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Q3534165 Enfermagem
O Processo de Enfermagem é organizado em cinco etapas. A alternativa que descreve corretamente uma etapa é:
Alternativas
Q3534164 Enfermagem
A enfermeira da Equipe de Saúde da Família faz uma visita domiciliar à Dona Diva de 40 anos. Ela tem dois filhos (17 e 14 anos) e vive em área de alta vulnerabilidade social. Seu filho mais velho trabalha e destina 90% de seu salário para pagar as contas e compras da família. O filho mais novo frequenta a escola. Dona Diva relata que foi demitida e que não consegue sair de casa “para nada” desde que seu esposo faleceu, há seis meses. Há dois meses, começou a fazer crochê em panos de prato, que seu filho mais novo tenta vender na porta da igreja próxima. Além de uma pequena renda extra, o crochê “distrai da tristeza”. Dona Diva solicita antidepressivos à enfermeira. Qual deve ser a sua conduta?
Alternativas
Q3534163 Enfermagem
Como se organiza um Projeto Terapêutico Singular?
Alternativas
Q3534162 Enfermagem
Uma equipe do CAPS está cuidando de Ana, uma jovem de 29 anos com diagnóstico de esquizofrenia paranoide, que reside em uma área desfavorecida e tem laços familiares instáveis. Após algumas semanas de acompanhamento, os especialistas começam a criar o Plano Terapêutico Singular (PTS). Durante o encontro, opiniões diferentes surgem entre os membros da equipe: alguns defendem um plano que priorize a adesão à medicação e o controle dos sintomas; outros sugerem ações de reintegração social e atenção individualizada.

Considerando os princípios do PTS e do cuidado psicossocial, qual seria a atitude mais correta a ser tomada pela equipe?
Alternativas
Q3534161 Enfermagem
João, 45 anos, vive nas ruas há três anos, com uso excessivo de álcool e outras substâncias psicoativas. Seu comportamento mostra sinais de desorganização e ele tem dificuldade de estabelecer laços com serviços de assistência. Tem histórico de internações psiquiátricas de curta duração, com altas prematuras e frequentes recaídas. Após um episódio de agressividade em um local público, foi levado por uma viatura da polícia para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A equipe da UPA procurou estabelecer uma conexão com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), por meio da
Alternativas
Q3534160 Enfermagem
Janaína, no terceiro dia de puerpério, relata que “o corte do parto ficou muito feio”. Como a enfermeira avalia o trauma perineal provocado por episiotomia?
Alternativas
Q3534159 Enfermagem
O parto é dividido em três períodos. Qual conduta da enfermeira está corretamente relacionada a um desses períodos, de acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal?
Alternativas
Q3534158 Enfermagem
Filomena está em franco trabalho de parto. Qual prática a enfermeira deve encorajar para alívio da dor? 
Alternativas
Q3534157 Enfermagem
No atendimento a puérperas no terceiro dia pós-parto vaginal sem intercorrências, em que situações a enfermeira deve acionar a equipe médica?
Alternativas
Q3534156 Enfermagem
Segundo as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, são definições do segundo período do trabalho de parto:
Alternativas
Q3534155 Medicina
As disfunções cardiovasculares congênitas podem ser classificadas de acordo com:

(1) a coloração da pele – defeitos acianóticos e defeitos cianóticos;
(2) padrões de fluxo sanguíneo no coração, veias e artérias cardíacas.

Sobre as disfunções classificadas conforme (2), é correto afirmar:
Alternativas
Q3534154 Enfermagem
Na sala de emergência do pronto-socorro infantil, a enfermeira recebe um bebê de 10 meses em parada cardiorrespiratória. Dois socorristas acompanham o bebê e realizam corretamente as manobras de reanimação cardiopulmonar, com a proporção de 
Alternativas
Q3534153 Enfermagem
Giovana, de 4 anos e 2 meses, comparece ao pronto-socorro infantil, acompanhada pela mãe. Sobre a filha, a mãe relata que está com febre alta (38,5 ºC) desde o dia anterior e que, no dia do atendimento, estava “muito cansadinha”. Ao exame físico, o enfermeiro verifica retração subcostal, taquipneia, Sat O2 = 88% em ar ambiente e crepitações difusas à ausculta pulmonar. Qual é o cuidado de Enfermagem na oxigenoterapia?
Alternativas
Q3534152 Enfermagem
Em crianças sem comorbidades associadas, a medida da pressão arterial (PA) na infância deve começar rotineiramente aos três anos de idade. Para esse procedimento, é correto afirmar:
Alternativas
Q3534151 Enfermagem
Para a administração de medicamentos por via intramuscular (IM) para lactente, a enfermeira deve 
Alternativas
Q3534150 Enfermagem
Em caso de criança de sete meses, hospitalizada por bronquiolite, causada por vírus sincicial respiratório, recomenda(m)-se
Alternativas
Q3534149 Enfermagem
O Instrumento de Vigilância do Desenvolvimento Infantil, da Caderneta da Criança, apresenta marcos do desenvolvimento para cada faixa etária. Caso uma criança de 13 a 15 meses não alcance um dos quatro marcos esperados, a enfermeira deve, respectivamente,
Alternativas
Q3534148 Enfermagem
Considerando as características típicas e eventos das fases do desenvolvimento infantil, como a enfermeira deve adaptar os procedimentos para o exame físico?
Alternativas
Q3534147 Enfermagem
Na comunicação com a paciente A.P.A., de dez anos, a enfermeira deve
Alternativas
Q3533768 Inglês
Leveraging Student Interests to Teach Critical Analysis


    Critical analysis often feels burdensome to students—an exercise in sorting hazy ideas with no clear payoff. Yet, when learners glimpse something of value—a “gem” amid the clutter—the process becomes not just manageable but invigorating. By tapping into topics they already care about, we can model the habits of mind involved in deep thinking before guiding students into unfamiliar territory. In this way, what begins as an exploration of personal passion becomes a transferable skill for any subject.

    First, invite students to choose a subject that genuinely interests them—whether it’s dissecting the social commentary in a favorite song or debating the ethics of a beloved athlete’s off-field behavior. Guide them through selecting an analytical angle, unpacking layers of meaning, and celebrating discoveries. As they experience critical analysis as an energizing process rather than a dry requirement, they build confidence in their own intellectual curiosity and learn to seek connections between ideas.

    Next, when faced with assignments that initially seem remote—say, an art critique or a historical essay—provide a lens that resonates with each student’s strengths. A budding fiction writer, for example, can approach a painting as she would a story: considering character, narrative arc, and emotional impact. By framing unfamiliar topics through familiar mindsets, you grant students an entry point that makes critical analysis feel both relevant and compelling.

    Once students have internalized the underlying process, encourage them to take the reins. Rather than asking, “What does this mean?” shift to, “What does this mean to me?” Students might analyze ecological themes in a novel from their passion for climate justice, or reinterpret a political speech through the lens of family heritage. These personal connections transform assignments from obligatory tasks into opportunities for authentic inquiry.

    Ultimately, teaching critical analysis in this way moves learners from guided practice to independent exploration. By beginning with their interests, scaffolding new angles, and then inviting student-driven investigations, educators can help every learner—from the avid gamer to the reluctant essaywriter—carry these skills into diverse subjects. In doing so, critical analysis becomes not a chore but a doorway to richer understanding.


Edutopia, May, 1st, 2025
Assinale a alternativa que apresenta, resumidamente, o sentido geral do texto.
Alternativas
Respostas
8861: C
8862: B
8863: E
8864: C
8865: A
8866: D
8867: D
8868: B
8869: D
8870: E
8871: A
8872: C
8873: B
8874: D
8875: B
8876: E
8877: E
8878: A
8879: A
8880: E