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Q1928767 Português


Dez minutos de idade


Fernando Sabino


        A enfermeira surgida de uma porta me impôs silêncio com o dedo junto aos lábios e mandou-me entrar. Estava nascendo! Era um menino.


        Nem bonito nem feio; tem boca, orelhas, sexo e nariz no seu devido lugar, cinco dedos em cada mão e em cada pé. Realizou a grande temeridade de nascer, e saiu-se bem da empreitada. Já enfrentou dez minutos de vida. Ainda traz consigo, nos olhinhos esgazeados, um resto de eternidade.


        Portanto, alegremo-nos. A vida também não é bonita nem feia. Tem bocas que murmuram preces, orelhas sábias no escutar, sexos que se contentam, perfumes vários para o nariz, mãos que se apertam, dedos que acariciam, múltiplos caminhos para os pés. É verdade que algumas palavras, melhor fora nunca dizê-las, outras nunca escutá-las. Olhos há que procuram ver o que não podem, alguns narizes se metem onde não devem. Há muito prazer insatisfeito, muito desejo vão. Mãos que se fecham. Pés que se atropelam. Mas o simples ato de nascer já pressupõe tudo isso, o primeiro ar que se respira já contém as impurezas do mundo. O primeiro vagido é um desafio. A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino. A luta se inicia: mais um que será salvo. Portanto, alegremo-nos.


        Menino sem nome ainda, não te prometo nada. Não sei se terás infância: brinquedos, quintal, monte de areia, fruta verde, casca de árvore, passarinho, porão de fantasmas, formigas em fila, beira de rio, galinha no choco, caco de vidro, pé machucado. O mundo de hoje, tal como o estou vendo da janela do meu apartamento, desconfio que te reserva para a infância um miraculoso aparelho eletrocosmogônico de brincar. Ou apenas uma eterna garrafa de Coca-Cola e um delicioso Chicabon.


        Aceita, menino, esses inofensivos divertimentos. Leva-os a sério, com toda aquela seriedade grave da infância, chupa o Chicabon, bebe a Coca-Cola, desmonta e torna a montar a miraculosa máquina de brincar de nosso século que a imaginação de teu pai jamais poderia sequer conceber. Impõe a essas coisas e a essa vida que te oferecerão como infância a sofreguidão da tua boca, a ousadia de teus olhos e a força de tuas mãos. Imprime a tudo que tocares a alegria que me deste por nasceres. Qualquer que seja tua infância, conquista-a, que te abençoo. Dela te nascerá uma convicção. Conquista-a também – e vá viver, em meu nome. Nada te posso dar senão um nome.


        Nada te posso dar. No teu primeiro instante de vida minha estrela não se apagou. Partiu-se em duas e lá no alto uma delas te espera, será tua. Nada te posso dar senão um nome e esta estrela. Se acreditares em estrela, vai buscá-la. 



SABINO, Fernando. Dez minutos de idade. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 216-218.

Disponível em:

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13156/dez-minutos-de-idade. Acesso em: 08 abr. 2022.

No trecho “A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino.”, o pronome lhe foi empregado para representar
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Q1928766 Português


Dez minutos de idade


Fernando Sabino


        A enfermeira surgida de uma porta me impôs silêncio com o dedo junto aos lábios e mandou-me entrar. Estava nascendo! Era um menino.


        Nem bonito nem feio; tem boca, orelhas, sexo e nariz no seu devido lugar, cinco dedos em cada mão e em cada pé. Realizou a grande temeridade de nascer, e saiu-se bem da empreitada. Já enfrentou dez minutos de vida. Ainda traz consigo, nos olhinhos esgazeados, um resto de eternidade.


        Portanto, alegremo-nos. A vida também não é bonita nem feia. Tem bocas que murmuram preces, orelhas sábias no escutar, sexos que se contentam, perfumes vários para o nariz, mãos que se apertam, dedos que acariciam, múltiplos caminhos para os pés. É verdade que algumas palavras, melhor fora nunca dizê-las, outras nunca escutá-las. Olhos há que procuram ver o que não podem, alguns narizes se metem onde não devem. Há muito prazer insatisfeito, muito desejo vão. Mãos que se fecham. Pés que se atropelam. Mas o simples ato de nascer já pressupõe tudo isso, o primeiro ar que se respira já contém as impurezas do mundo. O primeiro vagido é um desafio. A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino. A luta se inicia: mais um que será salvo. Portanto, alegremo-nos.


        Menino sem nome ainda, não te prometo nada. Não sei se terás infância: brinquedos, quintal, monte de areia, fruta verde, casca de árvore, passarinho, porão de fantasmas, formigas em fila, beira de rio, galinha no choco, caco de vidro, pé machucado. O mundo de hoje, tal como o estou vendo da janela do meu apartamento, desconfio que te reserva para a infância um miraculoso aparelho eletrocosmogônico de brincar. Ou apenas uma eterna garrafa de Coca-Cola e um delicioso Chicabon.


        Aceita, menino, esses inofensivos divertimentos. Leva-os a sério, com toda aquela seriedade grave da infância, chupa o Chicabon, bebe a Coca-Cola, desmonta e torna a montar a miraculosa máquina de brincar de nosso século que a imaginação de teu pai jamais poderia sequer conceber. Impõe a essas coisas e a essa vida que te oferecerão como infância a sofreguidão da tua boca, a ousadia de teus olhos e a força de tuas mãos. Imprime a tudo que tocares a alegria que me deste por nasceres. Qualquer que seja tua infância, conquista-a, que te abençoo. Dela te nascerá uma convicção. Conquista-a também – e vá viver, em meu nome. Nada te posso dar senão um nome.


        Nada te posso dar. No teu primeiro instante de vida minha estrela não se apagou. Partiu-se em duas e lá no alto uma delas te espera, será tua. Nada te posso dar senão um nome e esta estrela. Se acreditares em estrela, vai buscá-la. 



SABINO, Fernando. Dez minutos de idade. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 216-218.

Disponível em:

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13156/dez-minutos-de-idade. Acesso em: 08 abr. 2022.

O tema dessa crônica pode ser resumido da seguinte forma:
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Q1928765 Português


Dez minutos de idade


Fernando Sabino


        A enfermeira surgida de uma porta me impôs silêncio com o dedo junto aos lábios e mandou-me entrar. Estava nascendo! Era um menino.


        Nem bonito nem feio; tem boca, orelhas, sexo e nariz no seu devido lugar, cinco dedos em cada mão e em cada pé. Realizou a grande temeridade de nascer, e saiu-se bem da empreitada. Já enfrentou dez minutos de vida. Ainda traz consigo, nos olhinhos esgazeados, um resto de eternidade.


        Portanto, alegremo-nos. A vida também não é bonita nem feia. Tem bocas que murmuram preces, orelhas sábias no escutar, sexos que se contentam, perfumes vários para o nariz, mãos que se apertam, dedos que acariciam, múltiplos caminhos para os pés. É verdade que algumas palavras, melhor fora nunca dizê-las, outras nunca escutá-las. Olhos há que procuram ver o que não podem, alguns narizes se metem onde não devem. Há muito prazer insatisfeito, muito desejo vão. Mãos que se fecham. Pés que se atropelam. Mas o simples ato de nascer já pressupõe tudo isso, o primeiro ar que se respira já contém as impurezas do mundo. O primeiro vagido é um desafio. A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino. A luta se inicia: mais um que será salvo. Portanto, alegremo-nos.


        Menino sem nome ainda, não te prometo nada. Não sei se terás infância: brinquedos, quintal, monte de areia, fruta verde, casca de árvore, passarinho, porão de fantasmas, formigas em fila, beira de rio, galinha no choco, caco de vidro, pé machucado. O mundo de hoje, tal como o estou vendo da janela do meu apartamento, desconfio que te reserva para a infância um miraculoso aparelho eletrocosmogônico de brincar. Ou apenas uma eterna garrafa de Coca-Cola e um delicioso Chicabon.


        Aceita, menino, esses inofensivos divertimentos. Leva-os a sério, com toda aquela seriedade grave da infância, chupa o Chicabon, bebe a Coca-Cola, desmonta e torna a montar a miraculosa máquina de brincar de nosso século que a imaginação de teu pai jamais poderia sequer conceber. Impõe a essas coisas e a essa vida que te oferecerão como infância a sofreguidão da tua boca, a ousadia de teus olhos e a força de tuas mãos. Imprime a tudo que tocares a alegria que me deste por nasceres. Qualquer que seja tua infância, conquista-a, que te abençoo. Dela te nascerá uma convicção. Conquista-a também – e vá viver, em meu nome. Nada te posso dar senão um nome.


        Nada te posso dar. No teu primeiro instante de vida minha estrela não se apagou. Partiu-se em duas e lá no alto uma delas te espera, será tua. Nada te posso dar senão um nome e esta estrela. Se acreditares em estrela, vai buscá-la. 



SABINO, Fernando. Dez minutos de idade. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 216-218.

Disponível em:

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13156/dez-minutos-de-idade. Acesso em: 08 abr. 2022.

No terceiro parágrafo do texto, a vida é descrita pelo cronista como 
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Q1928764 Português


Dez minutos de idade


Fernando Sabino


        A enfermeira surgida de uma porta me impôs silêncio com o dedo junto aos lábios e mandou-me entrar. Estava nascendo! Era um menino.


        Nem bonito nem feio; tem boca, orelhas, sexo e nariz no seu devido lugar, cinco dedos em cada mão e em cada pé. Realizou a grande temeridade de nascer, e saiu-se bem da empreitada. Já enfrentou dez minutos de vida. Ainda traz consigo, nos olhinhos esgazeados, um resto de eternidade.


        Portanto, alegremo-nos. A vida também não é bonita nem feia. Tem bocas que murmuram preces, orelhas sábias no escutar, sexos que se contentam, perfumes vários para o nariz, mãos que se apertam, dedos que acariciam, múltiplos caminhos para os pés. É verdade que algumas palavras, melhor fora nunca dizê-las, outras nunca escutá-las. Olhos há que procuram ver o que não podem, alguns narizes se metem onde não devem. Há muito prazer insatisfeito, muito desejo vão. Mãos que se fecham. Pés que se atropelam. Mas o simples ato de nascer já pressupõe tudo isso, o primeiro ar que se respira já contém as impurezas do mundo. O primeiro vagido é um desafio. A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino. A luta se inicia: mais um que será salvo. Portanto, alegremo-nos.


        Menino sem nome ainda, não te prometo nada. Não sei se terás infância: brinquedos, quintal, monte de areia, fruta verde, casca de árvore, passarinho, porão de fantasmas, formigas em fila, beira de rio, galinha no choco, caco de vidro, pé machucado. O mundo de hoje, tal como o estou vendo da janela do meu apartamento, desconfio que te reserva para a infância um miraculoso aparelho eletrocosmogônico de brincar. Ou apenas uma eterna garrafa de Coca-Cola e um delicioso Chicabon.


        Aceita, menino, esses inofensivos divertimentos. Leva-os a sério, com toda aquela seriedade grave da infância, chupa o Chicabon, bebe a Coca-Cola, desmonta e torna a montar a miraculosa máquina de brincar de nosso século que a imaginação de teu pai jamais poderia sequer conceber. Impõe a essas coisas e a essa vida que te oferecerão como infância a sofreguidão da tua boca, a ousadia de teus olhos e a força de tuas mãos. Imprime a tudo que tocares a alegria que me deste por nasceres. Qualquer que seja tua infância, conquista-a, que te abençoo. Dela te nascerá uma convicção. Conquista-a também – e vá viver, em meu nome. Nada te posso dar senão um nome.


        Nada te posso dar. No teu primeiro instante de vida minha estrela não se apagou. Partiu-se em duas e lá no alto uma delas te espera, será tua. Nada te posso dar senão um nome e esta estrela. Se acreditares em estrela, vai buscá-la. 



SABINO, Fernando. Dez minutos de idade. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 216-218.

Disponível em:

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13156/dez-minutos-de-idade. Acesso em: 08 abr. 2022.

Nessa crônica, nota-se que a paternidade é encarada pelo autor com
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Q1928554 Noções de Informática
Na guia “Exibição” do PowerPoint, existem 5 opções para que um documento seja exibido na tela do computador. Sobre o “Modo Classificação de Slides”, é correto afirmar que:
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Q1928553 Atualidades

A Fifa sorteou na tarde desta sexta-feira (1º de abril) os grupos da Copa do Mundo. O Brasil está no Grupo G do Mundial e vai estrear no dia 24 de novembro contra a Sérvia, às 16h (de Brasília). Suíça e Camarões completam a chave da Seleção, que fugiu de Holanda e Alemanha. Os tetracampeões mundiais enfrentarão a Espanha. (Fonte: ge.globo.com)


O país que irá sediar a Copa do Mundo em 2022 é: 

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Q1928552 Atualidades

Após meses de escalada militar e tensão na fronteira com a Ucrânia, a Rússia atacou o país do Leste Europeu no amanhecer do dia 24 de fevereiro, quando as forças russas começaram a bombardear diversas regiões do país. A escalada no conflito de anos entre a Rússia e a Ucrânia desencadeou a maior crise de segurança no continente desde a Guerra Fria, levantando o espectro de um confronto perigoso entre as potências ocidentais e Moscou. (Fonte: cnnbrasil.com.br)


Sobre as tensões entre Rússia e Ucrânia, é correto afirmar que:

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Q1928550 Atualidades

A área de ciência e tecnologia foi uma das que mais sofreram queda no volume de investimentos no Brasil. Isso tem levado os nossos pesquisadores a deixar o país. (Fonte: g1.globo.com)


Esse fenômeno recebe o nome de: 

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Q1928549 Atualidades

As temperaturas mundiais estão subindo por causa da atividade humana. Se a situação não for controlada, os humanos e a natureza passarão por um aquecimento catastrófico, com o agravamento das secas, maior aumento do nível do mar e extinção em massa de espécies. (Fonte: g1.globo.com)


A situação descrita no trecho anterior remete principalmente:

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Q1317277 Saúde Pública
Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos; evitar a proliferação de baratas; colocar telas nas janelas e saquinhos de areia nas soleiras das portas; evitar folhagens densas, trepadeiras, arbustos, bananeiras junto à parede e muros nas casas; vistoriar roupas e calçados antes de vesti-los; proteger as mãos com luvas, usar calçados fechados no campo, terrenos baldios, jardins são medidas preventivas para evitar acidentes com
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Q1317276 Saúde Pública
Os morcegos são passíveis de adquirir e transmitir várias enfermidades, como a raiva, por isso quando encontrados caídos, imóveis ou agressivos, não devem ser manipulados diretamente. O controle de morcegos
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Q1317275 Segurança e Saúde no Trabalho
Na aplicação de rodenticidas na formulação de iscas granuladas, em locais de risco para a transmissão de doenças relacionadas aos roedores como leptospirose, deve-se usar equipamento de proteção individual (EPI) adequado à manipulação dessa formulação, composto por:
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Q1317274 Saúde Pública
A toxoplasmose é um grave problema de saúde pública, principalmente para gestantes, recém-nascidos e pessoas com defesas imunológicas diminuídas. Trata-se de uma infecção causada por um protozoário encontrado nas fezes de gatos e outros felinos e a transmissão pode ocorrer
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Q1317273 Saúde Pública
A raiva é uma zoonose infectocontagiosa, causada por vírus, que atinge mamíferos, inclusive o homem, causando distúrbios no Sistema Nervoso Central, com aproximadamente 100% de letalidade. Em áreas com circulação das variantes do vírus rábico de cães e gatos devem-se realizar ações de controle como:
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Q1317272 Saúde Pública
A fêmea do Aedes aegypti deposita seus ovos, preferencialmente, em ambientes com água limpa e parada, nas paredes internas dos criadouros, próximos à superfície da água. Para continuar seu ciclo de vida, o ovo
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Q1317271 Saúde Pública
A Leishmaniose visceral é uma zoonose de evolução crônica, com acometimento sistêmico, e, se não tratada, pode levar a óbito até 90% dos casos. A transmissão ocorre
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Q1317270 Saúde Pública
No último ano, Agentes de Controle de Vetores (ACV) de um município X encontraram 165 insetos (percevejos, conhecidos popularmente como barbeiros, procotó, etc), transmissores do protozoário Trypanosoma cruzi, na área urbana do município. Após análise laboratorial, verificou-se que 45% desses insetos estavam infectados com o respectivo protozoário. Diante desse fato, a equipe de saúde deve
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Q1317269 Saúde Pública
As atividades de controle do Aedes aegypti devem ser executadas rotineiramente em toda área urbana do município, com a finalidade de levantar índices (predial, Breteau, recipientes, etc) para o monitoramento das ações executadas e os redirecionamentos necessários para impedir epidemias futuras de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. A meta estabelecida para o índice de infestação
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Q1317268 Saúde Pública
Um usuário do SUS, apresentando uma situação de saúde mais grave, deve ser atendido mais rapidamente do que os demais que apresentam uma situação clínica mais leve. Nesse caso, aplica-se na prática um princípio do SUS, denominado
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Respostas
361: D
362: A
363: B
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365: A
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367: B
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