Questões de Concurso Para instrumentador cirúrgico

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Q790220 Português

Leia o Texto 1 e leia os Textos 2 e para responder a questão

Texto 1 

O anúncio

São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].

Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26

.

Texto 3

Menos Luiza Que Está No Canadá

(Composição: Bonilha)


Rubinho vai de Ferrari

Luan vai de Santana

Eu vou de van pra levar minhas barangas

E vai rolar a festa todo mundo vai tá lá

Menos a Luiza que está no Canadá

Tcha tcha tcha, tcha tcha tcha tcha tcha...

Menos a Luiza que está no Canadá.


Tcha tcha tcha, tcha tcha tcha tcha tcha...

Menos a Luiza que está no Canadá.

Rubinho vai de Ferrari

Luan vai de Santana

Eu vou de van pra levar minhas barangas

E vai rolar a festa todo mundo vai tá lá

Menos a Luiza que está no Canadá


Tcha tcha tcha, tcha tcha tcha tcha tcha...

Menos a Luiza que está no Canadá.

Tcha tcha tcha, tcha tcha tcha tcha tcha...


Menos a Luiza que está no Canadá.

Disponível em:<https://www.letras.mus.br;bonilha-music/menos-luiza-que-esta-no-canada/> . Acesso em: 20 jan. 2017.  

O Texto 2 é escrito numa linguagem diferente dos Textos 1 e 3. A linguagem do Texto 2 tipifica a variação
Alternativas
Q790218 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão

Texto 1 

O anúncio

São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].

Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26. 

No enunciado “Onde está você, Melanie? Sem ti ensandeço!” registra-se variação linguística na
Alternativas
Q790216 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão

Texto 1 

O anúncio

São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].

Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26. 

O texto apresenta uma composição espontânea, com estilo informal de linguagem. Essa é uma estratégia de
Alternativas
Q790214 Português

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Texto 1 

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São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].

Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26. 

O confronto entre os enunciados “Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento” e “Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio” revela um problema no esquema retórico do texto. Que problema é esse?
Alternativas
Q790212 Português

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Texto 1 

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São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].

Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26. 

Do trecho as que ainda sonham com o príncipe, no enunciado “[...] as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe”, inferese que, para o narrador, as mulheres deixaram de sonhar com príncipes. A marca linguística que permite essa inferência é:
Alternativas
Q790210 Português

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São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].

Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26. 

As pistas textuais indicam a existência de um relacionamento amoroso entre duas pessoas, estabelecido por meio de uma rede social. Essa interpretação é possibilitada no texto pelo recurso linguístico da
Alternativas
Q790208 Português

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Texto 1 

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São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].

Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26. 

Além do tema central, auxiliam na composição do texto alguns temas secundários. Um dos temas secundários do texto é:
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Q790206 Português

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Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.

Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.

De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.

Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.

Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio. 

CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26. 

Com relação à estrutura textual, ao desenvolvimento temático e à hierarquia dos sentidos, o texto se organiza e progride em torno:
Alternativas
Q751546 Enfermagem

As cirurgias são classificadas segundo o seu potencial de risco de contaminação. Associe o potencial de contaminação das cirurgias com as respectivas características.

I - Cirurgia contaminada

II - Cirurgia potencialmente contaminada

III - Cirurgia infectada

P - Realizada em tecidos estéreis ou passíveis de descontaminação, na ausência de processo infecioso e inflamatório local.

Q - Realizada em qualquer tecido ou órgão, em presença de processo infeccioso (supuração total), tecido necrótico, corpos estranhos e feridas de origem suja.

R - Realizada em tecidos abertos e recentemente traumatizados, colonizados por flora bacteriana abundante, de descontaminação difícil ou impossível.

S - Realizada em tecidos colonizados por flora microbiana pouco numerosa ou de tecido de difícil descontaminação.

As associações corretas são:

Alternativas
Q751545 Enfermagem

O centro cirúrgico é constituído por um conjunto de áreas e instalações que permite realizar as atividades cirúrgicas nas melhores condições de segurança para o paciente.

Para o planejamento eficiente da capacidade da sala cirúrgica, deve-se considerar o(a)

Alternativas
Q751544 Enfermagem

Os vários instrumentais cirúrgicos são classificados de acordo com as fases e tempos cirúrgicos.

Imagem associada para resolução da questão

A pinça ilustrada acima e a fase cirúrgica em que é utilizada são, respectivamente, denominadas:

Alternativas
Q751543 Enfermagem

As escalas de avaliação da dor têm o objetivo de padronizar o método de avaliação, registrar a evolução do sintoma, tornar a dor mais visível para a equipe de saúde e desencadear atitudes mais ativas para o tratamento.

No paciente consciente, a intensidade da dor pode ser mensurada através da escala

Alternativas
Q751542 Enfermagem

A dor aguda pode ocorrer nos pacientes durante o período pós-operatório, necessitando de cuidados da equipe de enfermagem.

A frequência de avaliação da dor no paciente pela enfermagem deve

Alternativas
Q751541 Enfermagem

Cada tipo de exame de sangue necessita que a amostra sanguínea seja coletada em um tubo específico, identificado por uma determinada cor.

O tubo destinado à coleta para análise bioquímica é o

Alternativas
Q751540 Enfermagem

Instrumental de campo são os instrumentos que têm por objetivo fixar os campos estéreis que delimitam o campo operatório.

Como exemplo desse tipo de instrumental tem-se a pinça

Alternativas
Q751539 Enfermagem
Os instrumentais cirúrgicos como as pinças Adson, Collin, Babcock, Allis são usados em que tempo cirúrgico?
Alternativas
Q751538 Enfermagem

Os equipamentos e acessórios utilizados na sala de operação podem ser fixos ou móveis.

Tem-se como um exemplo de equipamento fixo o(a)

Alternativas
Q751537 Enfermagem

Um instrumentador cirúrgico identificou manchas brancas em pinças da caixa cirúrgica.

Ao abordar o Enfermeiro da Central de Material Esterilizado sobre o motivo dessa ocorrência, ele lhe explicou que esse problema ocorre porque há

Alternativas
Q751536 Enfermagem

Os fios de sutura possuem diferentes características que implicam sua classificação e utilização nas cirurgias.

Um exemplo de um fio de sutura absorvível e com agulha é o(a)

Alternativas
Q751535 Enfermagem

Uma das leis da física postula que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Essa lei pode ser aplicada aos autoclaves para esterilização de produtos para a saúde (PPS).

Assim, antes da introdução do vapor na câmara de uma autoclave, terá de ocorrer a

Alternativas
Respostas
361: D
362: A
363: C
364: B
365: D
366: A
367: B
368: C
369: D
370: E
371: A
372: D
373: A
374: B
375: D
376: A
377: E
378: D
379: C
380: A