Questões de Concurso Para psicólogo

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Q3238173 Raciocínio Lógico
Uma afirmação equivalente à afirmação: ‘Se o jogo é bem jogado, então o resultado é a vitória ou é justo’, é:
Alternativas
Q3238172 Raciocínio Lógico
Uma negação lógica da afirmação: ‘Uma guerra é cruel e cria angústia e aumenta a insegurança’ é:
Alternativas
Q3238170 Português

Leia a tira a seguir


Imagem associada para resolução da questão


(O Estado de S. Paulo, 31 de agosto de 2024)



Assinale a alternativa que preenche, respectivamente e de acordo com a norma-padrão, as lacunas da tira.

Alternativas
Q3238168 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

Observa-se palavra ou expressão empregada em sentido figurado em: 
Alternativas
Q3238167 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

Leia as frases a seguir.


•  Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa? (1º parágrafo)


•  Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. (5º parágrafo)


Estão apresentados, correta e respectivamente, o sinônimo e o antônimo das palavras em destaque na alternativa:

Alternativas
Q3238165 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

De acordo com informações do texto, o comportamento dos chimpanzés diante da morte de Dorothy pode ser interpretado como
Alternativas
Q3235583 Psicologia
Leia a situação hipotética abaixo.
Um paciente relata, em sessão de psicoterapia, dificuldades significativas em manter relações interpessoais devido ao medo constante de rejeição. Durante o atendimento, você observa que ele tende a interpretar interações neutras como críticas e possui um padrão de evitação social. Considerando a abordagem cognitivo-comportamental, assinale a alternativa que apresenta a técnica mais apropriada para trabalhar inicialmente com esse paciente.
Alternativas
Q3235582 Psicologia
Leia a situação hipotética abaixo.

Um paciente relata sentimento de culpa persistentes associados a desejos que ele considera inaceitáveis, além de comportamentos compulsivos que ele descreve como tentativas de aliviar sua ansiedade. Durante a análise, observa-se que o paciente frequentemente utiliza racionalização para justificar suas ações e manifesta resistência ao explorar conteúdos reprimidos.

Com base nesse cenário, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa que explica a dinâmica psíquica envolvida na formação dos sintomas do paciente.
Alternativas
Q3235581 Psicologia
Leia a situação hipotética abaixo.

Uma paciente, diagnosticada com transtorno de ansiedade generalizada (TAG), apresenta pensamentos automáticos negativos recorrentes, como "Nunca vou conseguir resolver meus problemas" e "Sou uma fracassada". Durante as sessões de terapia, o psicólogo utiliza técnicas da terapia cognitivo-comportamental (TCC), incluindo reestruturação cognitiva, exposição e treinamento em relaxamento, para auxiliá-la no manejo dos sintomas. A paciente demonstra dificuldades em integrar os aprendizados das sessões no seu cotidiano, relatando pouca melhora em contextos fora do ambiente terapêutico. Além disso, em algumas sessões, a paciente expressa crenças centrais negativas profundamente arraigadas, como "eu não sou capaz" e "o mundo é ameaçador".

Com base no modelo da TCC, a abordagem mais indicada para potencializar os resultados do tratamento é:
Alternativas
Q3235580 Psicologia
A Escala de Gesell é um instrumento amplamente reconhecido para avaliar o desenvolvimento infantil. Para assegurar uma aplicação precisa e interpretações fundamentadas, o profissional deve considerar:
Alternativas
Q3235579 Psicologia
René Spitz, identificou efeitos profundos da privação emocional na infância, o que resultou em conceitos fundamentais para a Psicologia do Desenvolvimento. A partir dessa perspectiva, relacione os conceitos da 1ª coluna com as situações descritas na 2ª coluna.

1ª coluna:
1 - Hospitalismo.
2 - Ansiedade de separação.
3 - Privação socioafetiva.
4 - Depressão anaclítica.

2ª coluna:
(__) Em uma instituição de acolhimento, várias crianças apresentam comportamentos apáticos e atraso global no desenvolvimento, em razão da ausência de vínculo afetivo consistente.
(__) Um lactente demonstra retração emocional progressiva, caracterizada por choro excessivo, insônia e recusa alimentar após a perda de contato com a mãe
(__) Um bebê institucionalizado apresenta letargia, perda de peso e falta de reatividade a estímulos, apesar de receber cuidados básicos de alimentação e higiene.
(__) Uma criança manifesta ansiedade extrema ao ser separada do cuidador principal, mesmo quando a separação ocorre em um ambiente familiar e seguro.

A sequência CORRETA de cima para baixo é:
Alternativas
Q3235578 Psicologia
Leia a situação hipotética abaixo.

Durante o acompanhamento psicológico de um jovem adulto, o psicólogo adota a abordagem existencialista para trabalhar questões relacionadas à crise de identidade e à dificuldade de tomar decisões significativas sobre sua carreira e relacionamentos. Durante as sessões, o paciente frequentemente manifesta angústia em relação ao futuro, sentimentos de vazio e dificuldade em assumir responsabilidades pelas escolhas já feitas.

Considerando os fundamentos da abordagem existencialista, a estratégia psicoterápica adequada nesse contexto, é: 
Alternativas
Q3235577 Psicologia
Os centros de convivência, como uma estratégia de atendimento psicológico no contexto comunitário:

I. Oferecem suporte ao desenvolvimento de competências laborais ao integrar programas que visam à capacitação profissional e à melhoria da autonomia econômica dos participantes.
II. Proporcionam intervenções médicas especializadas destinadas ao tratamento de transtornos graves, atuando como substitutos de centros clínicos de saúde.
III. Promovem atividades estruturadas que incentivam a autonomia, a qualidade de vida e o protagonismo dos participantes em seus contextos sociais.
IV. Baseiam suas ações na aplicação de instrumentos psicométricos padronizados, garantindo a medição uniforme das capacidades cognitivas e emocionais dos atendidos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3235576 Psicologia
Leia a situação hipotética abaixo.

Uma mulher que vivencia um ciclo de violência doméstica procura atendimento psicológico, relatando sentimento de insegurança e uma dificuldade persistente em quebrar o vínculo com o parceiro abusivo. Durante as sessões, a psicóloga observa que a mulher demonstra resistência em reconhecer a gravidade da situação e frequentemente minimiza o comportamento do agressor.
Considerando as abordagens psicológicas, para mulheres em situações de violência, o psicólogo deve:

I. Aplicar técnicas de reestruturação cognitiva imediatamente, para que a mulher perceba claramente o abuso e tome decisões rápidas de mudança de comportamento.
II. Enfatizar o diagnóstico de transtornos mentais, como depressão ou transtorno de estresse póstraumático, independente das implicações sociais e contextuais da violência.
III. Priorizar a escuta atenta e a validação dos sentimentos da mulher, ajudando-a a perceber sua situação dentro do ciclo de violência, sem apressar decisões
IV. Ajudar a mulher a reconhecer seus próprios recursos internos e compreender sua situação de forma mais clara, para que ela possa tomar decisões de forma gradual.
V. Estimular a mulher a reviver episódios de abuso por meio de técnicas de exposição sugerindo uma solução rápida para que ela possa sair do ciclo de violência de maneira segura.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3235575 Psicologia
No contexto do psicodiagnóstico, os testes projetivos são ferramentas amplamente utilizadas pelos psicólogos devido à sua capacidade de:
Alternativas
Q3235574 Psicologia
Leia a situação hipotética abaixo.

Um pesquisador conduz um estudo sobre os impactos da ansiedade no desempenho acadêmico. Para isso, utiliza um questionário padronizado previamente validado em outra população. Durante a análise dos resultados, ele observa que os escores variam significativamente quando comparados a dados semelhantes de pesquisas internacionais. No entanto, percebe também que alguns itens do questionário não foram compreendidos pelos participantes, comprometendo a uniformidade das respostas.

Com base no contexto apresentado e nos fundamentos metodológicos da pesquisa psicológica, é correto afirmar que, a (o):
Alternativas
Q3235573 Psicologia
Assinale a alternativa correta em relação a abordagem gestáltica, para lidar com um paciente com histórico de dificuldades de comunicação em sua vida social que apresenta angústia constante diante de situações cotidianas, especialmente em interações com outras pessoas. 
Alternativas
Q3235572 Psicologia
Leia a situação hipotética abaixo.

Em um atendimento psicológico, um paciente apresenta dificuldades significativas em lidar com conflitos internos, muitas vezes se sentindo perdido diante de situações que envolvem relações interpessoais. Durante a intervenção, o psicólogo opta por utilizar a abordagem analítica, com ênfase na exploração do inconsciente e no processo de individuação.

Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta uma característica central da abordagem analítica em psicoterapia.
Alternativas
Q3235571 Psicologia
Considerando as diretrizes da Política Nacional de Saúde Mental e a inserção do psicólogo nas equipes de saúde pública, marque a alternativa correta em relação as atribuições do psicólogo no SUS.
Alternativas
Q3235570 Psicologia
Conforme a Resolução CFP nº 003/2007, assinale a alternativa INCORRETA em relação as atribuições do psicólogo responsável técnico em uma instituição.
Alternativas
Respostas
12361: B
12362: C
12363: B
12364: B
12365: E
12366: A
12367: D
12368: B
12369: A
12370: D
12371: C
12372: D
12373: D
12374: C
12375: D
12376: B
12377: C
12378: D
12379: C
12380: A