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Uma piscina encontrava-se totalmente cheia no dia primeiro de março. No dia 9 de março, observou-se que 1/20 da quantidade de água que possuía no dia primeiro havia evaporado. No dia 12 do referido mês, observou-se que 1/21 da quantidade de água que havia no dia 9 tinha evaporado, e no dia 18 de março, observou-se que 1/15 da quantidade de água que havia no dia 12 tinha, também, evaporado.
Então, a quantidade de água que restou na piscina no dia 18 de março corresponde, da quantidade total de água que havia no dia primeiro, à fração
Seja a expressão E = √5 . 25 . 0,2.
Se a expressão E for reescrita na forma de uma só potência de base 5, ou seja, na forma E = 5k , obtém-se para o expoente k o valor de
Uma empresa resolveu fazer uma promoção: calcular o preço final de um produto de modo inversamente proporcional às idades dos clientes, de acordo com a tabela abaixo.

Então, somando-se os valores de x, y e z, constantes da tabela, obtém-se
Sejam os números racionais
x = 2.103 + 4.102 + 1
y = 0,25
z = (0,333...)-1
Então, o valor de (xy) z é um número inteiro cuja soma de seus algarismos é igual a
Analise a frase abaixo para responder à questão.
O idoso comemorou a data com um bolo temático encomendado por sua neta Janaína Campos de 32 anos.
(msn.com. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.
Depois do acidente, preferia encher o aquário gota _______ gota _______ ter de contar _______ sua mãe o que acontecera.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso ou não da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
O investigador permanecera quieto durante toda a entrevista, até que ______________________ o suspeito sobre seu paradeiro na noite anterior à do crime.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto à ortografia, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A orelha de Van Gogh
Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.
Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.
Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]
Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:
– Achei!
Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:
– A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.
O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.
Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.
– Que dizes?
Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.
(Moacyr Ciliar. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
Ofereceria “tal” relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.
De acordo com a norma padrão da língua portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical que a palavra “tal” destacada acima.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A orelha de Van Gogh
Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.
Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.
Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]
Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:
– Achei!
Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:
– A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.
O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.
Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.
– Que dizes?
Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.
(Moacyr Ciliar. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
Mas, se “lhe” faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação.
Assinale a alternativa em que, se os termos destacados fossem substituídos por um pronome oblíquo, teria de ser usado o pronome “lhe” necessariamente, como na frase acima.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A orelha de Van Gogh
Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.
Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.
Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]
Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:
– Achei!
Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:
– A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.
O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.
Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.
– Que dizes?
Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.
(Moacyr Ciliar. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
“Esses ‘enérgicos’ senhores queriam seu dinheiro”.
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “enérgicos”, considerando sua polissemia e o contexto em que a palavra aparece no texto.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A orelha de Van Gogh
Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar.
Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos [...]. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia no momento era conhecido como um credor particularmente implacável.
Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por Van Gogh. [...]
Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre Van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:
– Achei!
Levou-me para um canto – eu, aos doze anos, era seu confidente e cúmplice – e sussurrou, os olhos brilhando:
– A orelha de Van Gogh. A orelha nos salvará.
O que é que vocês estão cochichando aí, perguntou minha mãe, que tinha escassa tolerância para com o que chamava de maluquices do marido. Nada, nada, respondeu meu pai, e para mim, baixinho, depois te explico.
Depois me explicou. O caso era que o Van Gogh, num acesso de loucura, cortara a orelha e a enviara à sua amada. A partir disso meu pai tinha elaborado um plano: procuraria o credor e diria que recebera como herança de seu bisavô, amante da mulher por quem Van Gogh se apaixonara, a orelha mumificada do pintor. Ofereceria tal relíquia em troca do perdão da dívida e de um crédito adicional.
– Que dizes?
Minha mãe tinha razão: ele vivia em um outro mundo, um mundo de ilusões.
(Moacyr Ciliar. Adaptado).
( ) Por meio da ludicidade, a criança começa a expressar-se com maior facilidade, a ouvir, a respeitar e discordar de opiniões, exercendo sua liderança, e sendo liderados, bem como compartilhando sua alegria de brincar.
( ) O lúdico é um recurso metodológico de suma importância para auxiliar a aprendizagem somente das crianças de zero a seis anos.
( ) As práticas educacionais que abarcam o lúdico são de fundamental importância, pois quando brinca, a criança explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta, por meio de esforços físicos e mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade.
( ) O lúdico promove a aprendizagem e favorece o desenvolvimento físico intelectual e social da criança, ou seja, possibilita um desenvolvimento real, completo e prazeroso.
( ) A atividade lúdica é muito viva e caracteriza- -se sempre pelas transformações, e não pela preservação de objetos, papéis ou ações do passado das sociedades.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Nessa abordagem teórica, as concepções do planejamento podem ser:
1. Nos primeiros anos de vida, a brincadeira tem um papel fundamental, pois proporciona a ação na esfera imaginativa.
2. Por meio da brincadeira, a criança lida com imaginação e regra ao mesmo tempo, variando a forma como estas se apresentam ao longo do desenvolvimento da brincadeira infantil.
3. A brincadeira não se constitui em mera distração para criança, mas sim, numa atividade em que ela, a princípio pela imitação e posteriormente pela imaginação, transforma os objetos socialmente construídos e as formas de conduta em funções psicológicas intramentais.
4. O brincar é considerado um elemento de suma importância para o desenvolvimento da criança nos anos pré-escolares.
5. O brincar está para o desenvolvimento infantil, assim como a instrução ou o ensino está para o desenvolvimento da criança em idade escolar.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. A sensibilidade
2. A intuição
3. O pensamento
4. As emoções
5. As subjetividades
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
( ) O desenvolvimento humano é marcado pela dimensão histórico-cultural.
( ) As funções mentais superiores se dão do plano interpsicológico para o intrapsicológico, isto é, essas funções ocorrem primeiro na interação com os outros para, posteriormente, serem internalizadas pelo sujeito.
( ) O desenvolvimento também se apresenta em dois níveis: aquele em que o sujeito é capaz de operar sozinho e outro, no qual o sujeito é capaz de operar com o suporte de outro mais experiente.
( ) Para que os processos de aprendizagem ocorram, os sujeitos precisam alcançar certos níveis de desenvolvimento, ou seja, para aprender, os sujeitos necessitam primeiro se desenvolver.
( ) O conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (DZP) localiza o ponto em que a cultura e indivíduo constituem-se mutuamente.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1. Plano diretor.
2. Plano de aula.
3. Plano de Ensino.
4. Plano orçamentário.
5. Plano Político-Pedagógico.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.