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Os abatimentos das cotas da superfície do piso das colunas do andar térreo ou do porão dos edifícios são chamados de:
O trecho de tubulação que compõe um sistema público de abastecimento de água e que não possui nenhuma derivação ao longo do seu comprimento é denominado de:
Para conferir na obra a quantidade de tijolos maciços recebidos é comum empilhá-los em lotes de:
Fundação profunda constituída de um poço(fuste), que normalmente apresenta-se com seção circular revestida ou não e tem uma base circular em forma de elipse é chamada de:
Os principais tipos de estacas moldadas in loco com recuperação de camisa são:
Quais os métodos que podem ser utilizados para realizarmos a locação de uma obra de pequeno porte, sem auxílio de instrumentos e que garantam certa precisão. No entanto se esses métodos forem utilizados nas obras de grande área poderão acumular erros, sendo conveniente, portanto, o auxílio da topografia.
Em muitas obras de engenharia a determinação das curvas de nível, dos perfis longitudinais e transversais e do levantamento fotogramétrico do terreno é passo importante na fase da elaboração dos projetos tanto do monumento arquitetônico quanto na elaboração dos Projetos Complementares de Engenharia.. Dentre os diversos métodos para levantamento do perfil do terreno podemos destacar os seguintes:
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Para imprimir mais força dramática ao seu texto, a autora opta por construí-lo com frases curtas, em que o ponto final, muitas vezes, substitui a vírgula. Exemplo desse procedimento é o trecho:
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Em “E foi ao bar beber uma”, há ausência de um termo que, entretanto, pode ser recuperado pelo contexto, pelo uso e também pela referência lingüística (feminino singular). O termo em questão é:
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Ao falar ou escrever, precisamos caracterizar os seres de que falamos ou indicar os seus limites e, para isso, lançamos mão dos adjetivos ou locuções adjetivas. Identifique a alternativa em que o termo destacado caracteriza a palavra a seu lado.