Questões de Concurso Para cirurgião-dentista - buco-maxilo-facial

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Q2690572 Português

Para responder às questões 06, 07, 08, 09 e 10, considere o excerto transcrito abaixo.


A procura de informações sobre sintomas e doenças na internet é comum e, muitas vezes, serve a propósitos úteis. De acordo com[1] Aiken e Kirwan (2012), a internet é um valioso recurso na busca de informações médicas e continuará sendo por muitos anos. Porém, a web possui, em paralelo, um poder potencial de aumentar a ansiedade dos sujeitos sem treinamento médico, no momento em que[2] estejam buscando diagnósticos em websites. Dessa forma, contemporaneamente, pessoas que são[3] excessivamente angustiadas ou muito preocupadas com a sua saúde realizam pesquisas constantes na internet. Porém, apenas se tornam mais ansiosas ou amedrontadas. Pense por um momento e, em sua reflexão, responda a si se nunca fez uma busca na internet após receber seu exame de sangue ou surgir uma mancha em alguma região do seu corpo. Esse tipo de comportamento é bem frequente, mas apenas uma minoria apresenta uma manifestação patológica (cibercondríaca) desse funcionamento.

Sobre o uso da pontuação, afirma-se corretamente:

Alternativas
Q2690565 Português

CIBERCONDRIA e ansiedade

A INTERNET REVOLUCIONOU OS MODELOS DE COMUNICAÇÃO, PERMITINDO NOVAS FORMAS DE ENTRETENIMENTO, E O ACESSO À SAÚDE FOI REFORMULADO PARA NOVOS PADRÕES

Por Igor Lins Lemos

1º Atualmente, é difícil imaginar a extinção das redes sociais da nossa prática diária de comunicação, modelo praticamente impossível de ser retrocedido. A world wide web remodelou também os antigos padrões de relacionamento, seja através das redes sociais, dos fóruns ou dos programas de interação em tempo real. Não apenas essas modificações foram provocadas pelo avanço da cibercultura, o acesso à saúde também foi reformulado para novos padrões. Atualmente, é possível, por exemplo, verificar resultados de exames de sangue no endereço eletrônico do laboratório, acessar endereços eletrônicos sobre saúde mental e planos de saúde sem sair de casa. Facilidades estas que são consideradas de uso contínuo para as próximas décadas, ou seja, cada vez mais os recursos tecnológicos serão utilizados para esses e outros fins. A era da cibernética é real.


2º Apesar dos diversos benefícios da internet para a saúde humana, outra manifestação psicopatológica (vinculada ao campo eletrônico) vem sendo dis cutida, além do transtorno do jogo pela internet e das dependências de internet, de sexo virtual e de celular: a cibercondria. O nome é um neologismo formado a partir dos termos ciber e hipocondria. A hipocondria refere-se, de forma sucinta, a uma busca constante de reasseguramentos por informações sobre possíveis adoecimentos orgânicos, dúvidas essas que raramente cessam quando o sujeito encontra a possível resposta às suas indagações. E como pensar nesse fenômeno com a proliferação das buscas em relação à saúde na internet?


3º A procura de informações sobre sintomas e doenças na internet é comum e, muitas vezes, serve a propósitos úteis. De acordo com Aiken e Kirwan (2012), a internet é um valioso recurso na busca de informações médicas e continuará send o por muitos anos. Porém, a web possui, em paralelo, um poder potencial de aumentar a ansiedade dos sujeitos sem treinamento médico, no momento em que estejam buscando diagnósticos em websites. Dessa forma, contemporaneamente, pessoas que são excessivamente angustiadas ou muito preocupadas com a sua saúde realizam pesquisas constantes na internet. Porém, apenas se tornam mais ansiosas ou amedrontadas. Pense por um momento e, em sua reflexão, responda a si se nunca fez uma busca na internet após receber seu exame de sangue ou surgir uma mancha em alguma região do seu corpo. Esse tipo de comportamento é bem frequente, mas apenas uma minoria apresenta uma manifestação patológica (cibercondríaca) desse funcionamento.


4º Fergus (2013) realizou um estudo com 512 participantes nos Estados Unidos; a média de idade foi de 33,4 anos, sendo 55,3% do sexo feminino. O objetivo do trabalho foi verificar o efeito da intolerância à incerteza na relação entre a frequência de buscas por informações médicas na web e a ansiedade com a saúde. Para essa pesquisa, foram aplicados os seguintes instrumentos: a Intolerance of Uncertainty Scale - 12 Item Version (IUS-12), a Short Health Anxiety Inventory (SHAI) e a Positive and Negative Affect Schedule (PANAS). Além disso, foram considerados outros dois pontos: a relação entre a ansiedade com a saúde como um resultado de buscas por informações médicas na internet e a frequência com que esse usuário busca por esse serviço.


5º De acordo com o autor, é comum que as pessoas encontrem e busquem esse tipo de informação na internet. Entretanto, são desconhecidos os motivos que levam uma parcela da população a desenvolver a cibercondria. O estudo em questão, então, seria uma forma de preencher essa lacuna na literatura científica. A pesquisa demonstrou que, quanto maior o nível de intolerância à incerteza, maior a chance de o indivíduo experienciar a cibercondria. Essa ansiedade pode se tornar ainda maior devido ao fato de a internet oferecer diversas informações para o mesmo problema, confundindo o usuário na identificação do seu problema sintomatológico. Além disso, nem todos os usuários são habilidosos em encontrar endereços eletrônicos confiáveis.


6º Dessa forma, cogite, por um momento, se tantas informações disponíveis na internet são fontes de relaxamento após a sua visita ao endereço eletrônico ou se esse ato gera ainda mais ansiedade. É comum, por exemplo, pacientes chegarem ao consultório de Psicologia com diagnósticos já estabelecidos por buscas que fizeram na internet. Resultado: muitas vezes, a informação é incorreta ou mal interpretada. Nunca deixe o profissional da saúde em segundo plano, priorize-o na busca por informações sobre o seu corpo.


Referências:

AIKEN, M.; KIRWAN, G. Prognoses for diagnoses: medical search online and "cyberchondria". BMC Proceedings, v. 6, 2012.

FERGUS, T. A. Cyberchondria and intolerance of uncertainty: examining when individuals experience health anxiety in response to internet searches for medical information. Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, v. 16, n. 10, 2013.

As ideias do texto progridem da seguinte forma:


Alternativas
Q2690563 Português

CIBERCONDRIA e ansiedade

A INTERNET REVOLUCIONOU OS MODELOS DE COMUNICAÇÃO, PERMITINDO NOVAS FORMAS DE ENTRETENIMENTO, E O ACESSO À SAÚDE FOI REFORMULADO PARA NOVOS PADRÕES

Por Igor Lins Lemos

1º Atualmente, é difícil imaginar a extinção das redes sociais da nossa prática diária de comunicação, modelo praticamente impossível de ser retrocedido. A world wide web remodelou também os antigos padrões de relacionamento, seja através das redes sociais, dos fóruns ou dos programas de interação em tempo real. Não apenas essas modificações foram provocadas pelo avanço da cibercultura, o acesso à saúde também foi reformulado para novos padrões. Atualmente, é possível, por exemplo, verificar resultados de exames de sangue no endereço eletrônico do laboratório, acessar endereços eletrônicos sobre saúde mental e planos de saúde sem sair de casa. Facilidades estas que são consideradas de uso contínuo para as próximas décadas, ou seja, cada vez mais os recursos tecnológicos serão utilizados para esses e outros fins. A era da cibernética é real.


2º Apesar dos diversos benefícios da internet para a saúde humana, outra manifestação psicopatológica (vinculada ao campo eletrônico) vem sendo dis cutida, além do transtorno do jogo pela internet e das dependências de internet, de sexo virtual e de celular: a cibercondria. O nome é um neologismo formado a partir dos termos ciber e hipocondria. A hipocondria refere-se, de forma sucinta, a uma busca constante de reasseguramentos por informações sobre possíveis adoecimentos orgânicos, dúvidas essas que raramente cessam quando o sujeito encontra a possível resposta às suas indagações. E como pensar nesse fenômeno com a proliferação das buscas em relação à saúde na internet?


3º A procura de informações sobre sintomas e doenças na internet é comum e, muitas vezes, serve a propósitos úteis. De acordo com Aiken e Kirwan (2012), a internet é um valioso recurso na busca de informações médicas e continuará send o por muitos anos. Porém, a web possui, em paralelo, um poder potencial de aumentar a ansiedade dos sujeitos sem treinamento médico, no momento em que estejam buscando diagnósticos em websites. Dessa forma, contemporaneamente, pessoas que são excessivamente angustiadas ou muito preocupadas com a sua saúde realizam pesquisas constantes na internet. Porém, apenas se tornam mais ansiosas ou amedrontadas. Pense por um momento e, em sua reflexão, responda a si se nunca fez uma busca na internet após receber seu exame de sangue ou surgir uma mancha em alguma região do seu corpo. Esse tipo de comportamento é bem frequente, mas apenas uma minoria apresenta uma manifestação patológica (cibercondríaca) desse funcionamento.


4º Fergus (2013) realizou um estudo com 512 participantes nos Estados Unidos; a média de idade foi de 33,4 anos, sendo 55,3% do sexo feminino. O objetivo do trabalho foi verificar o efeito da intolerância à incerteza na relação entre a frequência de buscas por informações médicas na web e a ansiedade com a saúde. Para essa pesquisa, foram aplicados os seguintes instrumentos: a Intolerance of Uncertainty Scale - 12 Item Version (IUS-12), a Short Health Anxiety Inventory (SHAI) e a Positive and Negative Affect Schedule (PANAS). Além disso, foram considerados outros dois pontos: a relação entre a ansiedade com a saúde como um resultado de buscas por informações médicas na internet e a frequência com que esse usuário busca por esse serviço.


5º De acordo com o autor, é comum que as pessoas encontrem e busquem esse tipo de informação na internet. Entretanto, são desconhecidos os motivos que levam uma parcela da população a desenvolver a cibercondria. O estudo em questão, então, seria uma forma de preencher essa lacuna na literatura científica. A pesquisa demonstrou que, quanto maior o nível de intolerância à incerteza, maior a chance de o indivíduo experienciar a cibercondria. Essa ansiedade pode se tornar ainda maior devido ao fato de a internet oferecer diversas informações para o mesmo problema, confundindo o usuário na identificação do seu problema sintomatológico. Além disso, nem todos os usuários são habilidosos em encontrar endereços eletrônicos confiáveis.


6º Dessa forma, cogite, por um momento, se tantas informações disponíveis na internet são fontes de relaxamento após a sua visita ao endereço eletrônico ou se esse ato gera ainda mais ansiedade. É comum, por exemplo, pacientes chegarem ao consultório de Psicologia com diagnósticos já estabelecidos por buscas que fizeram na internet. Resultado: muitas vezes, a informação é incorreta ou mal interpretada. Nunca deixe o profissional da saúde em segundo plano, priorize-o na busca por informações sobre o seu corpo.


Referências:

AIKEN, M.; KIRWAN, G. Prognoses for diagnoses: medical search online and "cyberchondria". BMC Proceedings, v. 6, 2012.

FERGUS, T. A. Cyberchondria and intolerance of uncertainty: examining when individuals experience health anxiety in response to internet searches for medical information. Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, v. 16, n. 10, 2013.

Em sua relação com o texto, o título


Alternativas
Q2690467 Português

CIBERCONDRIA e ansiedade

A INTERNET REVOLUCIONOU OS MODELOS DE COMUNICAÇÃO, PERMITINDO NOVAS FORMAS DE ENTRETENIMENTO, E O ACESSO À SAÚDE FOI REFORMULADO PARA NOVOS PADRÕES

Por Igor Lins Lemos

1º Atualmente, é difícil imaginar a extinção das redes sociais da nossa prática diária de comunicação, modelo praticamente impossível de ser retrocedido. A world wide web remodelou também os antigos padrões de relacionamento, seja através das redes sociais, dos fóruns ou dos programas de interação em tempo real. Não apenas essas modificações foram provocadas pelo avanço da cibercultura, o acesso à saúde também foi reformulado para novos padrões. Atualmente, é possível, por exemplo, verificar resultados de exames de sangue no endereço eletrônico do laboratório, acessar endereços eletrônicos sobre saúde mental e planos de saúde sem sair de casa. Facilidades estas que são consideradas de uso contínuo para as próximas décadas, ou seja, cada vez mais os recursos tecnológicos serão utilizados para esses e outros fins. A era da cibernética é real.


2º Apesar dos diversos benefícios da internet para a saúde humana, outra manifestação psicopatológica (vinculada ao campo eletrônico) vem sendo dis cutida, além do transtorno do jogo pela internet e das dependências de internet, de sexo virtual e de celular: a cibercondria. O nome é um neologismo formado a partir dos termos ciber e hipocondria. A hipocondria refere-se, de forma sucinta, a uma busca constante de reasseguramentos por informações sobre possíveis adoecimentos orgânicos, dúvidas essas que raramente cessam quando o sujeito encontra a possível resposta às suas indagações. E como pensar nesse fenômeno com a proliferação das buscas em relação à saúde na internet?


3º A procura de informações sobre sintomas e doenças na internet é comum e, muitas vezes, serve a propósitos úteis. De acordo com Aiken e Kirwan (2012), a internet é um valioso recurso na busca de informações médicas e continuará send o por muitos anos. Porém, a web possui, em paralelo, um poder potencial de aumentar a ansiedade dos sujeitos sem treinamento médico, no momento em que estejam buscando diagnósticos em websites. Dessa forma, contemporaneamente, pessoas que são excessivamente angustiadas ou muito preocupadas com a sua saúde realizam pesquisas constantes na internet. Porém, apenas se tornam mais ansiosas ou amedrontadas. Pense por um momento e, em sua reflexão, responda a si se nunca fez uma busca na internet após receber seu exame de sangue ou surgir uma mancha em alguma região do seu corpo. Esse tipo de comportamento é bem frequente, mas apenas uma minoria apresenta uma manifestação patológica (cibercondríaca) desse funcionamento.


4º Fergus (2013) realizou um estudo com 512 participantes nos Estados Unidos; a média de idade foi de 33,4 anos, sendo 55,3% do sexo feminino. O objetivo do trabalho foi verificar o efeito da intolerância à incerteza na relação entre a frequência de buscas por informações médicas na web e a ansiedade com a saúde. Para essa pesquisa, foram aplicados os seguintes instrumentos: a Intolerance of Uncertainty Scale - 12 Item Version (IUS-12), a Short Health Anxiety Inventory (SHAI) e a Positive and Negative Affect Schedule (PANAS). Além disso, foram considerados outros dois pontos: a relação entre a ansiedade com a saúde como um resultado de buscas por informações médicas na internet e a frequência com que esse usuário busca por esse serviço.


5º De acordo com o autor, é comum que as pessoas encontrem e busquem esse tipo de informação na internet. Entretanto, são desconhecidos os motivos que levam uma parcela da população a desenvolver a cibercondria. O estudo em questão, então, seria uma forma de preencher essa lacuna na literatura científica. A pesquisa demonstrou que, quanto maior o nível de intolerância à incerteza, maior a chance de o indivíduo experienciar a cibercondria. Essa ansiedade pode se tornar ainda maior devido ao fato de a internet oferecer diversas informações para o mesmo problema, confundindo o usuário na identificação do seu problema sintomatológico. Além disso, nem todos os usuários são habilidosos em encontrar endereços eletrônicos confiáveis.


6º Dessa forma, cogite, por um momento, se tantas informações disponíveis na internet são fontes de relaxamento após a sua visita ao endereço eletrônico ou se esse ato gera ainda mais ansiedade. É comum, por exemplo, pacientes chegarem ao consultório de Psicologia com diagnósticos já estabelecidos por buscas que fizeram na internet. Resultado: muitas vezes, a informação é incorreta ou mal interpretada. Nunca deixe o profissional da saúde em segundo plano, priorize-o na busca por informações sobre o seu corpo.


Referências:

AIKEN, M.; KIRWAN, G. Prognoses for diagnoses: medical search online and "cyberchondria". BMC Proceedings, v. 6, 2012.

FERGUS, T. A. Cyberchondria and intolerance of uncertainty: examining when individuals experience health anxiety in response to internet searches for medical information. Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, v. 16, n. 10, 2013.

Em sua centralidade, o texto objetiva


Alternativas
Q1255849 Odontologia
Analise a definição a seguir.
“Neoplasia de origem mesenquimal, caracterizada pela proliferação do tecido semelhante a cemento e localizada junto à raiz ou raízes de um dente permanente”. FREITAS, R. Tratado de cirurgia Bucomaxilofacial. Ed. Santos, 2006.
Essa é a definição de
Alternativas
Q1255848 Odontologia
Assinale a alternativa que não apresenta a condução adequada em casos de traumatismo extra-alveolar até 2 horas.
Alternativas
Q1255847 Odontologia
Não se indica exodontia de dentes
Alternativas
Q1255846 Odontologia
INSTRUÇÃO: Analise a imagem a seguir, que representa o sentido da disseminação da infecção e os espaços faciais envolvidos, para responder a questão.



POGREL, M; KAHNBERG, K; ANDERSSON, L. Cirurgia Bucomaxilofacial. Ed. Santos, 2016. 
O espaço faríngeo pode ser um local de propagação de infecção do espaço parotídeo ou espaço fascial ao redor do corpo da mandíbula.
Esse espaço está representado nessa figura pelo(s) número(s)
Alternativas
Q1255845 Odontologia
INSTRUÇÃO: Analise a imagem a seguir, que representa o sentido da disseminação da infecção e os espaços faciais envolvidos, para responder a questão.



POGREL, M; KAHNBERG, K; ANDERSSON, L. Cirurgia Bucomaxilofacial. Ed. Santos, 2016. 
A fonte mais comum de infecção no espaço submassetérico é representada pela pericoronarite do terceiro molar inferior.
De acordo com essa imagem, qual(is) é(são) o(s) número(s) que indica(m) esse espaço?
Alternativas
Q1255844 Odontologia
São contraindicações à remoção dos terceiros molares, exceto:
Alternativas
Q1255843 Odontologia
Entre as opções de tratamento no manejo da infecção bucofacial estão os analgésicos, que fornecem alívio temporário da dor.
Referente à escolha do analgésico para tratamento de uma infecção bucofacial, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1255842 Odontologia
Na obtenção da história do paciente, é útil rever os prontuários médicos prévios com frequência, pois eles podem fornecer informações importantes durante a entrevista. Nesse sentido, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando a anamnese médica à sua definição.
COLUNA I 1. História da doença atual (HDA) 2. História médica pregressa (HMP) 3. História familiar (HF) 4. História social (HS)
COLUNA II ( ) Informação de qualquer hábito, como tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas ou uso de drogas ilícitas. ( ) Alerta o clínico para quaisquer doenças coexistentes que possam exercer impacto sobre cirurgias planejadas. ( ) Revela fatores de risco para o paciente, como hemofilia ou hipertermia maligna. ( ) Informações de início, intensidade, qualidade, localização duração, irradiação e fatores que exacerbem ou aliviem sintomas.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1255841 Odontologia
Relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando as respectivas definições às classificações de risco cirúrgico.
COLUNA I 1. ASA 1 2. ASA 2 3. ASA 3 4. ASA 4 5. ASA 5
COLUNA II ( ) Perturbação sistêmica grave que pode ou não estar relacionada com o motivo da cirurgia. ( ) Perturbação sistêmica grave potencialmente fatal com ou sem cirurgia. ( ) Perturbação não orgânica, fisiológica, bioquímica ou psiquiátrica. ( ) Perturbação sistêmica leve a moderada que pode ou não estar relacionada com o motivo da cirurgia. ( ) Paciente terminal que tem pouca chance, mas é submetido a cirurgia como último recurso.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1255840 Odontologia
É objetivo da avaliação de paciente antes da cirurgia:
Alternativas
Q1148241 Odontologia
Assinale a alternativa correta referente a características das neoplasias benignas de origem neural.
Alternativas
Q1148240 Odontologia
Paciente de 20 anos, sexo masculino, refere estar passando por período de estresse emocional devido às provas na universidade. Nega fazer uso de medicamentos. Sua queixa principal é “mandíbula pesada e limitação de abertura bucal ao acordar, além de sensação de dentes moles”. Relata estar dormindo pouco e com qualidade ruim. À palpação dos músculos, apresenta dor no músculo masseter e relata que essa dor se espalha e se direciona para região das têmporas. Além disso, refere cefaleias frequentes (dor em repouso). À palpação do músculo trapézio, observam-se regiões endurecidas e hipersensíveis (dolorosas) que desencadeam dores reflexas nas regiões de têmporas e ângulo da mandíbula. No exame intrabucal, apresenta relação de molares em Classe I de Angle, sem giroversões, porém apresenta desgastes dentários. Com base nesse caso e nas disfunções temporomandibulares (DTM), assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico correto
Alternativas
Q1148239 Odontologia
Paciente feminina, 35 anos, compareceu ao serviço de cirurgia bucomaxilofacial referindo aumento de volume em mandíbula. Durante a anamnese, referiu que esse aumento foi ocorrendo lentamente. Ao exame físico, observou-se aumento de volume confinado à região posterior de mandíbula do lado direito e, ao exame de imagem, evidenciou-se lesão radiolúcida multilocular, com margens festonadas e limites bem definidos, que estava associada ao dente 48. Após biópsia incisional, o exame histológico evidenciou discretas ilhas e cordões de células epiteliais poliédricas em um estroma fibroso. Grandes áreas de material extracelular amorfo, eosinofílico, hialinizado (semelhante a amiloide) foram observadas e, dentro desse material amiloide, foram encontradas calcificações que formavam anéis concêntricos (calcificações do tipo anéis de Liesegang). Considerando as características clínicas, imaginológicas e histológicas, qual é o diagnóstico definitivo?
Alternativas
Q1148238 Medicina
A síncope é uma perda da consciência transitória e abrupta associada à inabilidade de manter um tônus postural. O episódio geralmente ocorre devido a uma hipoperfusão para o córtex cerebral e para o sistema ativador reticular cerebral. Ambas as estruturas dependem do metabolismo cerebral e da disponibilidade de oxigênio e glicose para o seu bom funcionamento. As manifestações clínicas da síncope vasovagal podem ser agrupadas em três fases definidas: pré-síncope, síncope e pós-síncope (período de recuperação). Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta sinais e sintomas iniciais da pré-síncope.
Alternativas
Q1148237 Odontologia
Em relação aos exames de imagem faciais e dentários, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1148236 Medicina
As anomalias vasculares, neoplásicas ou não, recentemente, tiveram um grande progresso na sua classificação e entendimento. Assim, em relação às lesões de origem vascular, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1241: C
1242: B
1243: D
1244: B
1245: C
1246: D
1247: D
1248: B
1249: C
1250: C
1251: D
1252: A
1253: A
1254: A
1255: A
1256: B
1257: D
1258: B
1259: B
1260: C