Questões de Concurso
Para assistente operacional
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De acordo com a NBR 14039, as pessoas que trabalham nas instalações elétricas de média tensão devem usar como equipamentos de proteção, no mínimo, além do capacete, luvas, detector de tensão, botas e tapete isolante, também
As instalações elétricas somente serão consideradas desenergizadas e liberadas para trabalho após a realização de uma sequência de procedimentos apropriados, entre os quais o seccionamento. Seccionamento significa
Recomenda-se omitir o dispositivo de proteção contra sobrecargas, por razões de segurança, em casos como circuitos
Quando, nas instalações de média tensão, forem empregadas cores para identificação dos condutores de fase em corrente contínua, os polos positivo e negativo serão, respectivamente,
Observe o esquema unifilar, representado a seguir.

O esquema mostra parte da instalação elétrica de uma edificação, onde
A figura a seguir representa uma ferramenta utilizada na execução de alvenarias

(https://www.bartexbrasil.com.br)
Essa ferramenta serve especificamente para
O piso de uma sala plana foi marcado com uma malha quadriculada, em que cada pequeno quadrado da malha tem área de 1 m2 . Nesse quadriculado foi marcado o polígono ABCDE, com vértices em pontos de cruzamento dessa malha, para indicar o local em que serão instaladas placas de gesso de espessura desprezível, perpendiculares ao piso, para a montagem de uma instalação, como indica a figura.

A área do polígono ABCDE, que delimita as placas de gesso, em m2, é igual a
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Na origem de todos os belos êxitos, há sempre quem tenha corrido riscos, aceitando, portanto, a possibilidade do fracasso. Ousar é, em princípio, arriscar-se ao fracasso.
É possível passar a vida inteira sem jamais ousar nada, optando por coisas razoáveis, esperando sempre que as células das tabelas do Excel estejam preenchidas de modo correto. Mas a que preço? Agir assim é renunciar a qualquer sucesso relevante e deixar de se conhecer de verdade. Mesmo quando nossa audácia não é coroada de sucesso, ela ainda constitui a prova de que temos o senso do risco, de que somos capazes de decisões verdadeiras e não simplesmente de escolhas lógicas.
Decisão e escolha: esses dois termos parecem sinônimos, mas não são. É preciso conhecer a diferença entre eles para aproximar-se do segredo da audácia.
Tomemos uma situação em meio à qual hesitamos entre uma opção A e uma opção B. Se ficar evidente, depois de uma análise racional, que a opção B é melhor do que a outra, então a escolhemos. Essa escolha é fundamentada, explicável, portanto, não há o que decidir. Mas se, apesar da análise, continuamos em dúvida, não temos argumento, mas sentimos que é preciso optar por B, então decidimos por isso. A decisão exige um salto além dos argumentos racionais, uma confiança na própria intuição. É exatamente quando o saber não basta que devemos decidir − do latim decisio: ação de separar, discriminar. Uma decisão é sempre audaciosa: por definição, ela implica a possibilidade de fracasso.
A decisão, afirmava Aristóteles, deriva mais de uma arte do que de uma ciência; de uma intuição, mais do que do trabalho de uma razão analítica. Isso não significa que seja irracional: ela pode basear-se em um saber, mas sem se reduzir a este. Aristóteles ilustra isso referindo-se a médicos e capitães de navios. Ambos são competentes, mas quando há urgência, diante do risco de morte de um paciente ou em plena tempestade, eles devem decidir sem perder tempo com um exame completo da situação, encontrar a coragem de tomar a decisão no escuro.
(Charles Pépin. As virtudes do fracasso, 2018. Adaptado)