Questões de Concurso Para agente de polícia

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Q1998477 História e Geografia de Estados e Municípios
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 Internet: <sempog.portovelho.ro.gov.br> (com adaptações).

   O conjunto de cartogramas apresentado retrata a evolução político administrativa do município de Porto Velho e do estado de Rondônia, desde o período em que o estado era território federal (1976) até o início do século XXI (2002).
Acerca da evolução político administrativa do estado de Rondônia, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1998476 História e Geografia de Estados e Municípios
   O rio Madeira constitui a principal bacia hidrográfica do estado de Rondônia e o rio Guaporé, com seus sete afluentes principais, foi, desde o período colonial, um eixo de ocupação do atual território rondoniense.
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta a respeito do mercantilismo e das políticas de colonização dos vales dos rios Madeira e Guaporé.
Alternativas
Q1998475 História e Geografia de Estados e Municípios
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 Internet: <www.brasil-turismo.com> (com adaptações). 


   A figura anterior retrata o traçado da ferrovia Madeira Mamoré, conforme o mapa da estrada de ferro Madeira-Mamoré, em 1937, parte do Mappa da Viação Ferrea dos E.U. do Brasil, Guia Levi.
Considerando a figura e as informações apresentadas, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1998474 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando que o estado de Rondônia apresenta em sua formação socioespacial diversos grupos étnicos e comunidades tradicionais, assinale a opção correta a respeito da submissão e resistência desses grupos. 
Alternativas
Q1998473 Geografia
   “O ato que viria a instituir a liberdade de navegação no Amazonas partiria do Poder Executivo, através de um Decreto de 7 de dezembro de 1866, que abria, aos navios mercantes, o Amazonas até a fronteira, mas também o Tocantins até Cametá, o Tapajós até Santarém, o Madeira até Borba, o Negro até Manaus e o São Francisco até Penedo.”
 Internet: <funag.gov.br> (com adaptações).

A abertura da bacia Amazônica à navegação internacional data do século XIX e, até a atualidade, tem representado um modal de transporte essencial ao desenvolvimento regional.
Considerando o fragmento de texto e as informações apresentadas anteriormente, assinale a opção correta em relação à abertura do rio Amazonas à navegação internacional.
Alternativas
Q1998472 História e Geografia de Estados e Municípios
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Internet: <pesquisanacionaldefensoria.com.br>(com adaptações).


Tendo como referência o cartograma apresentado, que representa a distribuição da população por km2 nas comarcas do estado de Rondônia com estimativa para o ano de 2021, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1998471 Raciocínio Lógico
Texto CG1A2-I

     P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”

    Indicam-se, respectivamente, por X, Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P, sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W
   Ao investigar um possível crime de parcelamento irregular de terras, um agente de polícia identificou o seguinte padrão no comportamento do suspeito: este vendeu um lote por dia na primeira semana, três lotes por dia na segunda, cinco lotes por dia na terceira, seguindo esse mesmo padrão até o fim da quinta semana, quando então foi preso em flagrante.
Nessa situação hipotética, supondo-se que tenham sido vendidos lotes todos os dias durante esse período, o total de lotes vendidos foi de
Alternativas
Q1998470 Raciocínio Lógico
Texto CG1A2-I

     P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”

    Indicam-se, respectivamente, por X, Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P, sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W
Considere que, na elaboração de uma prova de concurso, as opções correspondentes aos gabaritos oficiais das questões tenham sido escolhidas de modo independente umas das outras. Nessa hipótese, se, ao responder a questão X, o candidato escolher aleatoriamente a opção que será marcada no caderno de respostas, desconsiderada aquela que escolheu na questão anterior à questão X, e supondo-se que o candidato acerte a questão anterior à questão X, a probabilidade de que ele erre a questão X é 
Alternativas
Q1998469 Raciocínio Lógico
Texto CG1A2-I

     P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”

    Indicam-se, respectivamente, por X, Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P, sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W
Assinale a opção em que é expressa corretamente a negação da proposição “Ser uma pessoa boa já é o suficiente.”.
Alternativas
Q1998468 Raciocínio Lógico
Texto CG1A2-I

     P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”

    Indicam-se, respectivamente, por X, Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P, sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W
Considerando que, no texto CG1A2-I, João seja uma das pessoas que compõem o conjunto Z, assinale a opção em que a proposição apresentada pode ser falsa.
Alternativas
Q1998467 Raciocínio Lógico
Texto CG1A2-I

     P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”

    Indicam-se, respectivamente, por X, Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P, sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W
Assinale a opção em que é corretamente apresentada a relação determinada, no texto CG1A2-I, pela proposição P sobre os conjuntos e Y.
Alternativas
Q1998466 Português
Texto CG1A1-II

    A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.

Norbert Elias. Sobre o tempo. Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).  
Assinale a opção em que é apresentada proposta de reescrita gramaticalmente correta e coerente para o trecho “a despeito das influências recíprocas”, no último período do texto CG1A1-II.
Alternativas
Q1998465 Português
Texto CG1A1-II

    A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.

Norbert Elias. Sobre o tempo. Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).  
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no texto CG1A1-II, julgue os itens a seguir.

I No primeiro período, as aspas são usadas para assinalar que o autor se refere a um conceito particular, pessoal, de universo, sociedade e natureza.

II O acréscimo de uma vírgula logo após “esta” (primeiro período) comprometeria a correção gramatical do texto.
III Estaria mantida a correção gramatical do último período caso fosse inserido um travessão imediatamente depois da forma verbal “foi” e outro imediatamente depois de “ser”.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1998464 Português
Texto CG1A1-II

    A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.

Norbert Elias. Sobre o tempo. Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).  
No quinto período do texto CG1A1-II, o conector “porquanto” introduz segmento de sentido
Alternativas
Q1998463 Português
Texto CG1A1-II

    A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.

Norbert Elias. Sobre o tempo. Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).  
Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada para trecho destacado do texto CG1A1-II mantém a correção gramatical e as ideias nele veiculadas.
Alternativas
Q1998462 Português
Texto CG1A1-II

    A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.

Norbert Elias. Sobre o tempo. Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).  
Assinale a opção em que é gramaticalmente correta a substituição de termo destacado do texto CG1A1-II. 
Alternativas
Q1998461 Português
Texto CG1A1-II

    A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.

Norbert Elias. Sobre o tempo. Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).  
Considerando os sentidos do texto CG1A1-II, julgue os itens a seguir.

I De acordo com o texto, a impressão de que “sociedade” e “natureza” são compartimentos distintos decorre de divergências entre os postulados das ciências sociais e os das ciências naturais.
II No terceiro período, o autor emprega a primeira pessoa do plural para incluir o leitor em uma proposta de pensar o “tempo” como um processo em curso, em vez de um objeto imóvel.
III Entende-se da leitura do último período que “o primeiro tipo” de medida corresponde à mensuração do tempo físico e “o segundo tipo”, à mensuração do tempo social.

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1998460 Português
Texto CG1A1-II

    A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.

Norbert Elias. Sobre o tempo. Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).  
De acordo com o texto CG1A1-II, a interdependência entre as determinações social e física do tempo caracteriza-se como uma hierarquia em posições que se
Alternativas
Q1998459 Português
Texto CG1A1-I

   No meio científico, a imaginação é conhecida como especulação e tratada com certa desconfiança –— nas publicações, costuma ser acompanhada de uma advertência obrigatória. Parte da redação de uma pesquisa consiste em limpála de voos fantasiosos, de conversa fiada e dos milhares de tentativas e erros que dão origem até mesmo às menores descobertas. Nem todo mundo que lê um estudo quer atravessar muito espalhafato. Ainda, os cientistas precisam parecer confiáveis. Entre sorrateiramente nos bastidores da ciência e talvez você não encontre as pessoas em sua melhor aparência. Mesmo nos bastidores, nas reflexões noturnas que compartilhei com colegas, era incomum entrar em detalhes de como havíamos imaginado –— de modo acidental ou deliberado –— os organismos que estudamos, fossem eles peixes, bromélias, cipós, fungos ou bactérias. Havia algo embaraçoso em admitir que o emaranhado de nossas conjecturas, fantasias e metáforas sem fundamento pudesse ter ajudado a moldar a nossa pesquisa. Apesar disso, a imaginação faz parte da atividade cotidiana da pesquisa. A ciência não é um exercício de racionalidade a sangue-frio. Os cientistas são – e sempre foram – emocionais, criativos, intuitivos, seres humanos inteiros, lançando perguntas sobre um mundo que não foi feito para ser catalogado e sistematizado. Sempre que eu perguntava o que esses fungos faziam e elaborava estudos para tentar entender seu comportamento, precisava imaginá-los.


Merlin Sheldrake. A trama da vida. Como os fungos constroem o mundo. São Paulo: Fósforo/Ubu Editora, 2021, p. 29 (com adaptações)
   Considerando a correção gramatical das substituições propostas para vocábulos e trechos do texto CG1A1-I, julgue os itens seguintes. 

I “dos milhares” (segundo período) por das milhares
II “parecer” (quarto período) por parecerem
III “entrar” (sexto período) por entrarem

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1998458 Português
Texto CG1A1-I

   No meio científico, a imaginação é conhecida como especulação e tratada com certa desconfiança –— nas publicações, costuma ser acompanhada de uma advertência obrigatória. Parte da redação de uma pesquisa consiste em limpála de voos fantasiosos, de conversa fiada e dos milhares de tentativas e erros que dão origem até mesmo às menores descobertas. Nem todo mundo que lê um estudo quer atravessar muito espalhafato. Ainda, os cientistas precisam parecer confiáveis. Entre sorrateiramente nos bastidores da ciência e talvez você não encontre as pessoas em sua melhor aparência. Mesmo nos bastidores, nas reflexões noturnas que compartilhei com colegas, era incomum entrar em detalhes de como havíamos imaginado –— de modo acidental ou deliberado –— os organismos que estudamos, fossem eles peixes, bromélias, cipós, fungos ou bactérias. Havia algo embaraçoso em admitir que o emaranhado de nossas conjecturas, fantasias e metáforas sem fundamento pudesse ter ajudado a moldar a nossa pesquisa. Apesar disso, a imaginação faz parte da atividade cotidiana da pesquisa. A ciência não é um exercício de racionalidade a sangue-frio. Os cientistas são – e sempre foram – emocionais, criativos, intuitivos, seres humanos inteiros, lançando perguntas sobre um mundo que não foi feito para ser catalogado e sistematizado. Sempre que eu perguntava o que esses fungos faziam e elaborava estudos para tentar entender seu comportamento, precisava imaginá-los.


Merlin Sheldrake. A trama da vida. Como os fungos constroem o mundo. São Paulo: Fósforo/Ubu Editora, 2021, p. 29 (com adaptações)
A palavra “espalhafato”, empregada no terceiro período do texto CG1A1-I, é sinônima de
Alternativas
Respostas
321: C
322: A
323: C
324: C
325: C
326: B
327: A
328: A
329: C
330: C
331: C
332: A
333: D
334: E
335: B
336: C
337: B
338: A
339: A
340: E