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Quando desejamos transferir sinais de um aparelho para outro, precisamos usar cabos que possuam plugues em suas extremidades de acordo com as entradas e saídas de sinais que desejamos interligar. Para esta finalidade, usamos cabos adaptadores que podem ser adquiridos com diversos tipos de conectores e plugues nas suas extremidades, conforme a figura abaixo:
BRAGA, Newton. Fundamentos de som e acústica. São Paulo, NBC, 2015, p. 307.
Qual dos cabos mostrados na imagem é utilizado para conectar dispositivos que transmitem sinais de áudio analógico de forma estéreo?
Um técnico está montando um circuito de retificação para transformar corrente alternada (CA) em corrente contínua (CC), conforme a imagem apresentada. Ele utiliza um componente que permite a passagem da corrente elétrica apenas em um sentido, bloqueando a circulação no sentido contrário. Qual componente está sendo utilizado nesse circuito e por quê?
A sonoplastia, vista num todo, constitui um processo muito mais complexo do que uma simples mesa cheia de aparelhos e botões. Não é apenas uma máquina eletrônica que se esconde dentro de uma cabine de controle. É, antes, um processo de criação artística, constituído de diversas fases de realização. O valor de uma sonoplastia não resiste simplesmente na qualidade acústica de um som, nem na beleza própria de uma música. É a adequação, a precisão, a clareza de propósito, a expressividade de um som, que justificam, antes de mais nada, a importância e o valor de uma sonoplastia.
CAMARGO, Roberto Gil. A sonoplastia no teatro. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Artes Cênicas, 1986, p.8-9.
O texto menciona a presença de fases na execução da sonoplastia em um espetáculo. A ordem lógica das etapas desse processo é:
Observe a imagem a seguir.

Google. Disponível em: https://www.pinterest.com/pin/336855247099622882. Acesso em: 14 set. 2025.
A imagem corresponde à afinação de uma fonte de luz intitulada:
“compreende elementos visuais que permitam situar o espaço teatral, a distribuição e posicionamento das fontes luminosas nesse espaço e as informações de cada uma dessas fontes. Quais informações de cada equipamento estarão contidas na planta de iluminação podem variar, de acordo com os objetivos do iluminador ou iluminadora. No entanto, usualmente podem compreender algumas ou todas das seguintes informações: numeração da unidade na vara, numeração de canal, numeração de circuito, numeração de dimer, cor e numeração de catálogo do fabricante de filtro de luz, potência, tipo de aparelho, tipo de lâmpada, gobo, e demais acessórios.”
BENTIVEGNA, Marisa. Iluminação cênica. São Paulo: Sesc Digital, n.d, p.39
Considerando o uso desse documento, sua função prática é
Considerando o funcionamento do protocolo DMX, a lógica de endereçamento aplicada nessa tabela
Nos anos 1980, surgem os moving lights. Essa nova geração de refletores da era digital constituiu-se, primeiramente, de uma lâmpada de descarga refletida em um espelho móvel e, depois, de refletores que têm a “cabeça móvel” (moving heads) e que possuem um disco de cor e de efeitos. Através desses novos refletores móveis a luz se movimenta em cena, possibilitando, além de um mesmo refletor para muitos efeitos, o movimento dos fachos de luz.
FORJAZ, Cibele Simões. À luz da linguagem – um olhar histórico sobre as funções da iluminação cênica. Revista Sala Preta, v. 15, n.2, 2015, p.131.
Considerando as características de sua aplicabilidade, os moving lights possibilitam
Comumente conhecidos como refletores, os instrumentos de iluminação são equipamentos complexos e sofisticados. No Brasil, muitos artistas não familiarizados com o universo da iluminação se referem a eles como: refletores, spots, holofotes, dentre outros. [...] Três elementos são minimamente necessários para dar forma a um instrumento de iluminação, são eles: fonte de luz, espelho refletor e gabinete “carcaça”. Instrumentos mais sofisticados, e por isso de melhor qualidade, fazem uso de mais um elemento: a lente ou conjunto de lentes. O espelho refletor tem a função aproveitar os feixes de luz emitidos pela lâmpada e direcioná-los para fora do gabinete. A lente, por sua vez, formata a trajetória do fluxo luminoso. Ela pode distribuir os feixes de luz de forma ampla “varrendo o espaço” ou concentrá-los, projetando a luz objetiva e precisamente numa área pontual, independentemente da distância.
BENEVIDES, Pedro; TUDELLA, Eduardo; ARAÚJO, Renato. Fundamentos da iluminação. Salvador: UFBA, Escola de Teatro; Superintendência de Educação a Distância, 2023, p.49-50
Na iluminação cênica, os refletores PC (plano-convexo) e Fresnel apresentam diferenças importantes quanto ao tipo de feixe de luz que produzem. São características dos refletores PC e Fresnel, respectivamente,