Questões de Concurso Para cirurgião-dentista - buco-maxilo-facial

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Q3857832 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa


2/12/2025



Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.


Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.


Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.


Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?


Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.


Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.


Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".


Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.


A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.


Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.


Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.


Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.



(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

As palavras têm um ou mais significados, reconhecidos pelos estudiosos da língua. Esses significados podem ser sinônimos, mas nunca absolutos porque o sentido depende do contexto em que as palavras aparecem, das circunstâncias internas e externas ao texto.


Analise os dois excertos a seguir à luz do contexto geral em que foram postos e de seus conhecimentos:


"Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte."


"Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café?"


As palavras destacadas são dois adjetivos com sentidos distintos. Considerando o sentido de cada um no contexto, analise as sentenças:



I. No primeiro excerto, a palavra "exacerbada" pode ser substituída por "intensa ou agravada", mantendo o sentido.


II. Apesar de "violenta" ser um sentido possível de "exacerbada", nesse contexto, ela compromete o sentido.


III. A palavra "exaurida" significa "esgotada, consumida, exausta". Qualquer uma dessas palavras manteria o sentido do texto.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3857829 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa


2/12/2025



Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.


Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.


Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.


Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?


Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.


Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.


Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".


Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.


A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.


Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.


Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.


Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.



(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

A partir da leitura do texto e da mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir:



I. No final do ano, especialmente quando inicia dezembro, há uma certa cobrança ou expectativa alheia em relação a nosso balanço anual. Isso, em geral, é na perspectiva das conquistas, das metas alcançadas e não de outras possibilidades.


II. O texto apresenta duas perspectivas para o dizer "sim" para tudo: uma, na juventude, e outra, na vida adulta. Esta é alcançada à medida que a pessoa amadurece, torna-se mais sábia e aprende que é possível fazer escolhas.


III. No processo de escolher o que se abraça e para o que se diz "não", a pessoa precisa aprender a ler o próprio corpo e entender quando é o momento também de pausar e ter um descanso.



É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3714895 Odontologia
A sequela mais comum após fratura condilar não tratada adequadamente em crianças é 
Alternativas
Q3714894 Odontologia
Considere que um homem de 40 anos, vítima de fratura mandibular não tratada, apresente limitação progressiva da abertura bucal meses após o trauma. Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais compatível é 
Alternativas
Q3714893 Odontologia
Um motociclista de 28 anos chega inconsciente ao pronto-socorro após acidente, com múltiplas fraturas faciais, sangramento e suspeita de lesão cervical.

De acordo com o protocolo ATLS, a prioridade imediata no atendimento inicial nesse caso, após a constatação da presença de pulso, consiste em  
Alternativas
Q3714892 Odontologia
Em relação ao fechamento primário de feridas complexas em face, a conduta mais adequada para evitar deiscência é 
Alternativas
Q3714891 Odontologia
Considere que um paciente de 34 anos tenha sofrido fratura do complexo zigomático-orbitário e que relate visão dupla ao olhar para cima. Nesse caso, o sintoma apresentado está relacionado principalmente à 
Alternativas
Q3714890 Odontologia
No caso de um paciente politraumatizado que apresenta fratura panfacial suspeita, para a avaliação detalhada dos traços de fratura do terço médio da face, o exame de imagem de escolha é a 
Alternativas
Q3714889 Odontologia

Um jovem de 22 anos, em decorrência de agressão física, apresenta fratura de ângulo mandibular com deslocamento do fragmento proximal para medial.


É correto afirmar que, nesse caso, o desvio ocorre devido à ação predominante do músculo 

Alternativas
Q3714888 Odontologia

Uma paciente de 32 anos relata dor na ATM direita e limitação da abertura bucal após episódio de travamento. Ao exame clínico, não há estalidos, mas observa-se abertura restrita com desvio ipsilateral.


Nesse caso, o diagnóstico mais compatível é de  

Alternativas
Q3714887 Odontologia
No caso de, durante avaliação de um paciente vítima de acidente automobilístico, notar-se fratura do terço médio da face, em termos biomecânicos, o principal pilar de sustentação do terço médio que deve ser preservado é o pilar 
Alternativas
Q3714886 Odontologia

Um paciente de 58 anos, portador de fibrilação atrial em uso de anticoagulante, necessita de extrações múltiplas. O cirurgiãodentista solicita exames laboratoriais para avaliar o risco de sangramento.


Assinale a opção que representa um dos meios mais adequados para análise da via extrínseca da coagulação nessa situação.

Alternativas
Q3714885 Odontologia
Acerca dos anestésicos locais em cirurgia bucomaxilofacial, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3714884 Odontologia
Acerca das complicações anestésicas sistêmicas, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3714883 Odontologia
Suponha que um paciente de 22 anos de idade apresente 6 mm de discrepância transversal maxilar isolada e maior envolvimento da região anterior.

Considerando a situação hipotética apresentada, a conduta ortocirúrgica mais adequada para um único ato cirúrgico é a 
Alternativas
Q3714882 Odontologia
No que se refere às cirurgias orais, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3714881 Odontologia
A respeito das exodontias complicadas, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3714880 Odontologia
Acerca do manejo cirúrgico dos dentes impactados, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3714879 Odontologia
No que concerne à técnica cirúrgica nas exodontias, assinale a opção correta.  
Alternativas
Q3714878 Odontologia
Com relação aos cuidados relativos à biossegurança, assinale a opção correta.  
Alternativas
Respostas
141: C
142: E
143: C
144: E
145: A
146: D
147: E
148: B
149: C
150: E
151: B
152: E
153: C
154: D
155: A
156: E
157: A
158: B
159: C
160: E