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Q3334960 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A expressão que melhor substitui a preposição “sobre”, que ocorre no excerto “A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço.”, é (considere, quando necessário, que ocorre a contração da preposição com o artigo “a”, que sucede “sobre” no contexto dado): 
Alternativas
Q3334959 Português
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
Analise a voz verbal no excerto dado a seguir e assinale a alternativa que o reescreve corretamente na voz passiva analítica, com o agente da passiva:

“A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra.” 
Alternativas
Q3334958 Português
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A expressão “tanto… quanto”, que ocorre no trecho “[...] com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.”, exprime no contexto dado: 
Alternativas
Q3334957 Português
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3325130 Meio Ambiente
A poluição vai existir toda vez que resíduos (sólidos, líquidos ou gasosos) produzidos por microorganismos, ou lançados pelo homem na natureza, forem superior à capacidade de absorção do meio ambiente, provocando alterações na sobrevivência das espécies. Assim, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3325129 Medicina
De acordo com seus conhecimentos em parasitologia, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3325128 Biologia
Botânica ou Biologia Vegetal é o ramo da ciência que estuda organismos fotossintetizantes, aqueles que produzem seu próprio alimento por meio da fotossíntese, como as plantas, algas e algumas bactérias. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__) Os híbridos, no Reino Vegetal, podem ser resultantes do cruzamento de variedades diferentes de uma mesma espécie.
(__) Os sistemas filogenéticos classificam os organismos de acordo com sua sequência evolutiva, refletindo as relações genéticas.
(__) Gimnospermas são plantas vasculares, com raiz, caule, e folhas.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA:
Alternativas
Q3325127 Engenharia Ambiental e Sanitária
Dado o contexto de TECNOLOGIAS EMPREGADAS NA REMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS COM HIDROCARBONETOS, associe as colunas relacionando os tipos de tratamentos com suas respectivas descrições:

Coluna 1:
A. Tratamentos biológicos.
B. Tratamentos físico-químicos.
C. Processos térmicos.

Coluna 2:
(__) Processos nos quais os contaminantes são transformados em substâncias como dióxido de carbono, água, biomassa em função da ação de microrganismos.
(__) Tais tratamentos apresentam boa relação custo-benefício e, se comparados aos processos biológicos, são rápidos.
(__) Para aumentar a volatilidade, queimar, decompor, destruir ou dissolver os contaminantes. Embora sejam uma alternativa rápida são, em geral, os mais caros.

Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, esteja CORRETA: 
Alternativas
Q3325126 Biologia
Apesar de a natureza e sua biodiversidade não existirem em função do ser humano, é fato que temos nos beneficiado enormemente de produtos dessa diversidade. Basta pensar no que comemos no jantar de ontem, nas fibras das roupas que estamos vestindo agora ou no material de que é feita a mesa ou as portas da sala. Portanto, refletir sobre para que serve a biodiversidade significa refletir sobre a nossa relação com os demais organismos da biosfera, da qual fazemos parte. Significa, também, adquirirmos argumentos para a conservação dessa biodiversidade e das relações que ela abriga. Assinale a alternativa CORRETA sobre o assunto:
Alternativas
Q3325125 Biologia
Ecologia integra conhecimentos de diversas áreas, como biologia, química, física e geografia, proporcionando uma compreensão abrangente das interações entre organismos e seus ambientes. Neste contexto, de acordo com seus conhecimentos, assinale a alternativa CORRETA e que melhor caracteriza os termos abaixo:
Alternativas
Q3325124 Biologia
Zoologia é a ciência que estuda os animais. Os animais são eucariontes pluricelulares que se alimentam por ingestão. Assim, avalie as proposições:

I. O sistema lineano é um marco de referência na botânica e na zoologia.
II. Os primeiros animais eram muito simples e possuíam simetria radial.
III. Entre os vertebrados surgem primeiro os animais sem mandíbula depois os mandibulados.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3325123 Direito Ambiental
No contexto de desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico, qual das alternativas abaixo representa a definição adequada de Licenciamento Ambiental?
Alternativas
Q3325122 Engenharia Ambiental e Sanitária
Considere as afirmativas relacionadas aos tipos de poluição e seus impactos, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Os defensivos químicos empregados no controle de pragas são muito pouco específicos, destruindo indiferentemente espécies nocivas e úteis. Outro problema reside no acúmulo ao longo das cadeias alimentares.
(__) A Poluição Atmosférica pode causar efeitos adversos sobre função biológica, podendo chegar a doenças crônicas.
(__) As principais substâncias que promovem a destruição da camada de ozônio são produtos orgânicos, fabricados pela indústria química e denominados "clorofluorcarbonetos", CFC.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3325121 Biologia
Os tipos e a abundância dos organismos em uma comunidade dependem não somente dos fatores abióticos, mas também de fatores bióticos, das interações entre as várias populações. Sobre o assunto, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3298073 Biologia
A botânica é a ciência que estuda as plantas, abrangendo sua estrutura, funções, desenvolvimento, classificação, distribuição e interações com o meio ambiente. Essa disciplina é fundamental para entender a biodiversidade e a importância das plantas nos ecossistemas, bem como sua relevância para a alimentação, medicina e indústria. Com relação às subdivisões dessa ciência, avalie as proposições:
I.A botânica descritiva se fundamenta na observação das plantas para aprimorar os estudos na área, concentrando-se em morfologia, botânica sistemática, fitogeografia, taxonomia vegetal, paleoecologia, entre outros.
II.A botânica experimental é a parte da botânica que baseia seus estudos nas plantas e nas relações que estas apresentam com a vida humana, por exemplo, nos medicamentos.
III.A fisiologia vegetal é a linha de pesquisa mais importante da botânica aplicada, podendo esta, ainda, ser subdividida em partes mais especializadas, como ecofisiologia vegetal, nutrição e crescimento vegetal.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3298072 Biologia
A restauração ecológica é o processo que visa auxiliar o restabelecimento de um ecossistema após uma perturbação ou degradação, promovendo a recuperação da biodiversidade, a reabilitação dos serviços ecossistêmicos e a reestabelecimento das interações entre as espécies. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3298071 Biologia
Os membros da classe Cestoda são conhecidos popularmente como solitárias. Sobre as características dessa classe, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3298070 Biologia
Os animais que atualmente habitam ambientes de água doce são descendentes de ancestrais que viveram nos oceanos; o principal filo de animais teve sua origem nos mares e, posteriormente, colonizou diversos outros habitats. Com relação à fisiologia da água e do sal nos animais de água doce, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)Sendo hiperosmóticos ao seu entorno, os animais de água doce tendem a ganhar água continuamente por osmose, e esse ganho tende a diluir seus líquidos corporais.
(__)A permeabilidade do integumento do animal de água doce para água e íons é em geral alta.
(__)Além de ser produzida em abundância, a urina dos animais de água doce costuma ser fortemente hiposmótica em relação ao plasma sanguíneo e conter concentrações muito menores de íons de sódio e cloreto que o plasma.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Q3298069 Biologia
O ecossistema é uma unidade funcional onde seres vivos (fatores bióticos) interagem com o ambiente físico (fatores abióticos), promovendo o fluxo de energia e a ciclagem de nutrientes. Ele pode variar em escala, desde uma pequena lagoa até um oceano inteiro, formando um equilíbrio dinâmico entre seus componentes. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)A estabilidade do ecossistema marinho está intimamente ligada à constância da salinidade e à limitada variação de temperatura nas correntes oceânicas, o que favorece o desenvolvimento de uma grande diversidade de formas de vida adaptadas a essas condições ambientais.
(__)Apesar de compartilharem características básicas, os ecossistemas terrestres são menos influenciados pelas condições climáticas regionais do que os ecossistemas aquáticos, já que a presença ou ausência de água é o fator determinante para a diversidade de espécies em ambos.
(__)A variação nos fatores abióticos, como temperatura e luz solar, é determinante para a distribuição dos organismos na biosfera, sendo que a altitude máxima de ocorrência de seres vivos e a profundidade oceânica limitam a extensão dos ecossistemas e suas respectivas comunidades biológicas.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta: 
Alternativas
Q3298068 Direito Ambiental
Em relação à resolução do conselho nacional do meio ambiente (CONAMA), que dispõe sobre a revisão e complementação dos procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental, avalie as proposições:
I.A licença ambiental é o ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente estabelece condições, restrições e medidas de controle que devem ser seguidas pelo empreendedor para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos que utilizam recursos ambientais e podem causar poluição ou degradação ambiental.
II.A licença ambiental para empreendimentos que possam causar significativa degradação do meio ambiente depende de um prévio estudo de impacto ambiental, que deve ser publicamente divulgado e acompanhado de audiências públicas, conforme regulamentação. 
III.O licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades cujos impactos ambientais diretos excedam os limites de um ou mais municípios será de responsabilidade do órgão ambiental municipal que tiver a maior área territorial entre os municípios envolvidos.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
2881: B
2882: E
2883: A
2884: C
2885: E
2886: E
2887: E
2888: E
2889: D
2890: A
2891: C
2892: C
2893: D
2894: D
2895: A
2896: C
2897: B
2898: A
2899: A
2900: B