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O preço cobrado pelos aplicativos de motorista particular depende de três variáveis: distância percorrida, tempo de viagem e demanda de viagens no horário solicitado pelo usuário. Há também um valor fixo de R$ 3,00 por viagem solicitada, pago por todos os usuários, independentemente das demais variáveis.
Os valores cobrados são os seguintes:
• R$ 0,80 por quilômetro rodado;
• R$ 0,30 por minuto de viagem;
• 6% sobre o valor final da viagem caso a solicitação de motorista ocorra em um horário de grande demanda.
Fábio solicitou um motorista pelo aplicativo de seu celular às 18h, horário de grande demanda, e gastou 25 minutos para fazer o trajeto de sua casa à sua faculdade.
Se ele pagou o valor de R$ 23,85 ao final da corrida, qual a distância, em quilômetros, de sua casa à faculdade?
Renato fez um empréstimo emergencial de R$ 800,00 direto de seu aplicativo do banco. Nessa modalidade de empréstimo, o banco cobra juro a uma taxa mensal de 5% ao mês. Transcorridos exatos dois meses após fazer o empréstimo, ele pagou R$ 500,00 de sua dívida. Um mês após esse pagamento, Renato pagou todo o restante que faltava.
O valor do último pagamento feito por Renato foi igual a
Em um ferro-velho, há somente carros pretos e brancos. 90% dos carros são pretos e 10% são brancos. Após uma triagem e conferência de todas as peças dos carros, o dono do ferro velho concluiu que alguns carros pretos seriam totalmente destruídos como sucata, no entanto, dos brancos, nenhum viraria sucata. Após alguns carros pretos virarem sucata, dos carros que sobraram no ferro velho, 75% eram pretos.
Qual o percentual aproximado, dos carros pretos que
foram destruídos e viraram sucata?
Júlio e César participam de uma equipe de treinamento e preparo físico individualizado. Ambos correm e pedalam com regularidade fixa de dias. Júlio corre 3 dias e pedala 1, seguido sempre dos 3 dias que corre, enquanto César corre 7 dias e pedala 3, também seguido dos 7 dias em que corre.
Em um período de 6 meses, em quantos dias Júlio e César estarão pedalando juntos?
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão .
TEXTO III
— Bié...
— Seu Nacib...
— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...
Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:
— Não pode mais não, Bié...
— O que?
— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.
Assustou-se:
— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?
— Pode não.
— E por que?
— Você é uma senhora, de posses, de representação.
— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...
— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.
— Moço bonito...
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Releia este trecho.
“Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços.Ele tomou-lhe da mão, repreendeu.”
Os verbos utilizados no trecho estão no
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão .
TEXTO III
— Bié...
— Seu Nacib...
— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...
Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:
— Não pode mais não, Bié...
— O que?
— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.
Assustou-se:
— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?
— Pode não.
— E por que?
— Você é uma senhora, de posses, de representação.
— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...
— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.
— Moço bonito...
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão .
TEXTO III
— Bié...
— Seu Nacib...
— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...
Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:
— Não pode mais não, Bié...
— O que?
— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.
Assustou-se:
— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?
— Pode não.
— E por que?
— Você é uma senhora, de posses, de representação.
— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...
— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.
— Moço bonito...
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Releia o trecho a seguir.
“— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?”
A seguinte figura de linguagem pode ser percebida na expressão em destaque:
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão .
TEXTO III
— Bié...
— Seu Nacib...
— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...
Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:
— Não pode mais não, Bié...
— O que?
— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.
Assustou-se:
— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?
— Pode não.
— E por que?
— Você é uma senhora, de posses, de representação.
— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...
— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.
— Moço bonito...
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder à questão.

Releia o trecho a seguir.
“Por que não há nada mas lindo
Do que ver todos menino
Se molhar no terrerão
Os veio vira menino”
Nesse excerto há algumas palavras que, de acordo com a norma-padrão, estão grafadas equivocadamente. No entanto, em duas delas essa variação ortográfica muda sua classe gramatical.
As palavras em que isso ocorre são:
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder à questão.

Releia o trecho a seguir.
“Por que não há nada mas lindo
Do que ver todos menino
Se molhar no terrerão
Os veio vira menino”
As alterações efetuadas adequaram as estrofes à norma-padrão, exceto em:
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder à questão.

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão .
TEXTO I
“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão .
TEXTO I
“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Releia o trecho a seguir.
“A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços.”
O pronome ‘seus’ refere-se aos ‘traços'
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão .
TEXTO I
“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Releia este trecho.
“Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba”.
Nesse excerto, pode-se identificar a seguinte característica da personagem na obra de Jorge Amado:
Endotérmicas e homeotérmicas.
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (United States Environmental Protectios Angency – EPA) define que o resíduo sólido pode ser classificado como perigoso dependendo de:
I. Quantidade.
II. Concentração.
III. Características físicas, químicas e infecciosas.
IV. Contribuição para o aumento da mortalidade ou prejuízo da saúde humana.
Quais estão corretas?
Endotérmicas e homeotérmicas.
A doença de Chagas é uma zoonose que afeta milhões de pessoas na América Latina, onde mais de 100 milhões estão expostos ao risco da infecção. O agente etiológico da doença de Chagas é o(a) __________________, um protozoário flagelado. Nos vertebrados, esse agente etiológico circula no ______________ e multiplica-se nos ________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Endotérmicas e homeotérmicas.
Em relação aos conceitos de impactos ambientais, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Poluição.
2. Impacto Ambiental.
3. Aspecto Ambiental.
4. Degradação Ambiental.
5. Recuperação Ambiental.
Coluna 2
( ) Alteração da qualidade ambiental que resulta da modificação de processos naturais ou sociais provocado por ação humana.
( ) Elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir como meio ambiente (segundo ISSO 14.001: 2004).
( ) Qualquer alteração adversa dos processos, funções ou componentes ambientais, ou alteração adversa da qualidade ambiental.
( ) Aplicação de técnicas de manejo visando formar um ambiente degradado apto para um novo uso produtivo, desde que sustentável.
( ) Introdução no meio ambiente de qualquer forma de matéria ou energia que possa afetar negativamente o homem ou outros organismos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Endotérmicas e homeotérmicas.
ambiente afetado pela ação humana pode, em certa medida, ser recuperado mediante ações voltadas para essa finalidade. A aplicação de técnica ou conjunto de técnicas em uma área contaminada, visando à remoção ou à contenção dos contaminantes presentes, de modo a assegurar uma utilização para a área, com limites aceitáveis de riscos aos bens a proteger, é definido como:
Endotérmicas e homeotérmicas.
A colheita da cana de açúcar na região de Ribeirão Preto, que acontece de maio a novembro, é executada de duas formas: queimada da cana, seguida de colheita manual ou colheita mecânica. No entanto, esse processo acaba interferindo diretamente na saúde da população, pois a combustão da palha de cana de açúcar libera poluentes, prejudicando a qualidade do ar, e, consequentemente, da saúde, pela excessiva emissão de:
Endotérmicas e homeotérmicas.
Considerando a Educação Ambiental como sendo um processo contínuo e cíclico, o método utilizado pelo Programa de Educação Ambiental para desenvolver os projetos e os cursos de capacitação conjuga os princípios gerais básicos da Educação Ambiental. São considerados princípios gerais da educação ambiental:
1. Sensibilização.
2. Compreensão.
3. Cidadania.
4. Responsabilidade.
5. Competência.
O resultado da somatória dos números correspondentes aos princípios corretos é: