Questões de Concurso Para auxiliar de saneamento

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Q501584 Português
Sertanejos dividem água com animais, mas não impedem morte do gado com seca no Nordeste

(§ 1) A seca que assola o sertão nordestino mudou a vida dos criadores de gado nos municípios que sofrem com a severa estiagem há pelo menos oito meses. Sem chuva, o pasto foi reduzido à areia. Debilitados pelo alimento escasso, muitos animais já estão morrendo de sede e fome, gerando verdadeiros cemitérios a céu aberto. Além de não ter capim para dar a ovinos e bovinos, os produtores ainda são obrigados a comprar ração e complementos alimentícios a preços inflacionados.

(§ 2) Não é difícil encontrar animais mortos pelas estradas, pastos e riachos secos no sertão do Nordeste. Para evitar mortes, muitos produtores dividem a água que recebem com os animais para evitar que eles fiquem ainda mais debilitados. Outros preferem vender animais a preços até 50% menores e evitar as mortes.

(§ 3) “É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

(§ 4) “Se pelo menos o governo ajudasse com a ração, que é o que faz os animais darem leite, ajudaria bastante. Mas até agora recebemos água de carro-pipa só para nosso abastecimento de casa. Mas, mesmo não dando, temos que dividir a água com os animais para que eles não morram”, afirma.

(§ 5) Para evitar mortes, Alexandre Fernando da Silva, 55, vendeu dois animais por R$ 300 cada, quando poderia cobrar R$ 600 por cabeça. "Se não for assim, não teríamos como manter o resto", diz o sertanejo, que tem 15 cabeças de gado na cidade.

PERDA DE LEITE
(§ 6) Dona da maior bacia leiteira de Alagoas, a região do município de Batalha é uma das que mais sofre com a seca e já viu a produção de leite cair à quase metade. Na zona rural, os pecuaristas são obrigados a vender animais para garantir o sustento dos outros bichos.

(§ 7) “Nunca vi chegarmos ao mês de maio numa situação dessa, tão seca. Do jeito que vai, não tem quem suporte muito tempo”, diz José Carlos Matias, 31, responsável pela criação de animais numa fazenda.

(§ 8) Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.

(§ 9) “Essa seca está lascando todo mundo. Igual a essa, só vi nos anos 70. Todo mundo está tendo prejuízo com a falta de leite”, afirmou Antônio Tenório Bezerra, 47.

(§ 10) Aos 80 anos, Antônio Saturnino também lamenta o sofrimento do gado com a estiagem. "Crio minha palma [espécie de cacto que resiste à seca e que serve de alimento ao gado] aqui do lado. Se não fosse isso, já teria perdido meus quatro animais. Muita gente está perdendo. É muito triste essa situação", conta.

(Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/05/17/sertanejos-dividem-agua-com-animais-mas-nao-impedem- morte-do-gado-com-seca-no-nordeste.htm. Acesso: 17/05/2012. Adaptado.)

Releia o oitavo parágrafo do texto, abaixo:

“Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.”

O trecho em negrito indica uma relação de
Alternativas
Q501583 Português
Sertanejos dividem água com animais, mas não impedem morte do gado com seca no Nordeste

(§ 1) A seca que assola o sertão nordestino mudou a vida dos criadores de gado nos municípios que sofrem com a severa estiagem há pelo menos oito meses. Sem chuva, o pasto foi reduzido à areia. Debilitados pelo alimento escasso, muitos animais já estão morrendo de sede e fome, gerando verdadeiros cemitérios a céu aberto. Além de não ter capim para dar a ovinos e bovinos, os produtores ainda são obrigados a comprar ração e complementos alimentícios a preços inflacionados.

(§ 2) Não é difícil encontrar animais mortos pelas estradas, pastos e riachos secos no sertão do Nordeste. Para evitar mortes, muitos produtores dividem a água que recebem com os animais para evitar que eles fiquem ainda mais debilitados. Outros preferem vender animais a preços até 50% menores e evitar as mortes.

(§ 3) “É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

(§ 4) “Se pelo menos o governo ajudasse com a ração, que é o que faz os animais darem leite, ajudaria bastante. Mas até agora recebemos água de carro-pipa só para nosso abastecimento de casa. Mas, mesmo não dando, temos que dividir a água com os animais para que eles não morram”, afirma.

(§ 5) Para evitar mortes, Alexandre Fernando da Silva, 55, vendeu dois animais por R$ 300 cada, quando poderia cobrar R$ 600 por cabeça. "Se não for assim, não teríamos como manter o resto", diz o sertanejo, que tem 15 cabeças de gado na cidade.

PERDA DE LEITE
(§ 6) Dona da maior bacia leiteira de Alagoas, a região do município de Batalha é uma das que mais sofre com a seca e já viu a produção de leite cair à quase metade. Na zona rural, os pecuaristas são obrigados a vender animais para garantir o sustento dos outros bichos.

(§ 7) “Nunca vi chegarmos ao mês de maio numa situação dessa, tão seca. Do jeito que vai, não tem quem suporte muito tempo”, diz José Carlos Matias, 31, responsável pela criação de animais numa fazenda.

(§ 8) Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.

(§ 9) “Essa seca está lascando todo mundo. Igual a essa, só vi nos anos 70. Todo mundo está tendo prejuízo com a falta de leite”, afirmou Antônio Tenório Bezerra, 47.

(§ 10) Aos 80 anos, Antônio Saturnino também lamenta o sofrimento do gado com a estiagem. "Crio minha palma [espécie de cacto que resiste à seca e que serve de alimento ao gado] aqui do lado. Se não fosse isso, já teria perdido meus quatro animais. Muita gente está perdendo. É muito triste essa situação", conta.

(Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/05/17/sertanejos-dividem-agua-com-animais-mas-nao-impedem- morte-do-gado-com-seca-no-nordeste.htm. Acesso: 17/05/2012. Adaptado.)

Marque, a seguir, a alternativa cujo termo destacado teve seu referente CORRETAMENTE identificado nos parênteses:
Alternativas
Q501582 Português
Sertanejos dividem água com animais, mas não impedem morte do gado com seca no Nordeste

(§ 1) A seca que assola o sertão nordestino mudou a vida dos criadores de gado nos municípios que sofrem com a severa estiagem há pelo menos oito meses. Sem chuva, o pasto foi reduzido à areia. Debilitados pelo alimento escasso, muitos animais já estão morrendo de sede e fome, gerando verdadeiros cemitérios a céu aberto. Além de não ter capim para dar a ovinos e bovinos, os produtores ainda são obrigados a comprar ração e complementos alimentícios a preços inflacionados.

(§ 2) Não é difícil encontrar animais mortos pelas estradas, pastos e riachos secos no sertão do Nordeste. Para evitar mortes, muitos produtores dividem a água que recebem com os animais para evitar que eles fiquem ainda mais debilitados. Outros preferem vender animais a preços até 50% menores e evitar as mortes.

(§ 3) “É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

(§ 4) “Se pelo menos o governo ajudasse com a ração, que é o que faz os animais darem leite, ajudaria bastante. Mas até agora recebemos água de carro-pipa só para nosso abastecimento de casa. Mas, mesmo não dando, temos que dividir a água com os animais para que eles não morram”, afirma.

(§ 5) Para evitar mortes, Alexandre Fernando da Silva, 55, vendeu dois animais por R$ 300 cada, quando poderia cobrar R$ 600 por cabeça. "Se não for assim, não teríamos como manter o resto", diz o sertanejo, que tem 15 cabeças de gado na cidade.

PERDA DE LEITE
(§ 6) Dona da maior bacia leiteira de Alagoas, a região do município de Batalha é uma das que mais sofre com a seca e já viu a produção de leite cair à quase metade. Na zona rural, os pecuaristas são obrigados a vender animais para garantir o sustento dos outros bichos.

(§ 7) “Nunca vi chegarmos ao mês de maio numa situação dessa, tão seca. Do jeito que vai, não tem quem suporte muito tempo”, diz José Carlos Matias, 31, responsável pela criação de animais numa fazenda.

(§ 8) Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.

(§ 9) “Essa seca está lascando todo mundo. Igual a essa, só vi nos anos 70. Todo mundo está tendo prejuízo com a falta de leite”, afirmou Antônio Tenório Bezerra, 47.

(§ 10) Aos 80 anos, Antônio Saturnino também lamenta o sofrimento do gado com a estiagem. "Crio minha palma [espécie de cacto que resiste à seca e que serve de alimento ao gado] aqui do lado. Se não fosse isso, já teria perdido meus quatro animais. Muita gente está perdendo. É muito triste essa situação", conta.

(Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/05/17/sertanejos-dividem-agua-com-animais-mas-nao-impedem- morte-do-gado-com-seca-no-nordeste.htm. Acesso: 17/05/2012. Adaptado.)

Releia este trecho do texto:

“É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

Sobre o trecho foram feitas algumas considerações. Analise-as:

I. Fica implícito que “Sônia Souza Costa” possuía mais de sete vacas.
II. Há, no trecho, pelo menos duas relações de “condição”.
III. As relações de “tempo” e “causa-consequência” estão presentes no trecho.

Estão corretas as considerações feitas em:
Alternativas
Q501581 Português
Sertanejos dividem água com animais, mas não impedem morte do gado com seca no Nordeste

(§ 1) A seca que assola o sertão nordestino mudou a vida dos criadores de gado nos municípios que sofrem com a severa estiagem há pelo menos oito meses. Sem chuva, o pasto foi reduzido à areia. Debilitados pelo alimento escasso, muitos animais já estão morrendo de sede e fome, gerando verdadeiros cemitérios a céu aberto. Além de não ter capim para dar a ovinos e bovinos, os produtores ainda são obrigados a comprar ração e complementos alimentícios a preços inflacionados.

(§ 2) Não é difícil encontrar animais mortos pelas estradas, pastos e riachos secos no sertão do Nordeste. Para evitar mortes, muitos produtores dividem a água que recebem com os animais para evitar que eles fiquem ainda mais debilitados. Outros preferem vender animais a preços até 50% menores e evitar as mortes.

(§ 3) “É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

(§ 4) “Se pelo menos o governo ajudasse com a ração, que é o que faz os animais darem leite, ajudaria bastante. Mas até agora recebemos água de carro-pipa só para nosso abastecimento de casa. Mas, mesmo não dando, temos que dividir a água com os animais para que eles não morram”, afirma.

(§ 5) Para evitar mortes, Alexandre Fernando da Silva, 55, vendeu dois animais por R$ 300 cada, quando poderia cobrar R$ 600 por cabeça. "Se não for assim, não teríamos como manter o resto", diz o sertanejo, que tem 15 cabeças de gado na cidade.

PERDA DE LEITE
(§ 6) Dona da maior bacia leiteira de Alagoas, a região do município de Batalha é uma das que mais sofre com a seca e já viu a produção de leite cair à quase metade. Na zona rural, os pecuaristas são obrigados a vender animais para garantir o sustento dos outros bichos.

(§ 7) “Nunca vi chegarmos ao mês de maio numa situação dessa, tão seca. Do jeito que vai, não tem quem suporte muito tempo”, diz José Carlos Matias, 31, responsável pela criação de animais numa fazenda.

(§ 8) Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.

(§ 9) “Essa seca está lascando todo mundo. Igual a essa, só vi nos anos 70. Todo mundo está tendo prejuízo com a falta de leite”, afirmou Antônio Tenório Bezerra, 47.

(§ 10) Aos 80 anos, Antônio Saturnino também lamenta o sofrimento do gado com a estiagem. "Crio minha palma [espécie de cacto que resiste à seca e que serve de alimento ao gado] aqui do lado. Se não fosse isso, já teria perdido meus quatro animais. Muita gente está perdendo. É muito triste essa situação", conta.

(Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/05/17/sertanejos-dividem-agua-com-animais-mas-nao-impedem- morte-do-gado-com-seca-no-nordeste.htm. Acesso: 17/05/2012. Adaptado.)

Em qual das alternativas abaixo NÃO foi apontada uma consequência direta da seca no Nordeste?
Alternativas
Q501580 Português
Sertanejos dividem água com animais, mas não impedem morte do gado com seca no Nordeste

(§ 1) A seca que assola o sertão nordestino mudou a vida dos criadores de gado nos municípios que sofrem com a severa estiagem há pelo menos oito meses. Sem chuva, o pasto foi reduzido à areia. Debilitados pelo alimento escasso, muitos animais já estão morrendo de sede e fome, gerando verdadeiros cemitérios a céu aberto. Além de não ter capim para dar a ovinos e bovinos, os produtores ainda são obrigados a comprar ração e complementos alimentícios a preços inflacionados.

(§ 2) Não é difícil encontrar animais mortos pelas estradas, pastos e riachos secos no sertão do Nordeste. Para evitar mortes, muitos produtores dividem a água que recebem com os animais para evitar que eles fiquem ainda mais debilitados. Outros preferem vender animais a preços até 50% menores e evitar as mortes.

(§ 3) “É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

(§ 4) “Se pelo menos o governo ajudasse com a ração, que é o que faz os animais darem leite, ajudaria bastante. Mas até agora recebemos água de carro-pipa só para nosso abastecimento de casa. Mas, mesmo não dando, temos que dividir a água com os animais para que eles não morram”, afirma.

(§ 5) Para evitar mortes, Alexandre Fernando da Silva, 55, vendeu dois animais por R$ 300 cada, quando poderia cobrar R$ 600 por cabeça. "Se não for assim, não teríamos como manter o resto", diz o sertanejo, que tem 15 cabeças de gado na cidade.

PERDA DE LEITE
(§ 6) Dona da maior bacia leiteira de Alagoas, a região do município de Batalha é uma das que mais sofre com a seca e já viu a produção de leite cair à quase metade. Na zona rural, os pecuaristas são obrigados a vender animais para garantir o sustento dos outros bichos.

(§ 7) “Nunca vi chegarmos ao mês de maio numa situação dessa, tão seca. Do jeito que vai, não tem quem suporte muito tempo”, diz José Carlos Matias, 31, responsável pela criação de animais numa fazenda.

(§ 8) Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.

(§ 9) “Essa seca está lascando todo mundo. Igual a essa, só vi nos anos 70. Todo mundo está tendo prejuízo com a falta de leite”, afirmou Antônio Tenório Bezerra, 47.

(§ 10) Aos 80 anos, Antônio Saturnino também lamenta o sofrimento do gado com a estiagem. "Crio minha palma [espécie de cacto que resiste à seca e que serve de alimento ao gado] aqui do lado. Se não fosse isso, já teria perdido meus quatro animais. Muita gente está perdendo. É muito triste essa situação", conta.

(Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/05/17/sertanejos-dividem-agua-com-animais-mas-nao-impedem- morte-do-gado-com-seca-no-nordeste.htm. Acesso: 17/05/2012. Adaptado.)

Sobre o texto, foram feitas algumas afirmações. Classifique-as como (V) verdadeiras ou (F) falsas.

( ) O texto usa relatos de sertanejos como estratégia argumentativa.
( ) Dados estatísticos são usados ao longo do texto para confirmar o que é noticiado.
( ) O texto compara como foi a seca em outras décadas com a seca da atualidade.
( ) Algumas ações são propostas ao longo do texto para amenizar os impactos da seca.

Indique, a seguir, a alternativa com a sequência correta de classificação, de cima para baixo:
Alternativas
Q501579 Português
Sertanejos dividem água com animais, mas não impedem morte do gado com seca no Nordeste

(§ 1) A seca que assola o sertão nordestino mudou a vida dos criadores de gado nos municípios que sofrem com a severa estiagem há pelo menos oito meses. Sem chuva, o pasto foi reduzido à areia. Debilitados pelo alimento escasso, muitos animais já estão morrendo de sede e fome, gerando verdadeiros cemitérios a céu aberto. Além de não ter capim para dar a ovinos e bovinos, os produtores ainda são obrigados a comprar ração e complementos alimentícios a preços inflacionados.

(§ 2) Não é difícil encontrar animais mortos pelas estradas, pastos e riachos secos no sertão do Nordeste. Para evitar mortes, muitos produtores dividem a água que recebem com os animais para evitar que eles fiquem ainda mais debilitados. Outros preferem vender animais a preços até 50% menores e evitar as mortes.

(§ 3) “É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

(§ 4) “Se pelo menos o governo ajudasse com a ração, que é o que faz os animais darem leite, ajudaria bastante. Mas até agora recebemos água de carro-pipa só para nosso abastecimento de casa. Mas, mesmo não dando, temos que dividir a água com os animais para que eles não morram”, afirma.

(§ 5) Para evitar mortes, Alexandre Fernando da Silva, 55, vendeu dois animais por R$ 300 cada, quando poderia cobrar R$ 600 por cabeça. "Se não for assim, não teríamos como manter o resto", diz o sertanejo, que tem 15 cabeças de gado na cidade.

PERDA DE LEITE
(§ 6) Dona da maior bacia leiteira de Alagoas, a região do município de Batalha é uma das que mais sofre com a seca e já viu a produção de leite cair à quase metade. Na zona rural, os pecuaristas são obrigados a vender animais para garantir o sustento dos outros bichos.

(§ 7) “Nunca vi chegarmos ao mês de maio numa situação dessa, tão seca. Do jeito que vai, não tem quem suporte muito tempo”, diz José Carlos Matias, 31, responsável pela criação de animais numa fazenda.

(§ 8) Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.

(§ 9) “Essa seca está lascando todo mundo. Igual a essa, só vi nos anos 70. Todo mundo está tendo prejuízo com a falta de leite”, afirmou Antônio Tenório Bezerra, 47.

(§ 10) Aos 80 anos, Antônio Saturnino também lamenta o sofrimento do gado com a estiagem. "Crio minha palma [espécie de cacto que resiste à seca e que serve de alimento ao gado] aqui do lado. Se não fosse isso, já teria perdido meus quatro animais. Muita gente está perdendo. É muito triste essa situação", conta.

(Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/05/17/sertanejos-dividem-agua-com-animais-mas-nao-impedem- morte-do-gado-com-seca-no-nordeste.htm. Acesso: 17/05/2012. Adaptado.)

O objetivo principal desse texto é o de
Alternativas
Q501578 Português
Sertanejos dividem água com animais, mas não impedem morte do gado com seca no Nordeste

(§ 1) A seca que assola o sertão nordestino mudou a vida dos criadores de gado nos municípios que sofrem com a severa estiagem há pelo menos oito meses. Sem chuva, o pasto foi reduzido à areia. Debilitados pelo alimento escasso, muitos animais já estão morrendo de sede e fome, gerando verdadeiros cemitérios a céu aberto. Além de não ter capim para dar a ovinos e bovinos, os produtores ainda são obrigados a comprar ração e complementos alimentícios a preços inflacionados.

(§ 2) Não é difícil encontrar animais mortos pelas estradas, pastos e riachos secos no sertão do Nordeste. Para evitar mortes, muitos produtores dividem a água que recebem com os animais para evitar que eles fiquem ainda mais debilitados. Outros preferem vender animais a preços até 50% menores e evitar as mortes.

(§ 3) “É uma tristeza grande demais. Se não chover, ou o governo não ajudar com ração, em três meses não teremos nenhum animal vivo mais na cidade”, disse a pecuarista Sônia Souza Costa, que viu a morte de sete de suas vacas nos últimos meses.

(§ 4) “Se pelo menos o governo ajudasse com a ração, que é o que faz os animais darem leite, ajudaria bastante. Mas até agora recebemos água de carro-pipa só para nosso abastecimento de casa. Mas, mesmo não dando, temos que dividir a água com os animais para que eles não morram”, afirma.

(§ 5) Para evitar mortes, Alexandre Fernando da Silva, 55, vendeu dois animais por R$ 300 cada, quando poderia cobrar R$ 600 por cabeça. "Se não for assim, não teríamos como manter o resto", diz o sertanejo, que tem 15 cabeças de gado na cidade.

PERDA DE LEITE
(§ 6) Dona da maior bacia leiteira de Alagoas, a região do município de Batalha é uma das que mais sofre com a seca e já viu a produção de leite cair à quase metade. Na zona rural, os pecuaristas são obrigados a vender animais para garantir o sustento dos outros bichos.

(§ 7) “Nunca vi chegarmos ao mês de maio numa situação dessa, tão seca. Do jeito que vai, não tem quem suporte muito tempo”, diz José Carlos Matias, 31, responsável pela criação de animais numa fazenda.

(§ 8) Por conta da seca e sem recursos, Matias conta que já teve que vender pelo menos uma vaca para comprar alimento para o gado. “Olha o capim que a gente está dando”, diz o criador, apontando para um mato seco colhido no terreno ao lado e transportado em uma pequena carroça por duas crianças.

(§ 9) “Essa seca está lascando todo mundo. Igual a essa, só vi nos anos 70. Todo mundo está tendo prejuízo com a falta de leite”, afirmou Antônio Tenório Bezerra, 47.

(§ 10) Aos 80 anos, Antônio Saturnino também lamenta o sofrimento do gado com a estiagem. "Crio minha palma [espécie de cacto que resiste à seca e que serve de alimento ao gado] aqui do lado. Se não fosse isso, já teria perdido meus quatro animais. Muita gente está perdendo. É muito triste essa situação", conta.

(Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/05/17/sertanejos-dividem-agua-com-animais-mas-nao-impedem- morte-do-gado-com-seca-no-nordeste.htm. Acesso: 17/05/2012. Adaptado.)

Qual das reescritas apresentadas nas alternativas abaixo mantém o sentido original do título do texto?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1209884 Português
Você toma água da torneira? 
Consumo/ Países como Austrália e EUA têm esse hábito. Brasileiros não abrem mão da mineral 
Júlia Kacowicz 
Enquanto o boicote às águas engarrafadas é discutido em países onde o hábito de tomá-la da torneira é comum, os brasileiros estão cada vez mais reféns das garrafinhas e garrafões. Dados divulgados, na semana passada, pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) indicam um crescimento de 15% na produção do recurso entre 2007 e 2008. Pernambuco, que por muitos anos teve o título de campeão em consumo, já divide o status com outros estados e, mesmo assim, tem um consumo acima da média. Em um ano, são 32,7 litros de água mineral por pernambucano contra 31 litros por brasileiro. Número que pode parecer baixo isoladamente, mas cresce quando se considera a minoria da população com acesso ao líquido potável. Uma realidade que esconde uma distorção de costumes e de realidade. 
As campanhas de estímulo ao consumo de água da torneira surgiram em países como Austrália, Inglaterra e Estados Unidos depois do boom das mudanças climáticas, em que os governantes de nações desenvolvidas foram convocados a reduzir as emissões de poluentes. Nesse cenário, a poluição provocada pela produção e o transporte das garrafas tornou-se um gasto desnecessário, valorizando o consumo das torneiras. Um costume que não existe apenas no exterior, mas que vem sendo reduzido até no Sul do país, onde já foi comum. Recém-chegada de Porto Alegre, a gaúcha Carolina Barzotti levou um susto quando o marido a alertou de que não devia tomar o líquido direto da torneira na nova casa, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. 
Carolina Barzotti contou que alguns gaúchos estão trocando a água da torneira pelas garrafas por receio da qualidade. "Eu ainda mantinha o hábito, achava que era mais coisa de estímulo ao consumo. Mas aqui disseram que não dá, até porque a água do nosso prédio é de poço", disse Carolina. O pesquisador e sanitarista do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães/Fiocruz André Monteiro ressaltou que Pernambuco possui uma conjectura favorável ao crescimento de consumo da mineral. O primeiro ponto, destacou, é o rodízio de abastecimento que existe há mais de 25 anos. Na situação de escassez, surgiu a proliferação de poços artesianos e o abastecimento por caminhões pipa. “Se não chega água continuamente, é necessário armazenar em algum local que pode permitir a contaminação. Ou optar pelo caminhão pipa que não tem a garantia da qualidade do líquido", justificou Monteiro. A gerente de qualidade de água da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Maria Julita Mendes, informou que a companhia garante os padrões exigidos pelo Ministério da Saúde até a chegada nas instalações (hidrômetros) dos imóveis. Mas não após o armazenamento nos reservatórios. Quando o hábito de tomar água das torneiras era mais comum, destacou, alguns consumidores reclamavam do sabor metálico por conta das tubulações antigas. Agora, garante, muitas tubulações já são de PVC, o que exclui o sabor. 
O pesquisador do Aggeu Magalhães destacou que uma mudança de cultura em Pernambuco é possível desde que haja uma regularização no abastecimento e uma forte campanha educativa. "Seria preciso ganhar a confiança, o que é um processo difícil e lento", pontuou. Entre os riscos à saúde pela contaminação estão as diarreias e hepatite. 
Disponível em www.diariodepernambuco.com.br/2009/09/20/ urbana12_0.asp Acesso em 21 set. 2009. Adaptado. 
Observe o trecho: “Uma realidade que esconde uma distorção de costumes e de realidade”.
Assinale a alternativa na qual a palavra que destacada substitui um termo antecedente como no trecho acima. 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1198303 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Trata-se de uma técnica pela qual os microrganismos transformam a matéria orgânica, como estrume, folhas, papel e restos de comida, em um material semelhante ao solo, rico em húmus, que pode ser utilizado como adubo. Que técnica estamos descrevendo? 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1192941 Matemática
Os professores Rodrigo Cristian e Karla Patrícia, ambos do Ginásio Pernambucano, observaram que um grupo de alunos estava estudando para o concurso da COMPESA em plena aula de Matemática, envolvidos com a seguinte questão. “Dois carros deixam simultaneamente as cidades A e B indo de uma cidade em direção à outra, com velocidades constantes, e em sentidos opostos. As duas cidades são ligadas por uma estrada reta. Quando o carro mais rápido chega ao ponto médio M de AB, a distância entre os dois carros é de 96 km. Quando o carro mais lento chega ao ponto M, os carros estão a 160 km um do outro. Qual a distância, em km, entre as duas cidades”? Os professores bem humorados resolveram a questão para o grupo, concluindo que a distância entre as cidades, dada em km, é: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1186756 Português
Você toma água da torneira? 
Consumo/ Países como Austrália e EUA têm esse hábito. Brasileiros não abrem mão da mineral 
Júlia Kacowicz 
Enquanto o boicote às águas engarrafadas é discutido em países onde o hábito de tomá-la da torneira é comum, os brasileiros estão cada vez mais reféns das garrafinhas e garrafões. Dados divulgados, na semana passada, pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) indicam um crescimento de 15% na produção do recurso entre 2007 e 2008. Pernambuco, que por muitos anos teve o título de campeão em consumo, já divide o status com outros estados e, mesmo assim, tem um consumo acima da média. Em um ano, são 32,7 litros de água mineral por pernambucano contra 31 litros por brasileiro. Número que pode parecer baixo isoladamente, mas cresce quando se considera a minoria da população com acesso ao líquido potável. Uma realidade que esconde uma distorção de costumes e de realidade. 
As campanhas de estímulo ao consumo de água da torneira surgiram em países como Austrália, Inglaterra e Estados Unidos depois do boom das mudanças climáticas, em que os governantes de nações desenvolvidas foram convocados a reduzir as emissões de poluentes. Nesse cenário, a poluição provocada pela produção e o transporte das garrafas tornou-se um gasto desnecessário, valorizando o consumo das torneiras. Um costume que não existe apenas no exterior, mas que vem sendo reduzido até no Sul do país, onde já foi comum. Recém-chegada de Porto Alegre, a gaúcha Carolina Barzotti levou um susto quando o marido a alertou de que não devia tomar o líquido direto da torneira na nova casa, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. 
Carolina Barzotti contou que alguns gaúchos estão trocando a água da torneira pelas garrafas por receio da qualidade. "Eu ainda mantinha o hábito, achava que era mais coisa de estímulo ao consumo. Mas aqui disseram que não dá, até porque a água do nosso prédio é de poço", disse Carolina. O pesquisador e sanitarista do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães/Fiocruz André Monteiro ressaltou que Pernambuco possui uma conjectura favorável ao crescimento de consumo da mineral. O primeiro ponto, destacou, é o rodízio de abastecimento que existe há mais de 25 anos. Na situação de escassez, surgiu a proliferação de poços artesianos e o abastecimento por caminhões pipa. “Se não chega água continuamente, é necessário armazenar em algum local que pode permitir a contaminação. Ou optar pelo caminhão pipa que não tem a garantia da qualidade do líquido", justificou Monteiro. A gerente de qualidade de água da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Maria Julita Mendes, informou que a companhia garante os padrões exigidos pelo Ministério da Saúde até a chegada nas instalações (hidrômetros) dos imóveis. Mas não após o armazenamento nos reservatórios. Quando o hábito de tomar água das torneiras era mais comum, destacou, alguns consumidores reclamavam do sabor metálico por conta das tubulações antigas. Agora, garante, muitas tubulações já são de PVC, o que exclui o sabor. 
O pesquisador do Aggeu Magalhães destacou que uma mudança de cultura em Pernambuco é possível desde que haja uma regularização no abastecimento e uma forte campanha educativa. "Seria preciso ganhar a confiança, o que é um processo difícil e lento", pontuou. Entre os riscos à saúde pela contaminação estão as diarreias e hepatite. 
Disponível em www.diariodepernambuco.com.br/2009/09/20/ urbana12_0.asp Acesso em 21 set. 2009. Adaptado. 
Segundo o texto, a discussão sobre um boicote ao consumo de água mineral está associada a causas 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1186753 Português
Você toma água da torneira? 
Consumo/ Países como Austrália e EUA têm esse hábito. Brasileiros não abrem mão da mineral 
Júlia Kacowicz 
Enquanto o boicote às águas engarrafadas é discutido em países onde o hábito de tomá-la da torneira é comum, os brasileiros estão cada vez mais reféns das garrafinhas e garrafões. Dados divulgados, na semana passada, pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) indicam um crescimento de 15% na produção do recurso entre 2007 e 2008. Pernambuco, que por muitos anos teve o título de campeão em consumo, já divide o status com outros estados e, mesmo assim, tem um consumo acima da média. Em um ano, são 32,7 litros de água mineral por pernambucano contra 31 litros por brasileiro. Número que pode parecer baixo isoladamente, mas cresce quando se considera a minoria da população com acesso ao líquido potável. Uma realidade que esconde uma distorção de costumes e de realidade. 
As campanhas de estímulo ao consumo de água da torneira surgiram em países como Austrália, Inglaterra e Estados Unidos depois do boom das mudanças climáticas, em que os governantes de nações desenvolvidas foram convocados a reduzir as emissões de poluentes. Nesse cenário, a poluição provocada pela produção e o transporte das garrafas tornou-se um gasto desnecessário, valorizando o consumo das torneiras. Um costume que não existe apenas no exterior, mas que vem sendo reduzido até no Sul do país, onde já foi comum. Recém-chegada de Porto Alegre, a gaúcha Carolina Barzotti levou um susto quando o marido a alertou de que não devia tomar o líquido direto da torneira na nova casa, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. 
Carolina Barzotti contou que alguns gaúchos estão trocando a água da torneira pelas garrafas por receio da qualidade. "Eu ainda mantinha o hábito, achava que era mais coisa de estímulo ao consumo. Mas aqui disseram que não dá, até porque a água do nosso prédio é de poço", disse Carolina. O pesquisador e sanitarista do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães/Fiocruz André Monteiro ressaltou que Pernambuco possui uma conjectura favorável ao crescimento de consumo da mineral. O primeiro ponto, destacou, é o rodízio de abastecimento que existe há mais de 25 anos. Na situação de escassez, surgiu a proliferação de poços artesianos e o abastecimento por caminhões pipa. “Se não chega água continuamente, é necessário armazenar em algum local que pode permitir a contaminação. Ou optar pelo caminhão pipa que não tem a garantia da qualidade do líquido", justificou Monteiro. A gerente de qualidade de água da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Maria Julita Mendes, informou que a companhia garante os padrões exigidos pelo Ministério da Saúde até a chegada nas instalações (hidrômetros) dos imóveis. Mas não após o armazenamento nos reservatórios. Quando o hábito de tomar água das torneiras era mais comum, destacou, alguns consumidores reclamavam do sabor metálico por conta das tubulações antigas. Agora, garante, muitas tubulações já são de PVC, o que exclui o sabor. 
O pesquisador do Aggeu Magalhães destacou que uma mudança de cultura em Pernambuco é possível desde que haja uma regularização no abastecimento e uma forte campanha educativa. "Seria preciso ganhar a confiança, o que é um processo difícil e lento", pontuou. Entre os riscos à saúde pela contaminação estão as diarreias e hepatite. 
Disponível em www.diariodepernambuco.com.br/2009/09/20/ urbana12_0.asp Acesso em 21 set. 2009. Adaptado. 
A jornalista chama “uma distorção de costumes e de realidade” 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1185745 Português
O maior consumo de água geralmente é no banho. Para você que gosta de um banho gostoso e demorado, saiba que, uma simples ducha de chuveiro, é a vilã número um do desperdício de água nas residências domésticas. Numa família de 5 pessoas, onde cada um toma um banho de 15 minutos por dia, gastará por mês entre 7.000 e 14.000 litros de água. Reduzindo o tempo do banho para 5 minutos, o consumo cairá um terço desta quantidade. Portanto, durante o banho, feche o registro enquanto se ensaboa. Esta será a sua grande contribuição. E na hora de escovar os dentes, mantenha a torneira fechada. (...) 
Disponível em: www.biodiversityreporting.org/article.sub. Acesso em 18 set. 2009. 
Observe o fragmento:
Numa família de 5 pessoas, onde cada um toma um banho de 15 minutos por dia, gastará por mês entre 7.000 e 14.000 litros de água. Reduzindo o tempo do banho para 5 minutos, o consumo cairá um terço desta quantidade.
O texto acima deixa dúvidas a respeito de quem “gastará por mês (...)” e de quem “reduzirá o tempo”. Porém, considerando o contexto e a concordância verbal, é possível  indicar, como única resposta a essas dúvidas, 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: COMPESA
Q1181192 Raciocínio Lógico
Na rua que dá acesso ao Escritório do Alto do Céu, da COMPESA, existem 16 casas numeradas de 1 a 16. As casas de numeração par ficam todas de um mesmo lado da rua e as casas de numeração ímpar do lado oposto. O prefeito da cidade resolveu derrubar alguma(s) casa(s) a fim de que as somas dos números das casas fossem iguais dos dois lados da rua. Para atingir o seu objetivo, qual é o número de casas que o prefeito deve derrubar? 
Alternativas
Respostas
113: A
114: D
115: D
116: A
117: A
118: D
119: A
120: A
121: B
122: C
123: A
124: B
125: A
126: A