Questões de Concurso Para técnico de segurança do trabalho

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Q3509290 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Discórdia em Concórdia

Um voo por entre os buracos das nuvens.


"Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano.

Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado.

Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada.

Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante.

Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine.

Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio.

"O que está acontecendo?", quis saber.

"Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas.

Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia.

Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada.

Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho.

Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho:

"Epa, peralá! Por que no descero, tchê?"

O piloto explicou:

"Visibilidade zero, doutor."

"Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!"

"Sim, senhor!", respondeu o piloto.

Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho.

"Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante.

Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração.

Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião.

O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida.

Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto.

O chefão me deu as boas-vindas e comunicou:

"Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".


(CASTELO BRANCO, Carlos. Um voo por entre os buracos das nuvens. Estadão. 17/01/2024. Disponível em https://www.estadao.com.br/emais/cronica-por-quilo/discordia-em-concordia/. Acesso em 20 de março de 2024.)
No que trata dos aspectos gramaticais do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho! – esse trecho demonstra uma variante linguística brasileira muito utilizada na oralidade.
( ) O vocábulo ‘avionada’ é formado pelo processo de composição por justaposição.
( ) O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto – pode-se observar nesse excerto uma relação de causa e consequência.
( ) O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração. – nesse trecho há linguagem denotativa.
( ) Em Visibilidade zero, doutor. e Estamos sem comunicação, estou vendo se volta..., – o uso da vírgula se justifica pela mesma razão: separar orações.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509289 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Discórdia em Concórdia

Um voo por entre os buracos das nuvens.


"Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano.

Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado.

Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada.

Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante.

Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine.

Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio.

"O que está acontecendo?", quis saber.

"Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas.

Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia.

Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada.

Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho.

Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho:

"Epa, peralá! Por que no descero, tchê?"

O piloto explicou:

"Visibilidade zero, doutor."

"Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!"

"Sim, senhor!", respondeu o piloto.

Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho.

"Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante.

Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração.

Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião.

O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida.

Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto.

O chefão me deu as boas-vindas e comunicou:

"Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".


(CASTELO BRANCO, Carlos. Um voo por entre os buracos das nuvens. Estadão. 17/01/2024. Disponível em https://www.estadao.com.br/emais/cronica-por-quilo/discordia-em-concordia/. Acesso em 20 de março de 2024.)
No que trata da linguagem, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3509288 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Discórdia em Concórdia

Um voo por entre os buracos das nuvens.


"Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano.

Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado.

Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada.

Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante.

Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine.

Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio.

"O que está acontecendo?", quis saber.

"Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas.

Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia.

Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada.

Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho.

Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho:

"Epa, peralá! Por que no descero, tchê?"

O piloto explicou:

"Visibilidade zero, doutor."

"Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!"

"Sim, senhor!", respondeu o piloto.

Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho.

"Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante.

Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração.

Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião.

O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida.

Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto.

O chefão me deu as boas-vindas e comunicou:

"Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".


(CASTELO BRANCO, Carlos. Um voo por entre os buracos das nuvens. Estadão. 17/01/2024. Disponível em https://www.estadao.com.br/emais/cronica-por-quilo/discordia-em-concordia/. Acesso em 20 de março de 2024.)
A respeito do texto, considere as afirmativas a seguir.

I. O texto trata de acidentes aéreos causados por “buracos” no céu.
II. O texto apresenta aspectos argumentativos que denotam, desde o início, o medo do narrador ao voar. III. Uma notícia fez com que o narrador se lembrasse de um fato de seu passado.
IV. O chefe forçou a aterrissagem do jato contra a vontade do comandante.
V. A primeira tentativa de aterrissagem falhou.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3509287 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Discórdia em Concórdia

Um voo por entre os buracos das nuvens.


"Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano.

Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado.

Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada.

Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante.

Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine.

Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio.

"O que está acontecendo?", quis saber.

"Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas.

Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia.

Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada.

Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho.

Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho:

"Epa, peralá! Por que no descero, tchê?"

O piloto explicou:

"Visibilidade zero, doutor."

"Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!"

"Sim, senhor!", respondeu o piloto.

Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho.

"Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante.

Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração.

Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião.

O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida.

Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto.

O chefão me deu as boas-vindas e comunicou:

"Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".


(CASTELO BRANCO, Carlos. Um voo por entre os buracos das nuvens. Estadão. 17/01/2024. Disponível em https://www.estadao.com.br/emais/cronica-por-quilo/discordia-em-concordia/. Acesso em 20 de março de 2024.)
A construção inicial da narrativa, nos primeiros parágrafos do texto, é marcada por um recurso denominado 
Alternativas
Q3485027 Segurança e Saúde no Trabalho
Pode-se considerar que em todos os ambientes de trabalho, existe o risco de incêndios. É um evento que ocorre por diversos fatores como, por exemplo, uso errado de ferramentas, máquinas e equipamentos, instalações inadequadas ou falta de treinamento. Desta forma, para reduzir a probabilidade é necessário implantar medidas de proteção contra incêndios e adotar os requisitos previstos na Norma Regulamentadora número 23. Assim, avalie as proposições:

I.Os locais de trabalho devem dispor de no mínimo duas saídas dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança em caso de emergência.
II.As aberturas, saídas e vias de passagem de emergência devem ser identificadas e sinalizadas de acordo com a legislação estadual e, quando aplicável, de forma complementar, com as normas técnicas oficiais, indicando a direção da saída.
III.As saídas de emergência devem ser fechadas com chaves equipadas com dispositivos que permitam uma abertura fácil do interior do estabelecimento.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3485026 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora 7 (NR-7) estabelece diretrizes e requisitos para o desenvolvimento do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO nas organizações, com objetivo de proteger e preservar a saúde de seus empregados em relação aos riscos ocupacionais. De acordo com essa norma:
Alternativas
Q3485025 Segurança e Saúde no Trabalho
Os estudiosos da ergonomia defendem a importância da perfeita adaptação do homem ao ambiente de trabalho para garantir conforto e aumentar a produtividade, reduzindo riscos e promovendo satisfação. A falta dessa adaptação pode expor o trabalhador a riscos físicos e mentais. Cada atividade nas empresas requer recomendações ergonômicas específicas, incluindo procedimentos técnicos, ajustes, equipamentos, ventilação, iluminação e requisitos para proporcionar condições eficientes de desempenho. Nas atividades de processamento eletrônico de dados, deve-se observar que:
Alternativas
Q3485024 Segurança e Saúde no Trabalho
É muito importante que os trabalhadores possam entender e identificar os riscos aos quais estão expostos durante o dia a dia de trabalho. Por isso, a NR-26 surgiu para descrever as regras de sinalização de segurança que garantem a saúde e o bem estar dos profissionais. Assim, avalie as proposições:

I.A utilização de cores para comunicação de segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho é recomendada para indicar e alertar sobre perigos e riscos, dispensando outras formas de prevenção quando empregada de maneira abrangente e clara.
II.Os trabalhadores devem receber treinamento sobre os perigos, os riscos, as medidas preventivas para o uso seguro e os procedimentos para atuação em situações de emergência com o produto químico.
III.Os produtos registrados como saneantes na Agência Nacional de Vigilância Sanitária devem apresentar a rotulagem preventiva, com pictograma de perigo, palavra de advertência, frases de perigo e frases de precaução.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3485023 Segurança e Saúde no Trabalho
Dentro de uma empresa, existe a necessidade de transportar, movimentar e manusear os produtos e materiais de um local para o outro, devendo assim, existir regulamentações para o processo de trabalho. Assim, avalie as proposições:

I.Para os equipamentos de transporte motorizados, como empilhadeiras e tratores, os operadores devem ter autorização formal da empresa e portar, durante o horário de trabalho, identificação com nome, fotografia e validade do treinamento. A permissão cedida pela empresa tem validade de 1 ano; para uma nova autorização, o empregado deverá passar por exame de saúde completo e reciclagem do treinamento de segurança do trabalho.
II.As máquinas destinadas ao transporte de pessoas também devem ter um controle de segurança. Os carros manuais, no entanto, não necessitam de equipamentos específicos para o manuseio.
III.Deve-se indicar nas máquinas transportadoras, empilhadeiras e tratores, em local visível, a carga máxima permitida, pois é comum a ocorrência de acidentes por excesso de carga.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3485022 Segurança e Saúde no Trabalho
A segurança no trabalho em máquinas e equipamentos requer o uso correto de dispositivos de proteção, treinamento adequado dos operadores e a manutenção regular dos equipamentos, visando prevenir acidentes e garantir um ambiente laboral seguro. A respeito da segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

()As vias principais de circulação, no interior dos locais de trabalho, e as que conduzem às saídas devem ter, no mínimo, um metro e vinte centímetros de largura e ser devidamente demarcadas e mantidas permanentemente desobstruídas.
()O acionamento e o desligamento simultâneo, por um único comando, de um conjunto de máquinas ou de máquina de grande dimensão, devem ser precedido de sinal de alarme.
()Como os reparos, ajustes e inspeções são executados com as máquinas em movimento, é necessário que essas possuam dispositivos de acionamento e parada posicionados de maneira que possam ser controlados em caso de emergência por alguém que não seja o operador.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA: 
Alternativas
Q3485021 Segurança e Saúde no Trabalho
A NR 11 dispõe sobre transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais. Sobre a circulação de pessoas nas áreas de movimentação das chapas, segundo a NR 11, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3485020 Segurança e Saúde no Trabalho
O trabalho em altura demanda rigorosas medidas de segurança, incluindo o uso de equipamentos adequados e treinamento específico para prevenir quedas, garantindo a integridade física dos trabalhadores em atividades elevadas. A respeito do trabalho em altura, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3485019 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a Política Nacional de Saúde do Trabalhador, qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre a garantia da integralidade na atenção à saúde do trabalhador?
Alternativas
Q3485018 Segurança e Saúde no Trabalho
A segurança no trabalho com eletricidade requer o cumprimento de Normas rigorosas, treinamento especializado e uso de equipamentos de proteção adequados para prevenir choques elétricos e garantir um ambiente laboral seguro para os profissionais que lidam com sistemas elétricos. No contexto de segurança no trabalho com eletricidade, qual das alternativas abaixo representa a definição mais adequada de arcos voltaicos?
Alternativas
Q3485017 Segurança e Saúde no Trabalho
Considere as afirmativas a seguir relacionadas a Norma Regulamentadora de número 7 (NR 7), da consolidação das Leis do trabalho, relativas à segurança e medicina do trabalho. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

()A NR 7 exige que todos os empregadores implementem o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), o qual terá caráter de prevenção terciária, com a proposta de reduzir complicações ou agravos no quadro da saúde dos seus trabalhadores.
()O exame médico periódico é obrigatório para trabalhadores expostos a riscos ou condições de trabalho que possam desencadear doenças ocupacionais, devendo ser realizado a cada dois anos, para indivíduos com menos de dezoito anos e com mais de quarenta e cinco anos de idade.
()Para cada exame médico realizado, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), em duas vias. A primeira via do ASO ficará arquivada no local dtrabalho do trabalhador, inclusive frente de trabalho ou canteiro de obras, à disposição da fiscalização do trabalho.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3485016 Engenharia Civil
As principais legislações relacionadas à prevenção e ao combate a incêndios são a NR-23 - Proteção Contra Incêndios e as normas estabelecidas pelas legislações estaduais. A NR-23 foi reduzida para dar mais força às legislações estaduais e normas técnicas aplicáveis, porém, o trecho mais importante é descrito no item 23.1, que diz que: 
Alternativas
Q3485015 Segurança e Saúde no Trabalho
A segurança em instalações elétricas é crucial para prevenir acidentes, garantindo a correta montagem, manutenção e uso de equipamentos. No que diz respeito às instalações e serviços em eletricidade, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3485014 Segurança e Saúde no Trabalho
Doença profissional é uma entidade mórbida produzida ou desencadeada pelo exercício de trabalho peculiar a uma determinada atividade. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

()Sendo constatada a ocorrência ou agravamento de doenças profissionais, mesmo sem sintomatologia, cabe ao médico responsável solicitar à empresa a emissão da Comunicação de Acidentes do Trabalho - CAT.
()A empresa é responsável por comunicar a doença profissional de trabalho à Previdência Social até o sétimo dia útil após a data que for realizado o diagnóstico ou a data do início da incapacidade laborativa para o exercício da atividade habitual.
()O trabalhador segurado que sofreu doença profissional ou de trabalho tem garantidos os mesmos direitos previdenciários e trabalhistas assegurados ao trabalhador acidentado no trabalho.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA: 
Alternativas
Q3485013 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora de número 24 estabelece as condições mínimas de higiene e de conforto a serem observadas pelas organizações, devendo o dimensionamento de todas as instalações regulamentadas por esta norma, ter como base o número de trabalhadores usuários do turno com maior contingente. Levando em consideração as instalações sanitárias, a proporção mínima de uma instalação sanitária deve ser:
Alternativas
Q3485012 Segurança e Saúde no Trabalho
Considere as afirmativas relacionadas à Norma Regulamentadora nº 6 (NR-6), apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

()É uma Norma especial, responsável pela regulamentação da execução de trabalhos com uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
()É obrigação do prestador de serviço buscar o melhor EPI, que seja adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento.
()É dever do empregado responsabilizar-se pela guarda e conservação dos equipamentos.

Assinale a alternativa com a sequência de julgamento respectivamente CORRETA:
Alternativas
Respostas
901: B
902: C
903: A
904: D
905: A
906: D
907: A
908: C
909: D
910: C
911: A
912: C
913: D
914: B
915: A
916: D
917: C
918: C
919: D
920: C