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As órteses são classificadas, quanto à função, em estáticas, quando imobilizam ou limitam e posicionam as articulações, ou dinâmicas, que são compostas de várias partes para promoverem movimentação articular, neutralizam forças deformantes e promovem manutenção e fortalecimento da musculatura envolvida.
As órteses são peças ou aparelhos de substituição de membros ou órgãos do corpo, compreendendo qualquer material permanente ou transitório que substitua, total ou parcialmente, um membro, um órgão ou um tecido.
Define-se prótese como um dispositivo exoesquelético que, aplicado a um ou vários segmentos do corpo, tem a finalidade de proporcionar o melhor alinhamento possível, buscando-se sempre a posição funcional, ou seja, a mais adequada.
As órteses suropodálicas articuladas são comumente indicadas para pessoas capazes de realizar marcha; a articulação desse tipo de órtese deve ser alinhada com os maléolos e o plano frontal.
A fase IV, cuja duração é indefinida, tem como objetivo a manutenção da atividade física, podendo ser realizada em domicílio ou em outros ambientes.
A fase III, realizada ambulatoriamente ou em domicílio, tem duração de seis meses a um ano.
A fase II, realizada ambulatoriamente, inicia-se após a alta hospitalar e dura de três a seis meses.
A fase I da reabilitação cardíaca abrange o período de hospitalização.
A criança portadora da DMD passa a apresentar frequentes quedas, ocasionadas pela perda da estabilidade e pela manobra de Gowers.
A pseudo-hipertropia muscular da panturrilha é observada nos estágios iniciais dessa doença, como resultado da infiltração e do aumento anormal de tecido intersticial adiposo em fibras musculares.
A hidroterapia na DMD facilita a movimentação em diversas posturas e permite o fortalecimento dos músculos atrofiados, a redução da dor, o relaxamento da musculatura e a aplicação de exercícios respiratórios.
No caso da DMD, o pai é portador do cromossomo X21, responsável pelo surgimento da doença; os homens que herdam o gene da distrofina vivem sem manifestações clínicas.
Os cones vaginais, a eletroestimulação e o biofeedback são complementos para os exercícios de alongamento da musculatura do assoalho pélvico.
A atuação do fisioterapeuta na reeducação perineal do assoalho pélvico tem como finalidade melhorar a força de contração das fibras musculares e promover a reeducação abdominal e um rearranjo estático lombo-pélvico por meio de exercícios.
Existem apenas dois tipos de AVC: o isquêmico e o hemorrágico.
O método facilitação neuromuscular proprioceptiva, ou método Kabat, tem o objetivo de promover um ganho da funcionalidade por meio da facilitação, do fortalecimento e do relaxamento de grupos musculares.
O AVC isquêmico (AVCi) é causado por uma oclusão vascular localizada, o que leva à interrupção do fornecimento de oxigênio e glicose ao tecido cerebral.
Os sintomas do AVC podem ter duração igual ou superior a 24 horas, de origem vascular, provocando alterações nos planos cognitivo e sensório-motor, de acordo com a área e a extensão da lesão.
Recomenda-se que idosos com Alzheimer iniciem o treinamento com exercícios resistidos de baixa velocidade, para melhora da força, duas vezes por semana, em dias não consecutivos, por quatro semanas, devendo iniciar com 30% a 50% da carga, com repetição máxima, e depois progredir para 80%, com dez a quinze repetições.
A fase intermediária, cuja duração varia de dois a dez anos, é caracterizada pela deterioração mais acentuada dos déficits de memória e pelo aparecimento de sintomas focais, que incluem afasia, apraxia, agnosia e alterações visuoespaciais e visuoconstrutivas.