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Em entrevista à revista Isto é, Youcef Nabi fala sobre sua atuação na indústria de cosméticos. Quanto a um trecho dessa entrevista (adaptado de: https://complemento.veja.abril.com.br/entrevista/sue-y-nabi.html), numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. Como se tornou a primeira CEO trans do mundo?
2. Por que deixou a empresa em 2013?
3. Em que sua marca se diferencia das outras empresas?
( ) Para começar, ela é de luxo de fato. Você não a encontra em qualquer lugar. Apenas online e em lojas de departamento cobiçadas. Também está ancorada em pensamentos modernos. É vegana, não usa ingredientes de origem animal nem realiza testes em bichos. Sem falar que tem alta concentração de ativos orgânicos.
( ) O mercado estava em erupção, percebi que as redes sociais mudariam a dinâmica de compra e desejo e queria criar algo novo. Eu vejo a vida como atos, assim como uma peça de teatro.
( ) Com o meu trabalho. Eu nasci em Argel, capital da Argélia, e desde adolescente quis atuar com ciência e tecnologia. Meu pai era político e minha mãe, professora de francês. Aos 17 anos, me mudei para a Paris para fazer faculdade. Estudei biotecnologia e engenharia agrônoma.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Considere o seguinte trecho inicial do parágrafo de um texto extraído da revista Superinteressante:
Nos anos 1960, uma equipe de arqueólogos encontrou treze corpos enterrados no vale do Sado, no sul de Portugal.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/esqueleto-encontrado-em-portugal-pode-pertencer-a-mumia-mais-antiga-do-mundo/.)
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto.
( ) Isso o torna a múmia mais antiga de que se tem notícia, batendo o recorde anterior por mil anos.
( ) Os esqueletos estavam em covas de oito mil anos, o que já os torna uma baita descoberta arqueológica por si só.
( ) E pasmem: o recorde anterior não era do Egito. Ele pertencia às múmias de sete mil anos do povo Chinchorro, encontradas no deserto do Atacama, no Chile.
( ) O arqueólogo Manuel Farinha dos Santos tirou fotos em preto e branco, com uma câmera analógica. As fotos foram encontradas e reveladas recentemente.
( ) Após a análise das imagens e visita ao sítio arqueológico, um grupo de pesquisadores da Suécia descobriu que pelo menos um daqueles corpos foi mumificado.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
O texto a seguir é referência para a questão.
O transtorno do espectro autista (TEA) é caracterizado por uma alteração no desenvolvimento cerebral que causa mudanças na comunicação social e comportamentos repetitivos e estereotipados. Para quem vive com o quadro, alterações sensoriais, como o incômodo extremo com certos barulhos ou texturas, e um repertório específico de interesses – chamado também de hiperfoco – costumam ser comuns.
“Os autistas têm uma maneira diferente de perceber o mundo”, diz a médica Mirian Revers Biasão, que é professora da Escola Internacional de Desenvolvimento e pesquisa o autismo. “Eu, por exemplo, aprendi a me comportar em determinado ambiente porque observei e alguém, como minha mãe, me ensinou. O que acontece com os autistas é que eles conseguem aprender como interpretar as ações de outras pessoas e entender o que é esperado deles, mas isso não acontece de forma tão natural”, diz.
Esse processo de tentar mimetizar comportamentos considerados socialmente aceitos em grupos como amigos de escola, no trabalho e até nas relações familiares é conhecido por camuflagem social ou “masking”. “Como não é tão natural para neuroatípicos, essas atitudes acabam gastando mais energia do cérebro e a pessoa pode ficar exausta, tanto fisicamente quanto emocionalmente”, esclarece Biasão. [...] Várias pesquisas mostram que o esforço da camuflagem social feita por autistas está relacionado a maiores índices de depressão, ansiedade e exaustão. Uma delas, publicada em 2017 no periódico científico Autism, levanta a hipótese de que homens autistas sofram ainda mais com esses efeitos, já que mulheres geralmente apresentam menos dificuldade em realizar a camuflagem. [...]
Alguns estudos, como uma análise publicada no periódico Neuroscience and Biobehavioral Review, mostram que o cérebro feminino é sutilmente mais desenvolvido nas áreas que correspondem aos comportamentos sociais. Isso faz com que as ações mais estereotipadas não sejam tão predominantes em mulheres com TEA, especialmente se elas têm grau leve. “Isso dificulta inclusive que as meninas sejam diagnosticadas”, aponta Joana Portolese, coordenadora do Programa de Transtornos do Espectro Autista do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. De acordo com um estudo feito na Suécia, a estimativa chega a ser de 10 meninos diagnosticados para cada menina.
Outra questão, explica Portolese, é que o medo de cometer “erros sociais” é maior e o hiperfoco de meninas tende a ser voltado para interesses que não destoam tanto daqueles apresentados por colegas da mesma idade. Além disso, a própria sociedade já determina muitas regras para as garotas, e essa demanda faz com que elas comecem a se camuflar mais cedo.
Se o diagnóstico não vem na infância, é possível que as mulheres se tornem cada vez melhores em “disfarçar” os sinais de autismo, atrasando o diagnóstico por anos.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-60949652. Adaptado.)
O texto a seguir é referência para a questão.
O transtorno do espectro autista (TEA) é caracterizado por uma alteração no desenvolvimento cerebral que causa mudanças na comunicação social e comportamentos repetitivos e estereotipados. Para quem vive com o quadro, alterações sensoriais, como o incômodo extremo com certos barulhos ou texturas, e um repertório específico de interesses – chamado também de hiperfoco – costumam ser comuns.
“Os autistas têm uma maneira diferente de perceber o mundo”, diz a médica Mirian Revers Biasão, que é professora da Escola Internacional de Desenvolvimento e pesquisa o autismo. “Eu, por exemplo, aprendi a me comportar em determinado ambiente porque observei e alguém, como minha mãe, me ensinou. O que acontece com os autistas é que eles conseguem aprender como interpretar as ações de outras pessoas e entender o que é esperado deles, mas isso não acontece de forma tão natural”, diz.
Esse processo de tentar mimetizar comportamentos considerados socialmente aceitos em grupos como amigos de escola, no trabalho e até nas relações familiares é conhecido por camuflagem social ou “masking”. “Como não é tão natural para neuroatípicos, essas atitudes acabam gastando mais energia do cérebro e a pessoa pode ficar exausta, tanto fisicamente quanto emocionalmente”, esclarece Biasão. [...] Várias pesquisas mostram que o esforço da camuflagem social feita por autistas está relacionado a maiores índices de depressão, ansiedade e exaustão. Uma delas, publicada em 2017 no periódico científico Autism, levanta a hipótese de que homens autistas sofram ainda mais com esses efeitos, já que mulheres geralmente apresentam menos dificuldade em realizar a camuflagem. [...]
Alguns estudos, como uma análise publicada no periódico Neuroscience and Biobehavioral Review, mostram que o cérebro feminino é sutilmente mais desenvolvido nas áreas que correspondem aos comportamentos sociais. Isso faz com que as ações mais estereotipadas não sejam tão predominantes em mulheres com TEA, especialmente se elas têm grau leve. “Isso dificulta inclusive que as meninas sejam diagnosticadas”, aponta Joana Portolese, coordenadora do Programa de Transtornos do Espectro Autista do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. De acordo com um estudo feito na Suécia, a estimativa chega a ser de 10 meninos diagnosticados para cada menina.
Outra questão, explica Portolese, é que o medo de cometer “erros sociais” é maior e o hiperfoco de meninas tende a ser voltado para interesses que não destoam tanto daqueles apresentados por colegas da mesma idade. Além disso, a própria sociedade já determina muitas regras para as garotas, e essa demanda faz com que elas comecem a se camuflar mais cedo.
Se o diagnóstico não vem na infância, é possível que as mulheres se tornem cada vez melhores em “disfarçar” os sinais de autismo, atrasando o diagnóstico por anos.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-60949652. Adaptado.)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. O autismo é um transtorno que ocorre mais em homens que em mulheres, na ordem de 10 para 1.
2. As mulheres, por natureza, têm mais facilidade com relação aos comportamentos sociais que os homens.
3. A sociedade contribui para o mascaramento do autismo entre as mulheres.
4. A camuflagem social vai fazendo com que as mulheres, com o tempo, amenizem os efeitos do autismo.
Assinale a alternativa correta.
O texto a seguir é referência para a questão.
O transtorno do espectro autista (TEA) é caracterizado por uma alteração no desenvolvimento cerebral que causa mudanças na comunicação social e comportamentos repetitivos e estereotipados. Para quem vive com o quadro, alterações sensoriais, como o incômodo extremo com certos barulhos ou texturas, e um repertório específico de interesses – chamado também de hiperfoco – costumam ser comuns.
“Os autistas têm uma maneira diferente de perceber o mundo”, diz a médica Mirian Revers Biasão, que é professora da Escola Internacional de Desenvolvimento e pesquisa o autismo. “Eu, por exemplo, aprendi a me comportar em determinado ambiente porque observei e alguém, como minha mãe, me ensinou. O que acontece com os autistas é que eles conseguem aprender como interpretar as ações de outras pessoas e entender o que é esperado deles, mas isso não acontece de forma tão natural”, diz.
Esse processo de tentar mimetizar comportamentos considerados socialmente aceitos em grupos como amigos de escola, no trabalho e até nas relações familiares é conhecido por camuflagem social ou “masking”. “Como não é tão natural para neuroatípicos, essas atitudes acabam gastando mais energia do cérebro e a pessoa pode ficar exausta, tanto fisicamente quanto emocionalmente”, esclarece Biasão. [...] Várias pesquisas mostram que o esforço da camuflagem social feita por autistas está relacionado a maiores índices de depressão, ansiedade e exaustão. Uma delas, publicada em 2017 no periódico científico Autism, levanta a hipótese de que homens autistas sofram ainda mais com esses efeitos, já que mulheres geralmente apresentam menos dificuldade em realizar a camuflagem. [...]
Alguns estudos, como uma análise publicada no periódico Neuroscience and Biobehavioral Review, mostram que o cérebro feminino é sutilmente mais desenvolvido nas áreas que correspondem aos comportamentos sociais. Isso faz com que as ações mais estereotipadas não sejam tão predominantes em mulheres com TEA, especialmente se elas têm grau leve. “Isso dificulta inclusive que as meninas sejam diagnosticadas”, aponta Joana Portolese, coordenadora do Programa de Transtornos do Espectro Autista do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. De acordo com um estudo feito na Suécia, a estimativa chega a ser de 10 meninos diagnosticados para cada menina.
Outra questão, explica Portolese, é que o medo de cometer “erros sociais” é maior e o hiperfoco de meninas tende a ser voltado para interesses que não destoam tanto daqueles apresentados por colegas da mesma idade. Além disso, a própria sociedade já determina muitas regras para as garotas, e essa demanda faz com que elas comecem a se camuflar mais cedo.
Se o diagnóstico não vem na infância, é possível que as mulheres se tornem cada vez melhores em “disfarçar” os sinais de autismo, atrasando o diagnóstico por anos.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-60949652. Adaptado.)
I. Utilize produtos com embalagens menores, pois a produção delas consome menos energia e, na hora de guardar, são mais facilmente congeladas.
II. Mantenha o carro regulado e os pneus calibrados, pois, assim, há uma economia de combustível, o que diminuirá a emissão de gases poluentes.
III. Organize, na cozinha, geladeira, fogão e forno de maneira que fiquem próximos, pois a energia que flui pelos cabos, necessária para o funcionamento, vai ser menor.
IV. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.
I. Nos peixes, a circulação é simples, ou seja, unidirecional. O sangue é oxigenado nas brânquias, seguindo ao coração, onde é bombeado para todos os órgãos e retorna cheio de gás carbônico às brânquias para ser novamente oxigenado.
II. Na ordem Apoda (Classe Amphibia), encontramos os animais conhecidos popularmente como cobras-cegas, pois não apresentam estrutura de captura de luz e dependem unicamente de aparatos receptores químicos para o deslocamento subterrâneo.
III. A excreção dos répteis é feita por rins metanéfricos, sendo o ácido úrico a principal excreta nitrogenada. O ácido úrico é eliminado com perda mínima de água, sendo que a presença dele na urina dos répteis é considerada uma adaptação à vida no ambiente terrestre.
IV. As aves são classificadas em dois grandes grupos: as ratitas e as carinatas. Nas ratitas, estão aves com asas reduzidas ou ausentes e o osso esterno achatado. São aves que não voam. Ex.: emas e pinguins. Já nas carinatas, o osso esterno apresenta a carena (quilha), e as asas são bem desenvolvidas. Ex.: papagaios e patos.
V. São características exclusivas dos mamíferos: presença de pelos, glândulas mamárias, músculo diafragma (inspiração e expiração), coração tetracavitário e útero (desenvolvimento dos filhotes).
I. Nos artrópodes, a muda do exoesqueleto é estimulada pelo hormônio ecdisona.
II. Diferentemente dos insetos, cuja excreção é realizada pelas glândulas antenais, os aracnídeos excretam pelas glândulas coxais.
III. Quelicerados e diplópodes são invertebrados áceros.
I. A partir de observação sistemática, o pesquisador elabora perguntas e formula hipóteses que respondam à pergunta e que precisem ser testadas.
II. A etapa de formulação de hipótese pode ser excluída do método, dependendo da observação inicial, que pode não permitir essa etapa.
III. Quando, ao final, há aceitação da hipótese, temos uma verdade que não precisa mais ser questionada.
IV. Durante a obtenção dos resultados, a metodologia precisa ser sistematizada e bem definida, garantindo a reprodutibilidade.
V. As etapas do método científico são importantes na produção do conhecimento científico, mas sua utilização depende da pergunta elaborada pelo pesquisador.
História familial: Três diferentes famílias, A, B e C, têm vários casos de surdez. A análise do padrão de herança em cada família demostra que indivíduos surdos são sempre filhos de indivíduos surdos ou, quando os indivíduos que compõem o casal são heterozigotos, cerca de ¼ dos filhos nascem com surdez. Observa-se, porém, que, quando os indivíduos com surdez da família A têm filhos com indivíduos com surdez da família B, todas as crianças nascem com surdez, como é o esperado. Por outro lado, quando indivíduos com surdez das famílias A ou B têm filhos com indivíduos com surdez da família C, todas as crianças nascem sem surdez.
I. Epítopo
II. Anticorpo
III. Vacina
IV. Plasmócito
V. Plasmídeo
( ) Substância constituída de antígenos do agente infeccioso contra o qual se quer induzir proteção e adjuvantes.
( ) Regiões específicas nas moléculas de antígenos que se ligam aos receptores celulares e são reconhecidas pelos componentes da resposta imune.
( ) Moléculas de reconhecimento de antígenos produzidas por linfócitos B.
( ) Elemento genético extracromossômico capaz de autoduplicação independentemente da replicação do cromossomo.
( ) Linfócito B capaz de secretar imunoglobulinas.
I. Embora o sexo dos embriões humanos seja determinado geneticamente durante a fecundação, as gônadas começam a se formar entre a 5ª e a 6ª semana após a fecundação.
II. Todo embrião é considerado feminino até que ocorra a formação das gônadas, evento que ocorre durante a gastrulação.
III. Durante a ovulação humana, o gameta liberado é um ovócito secundário, e a finalização da meiose ocorre apenas se houver fecundação.
IV. A formação dos três folhetos embrionários (endoderma, mesoderma e ectoderma) ocorre na mórula e determina a formação do blastocisto.
V. A placenta é considerada um órgão maternofetal, pois tem uma porção que se origina de parte do cório, portanto fetal, e outra que deriva do endométrio, portanto materna.
No texto acima, é fácil perceber as relações ecológicas entre os seres vivos, no caso principalmente entre antas e plantas, mas sabemos que várias são as interações entre os diversos seres vivos existentes.
Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Entre as antas e as plantas das quais as primeiras se alimentam fica clara a relação de mutualismo, na qual as duas espécies são beneficiadas sem que haja obrigatoriedade, pois as espécies podem viver sem essa interação.
II. O leão macho alfa, ao se aproveitar do trabalho do grupo de leoas, é um exemplo de mutualismo.
III. Pseudoescorpiões, ao se prenderem a artrópodes (geralmente que voam), têm vantagem de se locomover para outros locais. Essa relação interespecífica harmônica em que ocorre a locomoção como principal objetivo é conhecida como forésia. Trata-se de um tipo especial de comensalismo, pois a espécie transportadora não tem prejuízo.
IV. Dentre as relações intraespecíficas harmônicas pode-se destacar a colônia. A caravela portuguesa não é um único animal, é o agrupamento de quatro animais com funções determinadas: pneumatóforo, que é uma bolsa de ar que faz com que os outros membros da colônia boiem; os tentáculos, chamados de dactilozooides; os gastrozooides, que digerem os alimentos que os tentáculos pegam; e os gonozooides, responsáveis pela reprodução.
I. Deve-se descontaminar as superfícies de trabalho somente antes do início de um experimento, pois o único objetivo dessa ação é não contaminar os reagentes.
II. É recomendado que o pesquisador não realize seus experimentos sozinho no laboratório; é importante ter uma pessoa para auxiliá-lo em caso de acidentes.
III. Não se deve tocar em maçanetas ou objetos pessoais usando luvas de proteção descartáveis.
IV. Para se certificar se é um determinado produto químico, o pesquisador pode cheirá-lo, mas nunca prová-lo, pois há grande risco de intoxicação.