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Q2212228 Raciocínio Lógico
Segundo os princípios da lógica, uma proposição pode assumir apenas os valores lógicos verdadeiro ou falso. Assim, a proposição composta "P → Q" só pode ser considerada falsa se: 
Alternativas
Q2212227 Português
Leia o fragmento apresentado abaixo.
“Foi na Inglaterra, na última terça parte do século XVIII, que nasceu a grande indústria moderna. Desde o início, sua arrancada foi tão repentina, e teve tais consequências, que pôde ser comparada a uma revolução [...]. Hoje, a grande indústria nos envolve por todos os lados; parece até prescindir de definição, tantas são as imagens familiares e sensíveis que evoca: são as possantes fábricas que se erguem na periferia de nossas cidades, as altas chaminés e seu flamejar noturno, o trepidar incessante das máquinas e o agitar atarefado das multidões operárias. [...]”
MANTOUX, Paul. A revolução industrial no século XVIII: estudo sobre os primórdios da grande indústria moderna na Inglaterra (trad. Sonia Rangel). São Paulo: UNESP/HUCITEC, 1988[?].
A palavra “prescindir” indica, nesse fragmento, que:
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Q2212226 Português
No texto a seguir, observe os conectivos grifados.
Em média, 30 motociclistas morrem em acidentes no trânsito no Brasil por dia. O número de mortes manteve-se estável entre 2011 (11.485 mortes em todo o país) e 2021 (11.115); a taxa de mortalidade também, próxima a 5,7 por 100 mil habitantes, de acordo com o Ministério da Saúde. No entanto, nesse período aumentou em 55% a taxa de internação de motociclistas que sofreram acidentes no trânsito em hospitais da rede pública de saúde: de 3,9 por 10 mil habitantes em 2011 para 6,1 por 10 mil em 2021. Nesses 10 anos, o custo de serviços médicos e dias de trabalho perdidos passou de R$ 85 milhões para R$ 167 milhões. As principais causas dos acidentes são, da parte dos motociclistas, não usar capacete e dirigir alcoolizado ou em velocidade acima do recomendado, além de pavimentação defeituosa (buracos nas ruas), fiscalização deficiente e falta de planejamento urbano. Em compensação, segundo estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), a taxa de mortalidade de ciclistas no Brasil caiu – de 7,91 por milhão de habitantes em 2006 para 1,8 por milhão em 2017 –, como resultado da instalação de mais ciclovias (Boletim Epidemiológico, 27 de abril; Ciência &Saúde Coletiva, 7 de abril).
MAIS motociclistas em hospitais. Pesquisa Fapesp, junho de 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/mais-motociclistas-emhospitais/. Acesso em: 18 jun. 2023.
Esses conectivos em destaque conferem ao texto apresentado, respectivamente, as ideias:
Alternativas
Q2212223 Português
Leia o texto a seguir.
      “O que a inteligência artificial gera de fascínio, gera também de medo.        Para Daniela Rus, que trabalha com essa tecnologia, o veredito depende de nós, humanos. [...]     Rus reconhece que a comunidade que pesquisa a inteligência artificial ‘não entende todos os aspectos da tecnologia, mas está trabalhando muito para obter uma compreensão mais profunda e aprender sobre seus possíveis usos e obstáculos’. E afirma que há muitos que se dedicam ao desenvolvimento de ferramentas contra a desinformação e contra outras coisas que ‘podem dar errado com a inteligência artificial’.”
Quais são, respectivamente, as classes gramaticais a que pertencem as palavras grifadas no excerto acima, considerando o contexto em que foram empregadas?
3 áreas em que a inteligência artificial já está melhorando nossas vidas. BBC Brasil, 18 de junho de 2023. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgl4mx5nvno. Acesso em: 18 jun. 2023.
Alternativas
Q2212220 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Boas maneiras no bar
Paulo Pestana
Crônica

       O ambiente dos botequins pode assustar aos incautos, principalmente a quem torce o nariz para aquela descontração toda. Mas é preciso compreender que ali – incluindo a classe dos pés-sujos – também há uma etiqueta, o que, conforme os franceses ensinaram, é aquele conjunto de normas cerimoniais que controlam o comportamento adequado a cada situação social. Coisa de gente fina.
       Não obedece aos mesmos parâmetros que as moças de boa família encontravam no Socila, o mais badalado curso de boas maneiras e elegância do país, que hoje oferece até aulas via computador, prometendo 12 segredos infalíveis para causar boa impressão. Também não chega ao nível de detalhamento do Jornal das Moças, antiga publicação com artigos e dicas para as casadoiras.
      A etiqueta do botequim é um conjunto de normas que garante a boa convivência entre os frequentadores, um povo eclético, difícil, cuja beligerância aumenta de acordo com o esvaziamento dos copos. São, na prática, regras de armistício.
       Uma delas é o tratamento dispensado ao atendente. Se for o proprietário, é preciso cuidado porque normalmente são pessoas calejadas pelos chatos que são atraídos como moscas na vitrine de petiscos. Esses calos não engrossam apenas a pele, mas o caráter, o que muitas vezes é confundido com grossura, mas outras é ignorância pura mesmo.
         Regra número um: não chame o atendente de psiu. É ofensa grave. Faça como o pessoal do Skank: chame de chefia, amigão, tio, brother, camarada – mas nunca de “ô”, “pist”, ou qualquer outra onomatopeia. O mais educado é perguntar o nome e tratá-lo por ele; é garantia de bom atendimento, copo limpo e petisco intacto.
          Outra norma importante vai na contramão da etiqueta formal: o palito. O ato de esgaravatar os dentes fez com que dentistas e dândis se unissem e formassem uma liga contrária. E palitos, nem aqueles que vêm embrulhadinhos, são permitidos em mesas de gente bem. No boteco é o contrário. O palito é o que mantém aquele bife a rolê do mostruário firme, enrolado na cenoura, e ainda serve para retirar o fiapo que ficou entre os dentes.
           O palito é também usado para passar o tempo no jogo de porrinha, para tirar caraca de baixo da unha, riscar a toalha de papel vegetal na mesa, até para segurar guardanapo sobre o petisco, antes da mosca pousar. Se nos restaurantes não se usa palito nem no banheiro com a luz apagada, como ensinava Danuza Leão, nos bares eles são insubstituíveis. 
       Outro elemento importante, que exige uma técnica especial, é a cordinha da descarga do banheiro. Boteco raiz não tem urinol preso na parede. As necessidades são feitas num único lugar: a privada. Mas é preciso dar descarga; e aí vem a dúvida: a cordinha para liberar a água deve ser pega por onde? Na pontinha? Lá em cima? No meio? Tudo encardido. Melhor usar papel higiênico e puxar.
           Por fim, uma regra básica: não reclame da comida. Não se devolve prato por causa de um bife com nervo ou fora do ponto, como em restaurante. O substituto pode vir com sabor de vingança; ácido, amargo e, às vezes, pegajoso.

PESTANA, Paulo. Boas maneiras no bar. Correio Braziliense, 31 de maio de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/boas-maneiras-nobar/. Acesso em: 18 jun. 2023.
Analisando-se o contexto geral da crônica, percebe-se que o autor: 
Alternativas
Q2212219 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Boas maneiras no bar
Paulo Pestana
Crônica

       O ambiente dos botequins pode assustar aos incautos, principalmente a quem torce o nariz para aquela descontração toda. Mas é preciso compreender que ali – incluindo a classe dos pés-sujos – também há uma etiqueta, o que, conforme os franceses ensinaram, é aquele conjunto de normas cerimoniais que controlam o comportamento adequado a cada situação social. Coisa de gente fina.
       Não obedece aos mesmos parâmetros que as moças de boa família encontravam no Socila, o mais badalado curso de boas maneiras e elegância do país, que hoje oferece até aulas via computador, prometendo 12 segredos infalíveis para causar boa impressão. Também não chega ao nível de detalhamento do Jornal das Moças, antiga publicação com artigos e dicas para as casadoiras.
      A etiqueta do botequim é um conjunto de normas que garante a boa convivência entre os frequentadores, um povo eclético, difícil, cuja beligerância aumenta de acordo com o esvaziamento dos copos. São, na prática, regras de armistício.
       Uma delas é o tratamento dispensado ao atendente. Se for o proprietário, é preciso cuidado porque normalmente são pessoas calejadas pelos chatos que são atraídos como moscas na vitrine de petiscos. Esses calos não engrossam apenas a pele, mas o caráter, o que muitas vezes é confundido com grossura, mas outras é ignorância pura mesmo.
         Regra número um: não chame o atendente de psiu. É ofensa grave. Faça como o pessoal do Skank: chame de chefia, amigão, tio, brother, camarada – mas nunca de “ô”, “pist”, ou qualquer outra onomatopeia. O mais educado é perguntar o nome e tratá-lo por ele; é garantia de bom atendimento, copo limpo e petisco intacto.
          Outra norma importante vai na contramão da etiqueta formal: o palito. O ato de esgaravatar os dentes fez com que dentistas e dândis se unissem e formassem uma liga contrária. E palitos, nem aqueles que vêm embrulhadinhos, são permitidos em mesas de gente bem. No boteco é o contrário. O palito é o que mantém aquele bife a rolê do mostruário firme, enrolado na cenoura, e ainda serve para retirar o fiapo que ficou entre os dentes.
           O palito é também usado para passar o tempo no jogo de porrinha, para tirar caraca de baixo da unha, riscar a toalha de papel vegetal na mesa, até para segurar guardanapo sobre o petisco, antes da mosca pousar. Se nos restaurantes não se usa palito nem no banheiro com a luz apagada, como ensinava Danuza Leão, nos bares eles são insubstituíveis. 
       Outro elemento importante, que exige uma técnica especial, é a cordinha da descarga do banheiro. Boteco raiz não tem urinol preso na parede. As necessidades são feitas num único lugar: a privada. Mas é preciso dar descarga; e aí vem a dúvida: a cordinha para liberar a água deve ser pega por onde? Na pontinha? Lá em cima? No meio? Tudo encardido. Melhor usar papel higiênico e puxar.
           Por fim, uma regra básica: não reclame da comida. Não se devolve prato por causa de um bife com nervo ou fora do ponto, como em restaurante. O substituto pode vir com sabor de vingança; ácido, amargo e, às vezes, pegajoso.

PESTANA, Paulo. Boas maneiras no bar. Correio Braziliense, 31 de maio de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/boas-maneiras-nobar/. Acesso em: 18 jun. 2023.
No trecho “Não se devolve prato por causa de um bife com nervo ou fora do ponto, como em restaurante. O substituto pode vir com sabor de vingança [...]” (último parágrafo), os períodos podem ser reunidos em somente um por meio da inserção da seguinte conjunção: 
Alternativas
Q2212218 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Boas maneiras no bar
Paulo Pestana
Crônica

       O ambiente dos botequins pode assustar aos incautos, principalmente a quem torce o nariz para aquela descontração toda. Mas é preciso compreender que ali – incluindo a classe dos pés-sujos – também há uma etiqueta, o que, conforme os franceses ensinaram, é aquele conjunto de normas cerimoniais que controlam o comportamento adequado a cada situação social. Coisa de gente fina.
       Não obedece aos mesmos parâmetros que as moças de boa família encontravam no Socila, o mais badalado curso de boas maneiras e elegância do país, que hoje oferece até aulas via computador, prometendo 12 segredos infalíveis para causar boa impressão. Também não chega ao nível de detalhamento do Jornal das Moças, antiga publicação com artigos e dicas para as casadoiras.
      A etiqueta do botequim é um conjunto de normas que garante a boa convivência entre os frequentadores, um povo eclético, difícil, cuja beligerância aumenta de acordo com o esvaziamento dos copos. São, na prática, regras de armistício.
       Uma delas é o tratamento dispensado ao atendente. Se for o proprietário, é preciso cuidado porque normalmente são pessoas calejadas pelos chatos que são atraídos como moscas na vitrine de petiscos. Esses calos não engrossam apenas a pele, mas o caráter, o que muitas vezes é confundido com grossura, mas outras é ignorância pura mesmo.
         Regra número um: não chame o atendente de psiu. É ofensa grave. Faça como o pessoal do Skank: chame de chefia, amigão, tio, brother, camarada – mas nunca de “ô”, “pist”, ou qualquer outra onomatopeia. O mais educado é perguntar o nome e tratá-lo por ele; é garantia de bom atendimento, copo limpo e petisco intacto.
          Outra norma importante vai na contramão da etiqueta formal: o palito. O ato de esgaravatar os dentes fez com que dentistas e dândis se unissem e formassem uma liga contrária. E palitos, nem aqueles que vêm embrulhadinhos, são permitidos em mesas de gente bem. No boteco é o contrário. O palito é o que mantém aquele bife a rolê do mostruário firme, enrolado na cenoura, e ainda serve para retirar o fiapo que ficou entre os dentes.
           O palito é também usado para passar o tempo no jogo de porrinha, para tirar caraca de baixo da unha, riscar a toalha de papel vegetal na mesa, até para segurar guardanapo sobre o petisco, antes da mosca pousar. Se nos restaurantes não se usa palito nem no banheiro com a luz apagada, como ensinava Danuza Leão, nos bares eles são insubstituíveis. 
       Outro elemento importante, que exige uma técnica especial, é a cordinha da descarga do banheiro. Boteco raiz não tem urinol preso na parede. As necessidades são feitas num único lugar: a privada. Mas é preciso dar descarga; e aí vem a dúvida: a cordinha para liberar a água deve ser pega por onde? Na pontinha? Lá em cima? No meio? Tudo encardido. Melhor usar papel higiênico e puxar.
           Por fim, uma regra básica: não reclame da comida. Não se devolve prato por causa de um bife com nervo ou fora do ponto, como em restaurante. O substituto pode vir com sabor de vingança; ácido, amargo e, às vezes, pegajoso.

PESTANA, Paulo. Boas maneiras no bar. Correio Braziliense, 31 de maio de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/boas-maneiras-nobar/. Acesso em: 18 jun. 2023.
Para o cronista, as regras de etiqueta nos bares servem como “regras de armistício” porque:
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Q2176694 Auditoria
    Ao redigir um relatório de auditoria, certo auditor certificou-se de que o documento fosse emitido no prazo previsto, sem comprometimento da qualidade, contendo informações atualizadas para subsidiar as unidades organizacionais auditadas e demais atores interessados.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção em que está apresentado o requisito de elaboração de relatório de auditoria adotado pelo auditor. 
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Q2176693 Auditoria Governamental
Assinale a opção que corresponde a um exemplo de impropriedade em achados de auditoria. 
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Q2176692 Auditoria
   Certo auditor elaborou seus papéis de trabalho de forma tal que qualquer pessoa que os consulte seja capaz de entender o objetivo, a natureza, o escopo e as conclusões da auditoria realizada, sem que haja quaisquer explicações adicionais, e organizou os papéis seguindo uma estrutura lógica, facilitando a recuperação da informação.
Tendo como base essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta as características dos papéis de trabalho do auditor. 
Alternativas
Q2176691 Auditoria Governamental
Com relação ao planejamento de auditoria governamental, assinale a opção correta.

Alternativas
Q2176690 Auditoria Governamental
Acerca da auditoria operacional e da avaliação de programas de governo, julgue os itens seguintes.
I   Pode-se dizer que o gestor de um programa de governo auditado que incluiu ação para que o serviço de vacinação alcançasse crianças que habitam em áreas de difícil acesso, buscou agir de acordo com o conceito de equidade. II  Um exemplo de independência do auditor durante o processo da auditoria operacional é a definição da abordagem metodológica. III  Planejamento, seleção de temas, execução, relatório, apreciação pela unidade de auditoria, divulgação, comentário do gestor auditado e monitoramento, respectivamente, são as etapas, em sequência, do ciclo de auditoria operacional. IV O risco de conclusões incorretas ou incompletas pode ser mitigado pela equipe de auditoria, a qual deve deter, coletivamente, conhecimento das técnicas de auditoria, dispensando-se o conhecimento do objeto auditado.
Estão certos apenas os itens  
Alternativas
Q2176689 Auditoria
O teste substantivo utilizado na auditoria de demonstrações contáveis que representa a aproximação de um elemento, item ou conta de uma demonstração contábil, na ausência de mensuração exata, é o teste de 
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Q2176688 Auditoria
O fator utilizado para delimitação do escopo de auditoria de demonstrações contábeis, e que está atrelado à importância relativa ou ao papel desempenhado por uma determinada questão, situação ou unidade organizacional, existentes em um dado contexto, é denominado de
Alternativas
Q2176687 Auditoria Governamental
No que se refere à auditoria de conformidade governamental, julgue os itens seguintes.
I A auditoria de conformidade pode abranger ampla variedade de objetos, fornecer asseguração razoável ou limitada e utilizar diversos tipos de critérios e procedimentos de obtenção de evidências. II As normas constituem os elementos secundários da auditoria de conformidade e inclui regras, leis e regulamentos. III  O objeto da auditoria de conformidade é definido na matriz de planejamento. IV A auditoria de conformidade pode ser parte de auditoria combinada, a exemplo da combinação com a auditoria operacional.
Estão certos apenas os itens 
Alternativas
Q2176686 Auditoria Governamental
    De acordo com o plano anual de atividades, determinado auditor da SEPLAN-DF realizou análises da execução de cronogramas em face dos objetivos e metas estabelecidos concernentes às políticas públicas; examinou relatórios de acompanhamento produzidos com vistas à avaliação dos resultados alcançados e à eficiência dos gestores das políticas públicas; e verificou a documentação instrutiva e comprobatória, quanto à execução de programas, planos e projetos de governo.
Nessa situação hipotética, é correto afirmar que o servidor executou a auditoria  
Alternativas
Q2176685 Auditoria Governamental
No que se refere à auditoria governamental, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2176684 Direito Constitucional
A respeito dos dispositivos constitucionais relacionados ao Tribunal de Contas da União (TCU), julgue os seguintes itens.
I   É legítimo a qualquer cidadão, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o TCU.
II  Cabe ao Congresso Nacional a escolha de dois terços dos ministros do TCU.
III É competência do TCU exercer a fiscalização da aplicação de recursos repassados pela União ao Distrito Federal.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2176683 Direito Constitucional
A principal característica da jurisdição una consiste na existência de 
Alternativas
Q2176682 Direito Administrativo
Caso certo agente público pratique ato de improbidade administrativa que atente contra os princípios da administração pública, independentemente das sanções penais comuns e de responsabilidade, civis e administrativas, previstas em legislação, a pena aplicável a este agente público será a 
Alternativas
Respostas
2461: A
2462: A
2463: D
2464: D
2465: B
2466: C
2467: A
2468: B
2469: D
2470: D
2471: D
2472: A
2473: B
2474: A
2475: B
2476: B
2477: D
2478: D
2479: D
2480: C