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Q3732382 Matemática

O professor Alberto pediu para que Bianca, Clara e Diego fizessem a conta armada de divisão de 97,2 por 24. Observe a resposta de cada um dos três estudantes:


Q12.png (327×107)


Em relação ao apresentado pelos estudantes, é correto afirmar que

Alternativas
Q3732381 Matemática

Renata foi ao mercado e comprou 240 g de queijo, ao preço de R$ 48,00 por quilograma, pagando com uma nota de vinte reais.


O troco correto que Renata recebeu nessa compra foi de

Alternativas
Q3732380 Português

Leia o texto a seguir:


O oncologista Peter Attia defende ________________ um dos pilares para o envelhecimento saudável seria concentrar mais os esforços ________________ prevenção de doenças. Mas como produzir diagnósticos cada vez mais precoces e assertivos? Um caminho pode ser fazer uma espécie de engenharia reversa: analisar o genoma de idosos e entender quais genes estão atrelados ________________ longevidade e quais podem estar ligados ________________ doenças crônicas.


(Rafael Battaglia, “A busca da longevidade”. Disponível em: https://super.abril.com.br. Adaptado)


As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por:

Alternativas
Q3732379 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:
Alternativas
Q3732378 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque pode ser substituída pela que está entre colchetes, mantendo-se a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3732377 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.” (3º parágrafo), as palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de sentido de 
Alternativas
Q3732376 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3732375 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou.” (3o parágrafo), considerando o contexto em que foi empregada, a palavra em destaque tem como antônimo:
Alternativas
Q3732374 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

 A partir da leitura do texto, é correta a afirmação:
Alternativas
Q3732373 Português

 Leia a frase a seguir:


Eu acho que, quando a gente crescer, automaticamente ________________o que fazer em qualquer situação.


Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal que preenche a lacuna, em conformidade com a norma-padrão e o sentido da frase.

Alternativas
Q3732372 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula ao trecho da tira manteve a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3732371 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Na tira, o personagem faz reflexões que revelam
Alternativas
Q3687554 Pedagogia
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 trata sobre a educação no Brasil. Considerando esse dispositivo constitucional, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3687553 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988, ao estabelecer o dever do Estado com a educação, define como uma de suas garantias o atendimento educacional especializado, visando assegurar o direito à educação desde a primeira infância. Com base no disposto no artigo 208 da Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3687552 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Durante o atendimento ao público em uma unidade de creche municipal, um servidor foi questionado sobre informações protegidas por sigilo e se recusou a fornecê-las. Em outro momento, o mesmo servidor atendeu prontamente a um pedido de certidão, feito por um cidadão, necessária para comprovar tempo de serviço.

Com base no artigo 157 do Estatuto dos Servidores de Varginha, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3687551 Pedagogia
A educação em Direitos Humanos deve estar presente desde os primeiros anos da educação básica, respeitando as especificidades de cada etapa, e articulando-se à construção da cidadania, ao reconhecimento da pluralidade e à promoção de ambientes escolares justos, acolhedores e participativos.

Com base no texto e nos princípios da Educação em Direitos Humanos, assinale a alternativa que apresenta uma prática coerente com esses fundamentos no contexto da educação infantil.
Alternativas
Q3687550 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Quais das afirmativas abaixo preveem formas de provimento de cargo público de acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos de Varginha?

I. Nomeação.
II. Promoção.
III. Transferência.
IV. Exoneração voluntária.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3687549 Pedagogia
A Educação em Direitos Humanos deve ser entendida como um processo sistemático, contínuo e permanente de construção de valores, atitudes e práticas que expressem a cultura dos direitos humanos em todos os espaços educativos.

BRASIL. Parecer CNE/CP nº 8/2012. Institui as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/naveguepor-temas/educacao-em-direitoshumanos/DiretrizesNacionaisEDH.pdf. Acesso em:07 ago. 2025

Com base no trecho acima, pode-se considerar que uma das finalidades da Educação em Direitos Humanos é: 
Alternativas
Q3687548 Pedagogia
O cuidado com a saúde e a segurança das crianças pequenas deve fazer parte da rotina das instituições de educação infantil. A atenção aos ambientes, aos materiais, à higiene e aos primeiros socorros é essencial para garantir o bem-estar físico e emocional da criança. Cabe ao profissional da creche observar sinais de risco, manter os espaços organizados e agir de forma preventiva, com responsabilidade e afeto.
Considerando o exposto, associe os cuidados do cotidiano (Coluna A) às atitudes adequadas do profissional (Coluna B).

Coluna A – Situações de cuidado

1. Convulsão durante uma atividade.
2. Brinquedos com peças soltas ou quebradas.
3. Criança com febre alta e calafrios.
4. Higiene das mãos antes das refeições. 5. Piso molhado após a hora do banho.

Coluna B – Condutas recomendadas

( ) Comunicar à família e encaminhar ao atendimento médico.
( ) Afastar objetos próximos e proteger a criança sem tentar contê-la.
( ) Identificar o risco e realizar limpeza imediata para evitar quedas.
( ) Retirar o brinquedo do uso e comunicar à coordenação.
( ) Orientar a prática regular com supervisão e exemplo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3687547 Noções de Primeiros Socorros
No cotidiano das instituições de educação infantil, é possível que ocorram situações de emergência, como crises de saúde súbitas. A atuação dos profissionais nesses momentos deve priorizar a preservação da integridade da criança e evitar medidas que possam resultar em complicações secundárias. O conhecimento prévio de protocolos básicos pode fazer diferença significativa até a chegada de ajuda especializada.

Considerando o contexto, complete a frase com a alternativa correta.

Em casos de convulsão, o procedimento adequado consiste em ________, mantendo a criança protegida até que a crise cesse naturalmente, e evitando ________, pois isso pode comprometer as vias aéreas ou causar lesões.
Alternativas
Respostas
241: D
242: B
243: D
244: E
245: B
246: B
247: C
248: E
249: D
250: C
251: A
252: D
253: C
254: B
255: B
256: C
257: B
258: E
259: D
260: D