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Insumos, processo, produto, resultado e impacto são indicadores de avaliação de desempenho do planejamento estratégico.
O planejamento estratégico é desenvolvido em nível institucional e promove a tradução e a interpretação das decisões estratégicas em planos mais detalhados no nível departamental.
Auditabilidade, mensurabilidade, estabilidade, economicidade, desagregabilidade, sensibilidade, clareza e simplicidade são propriedades complementares para os indicadores, porém estão sujeitas à análise de trade-off em função da avaliação particularizada da situação.
No planejamento estratégico, os indicadores são medidas que expressam e quantificam insumos, resultados, características ou o desempenho de um processo, um serviço, um produto ou uma organização.
Na estratégia empresarial, durante o processo de formulação estratégica, define-se o que a empresa precisa fazer, ao passo que, durante o planejamento, define-se como alcançar os objetivos definidos da empresa.
O escritório de processos deve assumir o controle das responsabilidades dos gerentes de linha e, consequentemente, as responsabilidades das unidades de negócios são centralizadas no gerente do escritório de processos, que assume a liderança para verificar as ações e as iniciativas tomadas no âmbito da organização.
Escritório de processos é uma unidade de negócios que administra, dá suporte e fomenta o BPM (business process management) em toda a organização.
Os donos de processos são responsáveis pelas ações quando os limites acordados de desempenho do processo são ultrapassados; os donos do negócio, por sua vez, são responsáveis pelos serviços de melhoria de processos e, por essa razão, tais serviços não são oferecidos pelo escritório de processos.
O escritório de processos pode atuar nos modelos direcionador, facilitador ou servidor. O modelo servidor limita-se a responder às demandas das diversas unidades de negócio, não influenciando os resultados e a aceitação do pensamento em BPM (business process management).
O escritório de processos pode ser planejado para ter um papel autoritário, sendo implementado por meio de um espectro que vai da intervenção à influência. No que tange à intervenção, o escritório controlará as outras unidades de negócio em suas iniciativas de gestão de processos, ao passo que, no que tange à influência, agirá direcionando o comportamento das unidades de negócio.
Motores de regras podem ser parte de uma aplicação BPM ou de programas independentes que interagem com outras aplicações a fim de realizar uma tarefa.
Os benefícios da implantação de um BPMS são maiores para processos de manufatura contínua do que para processos de manufatura discreta.
Para criar a Collection de um subprocesso múltiplo no Bizagi, deve-se acessar o segundo passo do wizard do processo. Ademais, a edição do modelo de dados permite criar a collection Xpath.
Se um usuário da ferramenta Bizagi selecionar Opções Avançadas, ele poderá configurar diferentes casos de negócios de um subprocesso. Caso contrário, as configurações básicas serão utilizadas.
É possível realizar o gerenciamento de usuários por meio da ferramenta ARIS Express.
Na modelagem de processos, a notação ARIS trabalha com o VAC (value-added chain) para o diagrama de nível 0 e com o EPC (event-driven process chain) para os demais níveis.
No Bizagi, os subprocessos podem ser criados de forma iterativa ou sequencial.
Com exceção do subprocesso por evento, todos os demais subprocessos são ligados aos processos por intermédio do fluxo sequencial.
Fluxos de mensagens são usados para mostrar a comunicação entre participantes, porém não podem se conectar a objetos que estejam dentro da mesma pool.
O símbolo
representa uma coleção de saída de dados.