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Q3439032 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes.” (6º§). Considere o trecho anterior e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3439031 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Assinale a alternativa em que as vírgulas foram empregadas para separar oração explicativa. 
Alternativas
Q3439030 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Em “A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto.” (9º§), o conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição entre “A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde” e “toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto”. Assinale a reescrita do trecho que mantém o sentido inicial.
Alternativas
Q3439029 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
No título “Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios”, a palavra “prescindir” tem o significado de: 
Alternativas
Q3439028 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Assinale a alternativa que contradiz as informações apresentadas no texto. 
Alternativas
Q3431361 Enfermagem
Q. 24 Com relação à atuação da enfermagem nas situações de urgência e emergência em Unidades Básicas de Saúde (UBS), é correto afirmar: 
Alternativas
Q3431360 Saúde Pública
Durante uma capacitação para profissionais da Atenção Primária, o enfermeiro responsável destacou a importância do uso adequado dos Sistemas de Informação em Saúde (SIS) como ferramenta essencial para o planejamento das ações e a qualificação da assistência prestada à população. Considerando os desafios do enfermeiro no cotidiano do Sistema Único de Saúde (SUS) e os diferentes bancos de dados utilizados nacionalmente, assinale a alternativa CORRETA sobre o tema: 
Alternativas
Q3431357 Enfermagem
A equipe de enfermagem acompanha a evolução de uma escoriação em decorrência de um acidente. No sexto dia após a lesão, o enfermeiro observa que a ferida se encontra limpa, com ausência de sinais flogísticos, e apresenta tecido avermelhado e com aspecto granular. Considerando o processo fisiológico da cicatrização tecidual, qual é a fase predominante nesse momento? 
Alternativas
Q3431356 Enfermagem
Durante uma reunião de equipe em uma Unidade de Saúde da Família, discute-se a implementação de estratégias para qualificar o cuidado à população idosa do território. Um dos profissionais questiona quais diretrizes devem nortear a atenção à saúde da pessoa idosa. Com base nas recomendações da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, qual das alternativas abaixo está de acordo com os princípios dessa atenção integral? 
Alternativas
Q3431355 Enfermagem
Um técnico de enfermagem relata que foi orientado pelo enfermeiro a realizar uma cateterização vesical de demora em um paciente masculino. Considerando o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, essa orientação do enfermeiro: 
Alternativas
Q3431354 Enfermagem
Durante uma capacitação de rotina em uma Unidade de Saúde da Família (USF), o enfermeiro orienta um técnico de enfermagem recém-contratado quanto à administração de 4 mL de antibiótico por via intramuscular em um paciente adulto. Considerando a anatomia e a segurança do procedimento, qual é o local mais adequado para essa administração? 
Alternativas
Q3431353 Enfermagem
A implementação do Processo de Enfermagem (PE) segundo a Resolução COFEN nº 736/2024, deve obrigatoriamente conter: 
Alternativas
Q3431351 Enfermagem
Durante o acompanhamento de uma gestante em sua primeira consulta de pré-natal, o enfermeiro realiza a anamnese e identifica que ela não possui registro de vacinação contra hepatite B e não recebeu a vacina dTpa em gestação anterior. Qual deve ser a conduta correta do enfermeiro, considerando a segurança materno-fetal e os protocolos do Ministério da Saúde? 
Alternativas
Q3431348 Enfermagem
Na Unidade de Saúde Família (USF), o enfermeiro assume a condução do planejamento das ações para um território de alta vulnerabilidade. Diante de conflitos entre os profissionais sobre a forma de organizar as visitas domiciliares e diante da resistência às mudanças propostas, o enfermeiro escuta os membros da equipe, sugere estratégias colaborativas e estimula a corresponsabilidade pelas decisões. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que MELHOR descreve uma teoria de liderança compatível com essa atuação: 
Alternativas
Q3431347 Enfermagem
Durante uma ação coletiva de prevenção ao câncer, uma mulher de 52 anos comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) referindo nunca ter feito mamografia e questionando se pode realizar a mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo sem apresentar sintomas ou riscos. O enfermeiro da equipe realiza acolhimento, atualiza o cadastro da usuária e solicita o exame. Com base nesse cenário e nos protocolos de rastreamento do câncer de mama do Ministério da Saúde, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3431341 Enfermagem
Em relação à biossegurança nas práticas de enfermagem, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3431088 Enfermagem

A Lei Federal nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências, foi promulgada com o intuito de organizar as categorias da Enfermagem e definir suas competências. O artigo 11 estabelece que o Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe privativamente:



I- Execução do parto sem distocia.


II- Direção do órgão de enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública e privada, e chefia de serviço e de unidade de enfermagem.


III- Cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida.


IV- Participação em projetos de construção ou reforma de unidades de internação.


V- Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde.



É CORRETO o que se afirma apenas em: 

Alternativas
Q3431087 Enfermagem

Uma puérpera de 28 anos evolui com hemorragia intensa após parto vaginal. Inicialmente, manifesta palidez, tontura e pele fria e úmida, evoluindo rapidamente para taquicardia e hipotensão arterial. Ao exame físico, observam-se extremidades frias e enchimento capilar lento, indicando um quadro de choque. O Índice de Choque calculado é de 1,5. A paciente é estabilizada e transferida imediatamente para a Unidade de Terapia Intensiva para manejo avançado. A investigação aponta atonia uterina como a causa da hemorragia. Sobre o caso apresentado, é CORRETO afirmar que: 

Alternativas
Q3431086 Enfermagem

M.J.A., 35 anos, nulípara, com histórico de menorragia crônica e dores pélvicas, foi diagnosticada com miomatose uterina após exames de imagem e biópsia que descartaram malignidade. Apesar do tratamento clínico com medicamentos e tentativas de embolização, os sintomas persistiram, afetando significativamente sua qualidade de vida. Após avaliação da equipe médica, foi indicada histerectomia total como tratamento definitivo. Durante a consulta pré-operatória com a equipe de enfermagem, a paciente relatou que sempre sonhou em ser mãe e que a indicação da cirurgia gerou sentimentos de desamparo, nervosismo, tensão, além de uma preocupação desproporcional e persistente com sua aparência física e feminilidade. M.J.A. também questionou o impacto da cirurgia em sua vida emocional e na relação com o parceiro, manifestando dúvidas sobre a possibilidade de retomar a vida sexual após a abstinência operatória. A enfermeira registrou no prontuário a dificuldade da paciente em aceitar a nova condição corporal e solicitou apoio do setor de Psicologia.


Considerando os dados levantados durante a consulta pré-operatória, quais diagnósticos de enfermagem da NANDA-I (definições e classificação 2024-2026) são aplicáveis à paciente M.J.A.?



I- Ansiedade excessiva relacionada à capacidade reprodutiva.


II- Imagem corporal conturbada relacionada a mudanças reais e/ou imaginadas no corpo.


III- Medo excessivo relacionado à sexualidade e ao relacionamento com o parceiro.


IV- Dor aguda relacionada à cirurgia.


V- Conhecimento de saúde inadequado sobre o que esperar durante o pós-operatório.



É CORRETO o que se afirma apenas em

Alternativas
Q3431085 Enfermagem

Após estudar sobre leite materno, a enfermeira Clementina decide elaborar uma atividade de Educação em Saúde para gestantes. Em seu roteiro, faz as seguintes anotações:



I- As evidências disponíveis dão suporte ao desencorajamento rotineiro do aleitamento durante a gestação, devido ao risco de abortamento ou trabalho de parto prematuro.


II- É importante que a mulher saiba que, durante uma gestação, se ela estiver amamentando, a produção do leite costuma diminuir e o seu sabor pode ficar diferente; por isso, algumas crianças estranham.


III- Uma mulher que parou de amamentar pode voltar a amamentar, mesmo que não esteja mais produzindo leite. Esse processo de retorno ao aleitamento materno exclusivo após ter sido interrompido se chama relactação.


IV- Se a mulher desejar amamentar seu bebê recém-nascido junto com outro filho ou filha, ela poderá fazê-lo, e este processo se chama amamentação em tandem.


V- Aextração manual de leite humano com bomba de extração deve ser desaconselhada em todas as situações.


Considerando as Diretrizes e Recomendações do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras menores de 2 anos (Brasil, 2024), dentre as anotações realizadas pela enfermeira, É CORRETO o que se afirma APENAS em:


Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Promoção da Saúde. Diretrizes e recomendações do guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos: documento de evidências [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Departamento de Promoção da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2024.

Alternativas
Respostas
9581: C
9582: B
9583: C
9584: C
9585: D
9586: D
9587: D
9588: C
9589: A
9590: B
9591: C
9592: C
9593: B
9594: A
9595: B
9596: D
9597: C
9598: E
9599: E
9600: D