Foram encontradas 76 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q976329 Matemática
O senhor Walter é dono de uma confeitaria e por dia sua loja faz 10 bolos de 350 gramas cada um. Quantos bolos seriam feitos se houvesse a redução de 350 gramas para 250 gramas por cada bolo?
Alternativas
Q976328 Raciocínio Lógico

Observe as premissas


P1: Se nado, não posso estudar.

P2: Nado ou passo em Matemática.

P3: Nadei.

__________________________

Logo, passei em Matemática


Sobre a lógica da conclusão em negrito acima marque a alternativa correta:

Alternativas
Q976327 Matemática
Mário pretende ampliar um reservatório em forma de paralelepípedo de sua casa no qual tem volume 48m³. Porém ele esqueceu duas das medidas do volume, mas ele sabe que o comprimento mede x metros, a largura mede x-4 metros e a altura mede 4 metros. A soma do comprimento, da largura e da altura do paralelepípedo é:
Alternativas
Q976326 Raciocínio Lógico
Se o conjunto N tem 4 elementos, o conjunto M tem 6 elementos e o conjunto P tem 5 elementos então pode-se afirmar corretamente que:
Alternativas
Q976325 Raciocínio Lógico

Uma pastelaria decidiu reestruturar a forma em como são feitos os pasteis. Para isso, a pastelaria dispôs de 10 tipos diferentes de recheio.


Se o cliente puder escolher comprar o pastel com 1 ou 2 recheios o número de possibilidades distintas de comprar 1 pastel é:

Alternativas
Q976324 Redação Oficial

Considere as informações acerca da correspondência oficial:

I. Redação oficial é o meio utilizado para o estabelecimento de relações de serviço na administração pública e corresponde ao modo uniforme de redigir atos normativos e comunicações oficiais. A característica geral de um texto oficial no qual possibilita imediata compreensão pelo leitor é denominada de clareza;

II. Em uma redação oficial, a forma de tratamento “Vossa Santidade" é utilizado para se referir a bispos e cardeais;

III. Na redação de súmulas, dado seu caráter técnico, devem-se empregar, sempre que possível, jargões;

IV. Portaria é o instrumento pelo qual Ministros ou outras autoridades expedem instruções sobre a organização e o funcionamento de serviço, sobre questões de pessoal e outros atos de sua competência.

Estão corretas:

Alternativas
Q976323 Português
A colocação do pronome átono está correto na frase:
Alternativas
Q976322 Português
Assinale a opção cuja concordância, regência e crase estão de acordo com as regras da Gramática Normativa:
Alternativas
Q976321 Português

                     

O verbo destacado aparece no presente do subjuntivo na frase:
Alternativas
Q976320 Português

                     

A fala de Calvin, no terceiro quadrinho, “Então você vem e pega ele”, passando para a norma-padrão ficaria:
Alternativas
Q976319 Português

A charge servirá de base para a questão:


Imagem associada para resolução da questão


Considere as afirmações acerca do texto:


I. O humor da charge é provocado pela organização estrutural na fala do guarda, a qual provoca uma ambiguidade;

II. Na fala da dona Geny há um exemplo de coesão por reiteração, ao repetir a palavra cachorro;

III. Para que haja maior clareza, o guarda poderia ter dito “os vizinhos estão reclamando que o seu cachorro está correndo atrás das pessoas que passam de moto...”;

IV. Não há falta de clareza na linguagem do guarda que permita uma interpretação diferente da pretendida pelo locutor.


Estão corretas apenas:

Alternativas
Q976318 Português

                                Anedotinhas
 

      De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho: 

       — Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.

Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu: 

      — Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não aguento mais aqueles meninos. 

      E o pai responde lá de fora: 

      — Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio. 

               Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981. p. 8.

Em, “Acorda, que está na hora de você ir para o colégio”, o elemento coesivo “que” pode ser substituído por qual conjunção sem alterar o sentido do texto?
Alternativas
Q976317 Português

                                Anedotinhas
 

      De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho: 

       — Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.

Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu: 

      — Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não aguento mais aqueles meninos. 

      E o pai responde lá de fora: 

      — Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio. 

               Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981. p. 8.

Há um período composto na opção:
Alternativas
Q976316 Português

                              A fadiga da informação
 

      Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da Internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informação, dos satélites. A Internet levou o processo ao apogeu, criando a espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos desse mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicam, mas o potencial de captação humana – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbamse e perdem a eficiência no trabalho. Já não se trata de imaginar como esse fenômeno possa ocorrer.

      Na verdade, a síndrome da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa recente nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1300 executivos. Entre os sintomas da doença apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas. 

MARZAGÃO, Augusto. In: DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Editora Ática, 1999. (Fragmento).

Analise os aspectos linguísticos do texto, julgando as informações em certas (C) ou erradas (E):


( ) Pelas características inerentes ao texto, o mesmo pode ser classificado como artigo de opinião;

( ) Há uma relação de causa e consequência entre os elementos do texto, responsáveis pelo mecanismo de argumentação;

( ) “... junto a 1300 executivos.” A letra “a” é classificada morfologicamente como artigo;

( ) “... trafegando nas asas da eletrônica, da informação, dos satélites.” As vírgulas foram usadas para separar termos de mesmo valor sintático.


A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Q976315 Português

                              A fadiga da informação
 

      Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da Internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informação, dos satélites. A Internet levou o processo ao apogeu, criando a espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos desse mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicam, mas o potencial de captação humana – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbamse e perdem a eficiência no trabalho. Já não se trata de imaginar como esse fenômeno possa ocorrer.

      Na verdade, a síndrome da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa recente nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1300 executivos. Entre os sintomas da doença apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas. 

MARZAGÃO, Augusto. In: DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Editora Ática, 1999. (Fragmento).

Segundo o autor do texto:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sertaneja - PR
Q1212151 Português
A vuvuzela é o som do universo
Na abertura da Copa do Mundo, fiquei comovido quando vi a seleção da África do Sul cantando e dançando na saída do vestiário, antes do jogo contra o México. Foi a primeira impressão, e vou guardar.
Os jogadores se preparavam para entrar em campo, e eu imaginava a torcida inteira cantando. Imaginava todos dançando. Que adversário não se abalaria?
Mas dentro do estádio globalizado, um som monótono surge, abafando todos os demais. A vuvuzela.
Nenhum canto se ouviu, nenhuma voz se levantou. Nem Mandela, por uma fatalidade, apareceu. E a África me pareceu menos alegre.
Talvez eu não tenha entendido o sentido. Não tenha captado a mensagem subliminar por trás do zumbido incessante. O ato revolucionário. Confesso que não vi.
Poderia imaginar uma conspiração de ultradireita. Uma sórdida distribuição de milhões de vuvuzelas. Um plano diabólico contra a Mãe África. Uma conspiração monoteísta. Mas não imaginei.
Talvez uma nova forma de comunicação, uma língua universal. Coliseu futurista de “Guerra nas Estrelas”. Insetos mutantes. Nada.
A Copa esquentou e, aos poucos, vou me acostumando. Só tenho ouvidos para o sopro das cornetas. Meu corpo acorda trêmulo, e só relaxo quando tomo um gole de café com vuvuzelas matinais. Meu coração anestesiado já joga do lado dos vencedores.
Atordoado e confuso me rendi. O som da vuvuzela é o som do Universo. Um mantra cósmico embalando o mundo da bola. Da bola Jabulani. Milagre tecnológico e triunfo da ciência sobre os goleiros.
A zebra nunca correu tão solta, e a América do Sul parece um rolo compressor. As holandesas continuam lindas, e os árbitros errando.
O mundo inteiro pode ver, rever, discutir.
A Fifa tem uma parafernália digital à disposição de todos. Nada escapa aos olhos do Big Brother. Mas ao árbitro nada. Precisamos de alguém para levar a culpa, e a culpa é do juiz, do goleiro ou do Dunga.
Mas a culpa pode ser minha, caso não vista a mesma camisa em todos os jogos. E, refém da minha razão esotérica, paro de escrever e vou procurá-la, no meio de outros panos desprovidos de valor sobrenatural.
Não sei se o Brasil venceu a Holanda. Não posso prever o futuro, nem me atrevo a dar palpite. Os deuses do futebol são imprevisíveis, e a verdade virá no apito final.
No dia 11 de julho, um país vai levantar a taça e a história vai falar dos vencedores, dos artilheiros das grandes jogadas.
Heróis serão recebidos por uma massa. Festa por todos os cantos de algum país campeão do mundo.
E a vida segue.
Mas na memória também fica a nobreza africana codificada pelo canto dos Bafana Bafana.
(Rodrigo Maranhão/Revista O Globo, 24/07/2010)
Sobre o texto “A vuvuzela é o som do universo”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(  ) Precisamos de alguém para levar a culpa, e a culpa é do juiz, do goleiro ou do Dunga. 
(  ) A seleção da África do Sul cantou e dançou na saída do vestiário, antes do jogo contra o México. 
(  ) As holandesas continuam lindas, e os árbitros errando. 
A sequência está correta em:
Alternativas
Respostas
49: D
50: C
51: C
52: B
53: C
54: B
55: D
56: A
57: C
58: X
59: C
60: D
61: B
62: A
63: C
64: D