Questões de Concurso Para psicólogo

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Q3385164 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Lei obriga mulher a ver imagens de fetos antes de aborto legal em Maceió


Carlos Madeiro
20/12/2023



A Câmara de Vereadores de Maceió promulgou ontem uma lei que obriga as mulheres que buscarem o serviço de aborto legal na rede municipal a ter encontros com equipes de saúde para ver vídeos, fotos e ilustrações de fetos e receber "orientações sobre riscos e as consequências" do procedimento.



 O que diz a lei


• Segundo a lei, os estabelecimentos de saúde de Maceió estão "obrigados a orientar e esclarecer às gestantes sobre os riscos e as consequências do abortamento nos casos permitidos pela lei, quando estas optarem pelo procedimento na rede pública."


• O texto determina que equipes multiprofissionais devem ser capacitadas para atuar prestando "esclarecimentos" não só à mulher, mas também aos seus familiares, sobre os "riscos do procedimento e suas consequências físicas e psicológicas."


• Entre as "orientações" citadas, a lei obriga a uma apresentação "de forma detalhada e didática", "por meio de vídeos e imagens", dos "métodos utilizados para executar o aborto, se valendo, inclusive, de ilustrações, o desenvolvimento do feto semana a semana."


• A lei estabelece que é necessário apresentar à mulher o programa de adoção.



Disponível em: https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/2023/12/20/lei-obriga-mulher-a-ver-imagens-de-fetos-antes-deaborto-legal-em-maceio.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em 12/11/2023.




Leia as afirmações a seguir a respeito da notícia apresentada:



I. A lei mencionada obriga mulheres que desejam fazer um aborto legal, na rede pública ou privada, a ouvirem orientações de profissionais da saúde acerca dos riscos enfrentados por quem se submete a esse procedimento.



II. A lei prevê a capacitação de equipes multiprofissionais para o atendimento tanto de mulheres que procuram o aborto legal na rede pública quanto de seus familiares.



III. As orientações previstas pela lei para as mulheres atendidas nos casos previstos vão desde imagens, vídeos até informações de caráter técnico-científico e apresentação de programa de adoção.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3385163 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023

Releia: “Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.” 



Assinale a única alternativa em que a reescrita do trecho apresentado mantém as relações de sentido presentes no trecho original:

Alternativas
Q3385162 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023
Nas alternativas a seguir, são apresentadas entre parênteses reescritas de trechos do texto, substituindo o segmento destacado por um pronome átono. Assinale a alternativa em que essa substituição NÃO segue os preceitos ditados pela norma culta do idioma.
Alternativas
Q3385161 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023

Releia o primeiro parágrafo do texto e analise as afirmações feitas sobre sua estrutura:


 “Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.”


I. A 1ª pessoa do plural em “vivemos” e “somos” constituise recurso usado para gerar identificação entre autor e possíveis leitores do texto, já que essas formas apresentam sujeito implícito semanticamente traduzido em “eu (autor) e você (leitor)”.



II. Em “que vem sendo usadas para impedir avanços”, a forma verbal destacada, segundo a norma culta, deveria ser acentuada (vêm) para sinalizar corretamente seu sujeito plural. 



III. O conectivo “mas”, presente em “mas também somos testemunhas”, tem valor adversativo, isto é, estabelece entre duas orações uma relação de contraste ou oposição.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3385160 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023

Releia o seguinte trecho do texto: 



“As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade”. 



Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, sinônimos contextuais para os termos destacados no trecho dado.

Alternativas
Q3385159 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023
O único argumento que NÃO pode ser usado para defender a tese de que políticas antigênero significam um retrocesso no direito das mulheres é: 
Alternativas
Q3385158 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023

A respeito do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 



I. Ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres estão, muitas vezes, associados à transfobia e a uma suposta defesa de meninas e mulheres.



II. Identidades transmasculinas são tão atacadas quanto as transfemininas pelas políticas antigênero, sempre baseadas nas características biológicas da pessoa. 



III. O critério biológico de definição da pessoa já foi utilizado para atacar indivíduos considerados “diferentes” em momentos distintos da história, culminando em segregação racial e negação de direitos desses indivíduos.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3384343 Psicologia

Em “Linhas de progresso na terapia psicanalítica”, Freud nos alertou para a necessidade de ampliar a prática da psicanálise para além dos limites dos consultórios, adequando a técnica para lidar com a vasta quantidade de sofrimento neurótico presente no mundo, sem comprometer a precisão e a seriedade que essa prática requer. Diante disso, considerando a adaptação da prática da clínica psicanalítica ao ambiente hospitalar, leia atentamente os itens a seguir:



I – O tratamento psicanalítico é conduzido a partir da associação livre, isso significa que o progresso da análise depende principalmente da maneira como o paciente se relaciona com o terapeuta, não necessariamente do ambiente físico em que ocorre a sessão. Portanto, no contexto hospitalar o setting analítico é construído no âmbito simbólico e não está relacionado a elementos como o divã, horário fixo das sessões e outros aspectos do ambiente clássico e pode ser estabelecido em qualquer lugar onde o psicanalista seja necessário, como o leito do paciente na enfermaria, a unidade de terapia intensiva, a sala de emergência ou mesmo durante uma reunião com a equipe médica.


II – O tempo transcorre no ritmo do subconsciente, muitas vezes restringido pela rotina hospitalar. As sessões psicológicas são breves, geralmente limitadas às entrevistas preliminares, porém seu impacto é significativo e pode gerar interesse em uma análise mais profunda. Frequentemente, o objetivo é aliviar a angústia, não necessariamente eliminá-la, mas sim simbolizá-la através da fala.


III – O psicanalista deve conduzir sua prática com a finalidade de aliviar a ansiedade do paciente, tranquilizálo conforme necessário, persuadi-lo a aderir ao tratamento médico ou facilitar a prática médica de várias maneiras, atuando no objeto desejante do paciente. Assim, o psicólogo será um facilitador do trabalho de elaboração psíquica, que produzirá um efeito de mudança de posição subjetiva, que inclui também o comportamento. 

Alternativas
Q3384342 Psicologia

    Em "Luto e Melancolia", publicado em 1917, Freud aborda o tema da perda e do sofrimento emocional, tecendo aproximações e distanciamentos entre o processo de luto saudável e a melancolia patológica. Ele descreve como, em alguns casos, a experiência de luto pode se transformar em um estado de melancolia. Nesse sentido, o autor aponta para a complexidade da psique humana, onde os processos emocionais podem se sobrepor e se entrelaçar, desafiando a distinção clara entre o que é considerado normal e o que é visto como patológico.


Considerando a prática profissional em hospitais, principalmente em setores onde a morte compõe o cotidiano de trabalho, torna-se cada vez mais necessário o aprofundamento sobre esta temática. Dito isso, analise com atenção as alternativas a seguir e assinale a que estiver coerente ao pensamento freudiano:

Alternativas
Q3384341 Psicologia

    A presença da psicologia em um ambiente hospitalar busca embasar-se em teorias que permitam lidar com as complexas nuances que surgem quando saúde e doença se entrelaçam. Assim, podemos observar uma diversidade de papéis e abordagens psicológicas que já foram incorporadas aos hospitais, cada uma delas com suas características e aplicabilidades únicas, fundamentadas em diferentes bases teóricas, o que contribui significativamente para a ampliação e aprimoramento de conceitos e aplicações no contexto hospitalar.


Nesse cenário, Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) destaca-se, principalmente por se tratar de uma abordagem que pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de vários tipos de paciente em vários contextos do ambiente hospitalar, tornando-a versátil e eficaz para muitas situações clínicas.


Considerando seus conhecimentos sobre a prática da Terapia Cognitivo Comportamental dentro do ambiente hospitalar, julgue as afirmativas abaixo em verdadeiro ou falso:



I –A Terapia Cognitiva trata-se de uma linha de psicoterapia breve, estruturada, orientada ao presente, direcionada a resolver problemas atuais e a modificar pensamentos e comportamentos disfuncionais.


II – Dentre as técnicas cognitivas comumente utilizadas no espaço hospitalar, está a psicoeducação, que inclui: a determinação do significado idiossincrático, cujo objetivo é questionar qual o significado da verbalização do paciente; o questionamento de evidências: exame das fontes de informação; a reatribuição: distribuir a responsabilidade pela situação; a ação de “descatastrofizar”: objetiva neutralizar as expectativas negativas, sendo um procedimento que leva o paciente a identificar seus piores temores perguntando o que de pior poderia lhe acontecer.


III – Na abordagem terapêutica cognitiva, o terapeuta auxilia o paciente a mudar seus padrões de pensamento e crenças por meio de intervenções clínicas, incluindo o uso do método socrático para questionar e desafiar crenças e padrões de pensamento disfuncionais que se tornaram rígidos e generalizados ao longo do tempo.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3384340 Psicologia
A Psicossomática é um campo da medicina e da psicologia que busca um entendimento da relação mente-corpo e dos processos de saúde-doença. Nesse contexto, considera-se que o paciente somático é um dos pacientes mais difíceis da prática diária dos profissionais de saúde. O diagnóstico, a classificação nosológica do seu quadro clínico e seu tratamento representam um permanente desafio. Mas afinal, quem é esse paciente? Assinale a alternativa que responde corretamente essa pergunta:
Alternativas
Q3384339 Psicologia

Quando se fala em cuidados paliativos, é comum associá-los imediatamente à ideia de morte iminente. No entanto, é importante compreender que os cuidados paliativos não se limitam apenas aos momentos finais da vida, eles abrangem todo o período de tratamento, desde o diagnóstico até o desfecho, que pode se estender por anos em casos de doenças crônicas incuráveis. Isso porque, esse tipo de abordagem têm como objetivo principal melhorar a qualidade de vida tanto dos pacientes quanto de suas famílias, oferecendo suporte para lidar com os desafios associados a doenças que ameaçam a vida, através da prevenção e do alívio do sofrimento, que envolve a identificação precoce, avaliação precisa e tratamento adequado da dor e outros problemas. Deste modo, os cuidados paliativos são considerados parte essencial dos serviços de saúde, integrados e centrados nas necessidades das pessoas, em todos os estágios de cuidado, visando aliviar o sofrimento independentemente de sua causa.


A seguir, encontram-se algumas competências centrais em cuidados paliativos que são parte da prática da (o) psicóloga (o), exceto:

Alternativas
Q3384338 Psicologia

    A dimensão emocional é essencial para dar vitalidade e significado às experiências humanas, conferindo-lhes profundidade e intensidade. Assim, a vida afetiva refere-se à gama de experiências emocionais de um sujeito, tais como o humor, as emoções e os sentimentos. Deste modo, compreende-se que alterações nesse campo atravessam diretamente a saúde mental e podem comprometer a vida social do sujeito. Por essa razão, devem receber uma atenção especial em psicopatologia.


Tendo como base esse enfoque, considerando seus conhecimentos a respeito das alterações psicopatológicas relacionadas à afetividade, avalie as afirmações a seguir e assinale a alternativa falsa: 

Alternativas
Q3384337 Psicologia

    A Psicologia Hospitalar trata dos aspectos psicológicos relacionados ao processo de adoecimento, portanto, reconhece que há um caráter subjetivo presente em todas as enfermidades, compreendendo a doença como um fenômeno biopsicossocial, no qual os aspectos biológicos, psicológicos e sociais estão interligados de forma complexa. Essa abordagem proporciona uma prática de promoção da saúde mais centrada no paciente, buscando tratar os doentes, não apenas as doenças ou sintomas isolados.


Diante do apresentado, analise os itens a seguir, levando em consideração seus conhecimentos sobre as especificidades do trabalho do psicólogo no ambiente hospitalar:


I – O(A) psicólogo(a) hospitalar atua tanto na Atenção Terciária ou Alta Complexidade quanto os serviços de Atenção Secundária. Isso inclui ambulatórios que fornecem acompanhamento a longo prazo, como aqueles que atendem gestantes de alto risco, bebês prematuros ou que estiveram na UTI neonatal, bem como centros especializados em condições específicas como HIV, oncologia e serviços ambulatoriais hospitalares voltados para a reabilitação pós-hospitalização, como casos de amputação e outras cirurgias complexas.


II – Há portarias do Ministério da Saúde que incluem, obrigatoriamente, a(o) psicóloga(o) na equipe mínima de serviços destinados à realização de cirurgia bariátrica, na atenção aos ostomizados e na atenção integral e humanizada ao recém-nascido grave ou potencialmente grave.


III – A(o) psicóloga(o) no âmbito hospitalar deverá estar implicada(o) não só com o sofrimento, mas com a evolução do quadro clínico até a fase final, com o luto e o óbito.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3384336 Psicologia

    A morte no hospital carrega significados culturais que são continuamente (re)construídos ao longo da história. Vivemos em uma época em que muito se avançou em tecnologia ao ponto de conseguirmos prolongar a vida, entretanto percebe-se um descompasso quando comparamos esse investimento com aquele relacionado às dimensões emocionais envolvidas com o tema da finitude da vida, que é frequentemente negligenciado na formação de profissionais de saúde. Dessa forma, os profissionais da sáude se tornam mais preparados para tratar e curar do que para lidar com a morte. Tal fenômeno gera uma gama de pacientes, familiares e profissionais com dificuldades em lidar com esse processo inevitável.


A esse respeito, considerando o papel da atuação do psicólogo em cenários onde a morte integra o cotidiano, julgue as alternativas apresentadas a seguir e assinale a alternativa incorreta: 

Alternativas
Q3384335 Psicologia

    Walace é um psicólogo que atua em uma Organização Não Governamental (ONG) que atende pessoas que vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Recentemente foi designado para coordenar um grupo contínuo de atenção psicológica para os acompanhados da instituição e está preocupado em como registrar os serviços realizados nessa modalidade de atendimento.


Considerando seus conhecimentos sobre o Código de Ética Profissional do Psicólogo e a Resolução do CFP n.º 6, DE 29 de março de 2019, que dispõe sobre a obrigatoriedade do registro documental decorrente de prestação de serviços psicológicos, assinale a alternativa que contém a recomendação correta para Walace seguir:

Alternativas
Q3384334 Psicologia

    Geane atua como psicóloga em uma empresa de consultoria em recursos humanos e foi contratada para realizar a avaliação psicológica de um grupo de pessoas com a finalidade se selecionar alguns candidatos que pleiteavam uma vaga de emprego. Após a realização de testes psicológicos, entrevistas e dinâmicas de grupo, Geane chegou à conclusão de quais profissionais estavam aptos para assumirem o cargo em questão. Assim, listou os nomes das pessoas aprovadas, entregou ao responsável do setor de contratação, e realizou a guarda dos testes e anotações produzidas em um arquivo que só ela tem acesso, tendo em vista que se trata de documentos de uso privativo de psicólogos.


Considerando seus conhecimentos sobre o Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP n.º 10/2005) e sobre a Resolução CFP n° 006/2019, que institui as regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pelo psicólogo em seu exercício profissional, julgue as alternativas a seguir, assinalando a alternativa correta:

Alternativas
Q3384333 Psicologia

    Ao adotar uma abordagem terapêutica no ambiente hospitalar, é fundamental contar com a participação de profissionais de diversas áreas do conhecimento para uma compreensão mais abrangente do processo saúde-doença, pois este é influenciado por uma variedade de fatores psicológicos, biológicos, econômicos, sociais e culturais. Assim, dentro do ambiente hospitalar, encontramos uma diversidade de especialistas, que contribuem com uma perspectiva única sobre o processo saúde-doença.


Levando em consideração inserção da Psicologia no ambiente hospitalar e especificamente, atuação da Psicologia da Saúde frente ao processo saúde e doença, analise as sentenças a seguir, assinalando a alternativa correta:

Alternativas
Q3384332 Psicologia

    Sônia Lourdes é uma psicóloga bem conhecida em sua cidade. Exerce a profissão há 20 anos, atendendo clinicamente o público infanto-juvenil. Como a demanda por acompanhamento conjunto com psiquiatra está alta, recentemente ela fez uma parceria com uma psiquiatra infantil recém-formada, que estava em busca de divulgar seus serviços. No acordo entre profissionais, além da psiquiatra também indicar pacientes à Sônia, a psicóloga receberia uma contrapartida financeira de 5% do valor da primeira consulta, caso os pacientes indicados iniciassem o acompanhamento psiquiátrico. Na última semana, ela recebeu uma visita do CRP em seu consultório. O conselho recebeu denúncias a respeito da conduta de Sônia, porém a psicóloga não entendeu quais infrações éticas estava supostamente praticando.


Considerando a presente situação hipotética e seus conhecimentos sobre o Código de Ética Profissional do Psicólogo, ajude Sônia, indicando a alternativa que apresenta corretamente as possíveis violações éticas que ela pode ter cometido no exercício de sua profissão:

Alternativas
Q3384331 Psicologia

Leia atentamente a descrição a seguir:



    _____________________ consiste em um documento que, por meio de uma exposição escrita, descritiva e circunstanciada, considera os condicionantes históricos e sociais da pessoa, grupo ou instituição atendida, podendo também ter caráter informativo. Visa a comunicar a atuação profissional da (o) psicóloga (o) em diferentes processos de trabalho já desenvolvidos ou em desenvolvimento, podendo gerar orientações, recomendações, encaminhamentos e intervenções pertinentes à situação descrita no documento, não tendo como finalidade produzir diagnóstico psicológico.



Assinale a alternativa que preenche adequadamente a lacuna:

Alternativas
Respostas
15521: C
15522: B
15523: D
15524: A
15525: B
15526: A
15527: C
15528: D
15529: D
15530: B
15531: C
15532: D
15533: B
15534: A
15535: D
15536: A
15537: A
15538: C
15539: D
15540: C