Questões de Concurso Para psicólogo

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Q3644998 Matemática
A tabela abaixo representa as vendas trimestrais de três produtos (Café, Algodão e Feijão) em diferentes regiões do Brasil, com valores em milhares de Reais.


Imagem associada para resolução da questão


A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- A Região Sudeste contribuiu com mais de 30% do total de vendas de todos os produtos.
II- A soma das vendas do Algodão nas Regiões Norte e Sul é menor que a soma das vendas do Café nas Regiões Nordeste e Centro Oeste.
III- A diferença entre as vendas do Café e as vendas do Algodão no Nordeste é maior que a diferença entre as vendas do Algodão e as de vendas do Feijão na mesma região.
IV- Neste ano, se o Algodão tivesse um aumento de 10% nas vendas da Região Nordeste, ele superaria o total de vendas do Café na mesma região.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3644997 Raciocínio Lógico
Sabendo que “No dado cúbico padrão, a soma dos números em duas faces opostas é sempre igual a 7”.

A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Em um dado padrão, a face com o número 2 é adjacente à face com o número 5.

PORQUE

II- Faces adjacentes em um cubo são aquelas que compartilham uma aresta.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3644994 Raciocínio Lógico
Dada a proposição: “Financiei a casa própria e saí do aluguel”.

A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Não financiei a casa própria e não sai do aluguel.
II- Não financiei a casa própria ou não saí do aluguel.
III- Não é verdade que financiei a casa própria e saí do aluguel.

Está equivalente a negação da proposição dada, o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3644992 Raciocínio Lógico
Em um grupo de 30 turistas, 15 falam inglês, 10 falam espanhol e 8 falam mandarim. Sabendo que 5 falam inglês e espanhol, 3 falam espanhol e mandarim, 4 falam inglês e mandarim e 2 falam os três idiomas. Quantos turistas não falam nenhum dos três idiomas?
Alternativas
Q3644991 Raciocínio Lógico
As Leis de De Morgan são dois teoremas fundamentais da lógica proposicional e da álgebra booleana que relacionam a negação com as operações de conjunção (AND) e disjunção (OR). Esses teoremas permitem manipular expressões lógicas de forma mais eficiente e realizar deduções de forma mais clara.
A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- A negação da proposição “João é inteligente e Maria é magra” é “João não é inteligente e Maria não é magra.”

PORQUE

II- As Leis de De Morgan afirmam que ∼ (PQ) é equivalente a ∼ P  ∼ Q.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3644990 Raciocínio Lógico
Dada a fórmula lógica F ≡ (PQ) →(∼PQ), e considerando a construção de sua tabela verdade, analise as afirmações a seguir. 

I- F é falsa somente quando P e Q têm o mesmo valor lógico.
II- F é verdadeira somente quando P é verdadeira e Q é falsa.
III- F é falsa em todos os casos.
IV- F é verdadeira em todos os casos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3644989 Matemática

Em uma divisão de bens, um herdeiro recebeu como herança os lotes pintados de preto na figura abaixo.



Imagem associada para resolução da questão



Sabendo que cada quadrado na representação tem comprimento e largura de 10 metros, quanto vai custar para este herdeiro cercar APENAS os seus 3 terrenos, sabendo que o valor do metro de cerca é R$ 10,00? 

Alternativas
Q3644988 Português

Leia o Texto III e responda à questão.



Texto III





Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com. Acesso em: 07 out. 2024. 

O excerto “tem muita gente com problema na conexão” pode ser substituído, com correção gramatical e sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q3644987 Português

Leia o Texto III e responda à questão.



Texto III





Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com. Acesso em: 07 out. 2024. 

Considerando as ideias apresentadas no Texto III, analise as assertivas que seguem.

I- Há uma duplicidade de sentido provocada pelo emprego do termo “conexão”.
II- Os dois sujeitos envolvidos na situação comunicativa estão se referindo ao mesmo tipo de conexão.
III- Há uma duplicidade de sentido provocada pelo emprego do termo “problema”.
IV- Cada um dos sujeitos envolvidos na situação comunicativa apresentada atribui um sentido distinto para o termo “conexão”.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3644611 Português
No período “A empresa informou aos candidatos que as entrevistas ocorreriam amanhã.”, a relação sintática correta é:
Alternativas
Q3644610 Português
Assinale a figura de linguagem presente em: “Li Machado de Assis ontem.” 
Alternativas
Q3644609 Português
A frase “A coordenação informou aos professores que seus prazos seriam prorrogados” é ambígua quanto ao referente de “seus”. Assinale a reescrita que elimina a ambiguidade e preserva a correção gramatical, sem recorrer à repetição do termo “professores”.
Alternativas
Q3644608 Português

Classifique a estrutura do período:


Assim que anoiteceu, os trabalhadores encerraram o expediente e o gerente conferiu os relatórios.”

Alternativas
Q3644607 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras constituem casos de derivação parassintética stricto sensu (isto é, a retirada de apenas um dos afixos impede a formação de palavra corrente no português atual).
Alternativas
Q3644606 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas pela regra do hiato com i/u tônicos (i ou u tônicos, sozinhos na sílaba ou seguidos de s, precedidos de vogal).
Alternativas
Q3644605 Português

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível


    Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.

    A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. 

    Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.

    Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.

    Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.

    Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza. 

    Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

    No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa? 


Fonte: Banca elaboradora – 2025.

Assinale a alternativa que melhor traduz a tese final do texto sobre “atenção” na vida pública e no trabalho.
Alternativas
Q3644604 Português

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível


    Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e-mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida.

    A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. 

    Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras.

    Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens.

    Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa.

    Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza. 

    Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

    No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa? 


Fonte: Banca elaboradora – 2025.

No quarto parágrafo, quando o autor pergunta “o que ficou melhor para o usuário?”, o alvo retórico é:
Alternativas
Respostas
9121: A
9122: B
9123: D
9124: D
9125: C
9126: A
9127: C
9128: B
9129: E
9130: E
9131: D
9132: C
9133: C
9134: B
9135: B
9136: C
9137: A
9138: B
9139: A
9140: D