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No princípio de um incêndio, existem alguns pontos de temperatura que são primordiais para que o combustível entre em combustão: a temperatura mínima em que um combustível desprende vapores ou gases inflamáveis que combinados com o oxigênio do ar e em contato com uma fonte de calor começam a se queimar, mas quando esse combustível é afastado da fonte de calor, as chamas não se mantêm; a temperatura mínima na qual a chama se sustenta, já sem a necessidade de manter a fonte de calor externa; e a temperatura em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, independentemente de qualquer fonte de calor.
Esses pontos são, respectivamente, ponto de
Considerando o que é disposto na norma, o adicional de insalubridade deve ser calculado sobre o
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) trata, no seu Capítulo V do Título II, dos temas relacionados à Segurança e Medicina Do Trabalho.
Entre o disposto nos artigos presentes nesse capítulo, é correto afirmar que
Gilberto fez esta tabela para registrar suas movimentações financeiras.

Nessa tabela, há três espaços com interrogação que podem ser preenchidos por meio de cálculos.
Preenchendo corretamente a tabela, pode-se afirmar que a soma dos valores das duas últimas entradas é igual a
Considerando que o espaço representado pelo quadrilátero ABCE é um quadrado, e que o triângulo CDE é retângulo em D, é correto afirmar que o perímetro do pátio representado pelo polígono ABCDE é
Há dois anos, Ricardo e Marlene tinham três filhos e dois netos, e as idades dessas sete pessoas eram respectivamente: 64, 61, 34, 28, 25, 4 e 1 anos. Hoje, além dessas sete pessoas, há um terceiro neto com 1 ano de idade.
A média aritmética das idades dessas oito pessoas hoje, comparada com a média aritmética das sete pessoas, há dois anos,
Eraldo, Francisco e Geraldo trabalharam por hora nas empresas J e K, que remuneram com valores fixos por hora trabalhada. Eraldo trabalhou 4 horas na empresa J e 5 horas na empresa K, recebendo ao todo R$ 1.230,00. Francisco trabalhou 8 horas na empresa J e 2 horas na empresa K, recebendo ao todo R$ 1.260,00.
Sabendo que Geraldo trabalhou 5 horas em cada uma das empresas, o valor total que ele recebeu é igual a
O tapete menor é retangular, e seu comprimento é 4 m a mais do que sua largura. Outro tapete, também retangular, com seu comprimento sendo 2 m a mais do que o comprimento do tapete menor e sua largura sendo igual ao comprimento do tapete menor. O tapete menor está totalmente em cima do tapete maior, e a área do tapete maior, que não está coberta, é de 42 m2 .
Qual é a área do tapete maior?
Para embalar um determinado tipo de peças, idênticas, foram utilizadas 285 caixas, de mesmo tamanho, cuja capacidade de cada uma é de 13 peças.
Se essas mesmas peças fossem embaladas em caixas, cuja capacidade de cada uma é de 19 peças, o número de caixas necessárias seria de
Na loja Compre e Faça, Valéria observou que uma furadeira, cujo preço original era R$ 425,00, estava sendo oferecida por R$ 306,00, e que, uma trena de preço original R$ 35,00 apresentava uma etiqueta de oferta por R$ 23,80.
Considerando essas duas ofertas, o maior desses dois descontos, em porcentagem, é de
Durante a vigilância noturna de uma empresa, dois vigilantes realizam rondas simultâneas em percursos distintos, com o mesmo ponto de partida e chegada. Ambos iniciam as rondas exatamente à meia-noite e seguem repetindo continuamente seus percursos até as 5 horas da manhã, momento em que encerram o turno ao concluírem suas respectivas rondas. Um dos vigilantes completa o percurso em 20 minutos, enquanto o outro leva 25 minutos.
Nesse intervalo de tempo, o número de vezes em que apenas um dos vigilantes conclui o percurso, sem coincidência com a conclusão do outro no ponto de chegada, é igual a
Natanael usou dois quintos de R$ 2.820,00 para pagar algumas contas. Com a sexta parte do que sobrou, comprou um par de sapatos para sua esposa.
O valor pago por esse par de sapatos é igual a
Leia manchetes publicadas no jornal O Estado de S. Paulo e assinale a alternativa que, em conformidade com a norma- -padrão do emprego do sinal indicativo de crase, completa, respectivamente, as lacunas.
• Uso da pimenta passa _________ ser visto como aliado contra a padronização do gosto.
• As pimentas do gênero Capsicum foram domesticadas nas Américas e, _____________ partir do Brasil, levadas pelos portugueses para outros continentes.
• Leilão de veículos – É amanhã! 02/02 ________ 9h30.
• Agentes federais matam ___________ tiros enfermeiro em Minneapolis.
• Júri testou as marcas ____________ venda em supermercados e escolheu as melhores.
Leia a tira a seguir:

Mantendo o mesmo modo da forma verbal “Leve”, no início do 1o quadro, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
Leia a tira a seguir:

Levando-se em consideração o tratamento pronominal do 2o quadro, e em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal, assinale a alternativa que completa as lacunas.
Leia o texto para responder à questão.
O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.
Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.
Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.
A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.
Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.
A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.
Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.
(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
O Brasil tem, hoje, quase 670 mil presos distribuídos em 1.563 unidades prisionais pelo País. Desses presídios, menos da metade oferece cursos profissionalizantes a detentos.
Sul-mato-grossense de 42 anos, Leandro Oliveira, o Léo, foi um dos poucos que aprenderam uma profissão na prisão. Hoje, vive uma nova realidade. “Ali eu descobri algo que eu não sabia. Eu não sabia que tinha facilidade para ensinar. Lá dentro me tornei professor de informática. Fui professor de capacitação pessoal e profissional. Fui formado lá dentro. Lá dentro eu virei palestrante. Pessoas vieram de outros locais para, lá dentro, ouvir uma palestra minha”, e a elogiaram, afirma.
Léo é egresso do sistema penitenciário paulista, cumpriu sua pena, e o empreendedorismo representou a chave para uma nova vida. A trajetória mostra que, além da história pessoal de superação, a ressocialização é repleta de desafios.
A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP) destina só 2% do orçamento a ações de ressocialização, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Ainda conforme a SAP, em muitas unidades prisionais há vagas para os cursos oferecidos, a participação é facultativa, e o benefício depende do interesse do detento.
Leandro mostrou interesse. Hoje gestor universitário, ele passou meia década na Penitenciária de Assis, no interior paulista, por tráfico de drogas. Encontrou na proposta educacional do sistema um recomeço. Durante a reclusão, foi professor de informática, mestre de cerimônias, professor de capacitação profissional e palestrante. Além de seu emprego formal, Léo encabeça, hoje, um curso de desenvolvimento profissional para pessoas que, assim como ele, procuram por uma “virada de chave”. Quem passa pela formação é orientado sobre apresentação e vocabulário apropriado para entrevistas de emprego. “É ter um cartão de visita de uma maneira que não agrida a cultura, a identidade do aluno”, reforça.
A socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) Maiara Corrêa reforça a efetividade de ações educativas na redução da reincidência, embora saliente que o retorno ao crime não é motivado por um único fator. Em um país de cadeias superlotadas, o retorno ao sistema prisional é ainda mais sensível. “Com muita gente, há outros problemas. Surgem o desemprego, a marginalização, o estigma e, aí, a reincidência criminal”, diz Maiara.
Outro problema das prisões brasileiras é a forte presença das facções, que cooptam presos. Essa dependência pode seguir após a liberdade.
(Lucas Thaynan, Cindy Damasceno, Bruno Ponceano, Marcos Müller, O Estado de S. Paulo, 15 de junho de 2025. Adaptado)