Questões de Concurso
Para nível fundamental
Foram encontradas 10.242 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
1. Distribua as placas de grama de maneira intercalada, evitando deixar espaços vazios entre as placas.
2. Compacte levemente as placas para deixar as raízes o mais próximo possível do solo.
3. Nivele todas as placas.
4. Irrigue em seguida.
5. Passe levemente o rastelo sobre o solo.
Fonte: SENAR − Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Plantas ornamentais: jardinagem. Brasília: SENAR, 2017.
Assinale a alternativa com a ordem CORRETA das etapas.
Observe a imagem:

Fonte: Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação. RDC n° 216/2004.
Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA). O cumprimento das normas de segurança no trabalho é fundamental para prevenir acidentes em cozinhas profissionais. A imagem apresenta duas situações distintas: uma inadequada (à esquerda) e outra adequada (à direita). Sobre essas situações, assinale a alternativa CORRETA.
Observe a imagem:

Fonte: Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação. RDC n° 216/2004. Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA).
O manejo adequado dos resíduos é essencial para prevenir a proliferação de pragas urbanas e garantir a segurança sanitária do ambiente. De acordo com as boas práticas, após serem devidamente ensacolados, os resíduos devem ser dispostos CORRETAMENTE:
A partir dessas informações, avalie as assertivas a seguir.
I. Um depósito possui 240 caixas e recebe mais 80, totalizando uma nova quantidade.
II. Se forem retiradas 150 caixas desse novo total, sobrarão 170 caixas ao final.
III. Se as caixas restantes forem divididas em lotes de 10, formarão exatamente 17 lotes.
IV. Se em vez disso fossem divididas em lotes de 5, formariam 36 lotes completos.
Está CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas
Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.
Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.
A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.
O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.
A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.
Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.
Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas
Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.
Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.
A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.
O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.
A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.
Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.
Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas
Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.
Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.
A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.
O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.
A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.
Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.
Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas
Da baía de Marfa, em Malta, é possível avistar a ilhota de Comino, uma pequena formação rochosa cercada por águas que variam do azul-marinho ao turquesa intenso. Durante muitos anos, o local foi um refúgio quase vazio. Hoje, tornou-se um dos destinos turísticos mais disputados do arquipélago maltês.
Colin Backhouse, que mantém uma popular página de dicas turísticas sobre Malta, admite que evita recomendar Comino no verão. Embora considere a ilha encantadora em determinadas épocas do ano, ele afirma que, na alta temporada, a superlotação transforma o lugar em um verdadeiro inferno na Terra.
A Lagoa Azul atrai, anualmente, dezenas de milhares de visitantes de várias partes do mundo. A coloração intensa da água, resultado da luz refletida no fundo de calcário branco, cria um cenário perfeito para fotografias. No inverno, a região permanece calma e silenciosa. No verão, porém, a tranquilidade dá lugar às multidões, ao acúmulo de lixo, ao barulho de embarcações e aos danos ambientais.
O sentimento de frustração com o turismo excessivo não é isolado. Muitos visitantes se dizem decepcionados com a experiência, que inclui barcos superlotados e poucas opções de lazer. A pressão popular levou ao surgimento de ações de ativistas. Em 2022, o grupo Moviment Graffitti retirou cadeiras e espreguiçadeiras da ilha, em protesto contra a exploração do espaço público para fins de lucro.
A fama de Comino foi impulsionada por produções cinematográficas e séries, como O Conde de Monte Cristo, Troia e Game of Thrones. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais sua visibilidade, atraindo turistas em busca da foto perfeita. Para especialistas do setor, a ilha passou a integrar a lista de prioridades de muitos visitantes que chegam a Malta.
Diante do avanço do turismo de massa, as autoridades decidiram adotar medidas de contenção. Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000, e passou a ter um limite diário de visitantes, reduzido de dez mil para cinco mil por dia. Ambientalistas reconhecem o avanço, mas afirmam que a preservação do frágil ecossistema exige um plano de sustentabilidade mais amplo.
Esse tipo de iniciativa ocorre também em outros pontos do Mediterrâneo, como Veneza e Atenas, que passaram a controlar o fluxo de turistas. A expectativa é que Comino recupere parte de seu antigo charme com as novas regras. Ainda assim, há quem tema que os danos já sejam profundos e que reste pouco para as gerações futuras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36w9jl570ro.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos
Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.
A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.
Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.
Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.
A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.
Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos
Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.
A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.
Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.
Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.
A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.
Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos
Nas últimas décadas, as planícies desérticas da região de Ica, no Peru, deram lugar a extensas plantações de mirtilos e outras frutas. Até os anos 1990, parecia improvável que o deserto costeiro pudesse se tornar um polo agrícola. No entanto, isso ocorreu em grande parte do litoral peruano, com a expansão de culturas como manga, mirtilos e abacates.
A faixa paralela ao Pacífico e às elevações andinas transformou-se em um imenso pomar e no centro de uma indústria agroexportadora em rápida expansão. Entre 2010 e 2024, as exportações agrícolas cresceram, em média, onze por cento ao ano, atingindo em 2024 mais de nove milhões de dólares. O Peru tornou-se o maior exportador mundial de uvas e mirtilos, consolidando-se como fornecedor de mercados como Estados Unidos, Europa e China.
Esse avanço teve início com as reformas econômicas da década de 1990, que reduziram barreiras comerciais e incentivaram investimentos estrangeiros. Inicialmente voltadas à mineração, essas políticas abriram espaço para uma elite empresarial que passou a apostar na exportação agrícola. O setor superou obstáculos naturais com investimentos privados em irrigação por gotejamento e grandes projetos hídricos, permitindo o cultivo em áreas antes consideradas impróprias. Somaram-se a isso inovações genéticas, como as que viabilizaram o cultivo do mirtilo, ampliando em cerca de trinta por cento a área cultivável do deserto costeiro.
Hoje, regiões como Ica e Piura são importantes centros agrícolas, e a agroexportação representa parcela relevante da economia. Em 2024, respondeu por quase cinco por cento do PIB, contra quase um e meio por cento em 2020. O impacto econômico é significativo, com geração de empregos qualificados e aumento da renda média. Contudo, os benefícios não se distribuem de forma igual: pequenos agricultores enfrentam dificuldades para acessar água e mão de obra, além de venderem suas terras a grandes empresas.
A principal controvérsia envolve a água. Em áreas onde praticamente não chove, como Ica, o abastecimento depende do lençol freático e da transposição de água de regiões vizinhas. Enquanto assentamentos dependem de caminhões-pipa, grandes propriedades mantêm poços próprios e acesso prioritário à irrigação. Apesar da fiscalização oficial, há indícios de superexploração do aquífero, com poços cada vez mais profundos e água mais cara para pequenos produtores.
Até a produção das uvas do pisco, símbolo nacional, vem sendo questionada, sob a crítica de que a exportação da fruta equivale à exportação de água. O desafio, em Ica e em todo o Peru agroexportador, é tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. A avaliação de especialistas é que a indústria de exportação é positiva para a geração de renda, mas só será viável se não comprometer o abastecimento da população nem o equilíbrio ambiental.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgmnjm2wenwo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
( ) O senso de utilização (Seiri) consiste em separar o que é útil do que é inútil, descartando ou arquivando o que não é necessário para a realização das tarefas imediatas, liberando espaço.
( ) O senso de ordenação (Seiton) determina que cada objeto deve ter um lugar definido e deve ser mantido nesse lugar, facilitando a localização rápida de documentos e ferramentas.
( ) O senso de limpeza (Seiso) é responsabilidade exclusiva da equipe de faxina terceirizada, não devendo o servidor público se preocupar em manter sua mesa ou equipamentos limpos.
( ) O senso de autodisciplina (Shitsuke) refere-se ao cumprimento rigoroso dos padrões estabelecidos e ao comprometimento contínuo com a manutenção da ordem e da limpeza.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: