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Q274346 Português
Leia o texto, para responder à questão.
No terceiro dia de julgamento, seguiram-se novos depoimentos e finalmente fizeram-se as acareações. E o que facilitou grandemente a tarefa da acusação foi que, na esperança de melhorarem sua posição pessoal, os réus se puseram a acusar uns aos outros. Fez-se publicamente o exame dos prontuários tirados da parte dos arquivos da Polícia Central que Zabala não tivera tempo de destruir. Por meio desses documentos, ficou provado que mais de duzentas pessoas, entre as quais algumas dúzias de estudantes, haviam morrido de doenças e maus tratos nas diversas prisões de Cerro Hermoso e arredores, e seus corpos enterrados numa vala comum, sem que seus parentes tivessem sido sequer notificados da “ocorrência". Quando o promotor público terminou a acusação, o Presidente do Tribunal deu a palavra ao advogado profissional que o Comitê Central Revolucionário designara para defender os réus. O homem ergueu-se e declarou que, diante de todas aquelas provas, ele não só recusava fazer a defesa de seus constituintes como também não pedia sequer para eles a clemência dos jurados. E sentou-se. Sua “defesa" – que provocou aplausos – durou menos de um minuto. (Érico Veríssimo, O Senhor Embaixador)
A alternativa em que a nova versão da frase do texto apresenta emprego e colocação de pronome de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q274345 Português
Leia o texto, para responder à questão.
No terceiro dia de julgamento, seguiram-se novos depoimentos e finalmente fizeram-se as acareações. E o que facilitou grandemente a tarefa da acusação foi que, na esperança de melhorarem sua posição pessoal, os réus se puseram a acusar uns aos outros. Fez-se publicamente o exame dos prontuários tirados da parte dos arquivos da Polícia Central que Zabala não tivera tempo de destruir. Por meio desses documentos, ficou provado que mais de duzentas pessoas, entre as quais algumas dúzias de estudantes, haviam morrido de doenças e maus tratos nas diversas prisões de Cerro Hermoso e arredores, e seus corpos enterrados numa vala comum, sem que seus parentes tivessem sido sequer notificados da “ocorrência". Quando o promotor público terminou a acusação, o Presidente do Tribunal deu a palavra ao advogado profissional que o Comitê Central Revolucionário designara para defender os réus. O homem ergueu-se e declarou que, diante de todas aquelas provas, ele não só recusava fazer a defesa de seus constituintes como também não pedia sequer para eles a clemência dos jurados. E sentou-se. Sua “defesa" – que provocou aplausos – durou menos de um minuto. (Érico Veríssimo, O Senhor Embaixador)
Assinale a alternativa em que as duas formas verbais expressam tempo equivalente.
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Q274342 Português
Na era da internet, com seus “rsrsrs" e as “longas" mensagens de 140 caracteres do Twitter, que lugar haveria para a retórica, a invenção dos gregos clássicos para permitir que nas democracias o bom cidadão pudesse defender seus pontos de vista falando bem? Na semana passada, o julgamento do mensalão no STF pôs em evidência os advogados dos réus. Eles foram lá exercitar sua retórica, uma vez que as peças de defesa já haviam sido escritas e enviadas aos ministros do tribunal. Os defensores, com raras exceções, saíram-se muito mal no quesito da retórica – que não é blá-blá-blá. Quando assumiu o posto de presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, Earl Warren perguntou a um colega mais antigo em quem confiava plenamente o que ele deveria ler para conseguir escrever suas sentenças no alto nível que as circunstâncias exigiam. O colega de Warren, Hugo Black, respondeu: “Basta ler Retórica, de Aristóteles". Sábio conselho. Com a democracia, os gregos criaram esse mecanismo de sustentação oral baseado na lógica e na honestidade de pensamento a que chamaram de retórica. Os cidadãos eram frequentemente obrigados a defender em público não apenas ideias, mas sua propriedade e até a própria liberdade. Aristóteles ensinou que persuadir uma audiência nada tem a ver com eloquência. Isso é sofisma. O que separa um cidadão grego dotado da retórica de um mero sofista? A retórica vencedora não depende do dom da oratória, mas do valor moral do orador. (Otávio Cabral e Carolina Melo. A retórica não é blá-blá-blá. Veja, 15.08.2012)
Observe os trechos destacados em seus respectivos contextos:
I. ... permitir que nas democracias o bom cidadão pudesse defender seus pontos de vista falando bem?

II. Eles foram lá exercitar sua retórica, uma vez que as peças de defesa já haviam sido escritas e enviadas aos ministros do tribunal.
III. ...o que ele deveria ler para conseguir escrever suas sentenças no alto nível que as circunstâncias exigiam.
Esses trechos expressam, correta e respectivamente, as circunstâncias de
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Q274340 Português
Na era da internet, com seus “rsrsrs" e as “longas" mensagens de 140 caracteres do Twitter, que lugar haveria para a retórica, a invenção dos gregos clássicos para permitir que nas democracias o bom cidadão pudesse defender seus pontos de vista falando bem? Na semana passada, o julgamento do mensalão no STF pôs em evidência os advogados dos réus. Eles foram lá exercitar sua retórica, uma vez que as peças de defesa já haviam sido escritas e enviadas aos ministros do tribunal. Os defensores, com raras exceções, saíram-se muito mal no quesito da retórica – que não é blá-blá-blá. Quando assumiu o posto de presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, Earl Warren perguntou a um colega mais antigo em quem confiava plenamente o que ele deveria ler para conseguir escrever suas sentenças no alto nível que as circunstâncias exigiam. O colega de Warren, Hugo Black, respondeu: “Basta ler Retórica, de Aristóteles". Sábio conselho. Com a democracia, os gregos criaram esse mecanismo de sustentação oral baseado na lógica e na honestidade de pensamento a que chamaram de retórica. Os cidadãos eram frequentemente obrigados a defender em público não apenas ideias, mas sua propriedade e até a própria liberdade. Aristóteles ensinou que persuadir uma audiência nada tem a ver com eloquência. Isso é sofisma. O que separa um cidadão grego dotado da retórica de um mero sofista? A retórica vencedora não depende do dom da oratória, mas do valor moral do orador. (Otávio Cabral e Carolina Melo. A retórica não é blá-blá-blá. Veja, 15.08.2012)
Assinale a alternativa contendo as palavras cujos sentidos se opõem, correta e respectivamente, aos sentidos das expressões destacadas nas frases:

Com a democracia, os gregos criaram esse mecanismo de sustentação oral.
Aristóteles ensinou que persuadir uma audiência nada tem a ver com eloquência. Isso é sofisma.
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Q274339 Português
Na era da internet, com seus “rsrsrs" e as “longas" mensagens de 140 caracteres do Twitter, que lugar haveria para a retórica, a invenção dos gregos clássicos para permitir que nas democracias o bom cidadão pudesse defender seus pontos de vista falando bem? Na semana passada, o julgamento do mensalão no STF pôs em evidência os advogados dos réus. Eles foram lá exercitar sua retórica, uma vez que as peças de defesa já haviam sido escritas e enviadas aos ministros do tribunal. Os defensores, com raras exceções, saíram-se muito mal no quesito da retórica – que não é blá-blá-blá. Quando assumiu o posto de presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, Earl Warren perguntou a um colega mais antigo em quem confiava plenamente o que ele deveria ler para conseguir escrever suas sentenças no alto nível que as circunstâncias exigiam. O colega de Warren, Hugo Black, respondeu: “Basta ler Retórica, de Aristóteles". Sábio conselho. Com a democracia, os gregos criaram esse mecanismo de sustentação oral baseado na lógica e na honestidade de pensamento a que chamaram de retórica. Os cidadãos eram frequentemente obrigados a defender em público não apenas ideias, mas sua propriedade e até a própria liberdade. Aristóteles ensinou que persuadir uma audiência nada tem a ver com eloquência. Isso é sofisma. O que separa um cidadão grego dotado da retórica de um mero sofista? A retórica vencedora não depende do dom da oratória, mas do valor moral do orador. (Otávio Cabral e Carolina Melo. A retórica não é blá-blá-blá. Veja, 15.08.2012)
Na frase final do primeiro parágrafo está implícito que, em sua maioria, os defensores dos réus do mensalão
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Q274338 Português
Na era da internet, com seus “rsrsrs" e as “longas" mensagens de 140 caracteres do Twitter, que lugar haveria para a retórica, a invenção dos gregos clássicos para permitir que nas democracias o bom cidadão pudesse defender seus pontos de vista falando bem? Na semana passada, o julgamento do mensalão no STF pôs em evidência os advogados dos réus. Eles foram lá exercitar sua retórica, uma vez que as peças de defesa já haviam sido escritas e enviadas aos ministros do tribunal. Os defensores, com raras exceções, saíram-se muito mal no quesito da retórica – que não é blá-blá-blá. Quando assumiu o posto de presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, Earl Warren perguntou a um colega mais antigo em quem confiava plenamente o que ele deveria ler para conseguir escrever suas sentenças no alto nível que as circunstâncias exigiam. O colega de Warren, Hugo Black, respondeu: “Basta ler Retórica, de Aristóteles". Sábio conselho. Com a democracia, os gregos criaram esse mecanismo de sustentação oral baseado na lógica e na honestidade de pensamento a que chamaram de retórica. Os cidadãos eram frequentemente obrigados a defender em público não apenas ideias, mas sua propriedade e até a própria liberdade. Aristóteles ensinou que persuadir uma audiência nada tem a ver com eloquência. Isso é sofisma. O que separa um cidadão grego dotado da retórica de um mero sofista? A retórica vencedora não depende do dom da oratória, mas do valor moral do orador. (Otávio Cabral e Carolina Melo. A retórica não é blá-blá-blá. Veja, 15.08.2012)
A palavra que melhor traduz a ideia acerca da qualidade do orador, no contexto, é
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305966 Contabilidade Geral
O Banco ABC adquiriu posição de 100.000 Letras do Tesouro Nacional em 1º de maio de 2011, pelo PU de R$911,30, mantendo estes papéis em sua Carteira Própria. Em 31/5/11 estes papéis já tinham valorizado 1% no período e foram vendidos com compromisso de revenda dado pelo cliente adquirente, combinado com compromisso de recompra firmado pelo Banco, para o prazo de 10 dias úteis, a uma taxa de 0,04% no período. Assinale a opção que apresenta os valores e adequadas contas patrimoniais e de resultados que resultaram destes papéis e suas correspondentes operações no Balancete de 31/5/11.
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305965 Contabilidade Geral
A tabela abaixo, relativa à classificação por nível de risco das operações de crédito do Banco GHI, demonstra as variações ocorridas do mês anterior para o atual. Assinale a opção que apresenta os respectivos saldos da provisão para créditos de liquidação duvidosa do mês anterior e do atual que devem constar nos respectivos balancetes patrimoniais. 
                  OPERAÇÕES POR                            MÊS ANTERIOR                      MÊS ATUAL                     NÍVEL DE RISCO                           Valor em R$    % PCLD          Valor em R$         % PCLD
- Operações de Nível AA                                   15.000.000,00         0,0                15.500.000,00        0,0 - Operações de Nível A                                        5.000.000,00        0,5                   5.000.000,00        0,5 - Operações de Nível B                                        1.000.000,00        1,0                   1.500.000,00        1,0 - Operações de Nível C                                           500.000,00        3,0                     500.000,00         3,0 - Operações de Nível D                                                    -                  -                       200.000,00       10,0 - Operações de Nível G                                           100.000,00       70,0                    100.000,00       70,0 - Operações de Nível H                                           100.000,00      100,0                    100.000,00    100,0                                                                             21.700.000,00                              22.900.000,00


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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305964 Contabilidade Geral
A Cia. Industrial Brasileira XYZ, após acurada análise e adequados projetos, teve aprovado em seus Conselhos de Administração e Fiscal, Plano de Expansão/ Investimentos para nova planta industrial, com investimentos na ordem de R$800 MM, onde já tem reservado recursos na ordem de R$300 MM e buscou aporte do valor restante, R$500 MM, no Banco RST, agente repassador de recursos do BNDES, onde o seu pleito foi aprovado pelas alçadas competentes. Assim, o Banco RST efetuou o repasse de recursos do BNDES no valor de R$500 MM, liberados em três etapas semestrais, respectivamente, de R$150 MM, R$150 MM e R$200 MM, sendo a primeira em 31 de março de 2011, para amortizações mensais de principal e juros em 36 meses, após dois anos de carência a contar da data da primeira liberação de recursos. Foi pactuada taxa pós-fixada, vinculada à TJLP e mais 1% a.m.. Com relação ao evidenciado no balancete de 31 de maio de 2011 do Banco RST, em valores constantes nas adequadas contas estabelecidas pelo COSIF, assinale a opção CORRETA (Considerar a TJLP de 0,5% a.m. no período para efeitos de cálculo).
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305963 Contabilidade Geral
Operação de crédito para capital de giro da Industrial ABC, no valor de R$600.000,00, com taxa prefixada de 2,5% a.m. (dois porcento ao mês) e pagamento final em seis meses foi aprovada pelo Comitê de Crédito do Banco MNO. Assim, em 28 de fevereiro de 2011, o Banco MNO creditou em conta corrente de depósitos à vista da Industrial ABC o valor líquido de IOF da operação. Assinale a opção que corresponda aos efeitos nas adequadas contas do ativo e de resultados do Banco MNO que deverão constar no Balancete de 31/5/11.
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305962 Contabilidade Geral
O Comitê de Crédito do Banco Comercial BETA aprovou operação de crédito proposta pela gerência de sua filial 011, relativa ao desconto de duplicatas para Lojas Comerciais Maravilha, em 31 de março de 2011, que totalizavam nesta data o valor de R$360.000,00, com vencimento em três parcelas de R$120.000,00 mensais consecutivas, respectivamente, em 30/4, 31/5 e 30/6, todos de 2011, sendo a taxa pactuada de 3,0% a.m. (três porcento ao mês calendário) linear. Considerando que a operação vem transcorrendo normalmente, com as duplicatas liquidadas nos respectivos prazos, quais são os corretos valores constantes como saldos das adequadas contas referidas em alternativa abaixo que devem constar no balancete de 31 de maio de 2011 do Banco Comercial Beta?
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305961 Contabilidade Geral
Considerando que o Banco B, de médio porte, especializado em captação de clientes para o deferimento de crédito consignado, detém, em 31/1/11, posição registrada em seu ativo no valor de R$500 MM, para resgates em 48 meses, pela taxa de CDI mais 18 % a.a.. Vende esta posição para o Banco A, de grande porte, pelo valor atual de R$530 MM com coobrigação, pela qual se responsabiliza integralmente pela liquidez dos créditos vendidos. Pelas regras do CMN/BCB ainda em vigor, o Banco B deverá registrar esta operação de venda da carteira de crédito consignado ao Banco A, da seguinte forma:
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305960 Contabilidade Geral
Diversas são as situações que podem configurar indício de ocorrência dos crimes previstos na Lei n.º 9.613/98 e suas posteriores alterações, que objetiva a Prevenção e o Combate aos Crimes de “Lavagem” ou Ocultação de Bens, Direitos, e Valores, relacionados com operações em espécie ou em traveller’s cheques, como a de:
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305959 Contabilidade Geral
A atividade de gerenciamento do risco de mercado deve ser executada nas instituições financeiras e assemelhadas por unidade:
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305958 Contabilidade Geral
A estrutura de gerenciamento do risco operacional deve ser compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas de uma instituição financeira ou assemelhada, de forma a evitar ou a minimizar a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiências ou inadequação de processos internos, de pessoas ou sistemas, ou de eventos externos, inclusive por fraudes e erros. A estrutura de gerenciamento deve prever procedimentos e critérios regulamentares e observar obrigatoriamente, EXCETO:
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305957 Auditoria
O risco de liquidez é definido pelas normas regulamentares como a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis – “descasamento” entre pagamentos e recebimentos – que possam afetar a capacidade de pagamento da instituição, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. No sistema estruturado de controle das posições assumidas por uma instituição, de forma a evidenciar o risco de liquidez delas decorrente, deve ela adotar diversos procedimentos, entre eles os abaixo descritos, EXCETO o de:
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305956 Auditoria
Os aspectos relativos ao monitoramento e ao aperfeiçoamento do sistema de controles internos devem ser considerados pelos auditores independentes quando da emissão do relatório de avaliação da qualidade e adequação deste sistema, o qual deve abordar os processos de revisão e atualização dos procedimentos relativos a riscos novos ou já existentes, mas ainda não considerados, incluindo diversos aspectos, EXCETO o de:
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305955 Contabilidade Geral
As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem implantar e implementar controles internos voltados a todas as operações praticadas no mercado e seus sistemas de informações, operacionais e gerenciais, bem como o cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis. O sistema de controle interno deve prever diversos aspectos, entre os quais os que seguem, EXCETO:
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Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305954 Contabilidade Geral
O Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional, o COSIF, em termos gerais, objetiva uniformizar os registros contábeis dos atos e fatos administrativos praticados e racionalizar a utilização de contas, para cada instituição do SFN e respectivo conglomerado financeiro, se for o caso. Também objetiva possibilitar o acompanhamento do Sistema Financeiro Nacional, com a análise, a avaliação do desempenho e o controle das instituições que o compõem. Além desses, tem ainda por objetivo:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2011 - CFC - Auditor Independente - BCB |
Q1305953 Contabilidade Geral
Dentre as instituições que compõem o Sistema Financeiro Nacional, é considerada instituição financeira monetária aquela constituída sob a forma de:
Alternativas
Respostas
1961: E
1962: C
1963: E
1964: D
1965: A
1966: C
1967: A
1968: B
1969: C
1970: D
1971: A
1972: C
1973: B
1974: A
1975: C
1976: D
1977: B
1978: A
1979: B
1980: C