Questões de Concurso Para auxiliar de serviços de saúde

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Q2254836 Conhecimentos Gerais
Dezenas de aves silvestres são encontradas mortas em ilha do ES e secretaria investiga se é gripe aviária
Agentes do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) coletaram material para análise em duas ilhas em Marataízes, no sul do Espírito Santo, após várias aves silvestres terem sido encontradas mortas no local. Segundo a Secretaria Estadual de Agricultura (Seag), os locais são utilizados pelos animais para reprodução.
(Disponível em: https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/2023/05/29/dezenas-de-aves-silvestres-sao-encontradas-mortasem-ilha-do-es-e-secretaria-investiga-se-e-gripe-aviaria.ghtml. Adaptado.)
Sobre a gripe aviária, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2254835 História
Juscelino Kubitschek, conhecido como JK, foi presidente do Brasil entre 1956 a 1961 e o responsável pela construção de Brasília. Seu governo ficou marcado pela política desenvolvimentista. Para sustentar sua proposta desenvolvimentista, o governo JK organizou: 
Alternativas
Q2254834 História
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se e contente; É um cuidar que ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís Vaz de Camões, Sonetos  (Disponível em: https://www.tudoepoema.com.br/luis-vaz-de-camoesamor-e-um-fogo-que-arde-sem-se-ver/.)
O soneto “Amor é fogo que arde sem se ver” faz parte da estética literária do Classicismo; tal movimento artístico foi um contraponto à arte produzida na Idade Média. Em Portugal, Luís Vaz de Camões é um dos principais representantes do Classicismo. Este movimento artístico surgiu no contexto da Arte: 
Alternativas
Q2254833 Conhecimentos Gerais
“Trata-se do processo de integração econômica entre, inicialmente, Argentina; Brasil; Paraguai; e, Uruguai. Teve sua origem com a assinatura do Tratado de Assunção. ____________ tem como um dos propósitos a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países, através, dentre outros, da eliminação dos direitos alfandegários e restrições não tarifárias à circulação de mercadorias e de qualquer outra medida de efeito equivalente.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Q2254832 Conhecimentos Gerais
No dia 24 de fevereiro de 2022, bombas começaram a cair sobre Kiev e tropas de infantaria marcharam sobre cidades do leste e sul da Ucrânia; desde então a guerra entre Rússia e Ucrânia é um dos principais conflitos armados na atualidade. A Ucrânia tem como atual presidente: 
Alternativas
Q2254831 Matemática
Joel gosta de apostar em corridas de cavalo organizadas por uma empresa que paga ao apostador o equivalente a 7/5 do valor apostado em caso de vitória e cobra uma taxa fixa de R$ 25,00 para cada vitória. Considere que Joel levou R$ 300,00 para fazer três apostas iguais e que tenha obtido vitória duas vezes. O valor que Joel terá ao final das apostas está compreendido entre: 
Alternativas
Q2254830 Matemática
Juliana trabalha na Prefeitura de Guarapari e recebe um salário mensal fixo. Deste salário, ela gasta 1/3 para pagar as contas caseiras, como aluguel, água, luz, internet e alimentação. Além disso, Juliana gasta todo mês o equivalente a 1/5 do salário com compras e lazer, restando para poupar o equivalente a R$ 540,00. De acordo com estas informações, o salário mensal de Juliana está compreendido entre: 
Alternativas
Q2254829 Matemática
Dentre as alternativas a seguir, a que NÃO pertence ao grupo das demais é: 
Alternativas
Q2254828 Matemática
A alternativa que completa a estrutura lógica apresentada a seguir refere-se a:
“Remoto está para próximo assim como diminuto está para ...” 
Alternativas
Q2254827 Raciocínio Lógico
Considere que Marlene toma remédio toda vez que sente dor de cabeça. Esta afirmação possui a mesma lógica de qual das afirmativas a seguir? 
Alternativas
Q2254826 Raciocínio Lógico
Analise a seguinte sequência lógica:
(5, 6, 8, Y, 15, 20, 26, 33, ...)
Sendo Y um elemento faltante na sequência, o valor da soma de seus algarismos corresponde a: 
Alternativas
Q2254825 Matemática
Gustavo possui um carro que é capaz de circular 12 km com um litro de gasolina e planeja fazer uma viagem em que irá gastar um total de 56 litros de gasolina. Sabendo-se que a velocidade desenvolvida por Gustavo durante toda a viagem foi de 80 quilômetros a cada hora, o tempo que ele gastou nesta viagem foi de:
Alternativas
Q2254824 Matemática
Na Prefeitura tem-se um total de técnicos que equivale a 5/6 do número de auxiliares. Contratando-se mais 24 técnicos, o número destes passará a ser o equivalente a 7/6 do número de auxiliares. Assim, conclui-se que a quantidade de auxiliares e de técnicos na Prefeitura está compreendida entre:
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Q2254823 Matemática
Jéssica assinou um contrato de aluguel no dia 19/04, uma quinta-feira e, em uma das cláusulas do contrato, há a obrigação de que ela transfira a titularidade da energia para seu nome no prazo máximo de 15 dias corridos, a contar da data de assinatura do contrato. Assim, em que dia da semana será o último dia para que Jéssica faça a transferência da titularidade da energia para seu nome? 
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Q2254822 Matemática
Determinado motorista da Prefeitura de Guarapari precisa escolher um veículo para transitar durante a semana. Interessado em aplicar seus conhecimentos adquiridos ao estudar para o concurso público, decidiu que a placa do carro deveria conter um número que fosse, simultaneamente, divisível por 4 e 6, pois ele possui 46 anos de idade. Considerando as placas a seguir, a que pode ser escolhida pelo motorista é: 
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Q2254821 Português
O compadre pobre

        O coronel, que então já morava na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que arranjava médico, remédio, tudo.
         Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar. Sempre escrevia no caixote: CUIDADO, É OVOS — e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo carinho para não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
        Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele abanava a cabeça como quem diz: qual… Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro — “cuidado, é ovos!”
        Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava: — Quantos salvaram?
       Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?” A mulher dizia.
        Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça com um ar engraçado: — Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez.
        Um dia perguntei ao coronel se não era melhor avisar ao compadre Zeferino para não mandar mais ovos; afinal, para ele, coitado, era um sacrifício se desfazer daqueles ovos, levar o caixote até a estação para despachar; e para nós ficava mais em conta comprar ovos na cidade.
        O coronel me olhou nos olhos e falou sério: — Não diga isso. O compadre Zeferino ia ficar muito sem graça. Ele é muito pobre. Com pobre a gente tem de ser muito delicado, meu filho.

(BRAGA, R. O Compadre Pobre. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
Há ERRO de grafia em:
Alternativas
Q2254820 Português
O compadre pobre

        O coronel, que então já morava na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que arranjava médico, remédio, tudo.
         Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar. Sempre escrevia no caixote: CUIDADO, É OVOS — e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo carinho para não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
        Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele abanava a cabeça como quem diz: qual… Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro — “cuidado, é ovos!”
        Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava: — Quantos salvaram?
       Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?” A mulher dizia.
        Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça com um ar engraçado: — Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez.
        Um dia perguntei ao coronel se não era melhor avisar ao compadre Zeferino para não mandar mais ovos; afinal, para ele, coitado, era um sacrifício se desfazer daqueles ovos, levar o caixote até a estação para despachar; e para nós ficava mais em conta comprar ovos na cidade.
        O coronel me olhou nos olhos e falou sério: — Não diga isso. O compadre Zeferino ia ficar muito sem graça. Ele é muito pobre. Com pobre a gente tem de ser muito delicado, meu filho.

(BRAGA, R. O Compadre Pobre. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
De acordo com o autor “Com pobre a gente tem de ser muito delicado, meu filho.” (8º§), uma vez que
Alternativas
Q2254819 Português
O compadre pobre

        O coronel, que então já morava na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que arranjava médico, remédio, tudo.
         Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar. Sempre escrevia no caixote: CUIDADO, É OVOS — e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo carinho para não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
        Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele abanava a cabeça como quem diz: qual… Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro — “cuidado, é ovos!”
        Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava: — Quantos salvaram?
       Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?” A mulher dizia.
        Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça com um ar engraçado: — Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez.
        Um dia perguntei ao coronel se não era melhor avisar ao compadre Zeferino para não mandar mais ovos; afinal, para ele, coitado, era um sacrifício se desfazer daqueles ovos, levar o caixote até a estação para despachar; e para nós ficava mais em conta comprar ovos na cidade.
        O coronel me olhou nos olhos e falou sério: — Não diga isso. O compadre Zeferino ia ficar muito sem graça. Ele é muito pobre. Com pobre a gente tem de ser muito delicado, meu filho.

(BRAGA, R. O Compadre Pobre. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
De acordo com a organização textual, podemos afirmar que o texto:
Alternativas
Q2254818 Português
O compadre pobre

        O coronel, que então já morava na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que arranjava médico, remédio, tudo.
         Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar. Sempre escrevia no caixote: CUIDADO, É OVOS — e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo carinho para não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
        Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele abanava a cabeça como quem diz: qual… Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro — “cuidado, é ovos!”
        Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava: — Quantos salvaram?
       Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?” A mulher dizia.
        Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça com um ar engraçado: — Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez.
        Um dia perguntei ao coronel se não era melhor avisar ao compadre Zeferino para não mandar mais ovos; afinal, para ele, coitado, era um sacrifício se desfazer daqueles ovos, levar o caixote até a estação para despachar; e para nós ficava mais em conta comprar ovos na cidade.
        O coronel me olhou nos olhos e falou sério: — Não diga isso. O compadre Zeferino ia ficar muito sem graça. Ele é muito pobre. Com pobre a gente tem de ser muito delicado, meu filho.

(BRAGA, R. O Compadre Pobre. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
De acordo com o significado atribuído ao vocábulo em destaque no contexto, assinale a correspondência correta.
Alternativas
Q2254817 Português
O compadre pobre

        O coronel, que então já morava na cidade, tinha um compadre sitiante que ele estimava muito. Quando um filho do compadre Zeferino ficava doente, ia para a casa do coronel, ficava morando ali até ficar bom, o coronel é que arranjava médico, remédio, tudo.
         Quase todos os meses o compadre pobre mandava um caixote de ovos para o coronel. Seu sítio era retirado umas duas léguas de uma estaçãozinha da Leopoldina, e compadre Zeferino despachava o caixote de ovos de lá, frete a pagar. Sempre escrevia no caixote: CUIDADO, É OVOS — e cada ovo era enrolado em sua palha de milho com todo carinho para não se quebrar na viagem. Mas, que o quê: a maior parte quebrava com os solavancos do trem.
        Os meninos filhos do coronel morriam de rir abrindo o caixote de presente do compadre Zeferino; a mulher dele abanava a cabeça como quem diz: qual… Os meninos, com as mãos lambuzadas de clara e gema, iam separando os ovos bons. O coronel, na cadeira de balanço, ficava sério; mas, reparando bem, a gente via que ele às vezes sorria das risadas dos meninos e das bobagens que eles diziam: por exemplo, um gritava para o outro — “cuidado, é ovos!”
        Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava: — Quantos salvaram?
       Os meninos diziam. Então ele se voltava para a mulher: “Mulher, a quanto está a dúzia de ovos aqui no Cachoeiro?” A mulher dizia.
        Então ele fazia um cálculo do frete que pagara, mais do carreto da estação até a casa e coçava a cabeça com um ar engraçado: — Até que os ovos do compadre Zeferino não estão me saindo muito caros desta vez.
        Um dia perguntei ao coronel se não era melhor avisar ao compadre Zeferino para não mandar mais ovos; afinal, para ele, coitado, era um sacrifício se desfazer daqueles ovos, levar o caixote até a estação para despachar; e para nós ficava mais em conta comprar ovos na cidade.
        O coronel me olhou nos olhos e falou sério: — Não diga isso. O compadre Zeferino ia ficar muito sem graça. Ele é muito pobre. Com pobre a gente tem de ser muito delicado, meu filho.

(BRAGA, R. O Compadre Pobre. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. Fragmento.)
No trecho “Quando os meninos acabavam o serviço, o coronel perguntava: — Quantos salvaram?” (4º§), o travessão foi empregado para:
Alternativas
Respostas
221: A
222: C
223: B
224: D
225: D
226: A
227: D
228: D
229: D
230: A
231: A
232: C
233: D
234: C
235: D
236: A
237: D
238: C
239: B
240: B