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Ano: 2026 Banca: Prefeitura de Bombinhas - SC Órgão: Prefeitura de Bombinhas - SC Provas: Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Cardiologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e II - Artes | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e II - Educação Física | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e II - Espanhol | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Música | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Ensino Religioso | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Geografia | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - História | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Clínico Geral. | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Endocrinologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico ESF | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Ginecologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Ortopedista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Otorrinolaringologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Médico Pediatra | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Psicólogo | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental II - Ciências | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Informática | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Inglês | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Matemática | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Português |
Q3967292 Português
Assinale a alternativa em que o uso do pronome relativo e sua respectiva preposição está INCORRETO, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Prefeitura de Bombinhas - SC Órgão: Prefeitura de Bombinhas - SC Provas: Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Cardiologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e II - Artes | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e II - Educação Física | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e II - Espanhol | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Música | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Ensino Religioso | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Geografia | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - História | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Clínico Geral. | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Endocrinologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico ESF | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Ginecologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Ortopedista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Medico Otorrinolaringologista | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Médico Pediatra | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Psicólogo | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental II - Ciências | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Informática | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Inglês | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Matemática | Prefeitura de Bombinhas - SC - 2026 - Prefeitura de Bombinhas - SC - Professor de Ensino Fundamental I e Infantil - Português |
Q3967291 Arquitetura
Imagem faz parte da questão.
Q1.png (340×225)
Foto: Leonardo Zanin (https://www.criciuma.com.br/noticias/oclube/espaco-para-cadeirantes-e-revitalizado).

Considerando a composição visual da imagem e o contexto sociojurídico brasileiro contemporâneo, a presença do espaço reservado a cadeirantes em um local de grande visibilidade e interação social, como um estádio, revela que o objetivo central da arquitetura inclusiva apresentada é:
Alternativas
Q3965067 Noções de Informática
No recurso Pincel de Formatação do Microsoft Office, qual das alternativas a seguir apresenta corretamente a sua função principal? 
Alternativas
Q3965066 Noções de Informática
O gerenciador de tarefas do Windows é uma ferramenta administrativa que
Alternativas
Q3965065 Noções de Informática

Os cookies são arquivos criados pelos sites que o usuário visita. Analise as afirmativas a seguir sobre o gerenciamento de cookies no navegador Google Chrome e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:



( ) Os cookies permitem que sites lembrem preferências do usuário, como idioma e informações de login.


( ) O Google Chrome possibilita bloquear cookies de terceiros, para aumentar a privacidade do usuário.


( ) O site, ao bloquear os cookies, continua funcionando normalmente, sem qualquer impacto.


( ) O usuário pode excluir cookies de sites específicos diretamente nas configurações do navegador.


( ) Os cookies são utilizados exclusivamente para armazenar vírus e arquivos maliciosos no computador.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.

Alternativas
Q3965064 Segurança da Informação
As técnicas de segurança na internet são utilizadas para reduzir os riscos relacionados ao acesso não autorizado, perda de dados e ataques cibernéticos. Considerando práticas e mecanismos amplamente adotados para aumentar a segurança durante o uso da internet, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3965063 Noções de Informática
O sistema operacional Linux é conhecido amplamente pelos usuários por ser comum a prática do uso de linhas de comandos para realizar tarefas em geral, das mais simples às mais complexas. Assinale a alternativa que apresenta a ferramenta que permite ao usuário executar um comando como superusuário. 
Alternativas
Q3965062 Redes de Computadores
Os protocolos SMTP, IMAP e POP são utilizados na comunicação de e-mails entre dispositivos e servidores. Com base nas descrições e diferenças entre esses protocolos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3965061 Noções de Informática
A assinatura de e-mail é um recurso utilizado para padronizar informações que aparecem automaticamente ao final das mensagens enviadas. Considerando as funcionalidades da assinatura no Gmail, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3965060 Noções de Informática

As afirmativas a seguir descrevem diferentes modelos de implementação de computação em nuvem. Analise-as.



I- Esse modelo fornece recursos de computação (como servidores e armazenamento) por meio de um provedor terceirizado e compartilhado com outros usuários através da internet, oferecendo escalabilidade sob demanda e manutenção feita pelo provedor.


II- Esse modelo de infraestrutura em nuvem é usado exclusivamente por uma única organização, podendo estar no datacenter local da empresa ou sob a gestão de um provedor, garantindo maior controle e personalização dos recursos.


III- Esse modelo combina dois ambientes, permitindo que dados e aplicações sejam movidos entre eles para atender requisitos específicos, como conformidade regulatória, desempenho ou uso flexível de recursos.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos modelos de nuvem, considerando as afirmativas de cima para baixo:

Alternativas
Q3965058 Português

texto_II.png (823×292)

Disponível em: bichinhosdejardim.com/wp-content/uploads/2024/06/bdj-240611-web.png. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Na fala do terceiro quadro, as vírgulas foram usadas, de acordo com a norma, para intercalar um(a)
Alternativas
Q3965057 Português

texto_II.png (823×292)

Disponível em: bichinhosdejardim.com/wp-content/uploads/2024/06/bdj-240611-web.png. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Sobre as ideias que se podem inferir do texto 02, verifica-se que, em relação ao ponto de vista dos personagens, ele apresenta 
Alternativas
Q3965056 Português

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional. 

    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

    Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

    Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

    No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. 

Na passagem “Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.”, o sinal gráfico indicativo de crase foi usado, na expressão “às vezes”, de acordo com a norma, porque se trata de uma
Alternativas
Q3965054 Português

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional. 

    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

    Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

    Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

    No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. 

Na passagem “Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir.”, os verbos do último período formam uma figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3965053 Português

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional. 

    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

    Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

    Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

    No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. 

Na passagem “É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que ‘dá certo’, mas não satisfaz.”, a presença das aspas indica que a expressão “dá certo” foi usada
Alternativas
Q3965052 Português

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional. 

    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

    Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

    Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

    No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. 

Considere a passagem “’A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’”.


De acordo com o texto, a pessoa funcional é aquela que consegue



I- seguir uma rotina, mesmo passando por instabilidade emocional.


II- realizar atividades, desde que esteja equilibrado emocionalmente.


III- cumprir responsabilidades, mesmo diante de problemas emocionais.


IV- enfrentar corajosamente a frustação e o sofrimento inerentes à vida.


V- ter uma vida intensa, mesmo estando anestesiado emocionalmente.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3965051 Psicologia

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional. 

    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

    Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

    Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

    No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. 

Analise os comportamentos a seguir, tendo em vista aqueles que vão de encontro à anestesia emocional.



I- Encontrar sentido para a vida.


II- Sair dos padrões habituais.


III- Proteger-se do sofrimento.


IV- Viver com intensidade.


V- Evitar a frustração.



Estão CORRETOS os comportamentos apresentados em

Alternativas
Q3965050 Psicologia

A vida em “fogo baixo”


    Os dias parecem todos iguais. Até mesmo as coisas que antes encantavam ou entristeciam, agora já não afetam mais. Acordar, trabalhar, comer e dormir. Tudo no modo automático. Você está ali, mas parece que não. Funciona, mas não sente. É como se uma névoa tivesse se instalado diante do mundo. Esse sentimento, quando prolongado, tem nome: anestesia emocional. 

    Essa condição é mais discreta que outros transtornos, como a depressão. Ela não nos impede de viver, mas suga o sentido da vida. É nesse momento que muitas pessoas se veem presas em uma rotina que “dá certo”, mas não satisfaz. O relacionamento está ok. O trabalho, estável. A família, bem. Mas algo por dentro parece gritar em silêncio. Às vezes, é bom não colocar tanto peso em tudo, mas se anestesiar emocionalmente do mundo ao seu redor é um quadro sensível.

    Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, Marcos Torati explica que um dos indicadores da anestesia emocional é a ausência do sentido de vida. “Há a sensação de que ela não vale a pena e parece uma repetição eterna”, diz. “A pessoa perde a dimensão profunda dos seus erros e acertos, então se torna funcional, vivendo em ‘fogo baixo’. Não há tanta alegria, mas também não há grande tristeza ao ponto de incapacitar a vida, como na depressão”, complementa.

    Existe uma diferença sutil, mas importante, entre uma apatia passageira e uma anestesia emocional profunda. A primeira costuma estar associada a um evento reconhecível, como o fim de relacionamento, uma demissão no trabalho ou o estresse da rotina. A segunda, por sua vez, parece surgir “do nada”. “Na apatia pontual é mais fácil identificar uma relação de causalidade. Já a anestesia prolongada tem uma base inconsciente que a pessoa não consegue reconhecer tão prontamente”, explica o psicólogo.

    Além disso, nem sempre os sinais de anestesia emocional são óbvios. Em muitos casos, esse sentimento se manifesta de forma silenciosa, disfarçado em rotinas que funcionam, mas não preenchem. Para Torati, essa sensação pode ser resultado de um mecanismo de defesa comum, mas perigoso. “A pessoa pode entrar em um estado emocional apático para se defender contra a possibilidade de se frustrar. Porém, é justamente essa defesa contra a dor que pode levar à depressão”, afirma. Ele ressalta um tipo de paradoxo dessa postura: “É como se a pessoa colocasse a vida no modo econômico para evitar o sofrimento, mas isso também a impede de viver com intensidade.”

    No fim das contas, a anestesia emocional pode ser um pedido silencioso de ajuda. Não para voltar a ser como antes, mas para descobrir um novo jeito de sentir. [...]


BRITO, Diego. A vida em “fogo baixo”. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/. Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. 

De acordo com o texto, a anestesia emocional é um transtorno que
Alternativas
Q3965049 Psicologia

Rogers deparou-se com o experienciar da angústia em sua prática clínica, haja vista que sua abordagem psicoterapêutica se apropria de questões tipicamente humanas, apoiada em uma visão de homem que escolhe, avalia e decide, atravessado pela capacidade que ele tem de se atualizar (Rogers; Kinget, 1977, p. 39). Com base na concepção rogeriana, analise as afirmativas a seguir acerca da angústia no processo psicoterapêutico:



I- A angústia está associada ao estado de incongruência entre o “Eu Real” e o “Eu Ideal”.


II- A angústia é compreendida como fenômeno externo ao indivíduo, decorrente exclusivamente de pressões ambientais objetivas.


III- A redução da angústia favorece a diminuição das defesas e possibilita maior integração das experiências.


IV- A angústia, embora dolorosa, pode sinalizar um movimento de reorganização do autoconceito.



Estão CORRETAS apenas as afirmativas

Alternativas
Q3965048 Psicologia

Apesar de o processo terapêutico estar bem expresso didaticamente nas obras de Carl Ransom Rogers, seu olhar é permeado por uma conotação existencial que se pode inferir da angústia: a pessoa, diante da abertura à experiência, sente, pensa e inevitavelmente se mobiliza a escolher, percebendo que “[...] a ‘vida plena’ é um processo, não um estado de ser. É uma direção, não um destino”.


Assinale a alternativa que expressa corretamente um dos fundamentos centrais da abordagem centrada na pessoa, proposta por Rogers.

Alternativas
Respostas
2221: A
2222: C
2223: B
2224: A
2225: B
2226: C
2227: D
2228: A
2229: D
2230: E
2231: C
2232: A
2233: E
2234: C
2235: D
2236: B
2237: B
2238: D
2239: C
2240: E