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A diarreia é uma séria complicação do tratamento oncológico, pois, quando não diagnosticada e tratada, pode desidratar o paciente e comprometer a resposta ao tratamento. Orientações nutricionais e farmacológicas auxiliam no tratamento e facilitam a recuperação do paciente.
Náuseas e vômitos são efeitos adversos desagradáveis na terapia com medicamentos oncológicos e que não podem ser evitados, e o farmacêutico não deve sugerir à equipe médica o uso de antieméticos para auxiliar o paciente.
A caquexia é um dos efeitos adversos do tratamento oncológico, podendo trazer consequências graves e interferir na terapia. O monitoramento desse efeito adverso faz parte de atividades realizadas dentro da assistência farmacêutica.
Uma das atividades da atenção farmacêutica que pode ser desenvolvida durante o tratamento oncológico é alertar o paciente em tratamento sobre os prováveis efeitos colaterais da droga usada na terapia oncológica e suas interações com alimentos e outros medicamentos.
O processo de atenção farmacêutica é desenvolvido por vários profissionais além do farmacêutico, não sendo uma exclusividade deste profissional.
A escolha de um medicamento a ser adquirido por um hospital deve ser pautada pela relação custo/benefício.
O médico que, ao atender um paciente no pronto-socorro prescreva um antitérmico e um antiemético, indicando, na receita, os princípios ativos dos medicamentos, estará participando ativamente do programa de redução de custo do tratamento sem interferir nos resultados esperados.
Uma etapa importante na seleção dos medicamentos a serem adquiridos pelo hospital é a elaboração do formulário farmacêutico, que leva em consideração apenas as propriedades farmacológicas do medicamento.
O nível do estoque que indica o momento de se fazer uma nova solicitação de compras para evitar a falta de material é chamado nível de ressuprimento.
Na curva ABC, também chamada gráfico de Pareto, os itens classificados como A representam o consumo de 20% dos recursos, enquanto os itens C representam 80%.
O processo de padronização de um medicamento no ambiente hospitalar é desenvolvido por equipe multidisciplinar, chamada de comissão de padronização terapêutica, que participa ativamente dos processos de redução de custos da farmacoterapia.
Os programas nacionais instituídos pelos governos para grupos de patologias como diabetes, hipertensão, tuberculose e hanseníase são considerados sistemas eficientes de dispensação ambulatorial de medicamentos e adesão ao tratamento.
Para o acondicionamento e embalagem de medicamentos no sistema de dose unitária o passo mais importante é levar em consideração as características químicas do princípio ativo a ser embalado.
A farmácia estabelece um maior controle sobre o medicamento utilizando o sistema de dose individualizada, por permitir um faturamento mais preciso sobre o consumo de medicamentos pelo paciente.
No sistema de distribuição de medicamentos por dose individualizada, o medicamento é dispensado por clínica e por um período de 24 horas.
Para que um sistema de distribuição de medicamentos seja chamado de dose unitária, todos os medicamentos devem ser distribuídos prontos para uso, em todas as formas farmacêuticas, sem necessidades de transferências ou cálculos para administração por parte da enfermagem.
Uma das vantagens apresentada pelo sistema coletivo de distribuição é a necessidade de menos funcionários na farmácia para dispensação de medicamentos, o que facilita a etapa de assistência farmacêutica.
No sistema de distribuição coletivo, os medicamentos são enviados em suas embalagens originais, o que propicia o aumento do estoque nas unidades assistenciais, como nas farmácias satélites.
A notificação da receita é um documento que acompanha a prescrição médica e autoriza a dispensação de medicamentos contidos na portaria em questão. Ela é personalizada e intransferível, e pode incluir mais de uma substância contida nas listas A1, A2, A3, B1, B2, C2 e C3.
As frases “Venda sob prescrição médica” e “Atenção – o uso incorreto causa resistência do vírus da AIDS e falha do tratamento” deverão ser destacadas nas bulas e nos rótulos em letras maiores que as usadas no texto dos medicamentos antirretrovirais presentes na lista C4 dessa portaria.