Questões de Concurso
Para assistente técnico - controle urbano
Foram encontradas 78 questões
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Analise as afirmativas a seguir:
1. A alvenaria pode ser empregada na confecção de diversos elementos construtivos (paredes, abóbadas, etc.), mas não pode ter função estrutural.
2. Quando a alvenaria é empregada na construção para resistir cargas horizontais, ela é chamada de alvenaria de vedação, pois além do seu peso próprio, ela suporta cargas (peso das lajes, telhados, pavimento superior, etc.) vedando a possibilidade de deformação.
3. Quando a alvenaria não é dimensionada para resistir cargas verticais além de seu peso próprio, é denominada alvenaria de vedação.
Está(ão) correta(s) apenas:
Considerando as características e as propriedades do concreto, analise as afirmativas a seguir
1. A mistura é alcalina.
2. O termo durabilidade de um material refere-se ao seu tempo de vida útil sob determinadas condições ambientais.
3. A permeabilidade é definida como a facilidade com que um fluido pode escoar através de um sólido.
Está(ão) correta(s):
Os abatimentos das cotas da superfície do piso das colunas do andar térreo ou do porão dos edifícios são chamados de:
A argamassa de assentamento deve ser preparada com materiais selecionados, granulometria adequada e com o traço de acordo com o tipo de elementos de alvenaria adotado. A seqüência de colocação de material que deve seguir o trabalhador na preparação da argamassa com auxílio da betoneira é:
Para conferir na obra a quantidade de tijolos maciços recebidos é comum empilhá-los em lotes de:
Fundação profunda constituída de um poço(fuste), que normalmente apresenta-se com seção circular revestida ou não e tem uma base circular em forma de elipse é chamada de:
Para realizar os serviços de sondagem geotécnica em dois terrenos, foi solicitado ao técnico responsável para que acompanhasse a equipe executora dos serviços. Respeitando as normas vigentes e considerando que os terrenos possuem 240m2 e 1050m2, a quantidade mínima necessária de furos para realização dos serviços é respectivamente:
Nos serviços de movimentação de terras a preocupação com segurança não pode ser esquecida. Dessa forma analise as afirmativas abaixo.
1. Depositar os materiais de escavação a uma distância superior à metade da profundidade
2. Os taludes instáveis com mais de 1,30m de profundidade devem ser estabilizados sem escoramento
3. Para economizar nos custos, a sinalização de segurança nos locais de trabalho com placas indicativas deve ser evitada
4. Somente deve ser permitido o acesso à obra de terraplenagem de pessoas autorizadas
5. Se a vizinhança apresentar uma construção bastante antiga e que já se tornou monumento histórico da humanidade pela suas características arquitetônicas, por medida de segurança, a nova construção predial que fica muito próximo a este Patrimônio Histórico deverá utilizar como elementos de sustentação as estacas tipo Franki.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Em muitas obras de engenharia a determinação das curvas de nível, dos perfis longitudinais e transversais e do levantamento fotogramétrico do terreno é passo importante na fase da elaboração dos projetos tanto do monumento arquitetônico quanto na elaboração dos Projetos Complementares de Engenharia.. Dentre os diversos métodos para levantamento do perfil do terreno podemos destacar os seguintes:
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Para imprimir mais força dramática ao seu texto, a autora opta por construí-lo com frases curtas, em que o ponto final, muitas vezes, substitui a vírgula. Exemplo desse procedimento é o trecho:
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Em “E foi ao bar beber uma”, há ausência de um termo que, entretanto, pode ser recuperado pelo contexto, pelo uso e também pela referência lingüística (feminino singular). O termo em questão é:
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Ao falar ou escrever, precisamos caracterizar os seres de que falamos ou indicar os seus limites e, para isso, lançamos mão dos adjetivos ou locuções adjetivas. Identifique a alternativa em que o termo destacado caracteriza a palavra a seu lado.
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Identifique a construção que se mantém fiel à idéia do trecho “O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade”.
Texto 1
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)
Com base no título da história, podemos fazer a seguinte reflexão: