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Q4000429 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

 Assinale a alternativa em que a frase reescrita está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q4000428 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

 Leia as passagens:


•  A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). (4o parágrafo)

•  ... Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. (6o parágrafo)


As palavras em destaque foram empregadas nos trechos para estabelecer, respectivamente, relação de sentido de 

Alternativas
Q4000427 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q4000426 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

De acordo com as informações textuais, é correto afirmar:
Alternativas
Q4000425 Português

 Leia o texto para responder à questão.



 O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.

    Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.

    Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.

    A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.

    Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.

    A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.

    Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.


(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)

O texto informa que
Alternativas
Q3981075 Segurança e Saúde no Trabalho
Em uma fábrica, trabalhadores estão expostos a níveis elevados de ruído provenientes de máquinas em operação contínua. Esse agente ambiental pertence ao grupo de riscos:
Alternativas
Q3981074 Segurança e Saúde no Trabalho
Em um posto de combustíveis, um trabalhador atua de forma habitual no abastecimento de veículos, permanecendo em área com presença de líquidos inflamáveis durante o exercício de suas atividades. À luz do disposto na Norma Regulamentadora n.º 16 (NR-16), essa situação caracteriza:
Alternativas
Q3981073 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante um princípio de incêndio em um almoxarifado industrial, ocorre a ignição de líquidos inflamáveis armazenados em recipientes abertos, como solventes e tintas à base de hidrocarbonetos, sem envolvimento de equipamentos energizados. Considerando a classificação dos incêndios quanto à natureza do material combustível, essa situação corresponde a incêndio da classe:
Alternativas
Q3981072 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante o planejamento de um trabalho em altura, o responsável técnico analisa especificamente o fator de queda, conforme previsto na Norma Regulamentadora n.º 35 (NR-35), para avaliar a severidade de uma possível queda e a adequação do sistema de proteção individual contra quedas a ser utilizado. À luz desse conceito normativo, o fator de queda corresponde à:
Alternativas
Q3981071 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante avaliação quantitativa da exposição ocupacional à poeira respirável contendo sílica livre cristalina, nos termos do Anexo 12 da NR-15, foram obtidos os seguintes resultados:

• massa total de poeira respirável: 0,8 mg
• teor de sílica livre cristalina: 14%
• volume de ar amostrado: 400 litros

Sabendo que o limite de tolerância calculado é de 0,5 mg/m³, conclui-se que trata-se de:
Alternativas
Q3981070 Segurança e Saúde no Trabalho
A Análise Ergonômica do Trabalho (AET), prevista na Norma Regulamentadora n.º 17 (NR-17), deve ser elaborada sempre que as condições de trabalho assim o exigirem. À luz da NR-17 e do seu papel no sistema de gestão de segurança e saúde no trabalho, a AET caracteriza-se por:
Alternativas
Q3981069 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante uma inspeção técnica em uma indústria química, o profissional de Segurança do Trabalho analisa previamente o processo produtivo, identifica as matérias-primas utilizadas, verifica as etapas com potencial de geração de agentes químicos, consulta as fichas de dados de segurança (FDS) e mapeia os postos de trabalho com possibilidade de exposição, sem realizar medições ambientais ou coleta de amostras. Considerando as etapas clássicas da Higiene Ocupacional, essa atuação corresponde à fase de:
Alternativas
Q3981068 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a avaliação quantitativa da exposição ocupacional a um agente químico, verificou-se que o limite de tolerância média ponderada no tempo (LTMP) é de 100 ppm, sendo que a substância também possui valor teto definido em norma. As medições realizadas indicaram que, em determinados momentos da jornada, a concentração atingiu 120 ppm, embora a média ponderada da exposição tenha sido de 80 ppm. Considerando os critérios técnicos de Higiene Ocupacional aplicáveis, essa situação:
Alternativas
Q3981067 Segurança e Saúde no Trabalho
Um trabalhador realiza atividade de esmerilhamento de peças metálicas, estando exposto à projeção de partículas sólidas que podem atingir os olhos e a face. Considerando essa situação de trabalho, constitui exemplo de Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado para esse risco:
Alternativas
Q3981066 Segurança e Saúde no Trabalho
No âmbito da Higiene Ocupacional, o nível de ação corresponde ao valor da concentração do agente ambiental, a partir do qual devem ser adotadas medidas preventivas. Considerando que o limite de tolerância do gás sulfídrico previsto na NR-15 é de 8 ppm, o nível de ação desse agente é de:
Alternativas
Q3981065 Segurança e Saúde no Trabalho
Na Higiene Ocupacional, a hierarquia de controle dos riscos estabelece que as medidas devem ser priorizadas de modo a atuar diretamente sobre a fonte geradora ou sobre o meio de propagação, reduzindo a exposição antes da adoção de medidas administrativas ou individuais. À luz desse princípio técnico, representa uma medida de controle coletivo o(a): 
Alternativas
Q3981064 Segurança e Saúde no Trabalho
Um trabalhador executa atividades a céu aberto, exposto ao calor ambiental proveniente exclusivamente da radiação solar, sem a existência de fonte artificial de calor no local de trabalho. Considerando o campo de aplicação do Anexo 3 da NR-15, que estabelece critérios para a caracterização de atividades insalubres por exposição ocupacional ao calor, essa situação:
Alternativas
Q3981063 Segurança e Saúde no Trabalho
Um trabalhador atua em uma indústria metalúrgica operando equipamentos que geram ruído de impacto, tendo sido constatado, por meio de avaliação técnica, que os níveis de pressão sonora ultrapassam os limites de tolerância estabelecidos no Anexo 2 da NR-15. Considerando a legislação trabalhista e previdenciária vigente, essa condição caracteriza o direito ao recebimento de adicional de:
Alternativas
Q3981062 Segurança e Saúde no Trabalho
No conjunto das Normas Regulamentadoras, há uma norma específica que estabelece requisitos de segurança para a operação de fornos utilizados nos processos produtivos. Considerando o disposto nas Normas Regulamentadoras vigentes, a NR que trata especificamente da segurança na operação de fornos é a:
Alternativas
Q3981061 Segurança e Saúde no Trabalho
Em uma empresa industrial, um trabalhador é transferido de um setor administrativo para uma área operacional, passando a exercer atividades com exposição a agentes físicos e químicos inexistentes em sua função anterior. Considerando as exigências do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), previstas na NR-07, quanto aos exames médicos obrigatórios, nessa situação, deve ser realizado o exame:
Alternativas
Respostas
61: E
62: B
63: C
64: D
65: C
66: A
67: A
68: B
69: D
70: D
71: B
72: D
73: D
74: C
75: B
76: A
77: A
78: A
79: A
80: C