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Q3641692 Raciocínio Lógico
Uma sequência alfanumérica, com quatro caracteres, é formada por duas letras seguidas de dois algarismos, como, por exemplo, CA32 e BB44. Usando-se apenas os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 e as letras C, U, I, A e B, a quantidade máxima de sequências que podem ser formadas é:
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Q3641691 Matemática
Em um concurso público, 345 candidatos foram distribuídos por 12 salas. Em uma única sala, foram alojados x candidatos e, nas demais, o dobro de candidatos dessa sala. Logo, a soma dos algarismos do número x é:
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Q3641686 Português
A palavra OCEÂNICO foi acentuada pela mesma razão da palavra:
Alternativas
Q3641685 Português
Em “A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em f inanciamento para dar início ao tratado” (7º parágrafo), à luz da norma-padrão, o trecho destacado poderia ser substituído por:
Alternativas
Q3641684 Português
Em “Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico” (5º parágrafo), o verbo destacado, no pretérito imperfeito do indicativo, passaria a:
Alternativas
Q3641683 Português
No trecho “O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental” (6º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3641682 Português
Na palavra “geoengenharia”, o elemento destacado significa:
Alternativas
Q3641681 Português
Em “Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um ‘sinal poderoso’ de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta ‘30 por 30’” (4º parágrafo), as vírgulas foram empregadas para:
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Q3641590 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no mesmo modo e tempo do verbo destacado em:
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Q3641589 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


No período “Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral” (3º parágrafo), a oração destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3641588 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


O trecho “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo) poderia ser reescrito, sem modificação do sentido, por:
Alternativas
Q3641587 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor” (3º parágrafo), o termo destacado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q3641586 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas” (8º parágrafo), o termo destacado indica a ideia de:
Alternativas
Q3641585 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


De acordo com o texto, o tratado oceânico da ONU visa a:
Alternativas
Q3634731 Sociologia
O racismo é: 
Alternativas
Q3634730 Geografia
O relevo de Alagoas é caracterizado por:
Alternativas
Q3634729 História e Geografia de Estados e Municípios
As cores das faixas da bandeira de Alagoas representam:
Alternativas
Q3634728 História e Geografia de Estados e Municípios
O que é o "Boitatá", personagem do folclore alagoano?
Alternativas
Q3634727 Conhecimentos Gerais
Assinale a alternativa sobre o prato típico de Alagoas feito com um molusco encontrado na costa do estado:
Alternativas
Q3634726 História
Sobre o Cangaço, julgue os itens abaixo:

I. O cangaço teve como área de abrangência a região semiárida do nordeste brasileiro.
II. As questões de terra (latifúndios) e do poder dos coronéis são tidas como as questões determinantes do movimento do Cangaço.
III. O Cangaço foi um movimento que não afetou as terras alagoanas, tendo em vista que foi um fenômeno ocorrente nas regiões sulistas do país.

Assinale:
Alternativas
Respostas
6781: A
6782: B
6783: D
6784: D
6785: A
6786: A
6787: B
6788: B
6789: C
6790: C
6791: D
6792: A
6793: B
6794: C
6795: E
6796: B
6797: B
6798: X
6799: A
6800: A