o luxo do grande artista”, é:
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Q802967 Português
A expressão “por fim” (linha 11) indica ideia de:
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Q802966 Português
A expressão sublinhada em “Eu considerei que este é o luxo do grande artista” se refere à seguinte ideia:
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Q802965 Português
No trecho “Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial”, o adjetivo sublinhado produz o sentido de:
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Q794878 Português

Texto 1 

Livro que teria inspirado “O Pequeno Príncipe” tem vaquinha para ser publicado no Brasil 

Pense na história de um menino cheio de poesia. Em que raposas, desertos, flores e vulcões ganham dimensões quase filosóficas. Imagine agora que esse livro é narrado por um adulto que conhece o garoto-personagem. Tudo lembra muito o Pequeno Príncipe. Mas trata-se de outro menino: Patachou.

As semelhanças com o clássico escrito por Antoine de Saint-Exupéry, que já foi traduzido para mais de 200 idiomas, em todo o mundo, e chega a vender uma média de 300 mil exemplares, por ano, só no Brasil, podem não ser apenas coincidência. Enquanto O “Pequeno Príncipe” alçou voo e se tornou até “livro de miss”, as obras “Patachou, Petit Garçon” e “Les Histoires de Patachou” fizeram sucesso na França a partir do final dos anos 1920, mas acabaram pouco conhecidas fora do país, sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português. Pelo menos até agora.

A editora Piu iniciou uma vaquinha na internet pelo Catarse para publicar os dois volumes da obra no Brasil. Ambos foram escritos pelo poeta francês Tristan Derème e teriam sido realmente o ponto de partida de Exupéry para o seu famoso principezinho. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na “Revue d’Histoire Littéraire de la France”, que listou semelhanças entre as duas histórias. Como “O Pequeno Príncipe” foi lançado em 1943, enquanto a primeira edição de Derème saiu em 1929, é praticamente certo que Exupéry tenha entrado em contato, em algum momento, com a obra.

As histórias falam de Patachou, um garoto que ganhou esse apelido, porque, em um belo dia, foi surpreendido com o dedo em uma pâte à choux (uma massa francesa que é base para várias receitas de confeitaria). Os livros são divididos em pequenos contos, que misturam prosa e poesia, trazem brincadeiras e revelam a descoberta do mundo pelos olhos da infância.

“O texto é de 1929, mas, assim como outros tantos livros clássicos, ele aborda questões universais, que são comuns a crianças de todas as épocas, culturas e lugares. O autor enfatiza a imaginação, o ritmo, a musicalidade, o humor e, ao mesmo tempo, uma pitada de melancolia. Dizem que Saint-Exupéry se inspirou justamente nesse estilo”, diz a escritora Paula Taitelbaum, que está à frente da editora Piu e do financiamento coletivo para trazer a obra ao Brasil.

A vaquinha busca arrecadar R$ 34 mil para custear o tratamento das ilustrações originais, a diagramação e a impressão. A tradução será feita com um prêmio concedido pela Embaixada da França. Para facilitar a pronúncia do francês, o nome do personagem na edição brasileira vai ficar Patachu nos dois títulos: “O Pequeno Patachu” e “As Histórias de Patachu”.

MOLINERO, Bruno. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jan. 2017. Disponível em:<eraoutravez.blogfolha.uol.com.br/2017/01/19/livro-que-teria-inspirado-o-pequeno-principe-tem-vaquinha-para-ser-publicado-no-brasil/>. Acesso em: 20 jan. 2017. 


Considerando o sentido de “vaquinha”, nos Textos 1 e 2, conclui-se que “vaquinha”, como está sendo empregado no Texto 2,
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Q794877 Português

Texto 1 

Livro que teria inspirado “O Pequeno Príncipe” tem vaquinha para ser publicado no Brasil 

Pense na história de um menino cheio de poesia. Em que raposas, desertos, flores e vulcões ganham dimensões quase filosóficas. Imagine agora que esse livro é narrado por um adulto que conhece o garoto-personagem. Tudo lembra muito o Pequeno Príncipe. Mas trata-se de outro menino: Patachou.

As semelhanças com o clássico escrito por Antoine de Saint-Exupéry, que já foi traduzido para mais de 200 idiomas, em todo o mundo, e chega a vender uma média de 300 mil exemplares, por ano, só no Brasil, podem não ser apenas coincidência. Enquanto O “Pequeno Príncipe” alçou voo e se tornou até “livro de miss”, as obras “Patachou, Petit Garçon” e “Les Histoires de Patachou” fizeram sucesso na França a partir do final dos anos 1920, mas acabaram pouco conhecidas fora do país, sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português. Pelo menos até agora.

A editora Piu iniciou uma vaquinha na internet pelo Catarse para publicar os dois volumes da obra no Brasil. Ambos foram escritos pelo poeta francês Tristan Derème e teriam sido realmente o ponto de partida de Exupéry para o seu famoso principezinho. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na “Revue d’Histoire Littéraire de la France”, que listou semelhanças entre as duas histórias. Como “O Pequeno Príncipe” foi lançado em 1943, enquanto a primeira edição de Derème saiu em 1929, é praticamente certo que Exupéry tenha entrado em contato, em algum momento, com a obra.

As histórias falam de Patachou, um garoto que ganhou esse apelido, porque, em um belo dia, foi surpreendido com o dedo em uma pâte à choux (uma massa francesa que é base para várias receitas de confeitaria). Os livros são divididos em pequenos contos, que misturam prosa e poesia, trazem brincadeiras e revelam a descoberta do mundo pelos olhos da infância.

“O texto é de 1929, mas, assim como outros tantos livros clássicos, ele aborda questões universais, que são comuns a crianças de todas as épocas, culturas e lugares. O autor enfatiza a imaginação, o ritmo, a musicalidade, o humor e, ao mesmo tempo, uma pitada de melancolia. Dizem que Saint-Exupéry se inspirou justamente nesse estilo”, diz a escritora Paula Taitelbaum, que está à frente da editora Piu e do financiamento coletivo para trazer a obra ao Brasil.

A vaquinha busca arrecadar R$ 34 mil para custear o tratamento das ilustrações originais, a diagramação e a impressão. A tradução será feita com um prêmio concedido pela Embaixada da França. Para facilitar a pronúncia do francês, o nome do personagem na edição brasileira vai ficar Patachu nos dois títulos: “O Pequeno Patachu” e “As Histórias de Patachu”.

MOLINERO, Bruno. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jan. 2017. Disponível em:<eraoutravez.blogfolha.uol.com.br/2017/01/19/livro-que-teria-inspirado-o-pequeno-principe-tem-vaquinha-para-ser-publicado-no-brasil/>. Acesso em: 20 jan. 2017. 


O significado resultante do jogo de sentidos no enunciado “troque o leão pela vaquinha”, no Texto 2, é o mesmo que:
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Q794874 Português

Texto 1 

Livro que teria inspirado “O Pequeno Príncipe” tem vaquinha para ser publicado no Brasil 

Pense na história de um menino cheio de poesia. Em que raposas, desertos, flores e vulcões ganham dimensões quase filosóficas. Imagine agora que esse livro é narrado por um adulto que conhece o garoto-personagem. Tudo lembra muito o Pequeno Príncipe. Mas trata-se de outro menino: Patachou.


As semelhanças com o clássico escrito por Antoine de Saint-Exupéry, que já foi traduzido para mais de 200 idiomas, em todo o mundo, e chega a vender uma média de 300 mil exemplares, por ano, só no Brasil, podem não ser apenas coincidência. Enquanto O “Pequeno Príncipe” alçou voo e se tornou até “livro de miss”, as obras “Patachou, Petit Garçon” e “Les Histoires de Patachou” fizeram sucesso na França a partir do final dos anos 1920, mas acabaram pouco conhecidas fora do país, sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português. Pelo menos até agora.


A editora Piu iniciou uma vaquinha na internet pelo Catarse para publicar os dois volumes da obra no Brasil. Ambos foram escritos pelo poeta francês Tristan Derème e teriam sido realmente o ponto de partida de Exupéry para o seu famoso principezinho. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na “Revue d’Histoire Littéraire de la France”, que listou semelhanças entre as duas histórias. Como “O Pequeno Príncipe” foi lançado em 1943, enquanto a primeira edição de Derème saiu em 1929, é praticamente certo que Exupéry tenha entrado em contato, em algum momento, com a obra.


As histórias falam de Patachou, um garoto que ganhou esse apelido, porque, em um belo dia, foi surpreendido com o dedo em uma pâte à choux (uma massa francesa que é base para várias receitas de confeitaria). Os livros são divididos em pequenos contos, que misturam prosa e poesia, trazem brincadeiras e revelam a descoberta do mundo pelos olhos da infância.


“O texto é de 1929, mas, assim como outros tantos livros clássicos, ele aborda questões universais, que são comuns a crianças de todas as épocas, culturas e lugares. O autor enfatiza a imaginação, o ritmo, a musicalidade, o humor e, ao mesmo tempo, uma pitada de melancolia. Dizem que Saint-Exupéry se inspirou justamente nesse estilo”, diz a escritora Paula Taitelbaum, que está à frente da editora Piu e do financiamento coletivo para trazer a obra ao Brasil.


A vaquinha busca arrecadar R$ 34 mil para custear o tratamento das ilustrações originais, a diagramação e a impressão. A tradução será feita com um prêmio concedido pela Embaixada da França. Para facilitar a pronúncia do francês, o nome do personagem na edição brasileira vai ficar Patachu nos dois títulos: “O Pequeno Patachu” e “As Histórias de Patachu”.


MOLINERO, Bruno. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jan. 2017. Disponível em:
<eraoutravez.blogfolha.uol.com.br/2017/01/19/livro-que-teria-inspirado--o-pequeno-principe--tem-vaquinha-para-ser-publicado-no-brasil/> . Acesso em: 20 jan. 2017.

O fato que garante que Saint-Exupéry se inspirou em Derème é:
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Q794873 Português

Texto 1 

Livro que teria inspirado “O Pequeno Príncipe” tem vaquinha para ser publicado no Brasil 

Pense na história de um menino cheio de poesia. Em que raposas, desertos, flores e vulcões ganham dimensões quase filosóficas. Imagine agora que esse livro é narrado por um adulto que conhece o garoto-personagem. Tudo lembra muito o Pequeno Príncipe. Mas trata-se de outro menino: Patachou.


As semelhanças com o clássico escrito por Antoine de Saint-Exupéry, que já foi traduzido para mais de 200 idiomas, em todo o mundo, e chega a vender uma média de 300 mil exemplares, por ano, só no Brasil, podem não ser apenas coincidência. Enquanto O “Pequeno Príncipe” alçou voo e se tornou até “livro de miss”, as obras “Patachou, Petit Garçon” e “Les Histoires de Patachou” fizeram sucesso na França a partir do final dos anos 1920, mas acabaram pouco conhecidas fora do país, sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português. Pelo menos até agora.


A editora Piu iniciou uma vaquinha na internet pelo Catarse para publicar os dois volumes da obra no Brasil. Ambos foram escritos pelo poeta francês Tristan Derème e teriam sido realmente o ponto de partida de Exupéry para o seu famoso principezinho. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na “Revue d’Histoire Littéraire de la France”, que listou semelhanças entre as duas histórias. Como “O Pequeno Príncipe” foi lançado em 1943, enquanto a primeira edição de Derème saiu em 1929, é praticamente certo que Exupéry tenha entrado em contato, em algum momento, com a obra.


As histórias falam de Patachou, um garoto que ganhou esse apelido, porque, em um belo dia, foi surpreendido com o dedo em uma pâte à choux (uma massa francesa que é base para várias receitas de confeitaria). Os livros são divididos em pequenos contos, que misturam prosa e poesia, trazem brincadeiras e revelam a descoberta do mundo pelos olhos da infância.


“O texto é de 1929, mas, assim como outros tantos livros clássicos, ele aborda questões universais, que são comuns a crianças de todas as épocas, culturas e lugares. O autor enfatiza a imaginação, o ritmo, a musicalidade, o humor e, ao mesmo tempo, uma pitada de melancolia. Dizem que Saint-Exupéry se inspirou justamente nesse estilo”, diz a escritora Paula Taitelbaum, que está à frente da editora Piu e do financiamento coletivo para trazer a obra ao Brasil.


A vaquinha busca arrecadar R$ 34 mil para custear o tratamento das ilustrações originais, a diagramação e a impressão. A tradução será feita com um prêmio concedido pela Embaixada da França. Para facilitar a pronúncia do francês, o nome do personagem na edição brasileira vai ficar Patachu nos dois títulos: “O Pequeno Patachu” e “As Histórias de Patachu”.


MOLINERO, Bruno. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jan. 2017. Disponível em:
<eraoutravez.blogfolha.uol.com.br/2017/01/19/livro-que-teria-inspirado--o-pequeno-principe--tem-vaquinha-para-ser-publicado-no-brasil/> . Acesso em: 20 jan. 2017.

O enunciado “[...] sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português”, no segundo parágrafo do texto, tem o mesmo sentido de:
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Q794872 Português

Texto 1 

Livro que teria inspirado “O Pequeno Príncipe” tem vaquinha para ser publicado no Brasil 

Pense na história de um menino cheio de poesia. Em que raposas, desertos, flores e vulcões ganham dimensões quase filosóficas. Imagine agora que esse livro é narrado por um adulto que conhece o garoto-personagem. Tudo lembra muito o Pequeno Príncipe. Mas trata-se de outro menino: Patachou.


As semelhanças com o clássico escrito por Antoine de Saint-Exupéry, que já foi traduzido para mais de 200 idiomas, em todo o mundo, e chega a vender uma média de 300 mil exemplares, por ano, só no Brasil, podem não ser apenas coincidência. Enquanto O “Pequeno Príncipe” alçou voo e se tornou até “livro de miss”, as obras “Patachou, Petit Garçon” e “Les Histoires de Patachou” fizeram sucesso na França a partir do final dos anos 1920, mas acabaram pouco conhecidas fora do país, sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português. Pelo menos até agora.


A editora Piu iniciou uma vaquinha na internet pelo Catarse para publicar os dois volumes da obra no Brasil. Ambos foram escritos pelo poeta francês Tristan Derème e teriam sido realmente o ponto de partida de Exupéry para o seu famoso principezinho. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na “Revue d’Histoire Littéraire de la France”, que listou semelhanças entre as duas histórias. Como “O Pequeno Príncipe” foi lançado em 1943, enquanto a primeira edição de Derème saiu em 1929, é praticamente certo que Exupéry tenha entrado em contato, em algum momento, com a obra.


As histórias falam de Patachou, um garoto que ganhou esse apelido, porque, em um belo dia, foi surpreendido com o dedo em uma pâte à choux (uma massa francesa que é base para várias receitas de confeitaria). Os livros são divididos em pequenos contos, que misturam prosa e poesia, trazem brincadeiras e revelam a descoberta do mundo pelos olhos da infância.


“O texto é de 1929, mas, assim como outros tantos livros clássicos, ele aborda questões universais, que são comuns a crianças de todas as épocas, culturas e lugares. O autor enfatiza a imaginação, o ritmo, a musicalidade, o humor e, ao mesmo tempo, uma pitada de melancolia. Dizem que Saint-Exupéry se inspirou justamente nesse estilo”, diz a escritora Paula Taitelbaum, que está à frente da editora Piu e do financiamento coletivo para trazer a obra ao Brasil.


A vaquinha busca arrecadar R$ 34 mil para custear o tratamento das ilustrações originais, a diagramação e a impressão. A tradução será feita com um prêmio concedido pela Embaixada da França. Para facilitar a pronúncia do francês, o nome do personagem na edição brasileira vai ficar Patachu nos dois títulos: “O Pequeno Patachu” e “As Histórias de Patachu”.


MOLINERO, Bruno. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jan. 2017. Disponível em:
<eraoutravez.blogfolha.uol.com.br/2017/01/19/livro-que-teria-inspirado--o-pequeno-principe--tem-vaquinha-para-ser-publicado-no-brasil/> . Acesso em: 20 jan. 2017.

Na expressão “se tornou até 'livro de miss'”, no segundo parágrafo do texto, o emprego das aspas e o uso do “até” visam destacar a
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Q794871 Português

Texto 1 

Livro que teria inspirado “O Pequeno Príncipe” tem vaquinha para ser publicado no Brasil 

Pense na história de um menino cheio de poesia. Em que raposas, desertos, flores e vulcões ganham dimensões quase filosóficas. Imagine agora que esse livro é narrado por um adulto que conhece o garoto-personagem. Tudo lembra muito o Pequeno Príncipe. Mas trata-se de outro menino: Patachou.


As semelhanças com o clássico escrito por Antoine de Saint-Exupéry, que já foi traduzido para mais de 200 idiomas, em todo o mundo, e chega a vender uma média de 300 mil exemplares, por ano, só no Brasil, podem não ser apenas coincidência. Enquanto O “Pequeno Príncipe” alçou voo e se tornou até “livro de miss”, as obras “Patachou, Petit Garçon” e “Les Histoires de Patachou” fizeram sucesso na França a partir do final dos anos 1920, mas acabaram pouco conhecidas fora do país, sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português. Pelo menos até agora.


A editora Piu iniciou uma vaquinha na internet pelo Catarse para publicar os dois volumes da obra no Brasil. Ambos foram escritos pelo poeta francês Tristan Derème e teriam sido realmente o ponto de partida de Exupéry para o seu famoso principezinho. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na “Revue d’Histoire Littéraire de la France”, que listou semelhanças entre as duas histórias. Como “O Pequeno Príncipe” foi lançado em 1943, enquanto a primeira edição de Derème saiu em 1929, é praticamente certo que Exupéry tenha entrado em contato, em algum momento, com a obra.


As histórias falam de Patachou, um garoto que ganhou esse apelido, porque, em um belo dia, foi surpreendido com o dedo em uma pâte à choux (uma massa francesa que é base para várias receitas de confeitaria). Os livros são divididos em pequenos contos, que misturam prosa e poesia, trazem brincadeiras e revelam a descoberta do mundo pelos olhos da infância.


“O texto é de 1929, mas, assim como outros tantos livros clássicos, ele aborda questões universais, que são comuns a crianças de todas as épocas, culturas e lugares. O autor enfatiza a imaginação, o ritmo, a musicalidade, o humor e, ao mesmo tempo, uma pitada de melancolia. Dizem que Saint-Exupéry se inspirou justamente nesse estilo”, diz a escritora Paula Taitelbaum, que está à frente da editora Piu e do financiamento coletivo para trazer a obra ao Brasil.


A vaquinha busca arrecadar R$ 34 mil para custear o tratamento das ilustrações originais, a diagramação e a impressão. A tradução será feita com um prêmio concedido pela Embaixada da França. Para facilitar a pronúncia do francês, o nome do personagem na edição brasileira vai ficar Patachu nos dois títulos: “O Pequeno Patachu” e “As Histórias de Patachu”.


MOLINERO, Bruno. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jan. 2017. Disponível em:
<eraoutravez.blogfolha.uol.com.br/2017/01/19/livro-que-teria-inspirado--o-pequeno-principe--tem-vaquinha-para-ser-publicado-no-brasil/> . Acesso em: 20 jan. 2017.

Em “menino cheio de poesia'”, no primeiro parágrafo do texto, tem-se uma construção com
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Q794869 Português

Texto 1 

Livro que teria inspirado “O Pequeno Príncipe” tem vaquinha para ser publicado no Brasil 

Pense na história de um menino cheio de poesia. Em que raposas, desertos, flores e vulcões ganham dimensões quase filosóficas. Imagine agora que esse livro é narrado por um adulto que conhece o garoto-personagem. Tudo lembra muito o Pequeno Príncipe. Mas trata-se de outro menino: Patachou.


As semelhanças com o clássico escrito por Antoine de Saint-Exupéry, que já foi traduzido para mais de 200 idiomas, em todo o mundo, e chega a vender uma média de 300 mil exemplares, por ano, só no Brasil, podem não ser apenas coincidência. Enquanto O “Pequeno Príncipe” alçou voo e se tornou até “livro de miss”, as obras “Patachou, Petit Garçon” e “Les Histoires de Patachou” fizeram sucesso na França a partir do final dos anos 1920, mas acabaram pouco conhecidas fora do país, sobretudo do lado de cá do Atlântico, sem traduções para o português. Pelo menos até agora.


A editora Piu iniciou uma vaquinha na internet pelo Catarse para publicar os dois volumes da obra no Brasil. Ambos foram escritos pelo poeta francês Tristan Derème e teriam sido realmente o ponto de partida de Exupéry para o seu famoso principezinho. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na “Revue d’Histoire Littéraire de la France”, que listou semelhanças entre as duas histórias. Como “O Pequeno Príncipe” foi lançado em 1943, enquanto a primeira edição de Derème saiu em 1929, é praticamente certo que Exupéry tenha entrado em contato, em algum momento, com a obra.


As histórias falam de Patachou, um garoto que ganhou esse apelido, porque, em um belo dia, foi surpreendido com o dedo em uma pâte à choux (uma massa francesa que é base para várias receitas de confeitaria). Os livros são divididos em pequenos contos, que misturam prosa e poesia, trazem brincadeiras e revelam a descoberta do mundo pelos olhos da infância.


“O texto é de 1929, mas, assim como outros tantos livros clássicos, ele aborda questões universais, que são comuns a crianças de todas as épocas, culturas e lugares. O autor enfatiza a imaginação, o ritmo, a musicalidade, o humor e, ao mesmo tempo, uma pitada de melancolia. Dizem que Saint-Exupéry se inspirou justamente nesse estilo”, diz a escritora Paula Taitelbaum, que está à frente da editora Piu e do financiamento coletivo para trazer a obra ao Brasil.


A vaquinha busca arrecadar R$ 34 mil para custear o tratamento das ilustrações originais, a diagramação e a impressão. A tradução será feita com um prêmio concedido pela Embaixada da França. Para facilitar a pronúncia do francês, o nome do personagem na edição brasileira vai ficar Patachu nos dois títulos: “O Pequeno Patachu” e “As Histórias de Patachu”.


MOLINERO, Bruno. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 jan. 2017. Disponível em:
<eraoutravez.blogfolha.uol.com.br/2017/01/19/livro-que-teria-inspirado--o-pequeno-principe--tem-vaquinha-para-ser-publicado-no-brasil/> . Acesso em: 20 jan. 2017.

Com respeito ao núcleo temático, o Texto 1
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Q791709 Administração Geral
A comunicação que ocorre dentro da organização, entre ela e seu meio ambiente, que a define e determina as condições da sua existência e a direção do seu movimento, é denominada:
Alternativas
Q791707 Administração Geral
A comunicação sem respeito às linhas formalmente estabelecidas, geralmente feita por via oral, mais rápida e menos rigorosa, é a comunicação
Alternativas
Q791705 Administração Geral
Entre diferentes níveis de hierarquia da organização, qual tipo de comunicação segue a cadeia de autoridade e limita-se às comunicações ligadas às tarefas a serem desempenhadas pelos diferentes órgãos ou pelas pessoas? 
Alternativas
Q791703 Atendimento ao Público
No atendimento telefônico, a eficácia e o bom funcionamento da organização são evidenciados por meio da imagem
Alternativas
Respostas
1801: E
1802: D
1803: B
1804: E
1805: D
1806: B
1807: A
1808: C
1809: B
1810: A
1811: C
1812: A
1813: C
1814: D
1815: B
1816: C
1817: D
1818: D
1819: B
1820: A