Questões de Concurso Para perito criminal - engenharia de telecomunicações

Foram encontradas 100 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2719353 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

No texto, todos os enunciados a seguir, introduzidos pela adversativa MAS, têm como papel argumentativo refutar ponto de vista contrário à legalização das drogas, EXCETO:

Alternativas
Q2719352 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

Com o enunciado: “É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública.” (§ 4), a autora tem em mira, na argumentação:

Alternativas
Q2719348 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


asdasdPrometi escrever mais sobre a descriminalização das drogas. Começo com uma observação: é complicado liberar a venda e o consumo de drogas em um só país pobre como o Brasil, que em pouco tempo se tornaria – mais do que já é – um entreposto do tráfico internacional. Mas talvez não: se a droga fosse um produto comercializável como qualquer outro, sua circulação para fora do país estaria sujeita a controles alfandegários regulares, centralizados pelo Governo Federal, e não mais pelo crime organizado.

asdasdHá um argumento moral contra a legalização. [Mas] não é possível proibir o uso de droga por razões morais com uma mão ao mesmo tempo em que se cultiva a atitude subjetiva típica das drogadições com a outra. É difícil convencer um adolescente de que o uso de drogas vai prejudicar sua vida quando a única porta que a sociedade oferece para sua entrada na vida adulta é a porta do consumo – não de objetos, mas sobretudo de imagens, todas elas associadas a sensações alucinantes, emoções avassaladoras e prazeres transgressivos. Alguns anúncios de automóvel dirigidos a adolescentes não “vendem” as vantagens legais de andar de automóvel. Vendem a velocidade acima dos limites, a farra da galera e o prazer sacana de deixar os outros para trás. Vendem exibicionismo, exclusão (do outro), transgressão e “barato”. Várias propagandas de cerveja, de vodca e das novas Ices vendem, sem nenhum pudor, as alucinações ligadas ao consumo de álcool. Que moral tem uma sociedade assim para coibir a droga?

asdasdOutro argumento é de saúde pública. A droga pode matar. O vício pode inutilizar muita gente para os estudos e para o mercado de trabalho. Mas o mercado de trabalho não aproveita nem metade das forças a sua disposição e a rede pública escolar deixa de fora milhares de crianças e jovens que nunca se drogaram. O tráfico emprega e paga bem. A revista Reportagem de janeiro publicou pesquisa do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (IBISS) mostrando que o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro emprega hoje mais de 12 mil jovens de até 18 anos, contra pouco mais de 3 mil ocupados no mercado regular de trabalho. Para essas pessoas que estão sempre sobrando, o tráfico e o crime organizado não são um problema: são a grande solução. E a ilegalidade faz das drogas um produto de luxo, aumentando os lucros e o poder paralelo dos traficantes, além de alimentar as conexões do tráfico com outros setores do crime organizado.

asdasdPor fim, a criminalização da droga faz com que outras pessoas, que não o usuário, arquem com as consequências da drogadição nacional. É claro que os abusos no uso das drogas são um problema de saúde pública. Mas são casos-limite. Hoje, morre muito mais gente na guerra do tráfico – inclusive inocentes, crianças e trabalhadores atingidos por balas perdidas – do que de overdose. Há muito mais vidas de brasileiros desperdiçadas nos presídios, de onde poucos saem sociabilizados, do que nas clínicas de recuperação de drogados. O crime e o tráfico no Brasil são problemas de saúde pública. Mas também o alcoolismo, perfeitamente legal. E o abuso de cigarros.

(KEHL, Maria Rita. O Globo, Rev.Época : 31/03/2003, p. 28.)

Dentre os argumentos levantados no texto, aquele que se orienta em sentido contrário ao da legalização da venda e consumo das drogas no país é o seguinte:

Alternativas
Q1949535 Engenharia de Telecomunicações
A respeito das características e das técnicas de digitalização dos sinais de áudio e vídeo, para o SBTVD, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1949534 Engenharia de Telecomunicações
No que diz respeito a noções de criptografia em redes de telecomunicações, julgue os itens a seguir.

I Os sistemas atuais de telecomunicações digitais são normalmente criptografados, sendo as técnicas do embaralhamento e do desembaralhamento de pacotes de bytes umas das mais usadas em TV Digital tanto para a transmissão quanto para a recepção/recuperação dos sinais.
II A criptografia mais usada em sistemas de segurança na internet é a RSA, cifrada e decifrada por duas chaves, uma pública e uma privada.
III Desde a Geração do Sistema GSM na telefonia celular, a comunicação de voz e dados é criptografada, visando garantir a privacidade dessa comunicação.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1949533 Engenharia de Telecomunicações
No que se refere às redes de dados e à comunicação entre os computadores, julgue os itens a seguir.

I Em uma rede de computadores, a comunicação entre as máquinas ocorre por meio de protocolos TCP/IP, que não integram o Modelo OSI de arquitetura de redes. II O Modelo ISO-OSI para estabelecer a comunicação de dados entre os computadores é dividido em 6 camadas que contêm os protocolos necessários para estabelecer a comunicação. III Os protocolos de rede TCP/IP — protocolos de internet — são, juntos, os principais responsáveis pelo envio e pelo recebimento de dados na comunicação dos computadores na internet. IV Os protocolos TCP/IP que implementam a comunicação entre os computadores na internet trabalham sobre pilhas ou camadas com outros protocolos, que são o de aplicação, o de transporte, o de rede e a física.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1949532 Engenharia de Telecomunicações
Acerca do histórico e das características da telefonia fixa e móvel, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1949531 Engenharia de Telecomunicações
Com relação aos conceitos e às características dos sistemas de comunicações analógica e digital, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1949530 Engenharia de Telecomunicações
A respeito dos tipos de modulação de sinais RF, julgue os itens que se seguem.

I Na modulação em AM, o sinal de RF que é transmitido é chamado de onda portadora, ou simplesmente portadora, e a informação a ser transmitida é chamada de sinal modulante. II Na modulação em FM, o sinal modulante, que contém as informações a serem transmitidas, produz variações na frequência da portadora, caracterizando a denominada modulação em frequência (FM). III Para as técnicas de modulações de sinais analógicos, além de modulação em amplitude — AM e em frequência — FM, tem-se também a modulação por desvio de fase — PM. IV O tipo de modulação digital usada no SBTVD é a COFDM (Coded Orthogonal Frequency Division Multiplexing).

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1949529 Engenharia de Telecomunicações
Considerando o espectro eletromagnético e as faixas de frequências utilizadas no Brasil nos serviços de telecomunicações, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1949528 Engenharia de Telecomunicações
Com relação às medidas de sinas de radiofrequência (RF) nas telecomunicações, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1949527 Engenharia de Telecomunicações
As antenas com refletores parabólicos são muito usadas tanto na recepção dos sinais de TV, rádio e dados via satélite quanto nos enlaces de sinais de RF na faixa de UHF e SHF, além de serem muito diretivas. Acerca do ganho em dBi e da relação de proteção frente/costas (F/C) em dB, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1949526 Telecomunicações
      Ao inspecionar uma antena Yagi de 5 elementos, um engenheiro mediu o elemento excitador ou alimentador para saber a frequência ou a faixa de frequências de operação da antena, cujo dipolo simples de meia onda tinha comprimento total de 1 metro.

Nessa situação hipotética, a antena
Alternativas
Q1949525 Engenharia de Telecomunicações
No processamento digital de sinais, a largura de faixa de um filtro passa-baixa ideal é igual 
Alternativas
Q1949524 Comunicação Social
No processo de codificação de vídeo, o elemento que utiliza quadros de vídeo anteriores (e, em alguns casos, posteriores) para facilitar a remoção da redundância temporal é o(a)
Alternativas
Q1949523 Design Gráfico
O método de compressão de imagens digitais que atribui palavras-código de tamanho fixo a sequências de símbolos-fonte de tamanho variável e cuja característica principal é não requerer conhecimento antecipado da probabilidade de ocorrência dos símbolos que serão codificados, sendo integrado a vários formatos de arquivos e imagem, como GIF, TIFF e PDF, é denominado de codificação
Alternativas
Q1949522 Engenharia de Telecomunicações
O processo de digitalização do sinal de voz que consiste em discretizar os valores contínuos de amplitude do sinal amostrado, explorando características da distribuição de probabilidade da amplitude do sinal para a obtenção de uma perda menos sensível de informações devido ao truncamento do sinal amostrado, é o(a)
Alternativas
Q1949521 Engenharia de Telecomunicações
Assinale a opção em que é apresentada a arquitetura de conversores analógico-digitais que, utilizada em sistemas que requerem conversões rápidas, tem a desvantagem de, com o aumento da resolução, aumentar exponencialmente o número de comparadores, não sendo a mais adequada para projetos de circuitos integrados, que requerem consumo baixo de potência. 
Alternativas
Q1949520 Engenharia de Telecomunicações
Em relação à conversão de sinal analógico para digital, julgue os itens que se seguem.

I Na conversão de sinal analógico para digital, o conversor aceita como entrada uma tensão analógica e a converte em uma representação binária de acordo com a quantidade de bits disponível no conversor. II O critério de desempenho de qualquer sistema de aquisição de dados com relação à conversão de sinal analógico para digital não está relacionado à resolução de imagem nem à velocidade, mas diretamente à linearidade e à taxa de amostragem. III A linearidade de um conversor consiste no tempo necessário para executar a conversão do sinal analógico para o código digital. IV A taxa de amostragem constitui o número de vezes por segundo que o sinal analógico é convertido para o código digital.

Estão certos apenas os itens
Alternativas
Q1949519 Engenharia de Telecomunicações
Na eletrônica digital, a memória que apresenta como características principais o fato de já sair de fábrica com dados pré-programados, o de não permitir alteração dos conteúdos e o de aceitar ser programada apenas uma vez pelo usuário recebe o nome de
Alternativas
Respostas
41: B
42: A
43: B
44: B
45: E
46: C
47: E
48: D
49: E
50: A
51: A
52: B
53: E
54: A
55: C
56: D
57: E
58: A
59: B
60: A