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Q760423 Raciocínio Lógico

Sejam as proposições:

p: os alunos se mobilizam.

q: a reforma continua sem solução.

A simbolização da sentença "Se os alunos não se mobilizam, então a reforma continua sem solução" é

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Q760422 Raciocínio Lógico
Cada processo do Instituto Federal é cadastrado e recebe um número de protocolo. Considere o número de protocolo formado por um numeral de 6 dígitos, no qual o 1º digito não pode ser o número zero, pois o numeral deixa de ser de 6 dígitos. O número de processos que podem ser cadastrados, utilizando-se os dígitos de 0 a 9, é
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Q760421 Raciocínio Lógico
No setor financeiro do Instituto Federal, trabalham 10 funcionários. Serão escolhidos dois desses funcionários, para realizarem um curso de capacitação. O número de maneiras, possíveis para escolher dois desses funcionários, para realizarem o curso de capacitação, é
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Q760420 Raciocínio Lógico
Dos 50 músicos da banda do Instituto Federal, 20 tocam instrumentos de sopro e 40 tocam instrumentos de corda. O número de músicos que tocam apenas instrumento de corda é
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Q760419 Raciocínio Lógico
Em um determinado país, as temperaturas registradas em graus Celsius, em certo período do dia, foram as seguintes: -4º, -1º, 0º, -2º, -3º e -5º. A temperatura, em graus Celsius, mais alta registrada nesse país foi de
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Q760418 Raciocínio Lógico
Representa-se por A o conjunto de todos os alunos do sexo feminino do Instituto Federal, por B o conjunto de todos os alunos do sexo masculino do Instituto Federal e por C o conjunto de todos os alunos do sexo feminino com menos de 25 anos de idade do Instituto Federal. Assim é correto afirmar-se que
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Q760417 Raciocínio Lógico

Dirigindo ao caixa de uma papelaria, o comprador disse:

“gostaria de comprar 2 folhas de papel pautado a R$ 0,10 cada, 3 lápis a R$ 0,25 cada e 4 borrachas, mas o preço das borrachas eu não sei “. O caixa entregou uma conta ao comprador de R$ 3,15.

De acordo com texto, o valor de cada borracha, em reais, é

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Q760416 Redação Oficial
São características imprescindíveis para a elaboração de documentos oficiais (ofícios, memorandos, portarias etc.):
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Q760415 Redação Oficial
Um ofício destinado ao reitor de uma universidade deve ter como forma de tratamento
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Q760414 Português

Leia o texto

No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a natureza a levar a engolir alfinetes?”, indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu1 . Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2 ed. São Paulo, Nacional, 1957, p. 146. Apud FIORIN, José Luís e SAVIOLI, Francisco Platão. In. Para entender o texto – leitura e redação. Ed. Ática, 2000. 

Em “No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau”, o termo em destaque poderia ser substituído, sem alterar o sentido, por
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Q760413 Português

Leia o texto

No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a natureza a levar a engolir alfinetes?”, indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu1 . Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2 ed. São Paulo, Nacional, 1957, p. 146. Apud FIORIN, José Luís e SAVIOLI, Francisco Platão. In. Para entender o texto – leitura e redação. Ed. Ática, 2000. 

Com base no trecho “No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim”, considere as seguintes proposições.

I. “mais cedo ou mais tarde” possui o mesmo sentido de “inevitavelmente”.

II. o autor se mostra bastante fatalista em relação ao comportamento infantil.

III. a expressão “no entanto” tem a função de reforçar a ideia imediatamente anterior.

IV. em “deve existir um elemento de disciplina”, há o mesmo tom de obrigação, exigência que em “como deve ser exercido”.

São verdadeiras:

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Q760412 Português

Leia o texto

No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a natureza a levar a engolir alfinetes?”, indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu1 . Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2 ed. São Paulo, Nacional, 1957, p. 146. Apud FIORIN, José Luís e SAVIOLI, Francisco Platão. In. Para entender o texto – leitura e redação. Ed. Ática, 2000. 

A expressão entre parênteses possui sentido equivalente à que está entre aspas em
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Q760411 Português

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A partir da tirinha acima, é correto dizer-se que 

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Q760410 Português
                                         https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/52191/082a6424356067cdc554.png


Fonte: http://admmudacomomundo.blogspot.com.br/p/pagina-3.html   

Na escrita de um texto em que se exige o padrão culto da língua, o uso dos pronomes na charge acima não o seguiria. Isto porque

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Q760409 Português

https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/52191/082a6424356067cdc554.png

Fonte: http://admmudacomomundo.blogspot.com.br/p/pagina-3.html

O uso adequado dos porquês, como na charge acima, também ocorre na alternativa 

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Q760408 Português

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Fonte: https://ddrh.ufg.br/n/45518-nocoes-de-direito-administrativo

Considerando-se a pontuação utilizada nas falas das personagens da charge acima, está correto afirmar-se que

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Q760407 Português

O efeito de humor na charge abaixo se dá principalmente pelo fato de

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Fonte: https://ddrh.ufg.br/n/45518-nocoes-de-direito-administrativo

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Q760406 Português

Texto 2 –  Origem da palavra administração 

Do latim minus, que significa “menos”.

É difícil acreditar, mas a raiz etimológica de “administração” está na palavra latina minus, que significa literalmente “menos”. 

Este termo evoluiu para minor, um superlativo que é traduzido para “menor”.

Com o tempo, minor se transformou em minister, para se referir aos “servos” e “criados”. No entanto, mais tarde, a conotação deste termo passou a ser utilizado para “sacerdotes”, “servos de Deus” ou “servos religiosos”.

Esta palavra possuía um sentido de “desempenhar um cargo importante” ou “servir a uma personalidade importante”. Em outras palavras, consistia em “administrar” ou “organizar algo”. 

Para somar o sentido de “desempenho de uma atividade”, foi anexado o prefixo AD, que significa “junto”. Assim sendo, administer – administrar – significa “servir ou ajudar junto a…” (uma instituição, governo, empresa e etc).

Após a definição do conceito moderno de administração, o termo entrou para o dicionário da língua portuguesa através do latim administratìo, evoluindo depois para amenistraçom e aministraçon (século XIV). 

A palavra chegou à grafia atual – administração – apenas a partir do século XV. 

Fonte: http://www.dicionarioetimologico.com.br/administracao/ (adaptado)

Acerca da palavra “administração”, quanto aos encontros vocálicos e consonantais, ela apresenta
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Q760405 Português

Texto 2 –  Origem da palavra administração 

Do latim minus, que significa “menos”.

É difícil acreditar, mas a raiz etimológica de “administração” está na palavra latina minus, que significa literalmente “menos”. 

Este termo evoluiu para minor, um superlativo que é traduzido para “menor”.

Com o tempo, minor se transformou em minister, para se referir aos “servos” e “criados”. No entanto, mais tarde, a conotação deste termo passou a ser utilizado para “sacerdotes”, “servos de Deus” ou “servos religiosos”.

Esta palavra possuía um sentido de “desempenhar um cargo importante” ou “servir a uma personalidade importante”. Em outras palavras, consistia em “administrar” ou “organizar algo”. 

Para somar o sentido de “desempenho de uma atividade”, foi anexado o prefixo AD, que significa “junto”. Assim sendo, administer – administrar – significa “servir ou ajudar junto a…” (uma instituição, governo, empresa e etc).

Após a definição do conceito moderno de administração, o termo entrou para o dicionário da língua portuguesa através do latim administratìo, evoluindo depois para amenistraçom e aministraçon (século XIV). 

A palavra chegou à grafia atual – administração – apenas a partir do século XV. 

Fonte: http://www.dicionarioetimologico.com.br/administracao/ (adaptado)

Ainda de acordo com o texto, o termo “menor” foi um superlativo dado a “menos”. Com base nisso, a forma adjetiva em destaque representa adequadamente o superlativo da palavra que está entre parênteses na alternativa
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Q760404 Português

Texto 2 –  Origem da palavra administração 

Do latim minus, que significa “menos”.

É difícil acreditar, mas a raiz etimológica de “administração” está na palavra latina minus, que significa literalmente “menos”. 

Este termo evoluiu para minor, um superlativo que é traduzido para “menor”.

Com o tempo, minor se transformou em minister, para se referir aos “servos” e “criados”. No entanto, mais tarde, a conotação deste termo passou a ser utilizado para “sacerdotes”, “servos de Deus” ou “servos religiosos”.

Esta palavra possuía um sentido de “desempenhar um cargo importante” ou “servir a uma personalidade importante”. Em outras palavras, consistia em “administrar” ou “organizar algo”. 

Para somar o sentido de “desempenho de uma atividade”, foi anexado o prefixo AD, que significa “junto”. Assim sendo, administer – administrar – significa “servir ou ajudar junto a…” (uma instituição, governo, empresa e etc).

Após a definição do conceito moderno de administração, o termo entrou para o dicionário da língua portuguesa através do latim administratìo, evoluindo depois para amenistraçom e aministraçon (século XIV). 

A palavra chegou à grafia atual – administração – apenas a partir do século XV. 

Fonte: http://www.dicionarioetimologico.com.br/administracao/ (adaptado)

Com base no texto, considere as seguintes afirmativas.

I. O termo “administrar” tem sua raiz etimológica baseada na ideia de servir a uma entidade divina, a um ser superior.

II. Desde o início até os dias de hoje, o termo “administrar” sempre foi associado a uma atividade de menor importância social.

III. Com a inserção do prefixo “AD”, “administrar” passou a pressupor uma ação conjunta, formada por mais de um indivíduo.

IV. Pela evolução histórica do termo “administração”, percebe-se que sua origem é secular e sofreu muitas transformações.

Estão corretas:

Alternativas
Respostas
2041: C
2042: D
2043: C
2044: E
2045: A
2046: D
2047: B
2048: B
2049: A
2050: E
2051: B
2052: A
2053: C
2054: B
2055: C
2056: D
2057: C
2058: D
2059: C
2060: E