Foram encontradas 969 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Construímos no Brasil uma sociedade hierarquizada e arcaica, majoritariamente conservadora (que aqui se manifesta em regra de forma extremamente nefasta, posto que dominada por crenças e valores equivocados), que se julga (em geral) no direito de desfrutar de alguns privilégios, incluindo-se o de não ser igual perante as leis (nessa suposta “superioridade” racial ou socioeconômica também vem incluída a impunidade, que sempre levou um forte setor das elites à construção de uma organização criminosa formada por uma troika maligna composta de políticos e outros agentes públicos + agentes econômicos + agentes financeiros, unidos em parceria público-privada para a pilhagem do patrimônio do Estado). Continuamos (em pleno século XXI) a ser o país atrasado do “Você sabe com quem está falando?” (como bem explica DaMatta, em várias de suas obras). Os da camada “de cima” (na nossa organização social) se julgam no direito (privilégio) de humilhar e desconsiderar as leis assim como os “de baixo”. Se alguém questiona essa estrutura, vem o corporativismo e retroalimenta a chaga arcaica. De onde vem essa canhestra forma de organização social? Por que somos o que somos?” (Luiz Flávio Gomes, JusBrasil)
O autor do texto 3 considera um atraso a utilização do “Você sabe com quem está falando?” porque a expressão representa:
Construímos no Brasil uma sociedade hierarquizada e arcaica, majoritariamente conservadora (que aqui se manifesta em regra de forma extremamente nefasta, posto que dominada por crenças e valores equivocados), que se julga (em geral) no direito de desfrutar de alguns privilégios, incluindo-se o de não ser igual perante as leis (nessa suposta “superioridade” racial ou socioeconômica também vem incluída a impunidade, que sempre levou um forte setor das elites à construção de uma organização criminosa formada por uma troika maligna composta de políticos e outros agentes públicos + agentes econômicos + agentes financeiros, unidos em parceria público-privada para a pilhagem do patrimônio do Estado). Continuamos (em pleno século XXI) a ser o país atrasado do “Você sabe com quem está falando?” (como bem explica DaMatta, em várias de suas obras). Os da camada “de cima” (na nossa organização social) se julgam no direito (privilégio) de humilhar e desconsiderar as leis assim como os “de baixo”. Se alguém questiona essa estrutura, vem o corporativismo e retroalimenta a chaga arcaica. De onde vem essa canhestra forma de organização social? Por que somos o que somos?” (Luiz Flávio Gomes, JusBrasil)
No primeiro parágrafo do texto 3 há um conjunto de termos colocados entre parênteses; a função predominante desse sinal gráfico, nesse texto, é a de:
Construímos no Brasil uma sociedade hierarquizada e arcaica, majoritariamente conservadora (que aqui se manifesta em regra de forma extremamente nefasta, posto que dominada por crenças e valores equivocados), que se julga (em geral) no direito de desfrutar de alguns privilégios, incluindo-se o de não ser igual perante as leis (nessa suposta “superioridade” racial ou socioeconômica também vem incluída a impunidade, que sempre levou um forte setor das elites à construção de uma organização criminosa formada por uma troika maligna composta de políticos e outros agentes públicos + agentes econômicos + agentes financeiros, unidos em parceria público-privada para a pilhagem do patrimônio do Estado). Continuamos (em pleno século XXI) a ser o país atrasado do “Você sabe com quem está falando?” (como bem explica DaMatta, em várias de suas obras). Os da camada “de cima” (na nossa organização social) se julgam no direito (privilégio) de humilhar e desconsiderar as leis assim como os “de baixo”. Se alguém questiona essa estrutura, vem o corporativismo e retroalimenta a chaga arcaica. De onde vem essa canhestra forma de organização social? Por que somos o que somos?” (Luiz Flávio Gomes, JusBrasil)
“Construímos no Brasil uma sociedade hierarquizada e arcaica...”; o texto 3 é escrito na primeira pessoa do plural (construímos) e, nesse caso, o sujeito “nós” se refere a:
Texto 1
“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e
pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel.
Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o
guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso
por uma boa propina. O homem fica indignado e, usando o “Você
sabe com quem está falando?”, identifica-se como promotor
público, prendendo o guarda”. (DaMatta, Roberto. Carnavais,
malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
Texto 2
“Num posto de atendimento público, alguém espera na fila.
Antes do horário regulamentar para o término do expediente,
verifica-se que o guichê está sendo fechado e o atendimento do
público, suspenso. Correndo para o responsável, essa pessoa
ouve uma resposta insatisfatória, e fica sabendo que o
expediente terminaria mais cedo por ordem do chefe. Manda
chamar o chefe e, identificando-se como presidente do órgão em
pauta, despede todo o grupo”. (DaMatta, Roberto. Carnavais,
malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990
Construímos no Brasil uma sociedade hierarquizada e arcaica, majoritariamente conservadora (que aqui se manifesta em regra de forma extremamente nefasta, posto que dominada por crenças e valores equivocados), que se julga (em geral) no direito de desfrutar de alguns privilégios, incluindo-se o de não ser igual perante as leis (nessa suposta “superioridade” racial ou socioeconômica também vem incluída a impunidade, que sempre levou um forte setor das elites à construção de uma organização criminosa formada por uma troika maligna composta de políticos e outros agentes públicos + agentes econômicos + agentes financeiros, unidos em parceria público-privada para a pilhagem do patrimônio do Estado). Continuamos (em pleno século XXI) a ser o país atrasado do “Você sabe com quem está falando?” (como bem explica DaMatta, em várias de suas obras). Os da camada “de cima” (na nossa organização social) se julgam no direito (privilégio) de humilhar e desconsiderar as leis assim como os “de baixo”. Se alguém questiona essa estrutura, vem o corporativismo e retroalimenta a chaga arcaica. De onde vem essa canhestra forma de organização social? Por que somos o que somos?” (Luiz Flávio Gomes, JusBrasil)
Nesse segmento (texto 3) há uma referência aos textos anteriores desta prova, que constitui uma das marcas de caracterização dos textos em geral; essa marca é denominada:
Os termos de um texto podem manter entre si relações de concordância nominal ou verbal; os termos abaixo que NÃO estabelecem entre si qualquer relação de concordância são:
“...identificando-se como presidente do órgão em pauta...”; a expressão “em pauta” significa:
“Num posto de atendimento público, alguém espera na fila. Antes do horário regulamentar para o término do expediente, verifica-se que o guichê está sendo fechado e o atendimento do público, suspenso. Correndo para o responsável, essa pessoa ouve uma resposta insatisfatória, e fica sabendo que o expediente terminaria mais cedo por ordem do chefe. Manda chamar o chefe e, identificando-se como presidente do órgão em pauta, despede todo o grupo”. (DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
Entre os segmentos retirados do texto 2, aquele em que a troca de posição dos termos modifica o sentido original é:
“Num posto de atendimento público, alguém espera na fila. Antes do horário regulamentar para o término do expediente, verifica-se que o guichê está sendo fechado e o atendimento do público, suspenso. Correndo para o responsável, essa pessoa ouve uma resposta insatisfatória, e fica sabendo que o expediente terminaria mais cedo por ordem do chefe. Manda chamar o chefe e, identificando-se como presidente do órgão em pauta, despede todo o grupo”. (DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
O personagem é identificado inicialmente no texto 2 como “alguém” e “essa pessoa”; esse procedimento se justifica porque:
“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel. Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso por uma boa propina. O homem fica indignado e, usando o “Você sabe com quem está falando?”, identifica-se como promotor público, prendendo o guarda”. (DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
“... identifica-se como promotor público, prendendo o guarda”; a oração reduzida “prendendo o guarda” pode ser reescrita, em forma desenvolvida adequada, do seguinte modo:
“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel. Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso por uma boa propina. O homem fica indignado e, usando o “Você sabe com quem está falando?”, identifica-se como promotor público, prendendo o guarda”. (DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
A frase “Você sabe com quem está falando?” funciona, nesse caso do texto 1, como:
“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel. Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso por uma boa propina. O homem fica indignado e, usando o “Você sabe com quem está falando?”, identifica-se como promotor público, prendendo o guarda”. (DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel. Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso por uma boa propina.”
Nesse segmento do texto 1 os termos sublinhados NÃO podem ser considerados antônimos; o mesmo ocorre na frase abaixo:
“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel. Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso por uma boa propina. O homem fica indignado e, usando o “Você sabe com quem está falando?", identifica-se como promotor público, prendendo o guarda". (DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
No texto 1 há duas ocorrências do vocábulo “como": “Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado..." e “identifica-se como promotor público".
A afirmação correta sobre essas ocorrências é:
“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel. Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso por uma boa propina. O homem fica indignado e, usando o “Você sabe com quem está falando?”, identifica-se como promotor público, prendendo o guarda”. (DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)
Segundo o texto 1, a esquina é perigosa, entre outros motivos, por:
Para a segurança biológica do laboratório é crucial um conhecimento básico de desinfecção e esterilização. As exigências específicas de descontaminação dependerão do tipo de experiência e da natureza do(s) agente(s) infeccioso(s) manipulado(s). A esse respeito, dadas as afirmativas seguintes,
I. O álcool etílico apresenta propriedade desinfetante interessante. Para a maior eficácia deve ser utilizado em concentrações próximas de 70% (v/v) em água: pode acontecer que concentrações mais altas ou mais baixas não tenham um poder germicida tão elevado.
II. O calor é o agente físico mais utilizado para a descontaminação de agentes patogênicos. A fervura elimina todos os microrganismos e/ou agentes patogênicos e pode ser utilizada como tratamento total para desinfecção.
III. A esterilização por vapor saturado sob pressão (autoclave) é o meio mais eficaz e seguro de esterilizar materiais de laboratório. No entanto, faz-se necessário utilizar temperaturas acima de 300°C.
verifica-se que está(ão) correta(s)
A qualidade da água pode ser representada através de diversos parâmetros, os quais traduzem suas principais características físicas, químicas e biológicas. Analisando as afirmativas a respeito dos parâmetros de qualidade da água,
I. A turbidez é um parâmetro físico, o qual representa o grau de interferência com a passagem da luz através da água, conferindo uma aparência turva à mesma. Apresenta como forma do constituinte responsável os sólidos dissolvidos. Sua origem natural pode está associada a partículas de rocha, argila e silte.
II. Alcalinidade representa a quantidade de íons na água que reagirão para neutralizar os íons de hidrogênio. Os principais constituintes da alcalinidade são os bicarbonatos, carbonatos e os hidróxidos.
III. A presença de elevadas quantidades de surfactantes, oriundos do esgoto sanitário nos corpos d’água provoca o fenômeno chamado de eutrofização.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Um laboratório foi contratado para realizar a caracterização de uma água residuária. Foram obtidas as seguintes informações:
Demanda Química de Oxigênio (DQO) = 800 mg/L
Ácido acético = 300 mg/L
Ácido butírico = 165 mg/L
Ácido propiônico = 100 mg/L
pH = 5,0
Dadas as afirmativas abaixo,
I. O ácido acético predominou em 60,78% dos metabólitos detectados na água residuária.
II. A DQO oriunda do ácido acético corresponde a 535 mg/L.
III. A porcentagem de ácido propiônico da água residuária é de 17,70%.
IV. A soma dos ácidos detectados na água residuária é igual a 8,23 mili Mols.
verifica-se que está(ão) correta(s)
É de suma importância a utilização de técnicas de coleta, acondicionamento, transporte e armazenamento de amostras para uma efetiva análise. Dadas as afirmativas quanto a esse tema,
I. Os procedimentos manuais mais utilizados na limpeza e preparo de frascaria são limpeza básica e especial. As vidrarias que serão utilizadas para os ensaios de fosfatos e fósforo total devem ser lavadas em solução de ácido clorídrico.
II. Os frascos para a coleta de amostras destinadas a análises microbiológicas de águas e efluentes clorados devem conter um agente neutralizador de cloro residual (EDTA – etileno diamino tetracetato de sódio) e um agente quelante (tiossulfato de sódio) em quantidades adequadas para neutralizar cloro e quelar metais pesados que possam estar presentes nessas amostras.
III. Os frascos e tampas utiizados para ensaios microbiológicos devem ser lavados, internamente e externamente, com uma solução de detergente alcalino. Pela elevada eficiência da solução de detergente alcalino na descontaminação microbiológica, após a lavagem, não é necessária a adição de preservantes e a esterilização dos frascos.
verifica-se que está(ão) correta(s)
A concepção das Estações de Tratamento de Água (ETA) foi criada objetivando remover os riscos presentes nas águas das fontes de abastecimento, por meio de uma combinação de processos e de operações de tratamento. Dadas as afirmativas seguintes quanto às tecnologias de tratamento de água para abastecimento humano,
I. A utilização da dupla filtração permite a remoção de turbidez, cor, organismos fitoplanctônicos, substâncias húmicas e agroquímicos.
II. Decantador convencional de escoamento horizontal, decantador convencional de escoamento vertical ascendente, decantador de alta taxa e decantador lento são exemplos de unidades de decantação.
III. As tecnologias de tratamento de água são divididas em: tecnologia de ciclo completo, filtração direta descendente, filtração direta ascendente, dupla filtração, floto-filtração e filtração em múltiplas etapas.
verifica-se que está(ão) correta(s)
No tratamento da água, o processo de coagulação é realizado por meio da adição de cloreto férrico, que tem a finalidade de transformar as impurezas da água, que se encontram em suspensão fina, em estado coloidal. Pode ser utilizado em solução aquosa a 38-42%, que apresenta os seguintes riscos de manuseio:
· Em caso de inalação: tosse, dificuldades respiratórias.
· Em caso de contato com a pele: irritação, eczemas.
· Em caso de contato com os olhos: queimaduras.
· Em caso de ingestão: pode causar náusea, vômito, diarreia.
Para evitar o contato com os olhos e mãos, os EPI exigidos para o manuseio da solução de cloreto férrico são, respectivamente,
O tratamento de água é um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água bruta para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que se torne potável. O processo de tratamento de água adequado a livra de qualquer tipo de contaminação, evitando a transmissão de doenças. Fazem parte destes procedimentos: (a) a precipitação de flocos com as impurezas e partículas por ação da gravidade e (b) a aplicação de produtos químicos específicos para eliminar microrganismos causadores de doenças. Estes processos (a e b) acontecem tradicionalmente em equipamentos que são denominados, respectivamente,