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Q4054294 Direito Administrativo
Após as alterações trazidas pela Lei nº 14.230/2021, a Lei de Improbidade Administrativa passou a exigir um requisito específico para a configuração do ato ilícito. Sobre esse tema, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4054293 Direito Administrativo
O servidor público estável que, em virtude de processo administrativo disciplinar, é demitido, mas consegue a invalidação dessa demissão por decisão judicial, deve retornar ao cargo anteriormente ocupado. Esse instituto de provimento denomina-se: 
Alternativas
Q4054292 Ética na Administração Pública
Conforme o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, sobre o funcionamento e as penalidades das Comissões de Ética, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4054291 Português
Leia as frases a seguir:
I. Segundo filósofos de esquerda, a classe média tem medo de empobrecer.
II. Lins é um advogado que fala bonito e por isso encanta a todos.
III. Parece que há muito petróleo na foz do rio Amazonas.
IV. Andar de moto é perigoso, por isso prefiro o automóvel.
As palavras destacadas em negrito são formadas, respectivamente, pelo seguinte processo:
Alternativas
Q4054290 Português
Leia as frases a seguir:
I. Face a face, o empregado disse umas verdades ao patrão.
II. Dirigi-me a Sua Excelência, o governador, em termos respeitosos.
III. Nesta universidade, a profissão a que eu aspiro não possui nenhum curso.
IV.A pintura de Portinari é aquela a qual fiz alusão em meu discurso.
V. Refiro-me aquilo que disseste sobre a impropriedade da astrologia.
VI.A garota que melhor desfilar será feita a oferta para tornar-se modelo.
Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4054289 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está INCORRETA: 
Alternativas
Q4054288 Português

Atente para o quadro a seguir, intitulado “O Lavrador de café” (produzido em 1934), do famoso pintor brasileiro Candido Portinari (1903-1962). Tenha em mente que uma pintura é um texto visual e, como tal, pode ser “lido”:


                                                                             Imagem associada para resolução da questão

                        Fonte: https://masp.org.br/acervo/obra/o-lavrador-de-cafe 



Leia agora as afirmativas a seguir, feitas sobre o quadro:


I. As mãos e os pés desproporcionais representam não só a força bruta, mas também o trabalho braçal pesado a que eram submetidos os lavradores de café.


II. A cor do lavrador não é gratuita e indica que, mesmo oficialmente extinta a escravidão, os negros continuavam a exercer trabalhos na agricultura.


III. O trem (que se vê à esquerda, a meia altura), representando a modernidade, cria um contraste com a figura do trabalhador dos cafezais; no caso, o conflito ocorre entre o novo e o antigo.


IV. Embora à época da feitura do quadro não houvesse, como hoje, preocupações com a ecologia, a árvore cortada indica a destruição do meio ambiente pelas plantações de café.


V. O quadro ultrapassa os limites do meramente estético, já que funciona como um documento que nos leva a pensar sobre a divisão do trabalho e a exclusão social.


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q4054287 Português
Leia o poema “Congresso internacional do Medo”, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), publicado no livro Sentimento do mundo (1940), em plena II Guerra Mundial:

Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso
companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos
desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo
das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos
democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo depois da
morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e
medrosas.

Sobre o texto, fazem-se as afirmativas a seguir:
I. O clima de terror que perpassava o mundo, durante a II Guerra Mundial, sobrepõe-se a todos os sentimentos, inclusive ao amor e ao ódio.
II. As flores amarelas no último verso são uma referência ao sol e, embora elas sejam medrosas, indicam que o mundo poderá se renovar, uma vez finda a guerra.
III. Ao dizer que “cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas”, o poeta generaliza a guerra como um terror em si, independentemente de posições políticas.
IV.A repetição do vocábulo “medo” é uma antonomásia e essa característica estilística não se torna abusiva em virtude de evidenciar que o medo é maior do que tudo.
V. Com uma forte reflexão crítica, o poema ressalta a esperança de um mundo melhor, sentimento que invadiu os indivíduos durante a guerra.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4054286 Português

Leia as frases a seguir, atentando para a pontuação que apresentam:


I. Os meus gatos, eu os considero como filhos.


II. A velha senhora esperava o telefonema aflita.


III. Quando chegaram de viagem, avisaram logo à família.


IV. A velha senhora, aflita, esperava o telefonema.


V. A moça dançava, e rodopiava, e ria, e transmitia alegria.


VI. João trabalha como escrivão, e seu filho, como bancário.


Quanto ao emprego ou a ausência da vírgula, podemos afirmar que: 

Alternativas
Q4054285 Direito Constitucional
Ainda de acordo com as diretrizes do Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa que define corretamente o significado de Medida Provisória: 
Alternativas
Q4054284 Português
No Manual de Redação da Presidência da República, há várias recomendações sobre o uso da língua escrita (ver, a propósito, o capítulo III – Elementos de Ortografia e Gramática, item 11 Sintaxe). A partir do que se contém nesse manual, assinale a alternativa que apresenta erro de paralelismo: 
Alternativas
Q4054283 Português

Leia a crônica a seguir, intitulada “A aliança”, de Luís Fernando Veríssimo, antes de responder à questão que a ela se refere:



Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim, aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.


Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu.


Com dificuldade, ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências… Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas, sem querer, a chutou.


A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro, onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa.


Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.


– Você não sabe o que me aconteceu!


– O quê?


– Uma coisa incrível.


– O quê?


– Contando, ninguém acredita.


– Conta!


– Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?


– Não.


– Olhe.


E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.


– O que aconteceu?


E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.


– Que coisa – diria a mulher, calmamente.


– Não é difícil de acreditar?


– Não. É perfeitamente possível.


– Pois é. Eu…


– SEU CRETINO!


– Meu bem…


– Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara de pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.


– Mas, meu bem…


– Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!


E ela sairia de casa com as crianças, sem querer ouvir explicações.


Ele chegou em casa sem dizer nada.


– Por que o atraso?


– Muito trânsito.


– Por que essa cara?


– Nada, nada.


E, finalmente:


– Que fim levou a sua aliança?


E ele disse:


– Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.


Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois, reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom senso, a venceriam.


– O mais importante é que você não mentiu pra mim.


E foi tratar do jantar.


Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo. 

Sobre aspectos linguísticos do texto, podemos afirmar que o(s):
I. verbo “acontecer” (em “exatamente como acontecera”) e o verbo “perder” (em “E perdi no motel”) estão ambos conjugados no pretérito perfeito do indicativo.
II. verbo “mostrar” (em “E ele mostraria o dedo da aliança”) e o verbo “sair” (em “E ela sairia de casa com as crianças”) expressam ações que poderiam ter acontecido após um evento no passado.
III. vocábulo “batalha” (em “e preparou-se para a batalha contra o macaco”) está empregado em sentido conotativo e se caracteriza como uma metáfora.
IV. vocábulos “mais” (em “Situa-se no terreno mais baixo”, no 1.º parágrafo) e “mas” (em “mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida”, no 2.º parágrafo), são, respectivamente, um advérbio e uma conjunção.
V. período “Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei” é composto por duas orações, sendo a primeira uma subordinada concessiva.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4054282 Português

Leia a crônica a seguir, intitulada “A aliança”, de Luís Fernando Veríssimo, antes de responder à questão que a ela se refere:



Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim, aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.


Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu.


Com dificuldade, ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências… Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas, sem querer, a chutou.


A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro, onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa.


Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.


– Você não sabe o que me aconteceu!


– O quê?


– Uma coisa incrível.


– O quê?


– Contando, ninguém acredita.


– Conta!


– Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?


– Não.


– Olhe.


E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.


– O que aconteceu?


E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.


– Que coisa – diria a mulher, calmamente.


– Não é difícil de acreditar?


– Não. É perfeitamente possível.


– Pois é. Eu…


– SEU CRETINO!


– Meu bem…


– Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara de pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.


– Mas, meu bem…


– Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!


E ela sairia de casa com as crianças, sem querer ouvir explicações.


Ele chegou em casa sem dizer nada.


– Por que o atraso?


– Muito trânsito.


– Por que essa cara?


– Nada, nada.


E, finalmente:


– Que fim levou a sua aliança?


E ele disse:


– Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.


Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois, reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom senso, a venceriam.


– O mais importante é que você não mentiu pra mim.


E foi tratar do jantar.


Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo. 

Sobre o texto, podemos afirmar que:
I. São apresentadas duas narrativas, uma imaginária e outra que, segundo o autor, de fato aconteceu, muito embora tenha sido com um amigo inexistente.
II. À maneira das fábulas, a crônica apresenta uma moral, ainda que não esteja de acordo com as regras sociais: a de que a mentira, muitas vezes, compensa.
III. A crônica sugere que os problemas do cotidiano das pessoas são mais importantes do que conflitos em escala planetária.
IV. A expressão “Seu cretino!”, proferida pela mulher, em virtude de estar grafada em maiúsculas, indica que se trata de um grito ou, pelo menos, de um insulto em voz alta.
V. Em geral, as narrativas se desenvolvem a partir de um problema; no caso de “A aliança”, o problema gerador foi a incompatibilidade de gênio entre os cônjuges.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4049898 Saúde Pública
A história natural das doenças descreve a sequência de eventos que ocorre desde a interação inicial entre o agente etiológico e o hospedeiro até os desfechos possíveis da doença, como cura, incapacidade ou morte. No caso das parasitoses, compreender essa sequência é importante para orientar estratégias de vigilância epidemiológica e medidas de prevenção e controle. Considerando o modelo da história natural das doenças aplicado às parasitoses, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4049897 Biologia
Durante a replicação do DNA, a enzima DNA polimerase catalisa a síntese das novas cadeias utilizando as fitas parentais como molde. Esse processo apresenta características específicas relacionadas à direção da síntese, à necessidade de um iniciador e à correção de erros durante a incorporação de nucleotídeos. Considerando as propriedades moleculares da DNA polimerase e o mecanismo de replicação do DNA, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4049896 Biologia
A metilação do DNA consiste em uma modificação química que ocorre em determinadas bases nitrogenadas, podendo influenciar a expressão gênica sem alterar a sequência de nucleotídeos do DNA. Com base nesse processo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4049895 Biologia

 A ecotoxicologia investiga os efeitos de substâncias químicas sobre organismos vivos e ecossistemas, sendo uma área importante para a avaliação dos impactos ambientais decorrentes da presença de contaminantes em ambientes aquáticos e terrestres. Com base nessa perspectiva, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):


(__) A análise química ambiental pode identificar e quantificar apenas uma parcela das substâncias presentes em ambientes aquáticos contaminados.

(__) Parâmetros como Demanda Química de Oxigênio (DQO) e DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio), permitem identificar individualmente todas as substâncias químicas presentes em uma amostra contaminada.

(__) A análise química ambiental, isoladamente, nem sempre permite avaliar os efeitos das substâncias químicas sobre os organismos vivos.

(__) Ensaios ecotoxicológicos empregam organismos-teste para analisar respostas biológicas resultantes da exposição a contaminantes, permitindo avaliar efeitos agudos ou crônicos em organismos e comunidades.


Assinale a alternativa CORRETA de cima para baix

Alternativas
Q4049894 Direito Ambiental

O licenciamento ambiental consiste em um procedimento administrativo por meio do qual o órgão ambiental competente autoriza a localização, instalação, ampliação e operação de empreendimentos ou atividades que utilizem recursos ambientais ou que possam causar degradação ambiental. Esse procedimento envolve um conjunto de etapas destinadas à análise técnica, participação social e tomada de decisão pelo órgão licenciador.


Com base nas etapas do processo de licenciamento ambiental, julgue os itens a seguir.


I. O processo de licenciamento ambiental pode envolver diferentes etapas administrativas, algumas obrigatórias e outras aplicáveis conforme as características do empreendimento.

II. Entre as etapas do licenciamento ambiental podem estar a definição de estudos ambientais, análise técnica pelo órgão competente e realização de audiências públicas, quando necessário.

III. O licenciamento ambiental prioriza a análise inicial do empreendimento, sem necessariamente envolver o monitoramento posterior das atividades licenciadas.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4049893 Direito Ambiental
Os municípios brasileiros, em razão das competências constitucionais que lhes foram atribuídas, desempenham papel relevante na implementação de políticas de planejamento e gestão ambiental urbana. Entretanto, apesar da existência de normas e instrumentos institucionais voltados à organização do território e ao uso sustentável dos recursos naturais, muitos municípios ainda enfrentam dificuldades na efetiva implementação dessas políticas. Assinale a opção CORRETA sobre o instrumento de gestão ambiental que ordena o uso e a ocupação do território com base em critérios ecológicos e socioeconômicos:
Alternativas
Q4049892 Biologia

Em alguns organismos, a seleção natural favorece características que reduzem a predação. Entre essas estratégias estão a coloração de advertência, na qual espécies potencialmente tóxicas ou impalatáveis apresentam cores vistosas que sinalizam perigo aos predadores, e o mimetismo, no qual espécies palatáveis evoluem padrões semelhantes aos de espécies não palatáveis. Considerando esses mecanismos evolutivos, analise as afirmativas a seguir.

I. O mimetismo ocorre quando uma espécie palatável apresenta características semelhantes às de uma espécie não palatável, confundindo predadores.

II. A eficácia do mimetismo depende da capacidade dos predadores em associar determinadas características visuais à presença de substâncias tóxicas ou impalatáveis.

III. Tanto a coloração de advertência quanto o mimetismo surgem por necessidade imediata de defesa dos organismos diante da presença de predadores.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
581: B
582: D
583: B
584: A
585: C
586: B
587: E
588: A
589: E
590: B
591: D
592: D
593: C
594: A
595: E
596: B
597: C
598: D
599: A
600: C