Questões de Concurso
Para assessor de imprensa
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Com base no texto a seguir, assinale a alternativa correta.
Em telejornalismo, o texto é escrito para ser falado (pelo locutor) e ouvido (pelo telespectador). Pela própria característica dos veículos eletrônicos de comunicação – a instantaneidade –, o receptor deve “pegar a informação de uma vez”. Se isso não acontece, o objetivo de quem está escrevendo – transmitir a informação – fracassa.
(V. I. Paternostro. O texto na TV, Editora Elsevier, 1999)
O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, nesta quarta-feira (16 agosto), dois pedidos do governo de Mato Grosso para receber uma indenização da União pela desapropriação de terras do estado, para demarcação de terras indígenas que integram o Parque Nacional do Xingu e as reservas Nambikwára e Parecis.
Havia, entre indígenas e ONGs, a expectativa de que, no julgamento desta quarta-feira, os ministros também discutissem a adoção do critério conhecido como “marco temporal” para a demarcação de terras indígenas.
(G1 – goo.gl/XXGw5L. Acesso em 23.09.2017. Adaptado)
O marco temporal é
Um decreto do presidente Michel Temer publicado nesta terça-feira (26/09), no Diário Oficial da União, revoga a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). A extinção da Renca foi alvo de críticas de ambientalistas, de artistas e também de outros setores da sociedade.
(G1 – goo.gl/Wr4zjV. Acesso em 18.10.2017)
A respeito da Renca, é correto afirmar que
Leia a notícia de 16 de agosto de 2017.
Ciente de que a revisão da meta fiscal seria inevitável, o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) entrou em contato, nesta semana, com representantes das três grandes agências internacionais de classificação de risco e pediu que esperassem um trimestre para tomarem qualquer decisão.
(F.S.P goo.gl/FyEFCB. Acesso em 23.09.2017. Adaptado)
A preocupação de Meirelles está relacionada
A França voltou às urnas em 07 de maio, para eleger o novo presidente da República. O segundo turno das eleições presidenciais francesas foi disputado por dois candidatos que representam duas visões de mundo antagônicas.
(El país – goo.gl/hgWHwc. Acesso em 22.09.2017. Adaptado)
De um lado, Emmanuel Macron, candidato eleito,
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou, nesta sexta-feira (27.07), que expulsará diplomatas dos Estados Unidos e fechará um retiro diplomático americano perto de Moscou, em retaliação, após uma nova rodada de sanções contra a Rússia ser aprovada no Congresso em Washington.
(Estadão – goo.gl/U2JrPi. Acesso em 23.09.2017. Adaptado)
Um dos motivos dessa nova onda de tensões entre Moscou e Washington é
Ao mar
Choveu dias e depois amanheceu. Joel chegou à janela e olhou o quintal: estava tudo inundado! Joel vestiu-se rapidamente, disse adeus à mãe, embarcou numa tábua e pôs-se a remar. Hasteou no mastro uma bandeira com a estrela de David...
O barco navegava mansamente. As noites se sucediam, estreladas. No cesto de gávea* Joel vigiava e pensava em todos os esplêndidos aventureiros.
– A la mar! A la mar! – gritava Joel entoando cânticos ancestrais. Despertando pela manhã, alimentava-se de peixes exóticos; escrevia no diário de bordo e ficava a contemplar as ilhas. Os nativos viam-no passar – um ser taciturno, distante, nas águas, distante do céu. Certa vez – uma tempestade! Durou sete horas. Mas não o venceu, não o venceu!
E os monstros? Que dizer deles, se nunca ninguém os viu?
Joel remava afanosamente; às vezes, parava só para comer e escrever no diário de bordo. Um dia, disse em voz alta: “Mar, animal rumorejante!” Achou bonita esta frase; até anotou no diário. Depois, nunca mais falou.
À noite, Joel sonhava com barcos e mares, e ares e céus, e ventos e prantos, e rostos escuros, monstros soturnos. Que dizer destes monstros, se nunca ninguém os viu?
– Joel, vem almoçar! – gritava a mãe.
Joel viajava ao largo; perto da África.
(Moacyr Scliar, Os melhores contos. Adaptado)
* lugar, no topo dos mastros de embarcações antigas, de onde um marinheiro perscrutava o horizonte, para avistar terra
Ao mar
Choveu dias e depois amanheceu. Joel chegou à janela e olhou o quintal: estava tudo inundado! Joel vestiu-se rapidamente, disse adeus à mãe, embarcou numa tábua e pôs-se a remar. Hasteou no mastro uma bandeira com a estrela de David...
O barco navegava mansamente. As noites se sucediam, estreladas. No cesto de gávea* Joel vigiava e pensava em todos os esplêndidos aventureiros.
– A la mar! A la mar! – gritava Joel entoando cânticos ancestrais. Despertando pela manhã, alimentava-se de peixes exóticos; escrevia no diário de bordo e ficava a contemplar as ilhas. Os nativos viam-no passar – um ser taciturno, distante, nas águas, distante do céu. Certa vez – uma tempestade! Durou sete horas. Mas não o venceu, não o venceu!
E os monstros? Que dizer deles, se nunca ninguém os viu?
Joel remava afanosamente; às vezes, parava só para comer e escrever no diário de bordo. Um dia, disse em voz alta: “Mar, animal rumorejante!” Achou bonita esta frase; até anotou no diário. Depois, nunca mais falou.
À noite, Joel sonhava com barcos e mares, e ares e céus, e ventos e prantos, e rostos escuros, monstros soturnos. Que dizer destes monstros, se nunca ninguém os viu?
– Joel, vem almoçar! – gritava a mãe.
Joel viajava ao largo; perto da África.
(Moacyr Scliar, Os melhores contos. Adaptado)
* lugar, no topo dos mastros de embarcações antigas, de onde um marinheiro perscrutava o horizonte, para avistar terra
Ao mar
Choveu dias e depois amanheceu. Joel chegou à janela e olhou o quintal: estava tudo inundado! Joel vestiu-se rapidamente, disse adeus à mãe, embarcou numa tábua e pôs-se a remar. Hasteou no mastro uma bandeira com a estrela de David...
O barco navegava mansamente. As noites se sucediam, estreladas. No cesto de gávea* Joel vigiava e pensava em todos os esplêndidos aventureiros.
– A la mar! A la mar! – gritava Joel entoando cânticos ancestrais. Despertando pela manhã, alimentava-se de peixes exóticos; escrevia no diário de bordo e ficava a contemplar as ilhas. Os nativos viam-no passar – um ser taciturno, distante, nas águas, distante do céu. Certa vez – uma tempestade! Durou sete horas. Mas não o venceu, não o venceu!
E os monstros? Que dizer deles, se nunca ninguém os viu?
Joel remava afanosamente; às vezes, parava só para comer e escrever no diário de bordo. Um dia, disse em voz alta: “Mar, animal rumorejante!” Achou bonita esta frase; até anotou no diário. Depois, nunca mais falou.
À noite, Joel sonhava com barcos e mares, e ares e céus, e ventos e prantos, e rostos escuros, monstros soturnos. Que dizer destes monstros, se nunca ninguém os viu?
– Joel, vem almoçar! – gritava a mãe.
Joel viajava ao largo; perto da África.
(Moacyr Scliar, Os melhores contos. Adaptado)
* lugar, no topo dos mastros de embarcações antigas, de onde um marinheiro perscrutava o horizonte, para avistar terra
Leia os períodos:
• ... embarcou numa tábua e pôs-se a remar. (1° parágrafo);
• Mas não o venceu, não o venceu! (3° parágrafo);
• Que dizer deles, se nunca ninguém os viu? (4° parágrafo).
As conjunções em destaque nos períodos estabelecem entre as orações, correta e respectivamente, relações de sentido de
Ao mar
Choveu dias e depois amanheceu. Joel chegou à janela e olhou o quintal: estava tudo inundado! Joel vestiu-se rapidamente, disse adeus à mãe, embarcou numa tábua e pôs-se a remar. Hasteou no mastro uma bandeira com a estrela de David...
O barco navegava mansamente. As noites se sucediam, estreladas. No cesto de gávea* Joel vigiava e pensava em todos os esplêndidos aventureiros.
– A la mar! A la mar! – gritava Joel entoando cânticos ancestrais. Despertando pela manhã, alimentava-se de peixes exóticos; escrevia no diário de bordo e ficava a contemplar as ilhas. Os nativos viam-no passar – um ser taciturno, distante, nas águas, distante do céu. Certa vez – uma tempestade! Durou sete horas. Mas não o venceu, não o venceu!
E os monstros? Que dizer deles, se nunca ninguém os viu?
Joel remava afanosamente; às vezes, parava só para comer e escrever no diário de bordo. Um dia, disse em voz alta: “Mar, animal rumorejante!” Achou bonita esta frase; até anotou no diário. Depois, nunca mais falou.
À noite, Joel sonhava com barcos e mares, e ares e céus, e ventos e prantos, e rostos escuros, monstros soturnos. Que dizer destes monstros, se nunca ninguém os viu?
– Joel, vem almoçar! – gritava a mãe.
Joel viajava ao largo; perto da África.
(Moacyr Scliar, Os melhores contos. Adaptado)
* lugar, no topo dos mastros de embarcações antigas, de onde um marinheiro perscrutava o horizonte, para avistar terra
Observe as passagens:
• O barco navegava mansamente. (2° parágrafo);
• ... um ser taciturno, distante, nas águas, distante do céu. (3° parágrafo);
• Joel viajava ao largo; perto da África. (8° parágrafo).
As expressões em destaque têm como antônimos, correta e respectivamente: